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Www.telmobrentano.com.br 17 de abril de 2013 1 Mercofire 2013 SAÍDASDEEMERGÊNCIA.

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1 17 de abril de Mercofire 2013 SAÍDASDEEMERGÊNCIA

2 17 de abril de Mercofire 2013 SAÍDA DE EMERGÊNCIA OU ROTA DE SAÍDA DE EMERGÊNCIA É o caminho contínuo devidamente protegido, sinalizado e iluminado, constituído por portas, corredores, vestíbulos, escadas e rampas, saguões, passagens externas, etc., a ser percorrido pelos ocupantes em caso de incêndio ou de outra emergência, por seus próprios meios, com facilidade, tranquilidade, segurança e rapidez a partir de qualquer ponto da edificação, até atingir a via pública ou outro espaço externo definitivamente seguro. Constituição das rotas de saída de emergência: Pavimento de origem, como corredores e acessos; Circulação vertical, como escadas, rampas e elevadores de emergência; Pavimento de descarga ou saída final. Uma boa rota de saída de emergência deve ter: Bom projeto: em número suficiente, bem localizadas, larguras adequadas e com parâmetros geométricos ergonômicos; Correta manutenção: para manter sempre em condições de utilização, sinalizados e iluminados, e permanentemente desobstruídos.

3 17 de abril de Mercofire 2013 SAÍDA DE EMERGÊNCIA OU ROTA DE SAÍDA DE EMERGÊNCIA Constituição das rotas de saída de emergência: Pavimento de origem, como corredores e acessos; Circulação vertical, como escadas, rampas, etc.; Pavimento de descarga ou saída final.

4 17 de abril de Mercofire 2013 MAIORES CAUSAS DE MORTES EM INCÊNDIOS Malhotra, 1998, analisando levantamentos estatísticos de vários países europeus sobre a causa das mortes decorrentes de incêndio, mostra que o fracasso da desocupação das edificações é devido a uma ou mais das causas citadas abaixo: Demora para os ocupantes perceberem o fogo (Alarmes? Treinamento? Brigada de incêndio?); Rotas de saída de emergência bloqueadas pela presença de fumaça (Sistema de controle da fumaça de incêndio? Treinamento? Brigada de Incêndio?); Ocupantes que não conheciam as rotas de saída de emergência alternativas (Sinalização? Brigada de incêndio? Treinamento?) ; Rotas de saídas de emergência inadequadas quanto ao projeto, número e largura (um bom projeto?); Saídas de emergência fechadas ou com objetos depositados, dificultando ou fechando totalmente a passagem (Manutenção? Controle? Treinamento? Brigada de Incêndio?).

5 17 de abril de Mercofire 2013 PROJETO BASEADO NO DESEMPENHO DA EDIFICAÇÃO A NFPA 101 – Código de Proteção da Vida, apresenta o método dos projetos baseados no desempenho, que serve para estabelecer critérios para que nenhum ocupante da edificação fique exposto à condições insustentáveis para a vida, isto é, que os ocupantes não sejam incapacitados pelos efeitos do fogo e que haja condições de saída de todos os ambientes para um lugar seguro. Objetivos principais: Proteção dos ocupantes da edificação, tanto os que estiverem em contato direto com o fogo, como os demais; Proteção das estruturas da edificação; Sistemas de proteção efetivos. Critérios para se alcançar os objetivos: Serem atendidos os requisitos prescritivos na NFPA 101; Serem definidos os diversos cenários de possíveis incêndios na edificação, com as possibilidades de início de fogo nos mais diversos ambientes e sua propagação de acordo com a sua ocupação, localização das cargas de incêndio, etc.; Serem estabelecidas, claramente, as especificações do projeto e outras condições.

6 17 de abril de Mercofire 2013 RECOMENDAÇÕES da NFPA CÓDIGO DE PROTEÇÃO DA VIDA Ter um número suficiente de saídas de emergência, bem localizadas, com capacidades adequadas e desobstruídas; Proteção das rotas de saída do fogo, calor e fumaça durante o tempo previsto de desocupação, determinado pela população, distância máxima a percorrer até uma saída e capacidade das saídas; Ter previsão de saídas alternativas; Ter compartimentação horizontal (áreas de refúgio); Ter compartimentação vertical; Ter sistemas de detecção e alarmes; Ter iluminação de emergência; Ter sinalização de emergência; Ter proteção especial de equipamentos e de área de risco; Ter brigada de incêndio e treinamento para os ocupantes; Ter material com instruções e sistemas de alarme verbal em locais de reunião de grande público e grande risco de fogo; Usar materiais de revestimento e acabamento no interior da edificação que não produzam chamas nem fumaça densa.

7 17 de abril de Mercofire 2013 ACESSIBILIDADE UNIVERSAL ACESSIBILIDADE Acessibilidade é a possibilidade e a condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaços, mobiliários, equipamentos urbanos e elementos (telefones, inter-comunicadores, botoeiras, válvulas, etc.). ROTA ACESSÍVEL Rota acessível é um trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos e/ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência física ou mobilidade reduzida. LEGISLAÇÃO O decreto federal 5.296, de 02 de dezembro de 2004, determina que devem ser garantidos o acesso e a saída com segurança a todas as pessoas independentemente da idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção e a circulação normal nas áreas internas de todas as edificações coletivas de uso: Público, a serem construídas, reformadas ou ampliadas; Privado multifamiliar, a serem construídas.

8 17 de abril de Mercofire 2013 EDIFICAÇÕES QUE DEVEM GARANTIR A ACESSIBILIDADE Os projetos e as adaptações devem seguir os seguintes critérios: Edificação nova: deve atender à legislação; Edificação a ser ampliada: deve atender à legislação; Edificação a ser reformada: Reforma parcial: Somente a parte a ser reformada deve atender à legislação; Reforma total: Toda a edificação deve atender à legislação. Edificação multifamiliar, condomínios e conjuntos habitacionais: Todas as áreas de uso comum devem ser acessíveis, como os acessos e a entrada da edificação, os corredores e pavimentos, etc. Não necessitam ser acessíveis as entra- das e áreas de serviço ou de acesso restrito, como casa de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico, etc. Exceção: Edificações residenciais do projeto Minha casa, minha vida

9 17 de abril de Mercofire 2013 ROTEIRO PARA O DIMENSIONAMENTO DE ESCADAS,CORREDORES E PORTAS 1.Cálculo da população; 2.Cálculo do número de unidades de passagem necessário; 3.Determinação do número mínimo de saídas de emergência; 4.Distâncias máximas a serem percorridas; 5.Tempo necessário para a desocupação total da edificação.

10 17 de abril de Mercofire 2013 LOCALIZAÇÃO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Três saídas de emergência com as respectivas áreas de refúgio (Prédios novos da PUCRS)

11 17 de abril de Mercofire 2013 LOCALIZAÇÃO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Escadas de emergência localizadas na mesma caixa de escada, com acessos em lados opostos (scissors staircase)

12 17 de abril de Mercofire 2013 LOCALIZAÇÃO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Escadas de emergência em caixas separadas, com descargas laterais diretas para o exterior

13 17 de abril de Mercofire 2013 QUESTÕES QUE PODEM SER LEVANTADAS 1 – Tempo de desocupação de uma edificação até encontrar uma saída: É determinada? Velocidade de deslocamento? Distância máxima a ser percorrida? A partir de que ponto do interior do ambiente deve ser contada? 2 – População ou Densidade ocupacional? Densidade ocupacional? 3 – Capacidade da unidade de passagem? Número de pessoas em fila/min? 4 – Afastamento mínimo entre portas? 10 metros? A palavra cenário? 5 – Divisão da escada no saguão? Controle da fumaça no subsolo?

14 17 de abril de Mercofire 2013 QUESTÕES QUE PODEM SER LEVANTADAS 6 – Normas e legislações 7 – Pós-ocupação? 8 – Comportamento humano? 9 – A edificação é um sistema extremamente complexo? 10 – Cada problema de engenharia pode ter várias soluções?

15 17 de abril de Mercofire 2013 As normas e legislações devem ser bem claras, pois são os documentos legais balizadores documentos legais balizadores de todos os projetos no Brasil. Quem lê não deve interpretar o que está escrito, mas entender


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