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© Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 ISO 9001:2015 O que vem por aí Luiz Carlos do Nascimento Coordenador da ABNT/CB-25/CE-2 ABNT/CB.

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1 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 ISO 9001:2015 O que vem por aí Luiz Carlos do Nascimento Coordenador da ABNT/CB-25/CE-2 ABNT/CB 25

2 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 Aviso O ISO CD 9001:2015 é distribuído para análise e comentários. Está sujeito a mudança sem prévio aviso e não deve ser referido como uma Norma Internacional

3 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de A ISO 9001 revisão 2015 As normas ISO 9000 de Gestão da Qualidade foram emitidas pela primeira vez em 1987 As diretivas da ISO estabelecem que suas normas devem passar por um processo chamado revisão sistemática, no mínimo, a cada 5 anos para saber se devem ser: – confirmadas – emendadas ou revisadas – descartadas Desde então as normas ISO 9000 já foram revisadas 3 vezes Principais destaques das revisões anteriores 1987: elementos isolados com três níveis de requisitos 1994: tendência de norma única, convergência para a ISO : norma única de requisitos, gestão por processo 2008: pequenas alterações – emenda para melhorar a clareza

4 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de A ISO 9001 revisão 2015 A ISO 9001:2008 entrou no processo de revisão sistemática em 15/10/2011 com um período de votação de 5 meses A revisão sistemática da ISO 9001:2008 indicou a vontade da maioria (simples) dos países membros, incluindo o Brasil, pela sua revisão Votos: 22 confirmar (sem alterações) 34 emendar/revisar 0 descartar 3 abstenções

5 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 NWIP New Work Item Proposal WG 1,2,3,... Working Drafts CD Committee Draft DIS Draft of International Stdandard (ISO CS) FDIS Final draft of International Standard (ISO CS) ABNT/CB 25 ABNT/CB 25 Propõe e/ou Vota e indica delegados ABNT/CB 25 – participa com especialistas CE comenta – ABNT / CB 25 vota ABNT vota CB 25 / CE comenta – ABNT vota Para aprovação de uma Norma ISO, pelo menos 2/3 dos membros devem votar favoravelmente sem mais de ¼ dos votos contrários IS International Standard (ISO CS) ABNT traduz e publica O processo de revisão

6 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Desde a última revisão da ISO 9001 em 2008, o TC176 vem preparando a revisão de suas normas Para a revisão da ISO 9001 foram considerados, entre outros, os seguintes inputs: Diretivas ISO/IEC Parte 1 Anexo SL Apêndice 2 High level structure, identical core text, common terms and core definitions Pesquisa mundial 2010 sobre as necessidades de usuários atuais e potenciais das normas de gestão da qualidade Revisão dos Princípios de Gestão da Qualidade - Lições aprendidas de projetos de revisões anteriores - Resultados do processo de interpretações da ISO Conceitos futuros de gestão O processo de revisão

7 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Os comitês técnicos produzem as normas sob a coordenação do TMB A estrutura da ISO e o papel do TMB

8 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de "Joint Vision" statement for the technical development of MSS All ISO management system standards will be aligned and will seek to enhance further the current levels of compatibility between any existing management system standards, through the promotion of identical: Clause titles Sequence of clause titles Text, and Definitions that are permitted to diverge only where necessitated by specific differences in managing their individual fields of application. The use of this approach for future revisions will be targeted at increasing the value of the existing ISO management system standards to users. O processo de revisão – Joint Vision

9 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de O processo de revisão – Anexo SL Resolução ISO/TMB 18/2012 (15 e 16 de fevereiro de 2012) - estabeleceu o anexo SL para as Normas de Sistemas de Gestão da ISO (MSS) O Anexo SL, Apêndice 2 das Diretivas ISO estabelece: – Estrutura comum de Alto Nível (HLS) – Texto comum para as normas de sistemas de gestão (MSS) – Principais termos e definições comuns de Sistemas de Gestão Qualquer futura norma de gestão (nova ou revisada) deve, em princípio, seguir a estrutura e as diretrizes incluídas no Anexo SL, Apêndice 2, permitindo-se desvios sob a condição de que sejam relatados ao TMB, com justificativas detalhadas O Anexo SL (ex-ISO Guia 83) foi votado e aprovado, com comentários, por 68% dos países membros da ISO, inclusive pelo Brasil

10 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de O TMB determinou que cada Comitê de gestão avalie o impacto do anexo SL sobre suas normas. Essa decisão afeta as normas de gestão da ISO de maneira diferente, a depender do seu estágio de desenvolvimento ou revisão, como: -Energia -Qualidade -Meio ambiente -Segurança do tráfego rodoviário -Segurança da informação -Segurança alimentar -Segurança societária A decisão será determinante para o futuro das normas ISO 9001, ISO e para a futura norma ISO de Saúde Ocupacional e Segurança, base dos ditos sistemas de gestão integrados. O processo de revisão – Joint Vision

11 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Pesquisa mundial realizada online pelo TC 176, entre outubro de 2010 e fevereiro de 2011, com respostas de usuários atuais e potenciais de 122 países em 11 diferentes línguas, inclusive português, envolvendo organizações de vários tamanhos e setores Resultados mais relevantes: Preferência pelo modelo atual de norma única para a ISO 9001 O mercado não manifestou desejo de uma revisão profunda nem urgente Os usuários consideram a norma adequada, atribuem os maiores problemas à sua forma de implementação Falta de credibilidade nas certificações e desejo de melhorias significativas nos esquemas de avaliação da conformidade O processo de revisão – Pesquisa 2010

12 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de AtuaisNovos 1 Foco no cliente 2 Liderança 3 Envolvimento das pessoas3 Engajamento de pessoas 4 Abordagem de processo4 Abordagem de processos 5 Abordagem sistêmica da gestão 6 Melhoria contínua5 Melhoria 7 Abordagem factual da tomada de decisão 6 Tomada de decisão baseada em evidência 8 Relacionamento mutuamente benéfico com fornecedores 7 Gestão de Relacionamentos O processo de revisão – Novos QMPs Princípios de Gestão da Qualidade

13 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 Além da consideração dos inputs, antes do início da revisão, foram estabelecidos diretrizes e critérios para o desenvolvimento dos trabalhos: Estabelecer o Grupo de Trabalho WG 24, composto por, no máximo, 2 especialistas de cada país membro para desenvolver a nova versão Não mudar por mudar, qualquer alteração deve gerar mais benefício que impacto para os usuários Elaborar uma Proposta de Novo Item de Trabalho (NWIP), para ser votada durante 3 meses pelos países membros, incorporando: Estudo Justificativa de acordo com o anexo SL para análise e aprovação pelo TMB Especificação de Projeto para análise e comentários dos países membros Adotar o cronograma default de 3 anos para a revisão, a partir da aprovação do NWIP pelos países membros, tendo em vista que não há urgência do mercado para mudanças O processo de revisão - Diretrizes

14 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de ISO NWIP 9001:2015 Em 28 de junho de 2012 a secretaria do SC2 propôs à secretaria central da ISO um NWIP para emenda/revisão da ISO 9001: 2008, que foi submetido a votação e aprovado pelos seus membros P em 1 de outubro de Permanece o escopo: especificar requisitos para um Sistema de Garantia da Qualidade quando uma organização: a) Necessita demonstrar sua capacidade de prover consistentemente produtos (intencional ou requerido por um cliente ou qualquer saída intencional resultante do processo de realização) que atendam aos requisitos dos clientes e aos requisitos estatutários e regulatórios aplicáveis b) Busca aumentar a satisfação dos clientes por meio da aplicação eficaz do sistema, incluindo processos para melhoria contínua do sistema e a garantia da conformidade com os requisitos dos clientes e com os requisitos estatutários e regulatórios aplicáveis Pode-se revisar o escopo, especialmente a cláusula 1.2 – Aplicação, para se adequar ao Anexo SL

15 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Design Specification ISO 9001:2015 Em 28 de junho de 2012, após a sua reunião plenária de Bilbao, Espanha, a Secretaria do SC2 publicou o Design Specification para a revisão da ISO 9001:2008: Princípios e expectativas gerais: – Propósito e direcionamento estratégico da revisão – Limites claros em termos de propósito da norma revisada e escopo do processo de revisão

16 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Propósito e direcionamento estratégico da revisão: – Conjunto estável de requisitos para os próximos 10 anos – Refletir as mudanças do ambiente complexo e dinâmico – Estabelecer os requisitos de forma a facilitar a implementação e a avaliação (de 1ª., 2ª. e 3ª. Partes) eficazes, quando aplicáveis – Assegurar que a norma é adequada para prover confiança nas organizações que atendam aos seus requisitos – A norma deve ser relevante para o Sistema de Gestão da Qualidade e para os propósitos estratégicos declarados – Aumentar a confiança na capacidade da organização fornecer produtos conformes – Aumentar a capacidade da organização satisfazer seus clientes – Aumentar a confiança dos clientes nos Sistemas de Gestão da Qualidade baseados na ISO 9001 Design Specification ISO 9001:2015

17 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Limites claros em termos de propósito da norma revisada e escopo do processo de revisão: – a norma permanecerá genérica e relevante para todos os tamanhos e tipos de organização de qualquer setor – a norma precisa ser capaz de ser aplicada no mais amplo espectro de organizações com graus variados de maturidade dos seus sistemas de gestão – o propósito da norma atual, o título e o campo de aplicação devem, de maneira geral, permanecer inalterados – emendas ao escopo da norma só serão aceitáveis se coerentes com a intenção estratégica declarada Design Specification ISO 9001:2015

18 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Limites claros em termos de propósito da norma revisada e escopo do processo de revisão: –a intenção da cláusula 1.2 deve ser mantida na revisão – a revisão deverá obedecer ao anexo SL para aumentar sua compatibilidade e alinhamento com outras normas de sistemas de gestão da ISO – a norma usará linguagem e estilo simples para facilitar o entendimento e a consistência das interpretações – a linguagem simples deverá ser mantida para facilitar o entendimento e a tradução para outras línguas – documentos de entrada deverão ser avaliados quanto ao seu alinhamento estratégico – o foco na gestão eficaz de processos para produzir os resultados desejáveis deverá ser mantida – a norma revisada deverá atender aos requisitos das diretivas da ISO/IEC, Parte 2, cláusula 4.4 Design Specification ISO 9001:2015

19 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Diretrizes para redação: – manutenção da intenção original – evitar viés cultural – estilo claro para entendimento por não especialistas – estilo claro para facilitar a tradução – ligação com outros TCs para facilitar a compatibilidade e consistência com outras normas de gestão e diretrizes do ISO/CASCO – requisitos devem ser auditáveis (redução da ambiguidade) Design Specification ISO 9001:2015

20 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 Primeira reunião, em Bilbao, Espanha, em junho 2012 – elaborada a prova de conceito da nova versão em relação ao anexo SL Segunda reunião, em São Petersburgo, Rússia, em novembro de 2012 – elaborada a primeira versão do Working Draft - WD Terceira reunião, em Belo Horizonte, Brasil, em março de 2013 – elaborado o primeiro Committee Draft - CD, distribuído para comentários de junho a setembro de 2013 Quarta reunião, na cidade do Porto, Portugal, agendada para novembro de 2013 – análise dos comentários ao CD e, possivelmente, emissão do Draft of International Standard – DIS A agenda de trabalho do WG24

21 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de 2013 Introdução 1.Escopo 2.Referências Normativas 3.Termos e Definições 4.Contexto da organização 1.Entendendo a organização e seu contexto 2.Entendendo as necessidades e expectativas das partes interessadas 3.Determinando o escopo do sistema de gestão da qualidade 4.Sistema de gestão da qualidade 1.Generalidades 2.Abordagem de processos 5.Liderança 1.Liderança e comprometimento 1.Liderança e comprometimento com respeito ao sistema de gestão da qualidade 2.Liderança e comprometimento com respeito às necessidades e expectativas dos clientes 2.Política da qualidade 3.Funções organizacionais, responsabilidades e autoridades A estrutura do ISO CD 9001:2015

22 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Planejamento 1. Ações para lidar com riscos e oportunidades 2. Objetivos da qualidade e planos para alcançá-los 3. Planejamento de mudanças 7.Apoio 1.Recursos 1.Generalidades 2.Infraestrutura 3.Ambiente de processo 4.Dispositivos de monitoramento e medição 5.Conhecimento 2.Competência 3.Conscientização 4.Comunicação 5.Informação documentada 1.Generalidades 2.Criação e atualização 3.Controle de informação documentada A estrutura do ISO CD 9001:2015

23 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Operação 1.Planejamento e controle operacional 2.Determinação das necessidades do mercado e interações com os clientes 1.Generalidades 2.Determinação dos requisitos relacionados aos bens e serviços 3.Análise crítica dos requisitos relacionados aos bens e serviços 4.Comunicação com o cliente 3.Planejamento operacional 4.Controle de provisão externa de bens e serviços 1.Generalidades 2.Tipo e extensão do controle de provisão externa 3.Informação documentada para provedores externos 5.Desenvolvimento de bens e serviços 1.Processos de desenvolvimento 2.Controles de desenvolvimento 3.Transferência de desenvolvimento 6.Realização de bens e serviços 1.Controle de produção de bens e prestação de serviços 2.Identificação e rastreabilidade 3.Propriedade dos clientes e provedores externos 4.Preservação de bens e serviços 5.Atividades pós-entrega 6.Controle de mudanças 7.Liberação de bens e serviços 8.Bens e serviços não conformes... A estrutura do ISO CD 9001:2015

24 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Avaliação de desempenho 1.Monitoramento, medição, análise e avaliação 1.Generalidades 2.Satisfação do cliente 3.Análise e avaliação de dados 2.Auditoria interna 3.Análise crítica pela direção 10.Melhoria 1.Não conformidade e ação corretiva 2.Melhoria A estrutura do ISO CD 9001:2015

25 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Escopo 4 Contexto da Organização 5 Liderança 6 Planejamento 7 Suporte 8 Operação 9 Avaliação do desempenho 10 Melhoria Texto comumTexto específico Uma análise superficial, baseada apenas na quantidade de texto, revela que o texto comum representa algo em torno de 1/3 do texto do ISO / CD 9001:2015 A estrutura do ISO CD 9001:2015

26 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de questões necessitaram consulta específica: 1. A necessidade de permitir exclusões de requisitos específicos 2. O uso do termo bens e serviços ao invés do termo produto 3. O uso do termo melhoria ao invés do termo melhoria contínua As questões se justificam pelas seguintes considerações: O CD tem uma abordagem diferente da versão 2008 para a redação dos seus requisitos, de forma que é desnecessária uma cláusula de exclusões, como a antiga 1.2 Ainda há uma percepção que a ISO 9001 tem viés de manufatura, causando dificuldades para o setor de serviços entender e aplicar a norma. O uso de termos mais adequados, como o novo termo bens e serviços é uma tentativa de tornar a norma mais genérica A recente revisão dos QMP promoveu uma mudança no princípio melhoria contínua para melhoria, demandando a adequação do texto da norma CD ISO 9001:2015

27 27 Scope (Output matters) This International Standard specifies requirements for a quality management system where an organization needs to demonstrate its ability to consistently provide goods and services that meet customer and applicable statutory and regulatory requirements, and aims to enhance customer satisfaction through the effective application of the system, including processes for continual improvement of the system and the assurance of conformity to customer and applicable statutory and regulatory requirements. NOTE 1In this International Standard, the term product only applies to a) goods and services intended for, or required by, a customer, b) any intended output resulting from the operational processes. NOTE 2Statutory and regulatory requirements can be expressed as legal requirements. CD ISO 9001:2015

28 28 Termos e definições (comuns) Risk effect of uncertainty Note 1: An effect is a deviation from the expected positive or negative. Note 2: Uncertainty is the state, even partial, of efficiency of information related to, understanding or knowledge of, an event, its consequence, or likelihood. Note 3: Risk is often characterized by reference to potential events (ISO Guide 73, ) and consequences (ISO Guide 73, ), or a combination of these. Note 4: Risk is often expressed in terms of a combination of the consequences of an event (including changes in circumstances) and the associated likelihood (ISO Guide 73, ) of occurrence. CD ISO 9001:2015

29 Understanding the organization and its context The organization shall determine external and internal issues, that are relevant to its purpose and its strategic direction and that affect its ability to achieve the intended outcome(s) of its quality management system, updating when needed. The organisation shall update such determinations when needed. When determining relevant external and internal issues, the organization shall consider those arising from: – changing needs and trends which can have an impact on the objectives of the organization; – relationships with, and perceptions and values and expectations of relevant external interested parties; – governance issues, strategic priorities, internal policies and commitments – resource availability and priorities and technological change Note 1Understanding the external context could be facilitated by considering issues arising from legal, technological, competitive, cultural, social, economic and natural environment, whether international, national, regional or local. Note 2When understanding the internal context the organization could consider those related to perceptions, values and culture of the organization. CD ISO 9001:2015

30 Understanding the needs and expectations of interested parties The organization shall determine and update when needed the interested parties that are relevant to the quality management system, and the product conformity and enhanced customer satisfaction related requirements, of these interested parties. The organisation shall conduct such determinations when needed in order to understand and anticipate needs or expectations affecting customer requirements and customer satisfaction. The organization shall consider the following relevant interested parties: – direct customers; – end users; – suppliers, distributors, retailers or others involved in the supply chain; – regulators; and – any other relevant interested parties. Note Addressing current and anticipated future needs can lead to the identification of improvement and innovation opportunities. CD ISO 9001:2015

31 Understanding the organization and its context 4.2 Understanding the needs and expectations of interested parties 4.3 Determining the scope of the quality management system 4.4 Quality management system Risks CD ISO 9001:2015

32 Actions to address risks and opportunities When planning for the quality management system, the organization shall consider the issues referred to in 4.1 and the requirements referred to in 4.2 and determine the risks and opportunities that need to be addressed to assure the quality management system can achieve its intended outcome(s) assure that the organization can consistently deliver product conformity and customer satisfaction prevent, or reduce, undesired effects achieve continual improvement. The organization shall plan: – actions to address these risks and opportunities, and how to integrate and implement the actions into its quality management system processes (see 4.4) – evaluate the effectiveness of these actions. – any actions taken to address risks and opportunities shall be proportionate to the potential effects on conformity of goods and services and customer satisfaction. NoteOptions to address risks can include for example risk avoidance, risk mitigation or risk acceptance CD ISO 9001:2015

33 33 The risk management process activities (ISO 31000) CD ISO 9001:2015

34 Monitoring, measurement, analysis and evaluation General The organization shall take into consideration the determined risks and opportunities and shall: etermine what needs to be monitored and measured in order to: - demonstrate conformity to product requirements, - evaluate the performance of processes (see 4.4), - ensure conformity and effectiveness of the quality management system, and - evaluate customer satisfaction and evaluate supplier and external party issues performance of external provider(s); determine the methods for monitoring, measurement, analysis and evaluation, as applicable, to ensure valid results; determine when the monitoring and measuring shall be performed ; determine when the results from monitoring and measurement shall be analysed and evaluated; determine what performance indicators of the quality management system are needed. The organization shall establish processes to ensure that monitoring and measurement can be carried out and are carried out in a manner that is consistent with the monitoring and measurement requirements. The organization shall retain appropriate documented information as evidence of the results. The organization shall evaluate the quality performance and the effectiveness of the quality management system. CD ISO 9001:2015

35 Internal Audit The organization shall conduct internal audits at planned intervals to provide information on whether the quality management system; a) conforms to: 1) the organizations own requirements for its quality management system; and 2) the requirements of this International Standard; b) is effectively implemented and maintained. The organization shall: - plan, establish, implement and maintain an audit programme(s), including the frequency, methods, responsibilities, planning requirements and reporting. The audit programme(s) shall take into consideration the quality objectives, the importance of the processes concerned, the related risks, and the results of previous audits; – define the audit criteria and scope for each audit; – select auditors and conduct audits to ensure objectivity and the impartiality of the audit process; – ensure that the results of the audits are reported to relevant management for evaluation, – take appropriate action without undue delay; and – retain documented information as evidence of the implementation of the audit programme and the audit results. NOTESee ISO for guidance. CD ISO 9001:2015

36 Nonconformity and corrective action When a nonconformity occurs, the organization shall: - react to the nonconformity, and as applicable take action to control and correct it; and deal with the consequences; - evaluate the need for action to eliminate the causes of the nonconformity, in order that it does not recur or occur elsewhere, by reviewing the nonconformity; determining the causes of the nonconformity, and determining if similar nonconformities exist, or could potentially occur; - implement any action needed; - review the effectiveness of any corrective action taken; and - make changes to the quality management system, if necessary. Corrective actions shall be appropriate to the effects of the nonconformities encountered. The organization shall retain documented information as evidence of the nature of the nonconformities and any subsequent actions taken; and the results of any corrective action. CD ISO 9001:2015

37 Monitoring, measurement, analysis and evaluation 9.2 Internal Audit 9.3 Management (strategic) review 10.1 Nonconformity and corrective action 10.2 Improvement Based on risks CD ISO 9001: _ 8 Operation

38 1 Scope 1.2 Application 4 Quality management system 4.1 General requirements 4.2 Documentation requirements 5 Management responsibility 5.2 Customer focus 5.6 Management review 7 Product realization 7.4 Purchasing 7.6 Control of monitoring and measuring devices 8 Measurement, analysis and improvement Monitoring and measuring of product 8.3 Control of nonconforming product Preventive action (risk) 4 Context of the organization 4.2 Understand needs and expect of interest parties 4.3 Determining the scope of the QMS Process approach 6 Planning 7 Support Outsource Monitoring and measuring devices Knowledge 7.5 Documented information 8 Operation Release of goods and services 8.4 Control of external provision of goods & services 8.8 Nonconforming goods and services 9 Performance evaluation 9.3 Management review ISO CD 9001:2015ISO 9001:2008

39 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Manutenção do foco em confiança na capacidade de a organização fornecer mercadorias e serviços conformes, ao invés de na capacidade da organização (OUTPUT MATTERS!) Inclusão de duas cláusulas relativas ao contexto da organização: 4.1 Understanding the organization and its context 4.2 Understanding the needs and expectations of interested parties Introdução do conceito de risco em substituição à ação preventiva e desvinculação da ação preventiva da corretiva Introdução do conceito de Partes Interessadas relevantes Manutenção do conceito de Abordagem de Processo Principais mudanças

40 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Adequação da linguagem para tornar a norma mais genérica e mais fácil de ser aplicada por organizações de serviços. Ex.: products está sendo substituído por goods and services. Inclusão de cláusula relativa a todas as formas de provisão externa: 8.4 Control of external provision of goods and services Melhoria no alinhamento com outras normas de gestão, como ISO e OHSAS e facilidade de integração de sistemas Consideração do impacto das mudanças nas tecnologias de comunicação e informação nos sistemas de gestão (Generalização do conceito de documentos pela introdução do termo informação documentada, por ex.) Principais mudanças

41 Diretivas ISO Anexo SL Pesquisa com usuários Revisão dos QMPs Jun 2012 Minuta Design Spec & WD Design Spec & WD1 aprovada Nov 2012 CD para comentários & votação Jun 2013Jan 2014 DIS para votação Set 2014 Minuta FDIS Jan 2015 FDIS para votação Publicação Set2015 Atividades de verificação e validação Interações com SC1 (ISO 9000) sobre questões de terminologia Interações com IAF & ISO/CASCO sobre transição Cronograma – publicação em setembro de 2015

42 Após a emissão da revisão 20015, é provável que seja estabelecido um período para a coexistência das duas edições da ISO 9001 Mantida a praxe das revisões anteriores, deve ser estabelecido um período de transição para usuários da ISO 9001:2008 para e a ISO 9001:2015 possivelmente será de 3 anos, ainda sujeito a um acordo entre o ISO/CASCO e o IAF. Tendências para as certificações

43 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Processo de Elaboração dos Comentários Brasileiros ao ISO CD 9001:2015

44 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de Indicação dos dois representantes brasileiros para participação nas reuniões do WG24: Luiz Carlos do Nascimento e Leopoldo Santana Luz Estabelecimento de dois Grupos de Trabalho, em setembro 2012, para acompanhar e elaborar os comentários brasileiros à nova versão Estabelecimento de Grupos de Trabalho regionais setoriais e ad hoc para ampliar a representatividade: Centro Oeste, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, ABINEE, FIRJAN, SINDIPEÇAS, etc. Reunião do CE-2/GT-1, grupo presencial, em 28/06/2013 na sede da ABNT em São Paulo. Distribuição simultânea do ISO CD 9001, da documentação de apoio e orientações para os demais grupos que participam remotamente Consolidação e submissão dos comentários brasileiros até 10 de setembro de Participação na reunião plenária do ISO/TC 176, na cidade do Porto em Portugal, em novembro de 2013 Plano de trabalho CB-25/CE-2

45 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de /06/13Divulgação do pacote de revisão, incluindo o CD 01/08/13Recebimento dos comentários individuais dos integrantes do GT-1 e do GT-2 e dos comentários consolidados dos GTs regionais, setoriais e ad hoc 05/08/13 Devolução dos comentários agregados para análise e consolidação pelos líderes de forças tarefas designados 09/08/133ª. reunião presencial do GT-1 para resolver os comentários conflitantes e consolidar a proposta brasileira 25/08/13Tradução e edição final da proposta brasileira e consulta do voto para ser encaminhado ao ISO/TC 176/SC 2/WG 24 02/09/13Prazo final para votação 06/09/13 Encaminhamento do voto à ABNT para formalização junto à ISO Cronograma dos comentários brasileiros

46 © Luiz Carlos do Nascimento EJRos – 25 de outubro de LUIZ CARLOS DO NASCIMENTO


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