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QUINTA PARTE A BÍBLIA E A FÉ CRISTÃ.

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1 QUINTA PARTE A BÍBLIA E A FÉ CRISTÃ

2 Índice da Quinta Parte Páginas Manual
A Fé e a Comunidade Cristãs A Fé Cristã na História A Fé Cristã, Religiões Mundiais, Missões Cristãs

3 A Fé e a Comunidade Cristãs
A verdade cristã deve ser formulada e articulada para informar e moldar crenças, valores e estilos de vida. A forma mais antiga de doutrina e de teologia cristã focalizava Jesus e os ensinos dos apóstolos. Era responsabilidade da primeira geração de cristãos e de cada geração seguinte “ter poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem”. A teologia cristã reflete e articula idéias a respeito de Deus, baseada em sua revelação para nós. A teologia cristã deve envolver-se no mundo acadêmico, na sociedade como um todo e na igreja e causar impacto sobre todos esses segmentos. Em primeiro lugar, porém, a teologia existe para a igreja. Todo cristão é chamado a refletir profundamente sobre Deus e a amar a Deus de toda mente, de todo coração, de toda alma e todas as forças. A teologia cristã estabelece o fundamento do credo, da proclamação e do ministério da igreja. A teologia cristã envolve não somente a fé na verdade revelada, mas também inclui o chamado da igreja à pureza e à santidade ética.

4 O Deus Trino e Uno: Existência, Natureza e Atributos
Existem dois métodos fundamentais de abordagem ao estudo de Deus: A abordagem filosófica Começa com a criação e procura argumentos em favor da existência de Deus. Os cinco argumentos fundamentais argumentam do ponto de vista de causa e efeito. Esses argumentos são conhecidos como: cosmológico, teleológico, antropológico, moral e ontológico. Cada argumento procura encontrar e compreender a Deus através da revelação geral. Essa abordagem pode ser útil para que se conclua que há um criador ou uma causa sem causa anterior, mas o Deus trinitário do cristianismo bíblico só pode ser descoberto através da revelação especial. Através do raciocínio o homem, ao longo da história, procurou entender a si mesmo e o universo, formulando a possibilidade da existência de um ser superior

5 O Deus Trino e Uno: Existência, Natureza e Atributos
Abordagem bíblica Esse ponto de partida leva-nos de imediato à presença de Deus. A abordagem bíblica pressupõe a existência de Deus e reconhece que somente através da revelação especial é que Deus é verdadeiramente revelado (Gn 1.1). A partir dessa perspectiva se reconhece que a afirmação central das Escrituras não é que há um Deus mas que Deus agiu e falou na história. A revelação da existência de Deus é dada pela Bíblia, sua revelação especial

6 O Breve Catecismo de Westminster
O Deus Trino e Uno: Existência, Natureza e Atributos A reflexão sobre Deus nas Confissões Protestantes O Breve Catecismo de Westminster Descreve Deus como Espírito, infinito, eterno e imutável em ser, poder, santidade, justiça, bondade e verdade. A Confissão de Fé Belga Afirma que todos nós cremos com o coração e confessamos com a boca que há um ser único e espiritual a quem chamamos Deus. Ele é eterno, incompreensível, invisível, imutável, infinito, onipotente, perfeitamente sábio, justo, bom e a fonte transbordante de todo bem. A Fé e Mensagem Batista Confessa que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro. Ele é um ser inteligente, espiritual e pessoal; é o criador, o redentor, o sustentador e o rei do universo. Deus é infinito em santidade e em todos os seus atributos perfeitos.

7 Os Atributos de Deus Quando falamos sobre os atributos de Deus, estamos afirmando verdades a respeito de Deus reveladas na criação, nas Escrituras e em Cristo. Os teólogos distinguem os atributos de Deus de maneira diversa. A distinção feita envolve:  A Constituição de Deus e a Personalidade de Deus Atributos Absolutos e Atributos Relacionais Atributos Naturais e Atributos Morais Amor Divino e Liberdade Divina Atributos Incomunicáveis Atributos Comunicáveis Santidade e amor

8 Atributos de grandeza Atributos de bondade
Os Atributos de Deus Atributos de grandeza Auto-existente - (Jo 5.26) Infinito - (Is 57) Soberano - (Ef 1.11) Constante e Coerente - (Tg 1.17) Atributos de bondade Santidade - (Sl ) Justiça - (Gn 2.17) Verdade - (Jo ) Fidelidade - (1Ts 5.24) Amor - (Mt 5.45) Graça - (Ef 1.7) Misericórdia - (Êx 3.7)

9 A Revelação de Deus Geral Deus fez-se conhecido por meios gerais e naturais (Rm ; Sl 19.1). Jesus confirmou que Deus manda sol e chuva a todos, justos e injustos, revelando assim a todos sua bondade (Mt 5.45). Deus existe e os homens sabem disso. A revelação de Deus na natureza é suficiente para convencer qualquer um da existência e do poder de Deus caso se aceite o que foi revelado. Especial Deus revelou-se na natureza, na história e na experiência humana, mas a entrada do pecado no mundo mudou tal revelação e a sua interpretação. Indispensável para entender plenamente a revelação especial de Deus é o seu autodesvendamento.

10 A Palavra Inerrante de Deus
A inerrância é o corolário e o resultado de nossas afirmações sobre uma posição de plena inspiração da Bíblia. Cremos que a idéia de uma Bíblia inerrante é importante e descreve adequadamente os resultados da inspiração. A inerrância afirma que a Bíblia é plenamente verdadeira, confiável e fidedigna.

11 O Filho de Deus: A Pessoa e a Obra de Jesus Cristo
Jesus Cristo, que é eternamente a segunda pessoa da Trindade e compartilha de todos os atributos divinos, tornou-se plenamente humano. Ao entrar no mundo como ser humano, Jesus assumiu características humanas ainda que escolhesse voluntariamente exercer seus poderes divinos apenas de modo intermitente a fim de cumprir sua missão redentora. Características Duas naturezas, uma divina e outra humana (1Tm 3.16) Nascimento virginal (Mt ; Lc ) Sem pecado (Rm 8.3; 2Co 5.21; Hb 4.15)

12 O Filho de Deus: A Pessoa e a Obra de Jesus Cristo
Servo A idéia de servo possui sentido amplo no Novo Testamento; refere-se a muitos aspectos da pessoa de Cristo e baseia-se no motivo do servo de Isaías 53 (Mc 10.45; Fp ) Profeta Mestre A ênfase cai sobre o ministério de pregação de Jesus e sobre a autoridade associada a sua obra (Dt 18.5; Jo 3.2; At 3.22) Último Adão O título dado a Jesus por Paulo em Rm e em 1Co 15.22,45-47 evidencia a solidariedade de Adão com a raça humana e de Cristo com seu povo. Deus A igreja primitiva não hesitou em atribuir plena divindade a Jesus, chamando-o Deus (Rm 9.5; Tt 2.13; Hb 1.5-8)

13 O Filho de Deus: A Pessoa e a Obra de Jesus Cristo
A expiação (Is 53.10; Rm 3.25; 1Jo 2.2; 4.10; Hb 2.17) A redenção (Cl 2.15) A reconciliação (2Co ; Ef ; Cl )

14 O Espírito de Deus : O Espírito Santo e a Vida Espiritual
A postura de Paulo quanto ao Espírito e à vida espiritual A postura de Paulo quanto à vida espiritual pode ser resumida pela declaração de 2 Coríntios 3.17: “Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”. A ação do Espírito permeava tão amplamente o pensamento do apóstolo que praticamente não havia nenhum aspecto da experiência cristã fora da esfera da ação do Espírito. O entendimento que Paulo tinha do Espírito deve ser visto a partir de duas perspectivas: o Espírito na vida do crente e o Espírito na vida da comunidade.

15 O Espírito de Deus : O Espírito Santo e a Vida Espiritual
A obra do Espírito no indivíduo convertido (1Ts 4.8; 1Co 12.3) Capacitar pessoas a responderem à mensagem do Cristo glorificado. Santificação (Rm 15.16; 1Co 6.11) Processo pelo qual o novo crente caminha para uma vida de santidade. O padrão da santificação é uma santidade alinhada com o caráter do próprio Espírito

16 O Espírito de Deus : O Espírito Santo e a Vida Espiritual
A Obra do Espírito na Nova Comunidade A igreja acha a base para poder e iluminação no controle e no enchimento do Espírito. O resultado é uma comunidade que adora, dá graças, entoa cânticos de mútua edificação e pratica a submissão mútua no temor de Cristo. O Espírito foi concedido pelo Cristo exaltado para formar um novo povo, para reunir cristãos no batismo do Espírito que viessem a constituir o corpo de Cristo. A nova comunidade deve ser cheia do Espírito (Ef ).  O Espírito Santo é a base da verdadeira unidade no corpo de Cristo. Paulo enfatizou a “comunhão no Espírito”. A comunidade da fé deve manter a unidade do Espírito (1Co 12; Ef 4.1-6). O batismo do Espírito é o meio de entrada na nova vida em corpo na comunidade.

17 As Doutrinas do Homem, do Pecado e da Salvação
A Salvação de Deus As Doutrinas do Homem, do Pecado e da Salvação O ser humano, homem e mulher, é a forma suprema da criação de Deus na terra. Todos os outros aspectos da criação existem com o propósito de servir o ser humano; homens e mulheres foram criados para servir a Deus, sendo, portanto, teocêntricos.

18 A Salvação de Deus: As Doutrinas do Homem, do Pecado e da Salvação
Características do Homem Imagem de Deus Deus criou-nos à sua imagem e semelhança. Por esse motivo, o homem e a mulher possuem racionalidade, moralidade, espiritualidade, e personalidade. Eles podem relacionar-se entre si e com Deus e exercer correto domínio sobre a criação (Gn ) Macho e fêmea Na criação há plena igualdade entre o homem e a mulher. De igual modo, “em Cristo”, em nosso estado de redenção não há macho nem fêmea (Gl 3.28) Pecadores A imagem de Deus não se perdeu como resultado do pecado (Gn 9.6; Tg 3.9) mas foi severamente desfigurada e prejudicada. O papel do exercício do domínio (Gn 1.28) foi prejudicado. A capacidade de relacionamento correto foi corrompida, e o ser humano está espiritualmente morto e alienado de Deus (Ef 2.1-3)

19 A Salvação de Deus: As Doutrinas do Homem, do Pecado e da Salvação
A Conversão e o Arrependimento Converter-se significa voltar-se para Cristo por iniciativa de Deus. A pessoa volta-se do pecado para a justiça, o que resulta em benefício para o mundo e em separação do mundo sem que se saia dele. Voltar-se do pecado, renunciá-lo e mudar de mente sobre o pecado e sobre Cristo é o que entendemos por arrependimento. A verdadeira conversão não apenas estimula nossos dons naturais a se superarem, a serem um “novo começo”; trata-se da concessão de uma nova natureza. A conversão é algo muito diferente da reforma de caráter; é uma mudança radical, ainda que progressiva, de nosso próprio ser.

20 A Salvação de Deus: As Doutrinas do Homem, do Pecado e da Salvação
Metáforas da Salvação Regeneração Mudança espiritual pela qual o Espírito Santo confere vida divina (Jo 3.3-8; 1Pe1.23; Tt 3.5-7) Santificação Envolve diferentes aspectos da salvação: santificação posicional (1Co 6.11), santificação progressiva (Rm ); santificação definitiva (1Jo 3.1-3). É obra do Pai (Jo 17.17), do Filho (Gl 2.20) e principalmente do Espírito (2Co ) Glorificação Consumação definitiva de nossa justiça (Rm ) Perdão Retirada do pecado e de sua pena. As Escrituras apresentam o derramamento de sangue como a base do perdão (Hb ), bem como da fé e do arrependimento (Lc ) União com Cristo O resultado dos conceitos de adoção, de perdão e de justificação é visto como uma nova esfera de união com Cristo (Jo 15; Rm ; Ef )

21 A Natureza e a Missão da Igreja
A Igreja de Deus O povo de Deus sobre a terra em qualquer momento determinado mais todos os fiéis no céu e na terra formam a verdadeira igreja universal invisível. A igreja é a comunidade de homens e mulheres que atenderam à oferta divina de salvação. A Natureza e a Missão da Igreja

22 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
A Natureza da Igreja O termo ocorre 114 vezes no Novo Testamento, das quais 109 referem-se à igreja local ou universal de Jesus Cristo. A palavra igreja pode ser usada de várias maneiras. Ela pode ser usada para falar de um lugar em que os crentes se reúnem, uma organização local de crentes, um corpo universal de fiéis, uma denominação em particular (como a Igreja Presbiteriana) ou uma organização de crentes ligada a uma área específica ou nação (como a Igreja da Escócia). A idéia básica significa um grupo reunido de pessoas. Na Bíblia, ekklesia possui uma variedade de significados, mas a maioria das referências aponta para um grupo local de crentes. A idéia bíblica de igreja deve ser compreendida pelo uso de ekklesia (a palavra grega traduzida por igreja) no Novo Testamento.

23 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
As Características da Igreja Aquilo que a comunidade de crentes é precede o entendimento daquilo que a igreja faz. A igreja é, tanto em origem como em fim, igreja de Deus. A igreja foi apresentada no Novo Testamento mais por figuras e imagens:  Comunhão do Espírito (Fp 2.2) Família de Deus (Gl 6.10) Nova criação (Ef 2.15), corpo de Cristo (Ef 1.22) Templo do Espírito Santo (Ef 2.22) Coluna da verdade (1Tm 3.15) Noiva de Cristo (Ap 19.7)

24 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
As Características da Igreja A igreja é mais que uma organização humana, mas uma expressão visível e tangível do povo ligado a Cristo. Juntando-nos à igreja ao longo dos séculos, sustentamos que a igreja é:  Una, Santa, Universal e Apostólica – implica unidade uns com os outros, visíveis e invisíveis (Jo ; 1Co ; Ef 4.1-6) Tolerante - para com as fraquezas uns dos outros (1Pe ) Missionária (Mt ) Universal - comunidade dos crentes de todos os tempos no céu e em todas as partes da terra. Local - grupo de crentes batizados reunidos para culto, edificação, serviço, comunhão e evangelização que aceita liderança, que deseja ministrar a todos os segmentos da sociedade por meio dos vários dons no corpo e que pratica regularmente as ordenanças

25 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
A Igreja em Louvor e Culto O culto é central na existência e continuação da igreja conforme apresentada no Novo Testamento. O propósito último da igreja é o culto e o louvor daquele que lhe deu existência (Ef 1.4-6). Cultuar a Deus é atribuir a ele a honra suprema que só ele é digno de receber. O culto é algo que Deus deseja (Jo 4.24) e que se torna possível por sua graça. Cultuar a Deus implica reverência e adoração (Ap 4.11). Também implica a expressão de temor (At 18.7, 13), bem como o serviço habilitado pelo Espírito e expresso em oração (At ), em ofertas (Rm 15.27) ou no ministério do evangelho (Rm 15.16). Os Elementos do Culto Cristão A Orientação Cristológica fundamenta-se na pessoa e obra de Cristo A orientação Pneumatológica é influenciado pelo Espírito Santo

26 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
 A igreja em serviço Todo membro da igreja local é um crente-sacerdote diante de Deus, em favor mútuo. Jesus Cristo é a cabeça da igreja, bem como seu Sumo Sacerdote (Hb 3.1). Para nos capacitar como sacerdotes, o Espírito de Deus provê os crentes de dons espirituais, tendo por propósito o ministério. Os dons espirituais são habilidades concedidas por Deus para o serviço (Rm 12; 1Co 12; Ef 4). Cada membro funciona como sacerdote que cultua, oferece louvor e ação de graças (Hb ) e oferece a si mesmo como um sacrifício para o ministério (Rm 12.1). Cada crente deve atuar em seu ofício de sacerdote dentro da igreja.

27 A Igreja de Deus: A Natureza e a Missão da Igreja
As Ordenanças da igreja Batismo É o ato de iniciação pelo qual alguém se torna membro da comunidade, o corpo de Cristo, identificando-se com Cristo e seu povo. Manifesta a transição ocorrida, a passagem da morte para a vida. Meio didático valioso para comunicar o significado simbólico do batismo aos candidatos e a toda a igreja. Ceia do Senhor Memorial e celebração da vida e da morte do Senhor. A celebração da ceia é central no culto da igreja e, portanto, deve ter ocorrência regular e freqüente (At 20.7; 1Co 11.24). Só os crentes que fazem parte do corpo de Cristo têm direito de participar dela.

28 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
O estudo das últimas coisas em relação aos indivíduos e a grupos de pessoas é chamado escatologia, pela palavra grega que significa último (eschatos). Entre os temas examinados estão a morte, a ressurreição, o julgamento e o estado eterno. A consumação do plano de Deus se dará com a volta do Senhor Jesus Cristo —essa é a esperança da igreja. A Escatologia Individual Examina o fenômeno da morte como uma experiência individual e a questão do estado intermediário, isto é, o estado dos mortos no período entre sua morte e a ressurreição final. A Escatologia Coletiva Trata dos fatos que ocorrerão no final da história humana: a segunda vida de Cristo, o milênio, a ressurreição geral, o julgamento final e o estado eterno

29 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
O termo milênio deriva da referência aos mil anos de reinado de Cristo com os santos em Apocalipse As várias concepções milenistas refletem diferentes entendimentos da natureza desse período e diferentes interpretações da relação cronológica da segunda vinda de Cristo com o período do milênio e com outros acontecimentos dos últimos dias.

30 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
Pós-milenismo De acordo com essa concepção, Cristo voltará após (pós) um longo período de expansão e prosperidade espiritual da igreja, desencadeado pela pregação do evangelho, a bênção do Espírito e o empenho da igreja em favor da retidão, justiça e paz. O reino de Deus é uma realidade presente. Conversão de todas as nações antes da volta de Cristo. Haverá um longo período de paz terrena Expansão gradual pela proclamação do evangelho, fazendo surgir um reino de paz e luz. O reino é qualitativo e não quantitativo. Ao final haverá um tempo de declínio espiritual. O fim se dará com a volta pessoal e física de Jesus. A volta do Senhor será imediatamente seguida pela ressurreição de todos os justos e injustos e pelo julgamento de todos.

31 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
Amilenismo Crê que não haverá um reinado milenar de Cristo com os santos na terra. À volta de Cristo seguem-se a ressurreição geral de justos e perversos, o último julgamento e a passagem para a vida eterna. Interpretação das duas ressurreições em Apocalipse (espiritual e física). Os mil anos são simbólicos. O livro é entendido de maneira cíclica. Milênio compreendido de modo histórico, em relação ao restante do livro. Não há expectativa de profecias reveladas serem cumpridas no futuro. Falta de interesse profético generalizada. Senso de iminência em comum com os pré-milenistas. Idéia geral de que ocorrerá uma piora antes do triunfo de Cristo e o fim dos tempos.

32 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
Pré-milenismo Dispensacionalista Ensina que Cristo voltará antes do milênio, compreendido como um período literal de mil anos, e antes do período de sete anos conhecido como a grande tribulação (Dn 9.27; Ap 7.14; 11.2). A igreja não entra no período de tribulação. Interpretação literal do milênio. Diferença entre Israel e a igreja. As promessas e alianças dadas a Israel terão seu cumprimento final no Israel étnico. Jesus veio para oferecer o reino a Israel, mas ele foi rejeitado. A igreja é um parêntese entre essa rejeição e o milênio. A igreja não passará pela tribulação. A vinda de Cristo possui dois aspectos: (1) o arrebatamento da igreja e (2) a segunda vinda de Cristo quando vier com a igreja à terra.

33 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
Pré-milenismo Histórico Ensina que Cristo voltará antes do milênio, que pode ser ou não compreendido como um reinado milenar literal de Cristo; mas ocorre após a grande tribulação (pós-tribulacionista). Os pré-milenistas históricos crêem que a igreja passa pela fase de tribulação. Cristo voltará à terra para reinar em seu domínio que será terreno. As duas ressurreições de Apocalipse 20 são físicas. O padrão de vida no Sermão do Monte, tornar-se-á realidade no reino. A volta do Senhor será um fato único O reinado milenar é compreendido como um período qualitativo. A igreja passará pela tribulação. A iminência está ligada à vinda pendente A esperança da igreja está na volta do Senhor. A igreja substitui a nação de Israel. O reino é presente e futuro.

34 O Governo e o Reinado de Deus: A Doutrina das Últimas Coisas
A Ressurreição Na volta de Cristo os mortos serão ressuscitados (Dn 12.2; Jo ; 1Co 15). A ressurreição será uma ressurreição física semelhante à de Cristo. A redenção do corpo ocorrerá nesse momento (Rm 8.23; 1Co 15). Tanto os justos como os perversos serão ressuscitados Julgamento Final Ocorrerá de acordo com o padrão revelado na palavra de Deus e variará de acordo com a revelação disponível aos diferentes grupos de pessoas (Mt ). Os que não ouviram o evangelho, os pagãos, serão julgados pela lei da natureza e pela consciência (Rm 2.12); os judeus, pelo Antigo Testamento (Rm ). Os que ouviram toda a revelação do evangelho serão julgados por ele (Rm ). O Estado Eterno Separação eterna de Deus ou bem-aventurança eterna.

35 Uma abordagem responsável da Bíblia envolve: A Bíblia é:
A Bíblia e a Vida Cristã A Bíblia é o único guia suficiente e autorizado da vida cristã. A maioria dos cristãos tem alguma dificuldade para entender com exatidão como a Bíblia pode ou deve servir de guia. Uma abordagem responsável da Bíblia envolve: A fé e a devoção pessoal A honestidade pessoal e a auto-avaliação A preocupação cultural A Bíblia é: O livro da igreja O livro de crescimento Um livro de sabedoria

36 A Bíblia e o Culto Cristão
No Antigo Testamento O culto judaico girava principalmente em torno de duas instituições: o templo e a sinagoga. No Novo Testamento O ambiente inicial de culto entre esses primeiros cristãos foi o templo judaico. Na Reforma A pregação da Palavra tornou-se o centro do culto. Nos Dias Atuais A pregação da Palavra e a ceia do Senhor como centro do culto.

37 A Bíblia na Família e na Sociedade
A Bíblia apresenta um modelo para a família que inclui: A prioridade do casamento Gn 1.27 A família como unidade funcional 2Sm 3.1 A família como unidade relacional Gn 15.3

38 A Fé Cristã na História A história da igreja é um vínculo vital entre as raízes bíblicas da fé cristã e suas expressões contemporâneas. É a história do povo de Deus, recordada e repetida em suas muitas variações da perspectiva da fé. A história da igreja é uma história participativa. Não é apenas o estudo “objetivo” do passado cristão, mas sim a investigação do passado à luz da revelação de Deus em Jesus Cristo.

39 A Fé Cristã na História A Igreja Primitiva
Os Teólogos Apologistas Apologistas No segundo século havia uma necessidade urgente de vindicar o cristianismo contra falsas acusações. Os apologistas defendiam o cristianismo perante a sociedade. Nome Data Obs Quadrato II Contra o paganismo e o judaísmo Aristides Contra o imperador Adriano Justino 110 – 172 Resistiu a Marcião Taciano Contra as outras religiões Atenágoras A favor da união do cristianismo com o platonismo Teófilo 181 Contra os filósofos pagãos Melito 190 Produziu a primeira lista cristã dos livros do AT Hegesipo Contra o judaísmo

40 A Fé Cristã na História A Igreja Medieval
Os Teólogos Escolásticos Guilherme de Occam Tomás de Aquino João Duns Scotus Pedro Lombardo Pedro Abelardo Anselmo

41 A Reforma da Igreja A Fé Cristã na História A Igreja da Reforma
Calvino Zuínglio Lutero 1484 – 1531 Criação da sociedade de Jesus Renovação Católica Livro dos fundamentos Os anabatistas Livro de oração comunitária Reforma Inglesa

42 A Igreja Moderna A Fé Cristã na História A Igreja Moderna
William Carey; Adoniram Judson; Luther Rice; David Livingstone; Hudson Taylor; John Mott; Billy Graham Missões e a modernidade Tendências do futuro Seitas e denominações Os avivamentos evangélicos Correntes teológicas: Karl Barth; Emil Brunner; Paul Tillich; Rudolph Bultmann; Jurgen Moltmann Ação social e evangelização: Walter Rauschenbusch Novas formas de comunidade cristã: Cristãos negros, cristãos pentecostais Escatologia: Somente a igreja de Cristo pode transformar a vvida humana e dar esperanças para o futuro. Denominações: Anglicana; Presbiteriana; Congregacional; Católica; Batista; Quacres. Seitas: Mórmons; Testemunhas de Jeová Philipp Jacob Spener; August Hermann Francke Ludwig Von Zinzendorf; João e Carlos Wesley George Whitefield; Jonathan Edwards

43 Novas religiões asiáticas Religiões populares chinesas
As Religiões Mundiais Dados de Meados de 1990 1,9 Religiões tribais 2,2 Novas religiões asiáticas 13,3 Hindus 17,7 Muçulmanos 33,2 Cristãos Percentual mundial Religião 16,4 Não adeptos 4,4 Ateus 3,4 Religiões populares chinesas 6,1 budistas

44 Missões Cristãs Contemporâneas


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