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GARANTINDO A QUALIDADE DAS SOLDAS ELEMENTOS A UNIR SISTEMA DE SOLDAGEM SOLDA SISTEMA SOLDADOR Sistema é a representação mais genérica de um processo; incorpora.

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1 GARANTINDO A QUALIDADE DAS SOLDAS ELEMENTOS A UNIR SISTEMA DE SOLDAGEM SOLDA SISTEMA SOLDADOR Sistema é a representação mais genérica de um processo; incorpora tudo o que é necessário para se produzir uma solda.

2 SISTEMA SOLDADOR Trata-se aqui do sistema homem-máquina, que desencadeia e comanda o processo de soldagem, provendo-o de insumos e restrições; Antigamente=todas as funções = uma só pessoa: o soldador Soldagem muito complexa, envolve conhecimentos de metalurgia, de mecânica, de eletricidade, de controle de qualidade, de engenharia de segurança, de higiene etc. Tendência atual é separar diferentes funções e atribuí-las a diferentes pessoas ou grupo de pessoas.

3 SISTEMA SOLDADOR Funções básicas: 1.Programação – organização das ações do soldador em um programa a ser executado sob condições supostas normais=especificação completa do procedimento de soldagem. 2.Execução-Operação que requer energia ( inclusive muscular) =execução da operação de soldagem conforme procedimento especificado. 3.Controle-operação de supervisão e correção do programa estabelecido para adaptar o processo a condições anormais e eliminar eventuais defeitos.

4 A programação e o controle são funções inteligentes Tentativa de substituir pessoas por máquinas na execução destas funções=pode ser feito parcialmente=complexidade das mesmas. a.Substituição nas funções de programação=soldagem apoiada por sistemas especialistas=softwares, programas de computador especializados que permitem intensa interação com o usuário. b.Quando acontece nas funções executoras=soldagem mecanizada. c.Quando ocorre nas funções de controle tem-se a soldagem automatizada.

5 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Tem havido muito desenvolvimento nas funções de programação e controle. Programação registrada= retroalimentação=correção de falhas, apuração de responsabilidades=melhoria da tecnologia. Um adequado sistema de registro, permite: a.Melhorara a eficiência da cominicação interna e externa da empresa; b.Acumular tecnologia.

6 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO O sistema de registro é a memória tecnológica da empresa. Quanto mais desenvolvido ele for mais, mais a empresa aprende. Quanto mais eficiente, menor será o tempo e o custo da implantação de novas tecnologias e de melhorias nas tecnologias usuais e mais eficiente e eficaz será a administração das atividades afins. Atualmente =preocupação com o registro da tecnologia =forte preocupação com o mercado. Empresas clientes querem comprovação que a tecnologia realmente existe e querem o registro da tecnologia usada na soldagem esteja disponível =reparos futuros=prontamente atendidos com um mínimo de perdas de tempo e dinheiro.

7 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Para isto o correto registro de todas as operações envolvidas na soldagem é fundamental. Conflitos entre empresas=resolvidos com a explicitação(certificação) da tecnologia empregada. Por isso há organizações internacionais ( CSA-Canadian Standards Association;NF=Norme Françaises;DIN-Deustche Industrie-Norm;BS=British Standard;DTD=Directorate of Techinical Development;UNI=Unificazione Nazionale Italiana;UNE=Uma Norma Española;VSM=Verein Schwelzerischer Maschinen Industrieller;ISSO=International Organization for Standardization.), que estabelecem normas )regras, códigos) com relação a tecnologia da soldagem=muito especialmente=funções de programação e controle.

8 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Por exemplo, a ISO. A ISO International Standardization Organization, que atua em mais de 130 países, inclusive no brasil. Ela elabora normas técnicas de certificação da qualidade e avalia a correta utilização destas normas. As empresas brasileiras de fabricação têm feito enorme esforço para serem certificadAs pela ISO A preocupação com a garantia explícita da qualidade tem se acentuado mito atualmente, mas não é novidade. Já em 1911(92 anos), a Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos(ASME) instalou um comitê com o propósito de formular regras normalizadas para a construção de caldeiras a vapor e outros recipientes de pressão=Hoje Comitê de Caldeiras e Recipientes de Pressão.

9 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO A sua função é estabelecer regras de segurança que governem o projeto, a fabricação e a inspeção durante a construção de caldeiras e recipientes de pressão, além de interpretar estas regras quando surgem perguntas relativas a seus objetivos. Ao formular tais regras, o Comitê acolhe as sugestões do usuário, fabricantes e inspetores de recipientes de pressão. O objetivo das regras é promover, de modo razoavelmente seguro, a proteção de vidas humanas e o aumento da vida útil dos equipamentos fabricados. Os avanços tecnológicos relativos aos materiais e às técnicas de fabricação, bem como as evidências experimentais, são reconhecidos e incorporados.

10 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Hoje em dia, os profissionais da soldagem feqüentemente se deparam com termos como especificação, código e norma. Estes termos geralmente causam alguma confusão. Primeiramente é preciso considerar que se trata de acepção técnica. Ambos significam uma coleção de regras a preceitos. Especificação= descrição rigorosa e minuciosa das características de um material, um produto, um procedimento ou um serviço. Código= conjunto de especificações que tem caráter mandatório. Usa amiúde o verbo dever ( shall be) para indicar este caráter.

11 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Geralmente se reserva o ermo norma para o documento mais amplo. Uma norma inclui códigos e especificações e também recomendações práticas, classificações e métodos. O código constante de uma norma possui seu caráter mandatório derivado de uma ou mais jurisdições governamentais ou por serem referenciados em documentos contratuais. Como exemplo brasileiro, tem-se a Norma Técnica elaborada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT), em conformidade com os procedimentso fixados para o Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

12 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO No uso corrente, num ambiente de trabalho, geralmente nào há necessidade de diferenciar os termos código e norma. O importante é a referência correta, para que não haja confusões sobre qual código ou norma está sendo utilizado. O código não é um manual e não deve substituir o estudo, o treinamento, a experiência e o uso dos juízos de engenharia. No entanto, esses juízos de engenharia devem ser consistentes com a filosofia do código e nunca devem ser usados para sobre-regulamentar os requisitos obrigatórios ou proibições específicas do código.

13 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO A maioria das normas internacionais ( ou códigos) requer tanto a qualificação e certificação de processos de soldagem( e brasagem) como também a de soldadores( e brasadores) e de operadores, os quais executam as operações conforme o procedimento estabelecido.As normas e os documentos contratuais podem também requerer que as juntas soldadas sejam avaliadas por um inspetor qualificado. A inspeção não destrutiva de juntas pode também ser requerida. Isto é feito por meio de testes não destrutivos qualificados e com pessoal também qualificado.

14 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO De um modo geral, há três provas deferentes de qualificação muito requisitadas: a.A prova para qualificar o procedimento de soldagem que será utilizado no projeto específico. Esta se chama qualificação de procedimento. b.A prova de competência em soldagem para o operador que utiliza um equipamento sustentado a mão( o porta- eletrodo ou a pistola semiautomática de soldagem). Esta se conhece como qualificação do soldador. c.A prova de competência para o operador que utiliza equipamento de soldar totalmente automático, a qual se conhece como qualificação do operador de máquina de soldagem.

15 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Os requisitos de qualificação são definidos nos códigos(normas) por sociedades técnicas( como as já citadas), comerciais e também por agências governamentais de diversos países, geralmente confeccionadas para aplicações específicas, tais como edificações, guindastes, pontes, tubulações, caldeiras e vasos de pressão. Os objetivos da qualificação são os mesmos em todos os códigos. Eles também têm em comum o uso de alguns documentos, como se mostra a seguir. Ainda que muitas instituições que estabelecem códigos internacionais tenham desenvolvido suas próprias provas de qualificação, as desenvolvidas pela ASME-AWS foram incorporadas à maioria dos códigos dos EUA(relacionados com estruturas soldadas) e de diversos outros países desenvolvidos. Os códigos norte- americanos são empregados em toda a America Latina.

16 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Especificação de Procedimento de Soldagem EPS=documento que dá em detalhes as condições requeridas de soldagem para uma aplicação específica. Padrão de qualificação é estabelecido pelas variáveis da EPS =variáveis de qualificação=variáveis essênciais=variáveis que se mudarem além de determinados limites, requerem a requalificação do procedimento de soldagem. Após a requalificação, uma EPS nova ou uma EPS revista deve ser emitida. As demais variáveis, que não sejam as variáveis de qualificação, são itens da EPS que podem ser alterados sem afetar o status da qualificação. Todas as mudanças de procedimento requerem uma revisão da EPS registrada, antes do uso no ambiente de produção.

17 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO Qualificar um procedimento = demonstrar que a junta alcança os requisitos prescritos. As condições reais de soldagem, usadas para produzir uma junta de teste aceitável, e os resultados dos testes de qualificação são registrados em um documento denominado Registro de Qualificação de Procedimento ( RQP). Na prática interna de uma empresa, o status de um procedimento pode ter vários níveis, por exemplo: a.EPPS (Especificação Preliminar de Procedimento de Soldagem). Baseia-se na experiência prévia, em regras empíricas e na teoria. Trata-se da primeira aproximação a ser testada em laboratório. b.EPS (Especificação de Procedimento de Soldagem). Trata-se da versão da EPPS aprovada em testes não destrutivos. c.EQPS (Especificação Qualificada de Procedimento de Soldagem). Trata-se da versão da EPS aprovada em testes destrutivos de qualificação. A cada EQPS corresponde uma RQP (Registro de Qualificação de Procedimento).

18 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO EPPS não é citada nos códigos, mas é o documento inicial e convém manter seu registro para uso futuro. Há ainda o PIP( Plano de Inspeção durante a Produção). Plano de fiscalização da produção para garantir o cumprimento da EPS e detectar desvios ( função dos inspetores). A implantação completa de um sistema de qualificação de soldagens começa no nível administrativo da empresa. Por exemplo é necessário: a.Criar ou adaptar os órgãos que administrarão o sistema, definir suas funções, criar a normas internas e os manuais de operação;

19 A QUALIFICAÇÃO E SUA DOCUMENTAÇÃO b.Treinar e motivar o pessoal administrativo e técnico; c.Gerar os formulários típicos do sistema; d.Adquirir ou disponibilizar os equipamentos necessários; e.Contratar ou conveniar com as empresas externas que prestarão serviços. A implantação das atividades de qualificação de soldagens deve ser gradativa, começando por qualificar os procedimentos de soldagem mais importantes. A seguir discutiremos a especificação do procedimento de soldagem e a qualificação de soldadores e de procedimentos.


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