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MONITORIA DE BIOQUÍMICA E LABORATÓRIO CLÍNICO Monitores: Juliana Floriano Larissa Almada Professor: Nilo Baracho.

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1 MONITORIA DE BIOQUÍMICA E LABORATÓRIO CLÍNICO Monitores: Juliana Floriano Larissa Almada Professor: Nilo Baracho

2 o É o quarto mais abundante cátion no organismo humano; o Um mineral importante em várias reações celulares; o Cerca de 300 sistemas enzimáticos são dependentes da presença de magnésio. Entre eles glicólise e o metabolismo protéico e lipídico; o Constituinte importante de ossos e dentes, membrana celular e cromossomos ; o Participa ainda da transmissão neuromuscular, sendo necessário para o transporte de potássio e para a atividade de cálcio ;

3 o Ao lado de oxigênio e iodo, o magnésio é o terceiro elemento mais importante para sustentar a vida; o Evita envelhecimento; o Mineral calmante para relaxar os músculos, relaxar as artérias e nervos excitados; o O corpo não retém o magnésio como faz com o cálcio; o É um íon predominantemente intracelular, contendo uma concentração mínima no extracelular;

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5 o A homeostase do magnésio é dependente da quantidade ingerida, da absorção intestinal, excreção intestinal e renal; o Aproximadamente apenas 1/3 do magnésio ingerido é absorvido.

6 Deficiência : o Manifesta-se clinicamente por: Parestesia Tremor Tetania Mudanças de personalidade Hipocalemia associada à hipocalcemia Anorexia Náuseas Vômitos

7 O cloreto de magnésio fornece benefício para: o Insônia o Obesidade o Enxaqueca o TPM o Instabilidade emocional o Depressão / Apatia

8 Hipomagnesemia o Causas: Aporte insuficiente – Desnutrição proteico-calórica, etilismo crônico, gravidez, suporte nutricional inadequado. Distúrbios na distribuição – Após cirurgias cardíacas, sepse, transfusões repetidas, queimaduras. Perdas gastrointestinais – Síndrome de má absorção, abuso de laxantes, drenagem nasogástrica prolongada, fístulas, pancreatite.

9 Renais – Acidose tubular aguda, glomerulonefrites, nefrite intersticial, cetoacidose diabética. Induzida por drogas – Diuréticos de alça, tiazidicos, manitol, entre outros. Hiperparatireoidismo, Diabetes Mellitus e Diálise.

10 Tratamento o Nos casos assintomáticos : Reposição oral ou aumento do aporte venoso. o Casos sintomáticos: Administração de o,25 mEq/kg IM, a cada 6 horas. E outros tratamentos similares.

11 Hipermagnesemia o Causas tóxicas: Geralmente resultam da administração terapêutica excessiva de magnésio. Pela utilização de doses convencionais na presença de função renal alterada.

12 o Causas não tóxicas: Estágio final de doença renal. Rabdomiólise. Insuficiência adrenal. Hipercalcemia hipercalciúrica familiar benigna. Doença de Addison.

13 Hipotireodismo Grave- Mixedema o As concentrações de Mg tendem a se elevar e o balanço metabólico é particularmente positivo.

14 Tratamento o O tratamento do excesso de magnésio dependerá da severidade das manifestações clínicas. o Evitar os laxativos e antiácidos contendo Mg quando existe redução de filtração urinária.

15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Guyton, Arthur C.: Tratado de Fisiologia Médica, 11ªedição, Ed. Guanabara/Koogan, Henry, John Bernard: Diagnósticos clínicos e tratamento por dados laboratoriais, 19ª edição, Ed. Monole Ltda, Cloreto de Magnésio. Disponível em:


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