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PUC/RS - FFCH Curso de Filosofia Metodologia Filosófica Prof. Nereu R. Haag Turma 256 - 2 AB-CD - 2012/I Alunos: Anderson Oliz, Débora Grillo, Cesar Augusto,

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Apresentação em tema: "PUC/RS - FFCH Curso de Filosofia Metodologia Filosófica Prof. Nereu R. Haag Turma 256 - 2 AB-CD - 2012/I Alunos: Anderson Oliz, Débora Grillo, Cesar Augusto,"— Transcrição da apresentação:

1 PUC/RS - FFCH Curso de Filosofia Metodologia Filosófica Prof. Nereu R. Haag Turma AB-CD /I Alunos: Anderson Oliz, Débora Grillo, Cesar Augusto, Eduardo Aquino, Luis Mello, Luis Paulo Maciel, Fernando Nunes, Rodrigo Rezende. TEMA: ROUSSEAU: O obstáculo da transparência. Apresentado na aula em: 04/06/2012.

2 METODOLOGIA FILOSÓFICA ROUSSEAU O obstáculo da transparência Anderson Oliz Débora Grillo Cesar Augusto Eduardo Aquino Luis Mello Luis Paulo Maciel Fernando Nunes Rodrigo Rezende

3 Introdução Método de trabalho: Essa parte ilustra perfeitamente as dificuldades que pode apresentar a transparência imediata de um texto. É preciso redobrar a atenção para que não se caia em uma paráfrase ou na diluição, ou na conversa fiada. Produzir as noções: 1.Uma gênese empirista: 2. A humanidade do homem: gênero humano; 3. O método : A produção das noções precedentes nos permite meditar alguns instantes sobre o método utilizado por Rousseau. O método é puramente dedutivo já que o homem primitivo e o homem transitório são produzidos pelo raciocínio puro; 4. A festa: ponto de equilíbrio do coletivo humano;

4 Introdução 5. A alteridade: relações interpessoais/coletivas; 6. O olhar: um enaltece as características do outro; 7. O aparecer: sem dialética de olhares, apenas aparecer; 8. A corrupção: é o que torna a festa possível, pois põe em jogo um conjunto de forças que fará tudo desequilibrar-se.

5 Método de Trabalho Dificuldades no entendimento; Dificuldade: produção noções filosóficas; Redobrar atenção e não deixar- se enganar pelas paráfrases do texto.

6 Produzir Noções Sob dois aspectos considera-se: A forma literária (morfologias, sentido ou estéticas de uma época); Exigência precisa (reflexão); Após faremos uma análise pontual de Rousseau.

7 Uma gênese empirista Verbos utilizados de forma expressiva ( se sucedem, se exercitam, se ampliam); Ele explica que sob domínio do empirismo filosófico, verbos expressam a associação e sucessão da experiência; Não limita-se apenas ao empírico e vincula-se a uma filosofia precisa abrangendo todos os modos de explicação e análises.

8 A humanidade do homem Gênero humano: homem socializado e domesticado (relações interpessoais complexas) / homem de ideias nulas (poucas relações). Obtendo dessas análises noções do estado em que se encontra este homem. A principal: SELVAGEM ou homem natural, não-social.

9 Outras noções da passagem Insularidade: homem selvagem e sem alteridade humana (estado de Ilha ) Ociosidade: o trabalho como criação social e não presente no homem. Felicidade: existência imediata. Inocência: diferente de bondade, entre o bem e o mal.

10 Dualidade Humana atual: Não mais selvagem; Nem completo social;

11 A Festa Envolve natureza coletiva (existir em rebanhos); Ocupação dos isentos de trabalho: o divertimento é sobretudo a ocupação dos homens e mulheres ociosos e arrebanhados.

12 A alteridade Ligações e vínculos, hábito, costume (adquiriu-se o costume de reunir-se...); Observar três pontos: Preexistência do homem; Diferença humana (H/M) não restrito ao biológico (macho e fêmea); Ausência do termo família.

13 O olhar Cada um começou a olhar os outros e a querer ser olhado Desejo de se ver no outro; Se olho o outro também o faz; O aparecer Na dialética inexistente de olhares ambos devem aparecer, o que olha e o que é olhado. E o aparecer do sujeito para si mesmo mediado por outros e também através de outros.

14 O aparecer Vaidade/Desprezo X Inveja/Vergonha

15 A corrupção O melhor, o mais belo, o mais forte,o mais hábil ou o mais eloquente... Disputas entre si e sua sociedade edificam normas. Alteridade-alienação: Ser que é o que é (Selvagem).

16 Construir a explicação O passar a limpo consiste, portanto, numa retomada desses trabalhos preparatórios,onde para orientar-se cumpre sempre seguir o programa modelo da explicação. 1. Para introduzir: o tema do texto é evidente: trata-se de explicar o mal – noção que resume aqui a ausência de felicidade e de inocência, com todas as ambiguidades que esses termos comportam, e que Rousseau ira conduzir a sua maneira para servir sua tese. A tese é a alienação social que perverte o homem, considerando naturalmente inocente e feliz. Os objetos de discussão estão a altura do projeto: se o mal é o fruto de tal alienação, é porque não decorre do pecado original, da natureza das coisas ou da ignorância.

17 2. O plano de detalhado: Uma fase de desenvolvimento social: é exposta nas primeiras linhas da passagem. Cumpre enunciar suas ideias, produzindo as noções (gênese de tipo empirista; relações humanas) e destacar a argumentação, bem mais diluída. Deve-se mostrar assim, que duas noções do homem estão em jogo, sendo uma o negativo da outra, enquanto o quadro que nos é apresentado é uma etapa intermediária, provisória mas reveladora. Uma fase de culminância: impõe uma descrição precisa da festa, com analise da cabana, da arvore, da ociosidade natural, do canto e da dança, dos verdadeiros e dos falsos filhos, das relações entre o homem e a mulher. Uma fase de corrupção: nos leva a encadear as analises do olhar, da alteridade, da alteração – alienação, pela divisão do ser o do parecer, e a transformação, que daí resulta, da diferença em desigualdade, causa do mal e da infelicidade humanos.

18 Preparar um comentário Problema Antropológico: Para Rousseau: O coração vê bem e a razão é enganadora Problema da Comunhão Social: Homem a-social e a-sociável (oposição a demais filósofos); Ignora a família como base natural da sociedade; Sociedade não natural ao homem pode desnaturá- lo; Problema do Mal Humano: Tudo o que sai das mãos do criador é bom por si só, mas há uma degeneração com as ações humanas; Tudo se estraga com a sua socialização; Abram uma escola, fecharão uma prisão (Victor Hugo).

19 Enfim concluir Depende das inflexões dadas às análises comparativas e às discussões; O comentário é mais flexível livre do padrão da explicação (busca-se referências). Mesmo com outras inferências manter o sentido do texto e pode-se concluir: O tema do progresso: identifica-se com a corrupção; O tema da relação com outrens; O tema da comunicação social.


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