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ELISETE KEHRWALD ROSIMERI VICENTE DA SILVA PROFESSORES: CLAUDIA PAREDES KAROLINE RIZZON TURMA: 80 MÓDULO VI ANO 2013 APRESENTAÇÃO: 25/02/13.

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1 ELISETE KEHRWALD ROSIMERI VICENTE DA SILVA PROFESSORES: CLAUDIA PAREDES KAROLINE RIZZON TURMA: 80 MÓDULO VI ANO 2013 APRESENTAÇÃO: 25/02/13

2 INTRODUÇÃO Este trabalho é estudo de uma pesquisa realizada durante o período de estágio no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes no munícipio de Matinhos, litoral do Paraná, entre os meses de Novembro de 2012 à Fevereiro de 2013.

3 ANATOMIA RADIOGRÁFICA DO CRÂNIO O esqueleto ósseo da cabeça é formado por oito ossos, quatro ímpares: frontal, etmoide, esfenoide e occipital; e quatro pares: parietais e temporais. Esses ossos podem ser divididos em duas partes: calota craniana, formada por frontal, parietal direito e esquerdo e occipital; e a outra parte é conhecida como assoalho craniano, formada por temporal direito e esquerdo, esfenoide e etmoide.

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5 Osso frontal, observado de frente, é o mais visível. É um osso ímpar da calota craniana, sendo sua localização ântero-superior. Articula-se com os ossos etmoide, esfenoide, parietais, nasal, zigomáticos, lacrimais e maxilares. Osso occipital: está localizado na parte superior do crânio e articula-se com os ossos parietais, temporais, esfenoide e atlas. Ossos Parietais: formam os lados e a calota do crânio. É um osso par, constituídos de dois lados, estes lados são unidos pela sutura parietal. Cada osso parietal articula-se com cinco ossos cranianos, o frontal, o occipital, o temporal, o esfenoide e o parietal oposto. Osso temporal: é o osso par, que forma as laterais do crânio. É um osso irregular e situa-se ínfero-lateralmente. A partir do osso temporal, está o arco ósseo denominado processo temporal do osso zigomático formado assim o arco zigomático.

6 Cada osso temporal articula-se com três ossos cranianos: um parietal, o occipital e o esfenoide. Osso etmoide: é ímpar e mediano, que junto com o osso frontal, os parietais, os temporais, o occipital e o esfenoide, contribuem para formar a cavidade craniana e cavidade nasal. Apresenta uma crista semelhante à de um galo (crista etmoidal ou crista de gali) voltado para cima e para adiante.

7 Pontos de referência que auxiliam no Posicionamento. Acântia: ponto da linha média em junção do lábio superior com o nariz; Glabela: área triangular lisa entre as sobrancelhas; Gônio: ângulo posterior e inferior de cada lado da mandíbula; Ínio: protuberância externa do osso occipital; Mento: ponto médio da região do queixo; Násio: discreta depressão na região superior do nariz.

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9 INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS AP DO CRÂNIO Raio Central alinhado à 1m em relação ao centro da mesa de exames; Chassi 24x30 na longitudinal. Identificação do lado direito do paciente; Paciente em decúbito dorsal alinhado ao centro da mesa, com o queixo abaixado até formar a linha orbitameatal (LOM), conferir se não há rotação da cabeça do paciente; Raio central incidindo perpendicular no PMS e ao nível da Glabela e no centro do chassi; Colimar somente a área de interesse; Paciente em apneia.

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11 PERFIL DO CRÂNIO Alinhar o raio central a 1m em relação ao centro da mesa de exames; Chassi 24x30 na transversal; Paciente em decúbito ventral, com a cabeça em perfil verdadeiro (posição de nadador) com o lado de interesse mais próximo do filme; Raio central incidindo 5 cm acima do MAE e no centro do chassi; Colimar somente a área de interesse; Estruturas visualizadas: metades cranianas superpostas, toda a sela turca, o dorso da sela e o clívus.

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13 AP AXIAL DO CRÂNIO (TOWNE) Alinhar o raio central a 1m de distância em relação ao centro da mesa de exames; Chassi 24x30 na longitudinal. Identificação do lado direito do paciente; Paciente em decúbito dorsal, com o pescoço flexionado formando a LOM (linha orbitameatal) perpendicular ao filme; Raio central angulado 30° caudal ao nível da glabela, e no centro do chassi; Colimar somente a área de interesse. Estruturas visualizadas osso occipital, pirâmides petrosas e forame magnos.

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15 PA DE CRÂNIO Alinhar o raio central a 1m de distância em relação ao centro da mesa de exames; Chassi 24x30, na longitudinal. Identificação do lado direito do paciente; Paciente em decúbito ventral, com a fonte do nariz apoiado na mesa; Raio central perpendicular centralizado para sair na glabela e no centro do chassi; Colimar somente a área de interesse. Estruturas visualizadas: osso frontal, crista de galli, condutos auditivos internos, seios frontais e células etmoidais anteriores, cristais.

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17 SUBMENTOVÉRTICE DO CRÂNIO Alinhar o raio central a 1m de distância em relação ao centro do Buck vertical; Chassi 24x30 na longitudinal, identificação do lado direito do paciente; Paciente em ortostase ou sentado, com o pescoço em hiperextensão e o vértice do crânio apoiado no buck vertical até que a LIOM esteja paralela ao chassi; Raio central incidindo perpendicular entre os ângulos da mandíbula e 2 cm anterior ao nível MAE e no centro do chassi. Colimar a área de interesse. Estruturas visualizadas; mandíbula, seio esfenoidal, células etmoidais, processos mastoides, cristas petrosas, palato duro, forame magno e osso occipital.

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19 ANATOMIA RADIOGRÁFICA DA FACE A face é constituída por 14 ossos, sendo 2 ossos ímpares (mandíbula e vômer) e 6 pares (maxilar, zigomático, palatino, lacrimal, concha nasal inferior e nasal). Para realizar exames radiológicos com qualidade é necessário conhecer esses ossos separadamente.

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21 Maxilar: osso par, bastante irregular e formado por um corpo e quatro processos articulares: processo zigomático (osso zigomático), processo frontal (osso frontal), processo palatino (osso palatino formado o assoalho da cavidade nasal e o teto da cavidade oval) e processo alveolar (alvéolos dentários). O corpo da maxila participa da formação da órbita (soalho da fossa orbital) e nariz, é recoberta por músculos da face e é oco (seio maxilar). Zigomático: osso par que forma as maças do rosto. Possui processos articulares: processo frontal, temporal (arco zigomático), maxila. Possui uma face orbital que forma o soalho da órbita

22 Palatino-osso par em forma de L que forma as paredes laterais da cavidade nasal, soalho da cavidade e a abóbada palatina (céu da boca). Lacrimal: pequeno osso par que entra na constituição da parede medial da órbita e do canal lacrimal. Concha nasal inferior: osso par que forma as paredes laterais das fossas nasais.

23 Nasal: osso par que pode se dizer que é o osso próprio do nariz que articula com a frontal e a maxila. Vômer: osso impar que junto com o etmoide forma o septo nasal. Mandíbula: é o maior osso facial móvel. É um osso ímpar que forma a parte inferior duas lâminas que formam os ramos da mandíbula que se prolongam a partir de um ângulo póstero-inferior chamado ângulo da mandíbula.

24 INCIDÊNCIAS PARA SEIOS DA FACE WATERS OU MENTO NASO Alinhar o raio central a uma distância de 1m em relação ao centro do buck vertical; Chassi 18x24 na longitudinal identificação do lado direito do paciente; Paciente em posição ortostática ou sentada, com o queixo apoiado contra o buck, até que a LMM esteja perpendicularmente para sair no acântio; Colimar a área de interesse, paciente em apneia; Estruturas visualizadas: seios maxilares, cristas petrosas, borda orbital inferior, região do septo nasal e uma posição obliquam dos seios frontais.

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26 CALDWEL OU FRONTONASO Alinhar o raio central a 1m de distância em relação ao buck. Chassi 18x24 ou 24x30 dividido, na longitudinal. Identificação do lado direito do paciente; Paciente em posição ortostática ou sentada com o nariz e a testa apoiados no buck, até que LOM fique perpendicular ao chassi; Raio central incidindo perpendicularmente ao filme projetado para sair no násio ou com uma angulação de 15° caudal se necessário; Colimar somente a área de interesse; Estruturas visualizadas: seio frontal, septonasal e crista de galli.

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28 PERFIL Alinhar o raio central a 1m de distância em relação ao buck; Chassi 18x24 na transversal; Paciente em posição de nadador, com face totalmente em perfil com o lado de interesse mais próximo do filme; Estruturas visualizadas: ossos faciais superpostos, zigoma e mandíbula.

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30 PERFIL OPN Chassi 18x24, transversal, posicionamento fora do buck; Paciente em posição nadador, com o lado mais próximo do chassi, em perfil; Raio central incidindo perpendicularmente, logo abaixo do násio e no centro do chassi; Colimar a área de interesse; Estruturas visualizadas: ossos nasais, espinha nasal anterior.

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32 AXIAL OPN Chassi 18x24, na transversal e fora do buck; Paciente em decúbito ventral ou sentado, com o queixo em extensão e apoiados no chassi. O chassi deve estar posicionado de forma inclinada sob o queixo, e o próprio paciente poderá segura-lo; Raio central angulado, conforme necessário, incidindo no násio; Colimar a área de interesse. Estruturas visualizadas: ossos nasais, cartilagem septal, espinha nasal anterior.

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34 GRÁFICO

35 Indicação Clinica: Traúma / Suspeita de fraturas Patologias Fraturas: É a descontinuidade na estrutura óssea. Incidências mais realizadas para crânio: Incidência AP ou PA Incidência PERFIL Incidência de TAWNE

36 BIBIOGRAFIA Radiologia – Editora Difusão Cultural do livro – 2010, São Paulo; Anatomia Humana – Série Atlas Humanas, Editora Ática; esqueleto-ossos-do-craneo-e-face/.


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