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Eclesiastes 7:29 2 A ausência de Cristo no centro da vida do homem gera nele um desequilíbrio que se estende a toda a sociedade A necessidade não satisfeita.

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2 Eclesiastes 7:29 2

3 A ausência de Cristo no centro da vida do homem gera nele um desequilíbrio que se estende a toda a sociedade A necessidade não satisfeita de segurança induz a um apego insano às coisas, a uma competição para ver quem realiza mais, a um desejo de abundância desequilibrado Ecl. 1:8: Os olhos não se cansam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. Sou professor de economia porque as necessidades ou desejos do homem caído são infinitos e os recursos para satisfazê-los são limitados 3

4 Compramos coisas que não desejamos (ou precisamos) para impressionar pessoas das quais não gostamos A obsolescência das coisas é muito mais psicológica do tecnológica Andar fora da moda é não andar em dia com a realidade Uma conformidade com uma sociedade enferma significa que também estamos enfermos 4

5 Precisamos ver o quanto nosso modo de vida está desequilibrado: chamamos cobiça de ambição; tesouros ocultos de prudência; ganância de diligência A solução, contudo, não está em um estilo de vida hippie, pois essa é uma questão espiritual Deus cuidou para que a Bíblia seja clara na condenação da exploração do pobre e do coração escravo das riquezas 5

6 No modelo econômico estabelecido para Israel a propriedade privada era direito relativo, e havia uma interrupção cíclica no acúmulo da riqueza e na perpetuação da pobreza (Levítico 25) A condenação ao apego à riqueza: Sl 62:10 - Se as suas riquezas aumentam, não ponham nelas o coração Pv 11:28 – Quem confia em suas riquezas certamente cairá 6

7 Jó 22:24 – Se lançar ao pó as suas pepitas, o seu ouro… o Todo-poderoso será o seu ouro, … prata seleta Lc 16:13 – Não podeis servir a Deus e a Mamom (termo aramaico para riqueza, colocado por Jesus na posição de um deus rival) Mt 21:19-21 – Não acumulem tesouros na terra… acumulem tesouros no céu… pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o coração Ef 4: antes trabalhe, para que tenha o que repartir com o necessitado 7

8 Lc 12:15 – Tenham cuidado com todo o tipo de avareza. Em seguida (16-21) Jesus chamou de louco o fazendeiro cuja vida consistia em acumular bens II Tm 6:9 e 10 – Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição. Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos 8

9 I Tm 3:3 e 8 – O bispo não deve ser avarento; o diácono não deve ser ganancioso Hb 13:5 – Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês tem; Ganância é idolatria (Ef 5:5) I Co 5:11 – Não se associem a quem, dizendo-se irmão, for avarento I Tm 6: – Ordene aos ricos deste mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na riqueza... que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos pra repartir 9

10 A criação é boa e deve ser desfrutada. Quem faz divisão entre um mundo espiritual bom e um mundo material mal não consegue usufruir de uma terra que mana leite e mel; Fp 4:8 fala de estar contente tanto na humilhação quanto na abundância Tanto a escravidão ao espírito de Mamom quanto o ascetismo legalista levam à idolatria 10

11 Deus não quer que renunciemos às posses, mas que as coloquemos na perspectiva correta. Um irmão usou o termo simplicidade (II Cor 13:3) para descrever essa perspectiva correta em relação às coisas, seguirei o seu modelo A simplicidade nos deixa livres para receber a provisão de Deus como um dom, que por isso tanto pode ser usufruído quanto compartilhado com os outros 11

12 A questão chave, como não poderia deixar de ser, é muito simples: Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas Mateus 6:33 Quando buscamos primeiro o reino e sua justiça todas as outras coisas entrarão no seu lugar correto no nosso interior Qualquer outro foco principal na nossa vida, por melhor que seja, é idolatria 12

13 Há um profundo risco de nos desviarmos da verdade, pois um esforço para demonstrar um estilo de vida exterior de simplicidade sem a realidade interior conduz ao legalismo Uma vida livre de preocupações com os bens materiais não tem nada a ver com abundância ou falta de posses, pois às vezes os que menos tem dinheiro são os que mais o amam 13

14 1. Entender que o que temos não é resultado do nosso labor, mas do gracioso cuidado de Deus; trabalhamos, mas sabemos que não é o nosso trabalho que nos dá o que temos 2. Descansarmos na proteção de Deus ao que temos; Temos o bom senso de nos precaver, mas se pensamos que é a precaução que nos protege e às nossas coisas, emprego, negócios, seremos presa fácil da ansiedade 14

15 3. Martinho Lutero disse: Se nossos bens não estão disponíveis à comunidade são bens roubados. Nosso apego aos bens vem da nossa preocupação com o dia de amanhã. Quando virmos a Deus como Criador Todo-poderoso e nosso amoroso pai, podemos repartir porque sabemos que Ele cuidará de nós 15

16 Há um risco em listar atitudes pois o desvio para o legalismo estará sempre perto, mas penso que vale a pena corrê-lo 1. Compre as coisas por sua utilidade e não por seu status: roupas, carro, casa, móveis 2. Rejeite e abra mão de qualquer coisa que o vicie: álcool, café, refrigerantes, televisão, internet, som, revistas, livros, jornais, tipos de comida, dinheiro, etc. 16

17 3. Tenha o hábito de dar coisas, principalmente aquelas às quais você for mais apegado. Cuide para não acumular coisas desnecessárias em casa 4. Cuidado com as modernidades que só fazem aumentar os preços e não acrescentam utilidades verdadeiras. Às vezes os melhores brinquedos são os mais simples 17

18 5. Aprenda a desfrutar das coisas sem possuí-las: passeios, lugares bonitos, espaços públicos, casa dos irmãos 6. Cuidado com as armadilhas das compras com juros embutidos (muitos perdem dinheiro e paz por se deixarem levar pelo desejo desequilibrado de possuir as coisas) 18

19 Uma das maiores prisões de nosso tempo é o esforço que fazemos para parecermos mais sábios, inteligentes, espirituais, poderosos, ricos e assim impressionarmos as pessoas. Não é uma questão só de falar, mas uma maneira de viver (comportamentos, atitudes, etc.) A SOLUÇÃO PARA ESSE MAL É SIMPLES: SEJA O TEU SIM, SIM E O TEU NÃO, NÃO 19

20 A simplicidade nos leva a viver sem cobiça de status e posição Podemos perder coisas preciosas nos relacionamentos por nos preocuparmos com o que os outros irão pensar, por exemplo na hospedagem: o Vinci em 98; o Dé e o Telin Há uma liberdade maravilhosa quando o que você faz, ou fala, ou veste não é determinado pelo que os outros pensam: o elogio que Eliane recebeu do pediatra 20

21 A tentativa de demonstrar um estilo de vida exterior de simplicidade sem a realidade interior conduz ao legalismo Busquem em primeiro lugar o Reino e sua justiça... Seja o teu sim, sim... A simplicidade se expressa, entre outras coisas: numa linguagem verdadeira, numa vida sem cobiça de status e posição e na disponibilidade de nossos bens aos outros 21

22 Precisamos muito disso! 22

23 A maior parte deste estudo foi baseado nesse livro Celebração da disciplina, de Richard J. Foster, da Editora Vida. Recomendo para quem deseja se aprofundar no tema 23


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