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PROJECT FINANCE VAE – VALOR E ATITUDE OUT/2007 IBC

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Apresentação em tema: "PROJECT FINANCE VAE – VALOR E ATITUDE OUT/2007 IBC"— Transcrição da apresentação:

1 PROJECT FINANCE VAE – VALOR E ATITUDE OUT/2007 IBC
Avenida Brig. Faria Lima, – 4º andar – Edifício Cal Center – Jardim Paulistano São Paulo – SP - CEP – Tel.: 55(11) – Fax: 55(11) Visite nosso site:

2 Erotides Rocha Guimarães guimaraes@vaeconsultores.com.br
Apresentação Palestrantes: Erotides Rocha Guimarães Francinett Vidigal Junior Telefone:

3 Project Finance (x) Corporate Finance
Corporate – Apoio financeiro pelo sistema tradicional, além de garantias reais, envolve o compromisso dos controladores pessoas jurídicas as vezes extensivo as pessoas físicas. Project - Empreendimento como uma unidade econômica com fins específicos, na qual os emprestadores se baseiam, como fonte para pagamento de seus empréstimos os ganhos econômicos e financeiros do empreendimento pelo conceito de fluxo de caixa. OUT/2007 IBC

4 Project Finance (x) Corporate Finance
Corporate-O sistema tradicional não controla a governança corporativa das empresas, expondo a riscos que distorcem o cenário no momento do crédito concedido e que sempre vislumbra cenário com baixo risco. Finance-Os ativos do empreendimento se constituem como verdadeira garantia para os financiadores do projeto, assim sendo o que em príncipio parece um aumento de exposição dos credores pode se tornar em um ambiente isolado de riscos de contaminação, ficando somente com os riscos do projeto. Neste contexto o Brasil inovou, porque o que ocorreu no Brasil nos últimos anos foi um misto entre Corporate com Project Finance. OUT/2007 IBC

5 Project Finance : Visão Geral
OUT/2007 IBC

6 Premissas básicas para o sucesso da implantação de um project finance
Know How em administrar o projeto e operá-lo de forma eficiente; Gerir a implantação do projeto com capacidade de arcar com possíveis desvios orçamentários; Capacidade de negociação com a comunidade financeira; Projeto com fluxo de caixa estável; Redução de conflitos de interesse. OUT/2007 IBC

7 Características pessoais do executivo
Negociador; Saber entender as características, necessidades, disposição ao risco e retorno esperado dos envolvidos; Criterioso na análise de dados; Capacidade de superação de dificuldades; Paciência; PRINCIPALMENTE: CRIATIVIDADE OUT/2007 IBC

8 Principais diferenças entre project e corporate finance
ITEM CORPORATE FINANCE PROJECT FINANCE Organização Múltiplos negocios e ou projetos SPE Controle e Monitoração Amplo direito de gestão dos sócios Controle dos credores Garantias Real Projeto Prazo Menor Maior Valor Envolvidos Financiador/empresa Diversos “players” OUT/2007 IBC

9 Principais vantagens do Project Finance
ACIONISTAS AGENTE FINANCEIRO ESTADO Aumentar a alavancagem financeira Acesso ao controle – Steps in rights (novidade na PPP) Determinar as condicionantes para o pagamento do contrato de concessão Honrar o serviço da dívida com o fluxo de caixa do projeto Transparência maior do projeto – SPE Flexibilizar o uso de ativos públicos Tolerância maior dos credores Alternativa para as garantias tradicionais e desgastadas Investimentos sem o uso de receitas públicas OUT/2007 IBC

10 Principais vantagens do Project Finance
ACIONISTAS AGENTE FINANCEIRO ESTADO Diversificação de riscos Monitorar o projeto através dos covenants Aumentar a atratividade para projetos de infra-estrutura Acompanhar os meios de pagamentos através da escrow accounts OUT/2007 IBC

11 Principais desvantagens do Project Finance
ACIONISTAS AGENTE FINANCEIRO ESTADO Monitorar a SPE com gestão mista com terceiros Limitar a mitigação pelos ativos do projeto Perder poder operacional para uma SPE Privada/Agências Assumir compromissos quanto a prática de governança corporativa Vicios do projeto não identificados Suportar desgates de imagens Elevados custos de intermediação Prazos muito longos (riscos politicos e governamentais) Exposição política delicada na questão de tarifas públicas OUT/2007 IBC

12 Complexidade do Project Finance
O principal desafio do Project Finance é convergir os interesses dos “players” no negócio de forma a assegurar que todos aceitem os riscos e retornos possíveis do projeto. O que se torna bastante difícil dadas as mais diversas características e objetivos de cada um. Ou seja todos no mesmo barco porém com chapéus diferentes. OUT/2007 IBC

13 Estruturas possíveis Build and transfer: Financia, constrói e ao fim transfere; (BLT) Build, Lease and Transfer: ao final é locado e transferido ao governo; (BOT) Build, Operate and Transfer:(Concessões-PPP´s) Constrói, opera e transfere ao poder concedente; (BTO) Build, Transfer and Operate: Financia, constrói, transfere e presta serviços de operação; Contract Add and Operate: Expande unidade existente e opera; Modernize, Operate, Transfer of Own: Moderniza instalações existentes, opera e transfere ou mantém (Privatização). OUT/2007 IBC

14 Atividades de preparação – Iniciando os trabalhos
Pré avaliação dos Players; Análise da documentação; Análise da legislação; Documentação/legislação (normatização) x RISCOS OUT/2007 IBC

15 Fluxograma do Project Finance
Identificação do negócio Contatos / Negociações preliminares Estudo de pré viabilidade Análise de negócios similares Análise de concorrência Identificação do mercado Estimativa de investimento Aprovação da Lei de Concessão (edital específico) Busca de parceiros / sócios no empreendimento Formação de consórcio para a licitação Elaboração do projeto (Business Plan) OUT/2007 IBC

16 Fluxograma do Project Finance
Licitação Criação SPE (Sociedade de Propósito Especifico) / SPC (Special Porpouse Company) Definição dos player envolvidos no projeto Montagem da estrutura financeira: Equity e Debt Análise econômico-financeira do projeto pelos investidores (Road Show) Negociação de contratos e fontes de financiamento Construção e implantação do projeto Entrada em operação Pagamento dos debts e dos dividendos Transferência ao poder concedente (se for o caso) OUT/2007 IBC

17 Estruturação do Project Finance
Acionistas SPE(Sociedade de Propósito Especifico) = Projeto Poder Concedente Contratante Agência Reguladora Financiador Repas./Financ. Trustee Consórcio Pool Capital (Equity) Financiamento Marco Regulatório OUT/2007 IBC

18 Poder Concedente Objetivo: Prover serviços públicos à comunidade com a menor tarifa Questões: Há um marco regulatório adequado? Qual a hierarquia e peso da regulamentação: Lei federal, estadual ou municipal, Portaria, etc.)? Há Normatização? Qual o grau de segurança que essa normatização oferece aos investidores? OUT/2007 IBC

19 Agência Reguladora Objetivo: Assegurar o cumprimento do contrato (fiscalização e regulação dos serviços). Questões: A Agência normatiza? Qual grau de independência da mesma? Está aparelhada para dar suporte à demanda? Existe clareza de suas atividades? É responsável pela fiscalização? OUT/2007 IBC

20 Contratante Objetivo: Instituição que legitima o Poder Concedente. Detentor do Contrato. Questões: Está claro os papeis da Agência e do Contratante? Há conflito? Se houver, como poderá afetar o projeto? Fiscaliza? Normatiza? OUT/2007 IBC

21 Acionistas Objetivo: Lucro, adquirir experiência, criar cliente.
Questões: Quantidade de acionistas? Existe divergência de porte entre os mesmos? Como se dá a proporção de ações? Está adequada ao porte? Qual a saúde financeira das empresas? Qual a liquidez das mesmas? Existe aporte de capital minimo previsto em contrato? Existe acordo de acionistas? Qual a relação entre os mesmos? OUT/2007 IBC

22 Acionistas Objetivo: Lucro, adquirir experiência, criar cliente.
Questões: Caso haja mescla de Project e Corporate, que tipo de garantia os mesmos estariam dispostos a oferecer? Existe a possibilidade de aval solidário? (poderá ser avaliado mais a frente, caso haja necessidade) Qual o retorno esperado? OUT/2007 IBC

23 Financiador Objetivo: Em sua maioria tem o objetivo do retorno do capital emprestado e fomento ao desenvolvimento. Questões: Quais bancos tem experiência no setor? Quais os limites de valores mínimos para financiamento direto? Dos bancos selecionados qual a experiência e tratamento dado ao Project Finance? OUT/2007 IBC

24 Pool de Bancos Objetivo: Dividir os riscos e os ganhos Questões:
Capacidade de financiamento de cada um. Operação muito mais complexa, as questões somente se apresentarão durante a negociação. Categorias: Seniores (privilegiados); Subordinados Em geral os credores seniores contribuem com mais de 50% dos recursos do projeto. OUT/2007 IBC

25 Trustee Objetivo: Ganhos de relacionamento Observações:
É uma entidade importante, que não se deve deixar para o fim da negociação, pois poderá atrasar em muito a finalização da operação. OUT/2007 IBC

26 Riscos de avaliação (-) Risco (+) (+) Re tor Viabilidade no (-)
OUT/2007 IBC

27 Riscos de avaliação Políticos: Quebra de contrato, cassação da concessão com ou sem motivos, expropriação, interesse público, violência política; Receita:Tráfego, consumo, etc. Construção: Riscos de engenharia; Econômicos e financeiros: Taxas de juros, inflação, etc. OUT/2007 IBC

28 Projeções/Simulações
Decisão: Contratar “Adviser” ? 1as. simulações financeiras; Decisão: Escolha de Instituições Financeiras; Combinando várias fontes de recursos; 2as. simulações financeiras ; Preparação de material de entrada do projeto e dos acionistas para “rating”. OUT/2007 IBC

29 Simulações Financeiras
DADOS DE ENTRADA: Receitas Investimentos Custos Operacionais Tributos Prazo da Concessão Composição do financiamento do capital Taxa de juros Inflação Taxa de crescimento DADOS DE SAÍDA VPL TIR DO CAPITAL TIR DO PROJETO PAYBACK EXPOSIÇÃO MÁXIMA DADOS PARA O PROJECT FINANCE “Business Plan” Simulações OUT/2007 IBC

30 BNDES – Project Finance
S/A de propósito específico, segregando fluxo de caixa e patrimônio do projeto; Fluxo de caixa suficientes para saldar o financiamento; Receitas futuras cedidas a favor dos financiadores. OUT/2007 IBC

31 BNDES – Project Finance-Classificação de riscos
Riscos dos controladores da beneficiária; Risco de implantação; Grau de alavancagem da beneficiária; Estabilidade do fluxo de caixa; Risco operacional do projeto; O valor, liquidez e a segurança das garantias oferecidas pela beneficiária. OUT/2007 IBC

32 BNDES – Project Finance-Requisitos
ICSD = 1,3 – podendo ser de 1,2 desde que haja um TIR de 8%; Capital próprio = 20% do total dos investimentos do projeto; A critério do BNDES a geração de caixa poderá ser considerada como capital próprio; Vedação de mútuos da beneficiária com as acionistas e restrições a demais pagamentos a que título for. OUT/2007 IBC

33 BNDES – Project Finance - Garantias
Garantias pré operacionais – Contratos que obriguem empreiteiros e fornecedores a concluir o projeto dentro do orçamento predeterminado, em data previamente especificada e conforme as especificações técnicas; Garantias operacionais, ações da beneficiária e o direitos emergentes do contrato de concessão, steps in rights quando admitido pela legislação; Garantias reais – A exigência do índice de 130% poderá ser dispensada caso a beneficiária se comprometa: Não oferecer em garantia os ativos e os recebíveis do projeto sem a autorização dos financiadores; Oferecer em garantia aos financiadores, caso estes solicitem quaisquer ativos recebíveis supervenientes do projeto. OUT/2007 IBC

34 BNDES – Project Finance – Prazos e nível de participação e custo
Prazos- Determinado em função das características do projeto; Participação – Máximo de 75% do ativo total projetado da beneficiária; Custo = Custo Financeiro(tjlp) + remuneração BNDES + Taxa de risco de crédito. OUT/2007 IBC

35 Classificação das Garantias
Non-recourse : Garantia única do projeto (não usual no Brasil); Limited-recourse: mix de garantias: Recursos do projeto, garantias reais da empresa (caução de ações), acionistas (penhor, fiança, aval, etc.) (mais comum no Brasil); Full-recourse: garantia total dos acionistas. (não usual em Concessões Públicas). OUT/2007 IBC

36 Enquanto o Project Finance não vem
Bridge loan; Commercial Papers; Debentures; Etc... OUT/2007 IBC

37 Setores com potencial para Project Finance
Energia Hidroelétrica e Termoelétrica; Petróleo e Gás; Petroquímica; Portos; Transportes; Saneamento; Telecomunicações; Mineração; Lazer (de grande porte). OUT/2007 IBC

38 Principais experiência mundiais
Eurotunnel (França/Inglaterra); North-South Expressway (Malásia) Sydney Harbor Tunnel (Austrália) Sajião Power Plant (China) Teléfonos de México (México) Al Manah Power Plant (Omã) Euro Disney (França) Concessão de Rodovias TRIBASA (México) OUT/2007 IBC

39 Eurotunnel - História 1867 Apresentação do projeto (Aimé de Gomond)
1875 Novo projeto apresentado (discurso Lord Palmerston) 1960 Grupo de estudo para estudar uma ponte sobre o canal 1966 Governos decidiram cavar o túnel 1973 Iniciaram os trabalhos, interrompido 1 ano depois pela crise do petróleo 1981 Miterrand e Thatcther criaram um grupo de trabalho 1985 Decidiram pelo túnel OUT/2007 IBC

40 Eurotunnel - História Projeto
3 Galerias-1 para serviços de manutenção e ventilação e 2 para passageiros, extensão 50 Km ( 4 km solo Francês, 9 Km solo Inglês e o restante sobre o Mar. Concessão 55 anos, outorgada pelos 2 Governos. Capital Privado Garantia Cash Flow do projeto Trabalhos 1) Etapa – Túneis e estruturas sobre a terra = 50% do orçamento, a TML bônus de 50% da economia ou 30% do acréscimo. OUT/2007 IBC

41 Eurotunnel - História Trabalhos
2) Etapa – Prédios, Infraestrutura e equipamentos 40% do orçamento a ser pago a TML independente do custo. 3) Etapa – Trilhos e Trens 10% do orçamento a ser pago a TML com uma remuneração de 12% independente do custo. Capital 1) Etapa – FF$ 470 milhões – Dez/85 - Controladores – trabalhos iniciais 2) Etapa – FF$ 2,006 milhões – Out/86 Investidores – custos do projeto Out/87 3) Etapa – FF$ 7,7 milhões – Nov/87 oferta pública OUT/2007 IBC

42 Eurotunnel - História Capital de Terceiros
FF$ 50 bilhões – com 18 anos de prazo pagamento foram fornecidos por 50 bancos. Problemas Empreiteiras e empresas de engenharia que também participavam do grupo de controle se beneficiaram com o atraso das obras e aumento de custos; Exigências de segurança de transportes; Não existência de garantia de conclusão das obras; Custos financeiros acima dos previstos. Previsão de capital Nov/87 = FF$ 48,7 Bilhões – Maio/90 FF$ 80 Bilhões. OUT/2007 IBC

43 Resumo Para project finance quanto maior a competição menos efetiva a garantia através de recebíveis; Neste contexto entendemos que project finance é a melhor forma de financiar infra-estrutura; Mesmo assim as garantias através de recebíveis terá pouca importância se não acompanhado de obrigações específicas (covenants); Por mais que a identificação prévia dos riscos é uma atividade essencial, a definição dos covenants como a principal ação mitigadora destes riscos não deve ser relegada; A análise centrada em projetos e na minimização dos riscos tem sido saída mundial para a captação de recursos para infraestrutura; Pela sua pouca utilização no Brasil não há diferença relevante no custo financeiro da operação. OUT/2007 IBC

44 Leilão dos 7 Lotes Federais-BR 381
Maior desconto R$ ,0997 65,42% Menor desconto R$ 2,797 3,01% Conclusão: Visão da VAE é que a competição nos negócios de Concessões ainda não estão com os preços estabilizados, desta forma o custo de capital ainda é uma questão secundária nos modelos de Concessão, basta ver a diferença de descontos ofertadas no leilão Federal. OUT/2007 IBC

45 Operações – IFC –Fonte IFC
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46 Operações – IFC –Fonte IFC
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47 Operações – IFC –Fonte IFC
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48 Operações – IFC –Fonte IFC
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49 Operações – IFC –Fonte IFC
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50 Operações – IFC –Fonte IFC
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51 Operações – IFC –Fonte IFC
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52 Operações – IFC –Fonte IFC
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53 Operações – IFC –Fonte IFC
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