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LIÇÃO 09 Busca e Resgate Em Incêndios.

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1 LIÇÃO 09 Busca e Resgate Em Incêndios

2 OBJETIVOS Ao final desta lição os participantes serão capazes de:
Citar o objetivo principal das operações de busca e resgate; 2. Listar as três categorias de vítimas de incêndio; 3. Definir “busca primária”; 4. Definir “busca secundária”; 5. Estabelecer o fator crítico na busca primária;

3 OBJETIVOS (cont.) Ao final desta lição os participantes serão capazes de: 6. Estabelecer o termo usado para indicar que a busca primária foi completada; 7. Listar os quatro fatores críticos para definir uma operação de busca e resgate básica; 8. Listar a ordem de prioridades no resgate de vítimas.

4 Busca e Resgate Em Incêndios
A segurança dos ocupantes de uma edificação sinistrada sempre será uma prioridade no atendimento. Os ocupantes precisam sair da edificação ainda que, em algumas situações, a extinção do incêndio deva ser feita antes ou durante as ações de salvamento. A busca é a exploração do ambiente sinistrado para encontrar pessoas e dar-lhes a assistência devida, a fim de levá-las para local seguro. Mesmo não havendo necessidade de busca, ocupantes que não sejam retirados tendem a prejudicar a operação de combate a incêndio. Geralmente, os ocupantes retirados de uma edificação fornecem as indicações mais precisas sobre a localização de vítimas que necessitam ser resgatados.

5 Busca e Resgate Em Incêndios
Antes da busca dentro da edificação, deve-se fazer o reconhecimento externo e a remoção de eventuais obstáculos ao acesso. Deve-se considerar a necessidade de designar guarnições para bloquear o acesso à estrutura (por todos os lados) de pessoas estranhas ao serviço. É comum que a tarefa de evacuar uma estrutura seja complicada por pessoas que insistem em retornar, usando entradas laterais ou de garagem, mesmo após o isolamento da frente. Durante a evacuação, as guarnições devem estar orientadas sobre o local de triagem das vítimas e demais ocupantes. Vítimas devem receber atendimento e ocupantes ilesos devem ser listados para informação daqueles que procuram conhecidos.

6 Busca e Resgate Em Incêndios
As pessoas atraídas pelo tumulto serão mantidas à distância por um bom isolamento. Para áreas extensas, usam-se mapas e/ou croquis para controlar os locais já evacuados/buscados. As equipes de busca e de combate a incêndio devem manter comunicação constante entre si, enquanto a busca é feita acima do andar do fogo ou muito próxima do fogo. Quando a equipe de busca terminar uma área, também deve comunicar à equipe de combate a incêndio.

7 Busca e Resgate Em Incêndios

8 Classificação das Vítimas de Incêndio
Vítimas já fora do prédio em chamas Vítimas tentando sair do prédio em chamas Vítimas ainda dentro do prédio em chamas

9 EPI utilizado nas Operações de Busca
capacete de combate a incêndio, 2. balaclava, roupa de aproximação (capa e calça), 4. luvas de combate a incêndio, 5. botas de combate a incêndio, 6. equipamento de proteção respiratória, 7. lanterna, 8. rádio comunicador, 9. material de arrombamento (pé-de-cabra, alavanca, machado, corta- frio), nó da vida. Como dispositivo adicional, existe: Alerta de homem morto (PASS) — alarme que facilita a localização do bombeiro acidentado.

10 Câmara Térmica Facilita a localização de vítimas e focos de incêndio. No entanto, ela não dispensa a busca física, pois não permite visualizar dentro ou atrás de móveis.

11 Reconhecimento da Cena
Antes de iniciar a busca, o comandante de socorro e o chefe de guarnição devem colher as seguintes informações para facilitar a operação: • possível localização e condição das vítimas; • rotas de entrada e de saída; • riscos especiais (quantidade, tipo e localização da carga de incêndio, por exemplo); • presença de escadas ou elevadores; e • disposição dos cômodos (sempre que possível, deverá ser feito um croqui).

12 Segurança da Cena Se houver risco considerável, em especial o agravamento das condições do incêndio ou o risco de colapso de estrutura, a busca no interior da edificação deve ser interrompida. Alguns fatores a serem considerados são: • a fumaça; • o calor; • a falta de visibilidade; • estruturas colapsadas; • riscos de choque elétrico; • riscos de queda; e • risco de explosão.

13 Segurança da Cena (cont.)
Estruturas colapsadas: O colapso de uma estrutura pode ocorrer tanto pelas condições originais da edificação (deterioração pela ação do tempo, mau uso ou má conservação) quando em decorrência do incêndio (pela exposição do material a altas temperaturas ou pelo choque térmico ocasionado pelo combate). Pode fechar a rota de saída, gerar sérias lesões ou mesmo levar ao óbito as equipes de bombeiros. Ao adentrar em local sinistrado, as guarnições deverão observar: • fissuras, rachaduras ou trincas nas paredes; • estalos nas estruturas; • deformações nas estruturas metálicas; • desabamentos anteriores e possibilidade de novos desabamentos; e • buracos no piso.

14 Segurança da Cena (cont.)
A ocorrência de fenômenos como esses exigem dos bombeiros uma ação mais cautelosa ou até mesmo a saída imediata do local. Pedaços pequenos de forro ou reboco que estejam soltos também apresentam riscos, pois podem causar cortes e outras lesões. Pode-se evitar tais ocorrências, derrubando-os com um croque ou com um jato de água aplicado pela guarnição de combate a incêndio.

15 Busca em Edifícios Altos
Assim como o combate, a busca em edifícios altos deve ser feita na seguinte ordem de prioridade: no pavimento do incêndio; - no pavimento imediatamente acima do incêndio; e - no pavimento mais alto do prédio. Depois, ela será feita nos demais pavimentos, pois é possível que a fumaça se estratifique, acumulando antes do pavimento mais alto. O mesmo vale para residências de múltiplos pavimentos. Em geral, pelo menos duas duplas de busca são necessárias para averiguação em cada andar.

16 Busca em Edifícios Altos (cont.)

17 Busca em Residências A busca em residências térreas apresenta, em princípio, menos obstáculos, mas não deve ser subestimada. É aconselhável atentar para a presença de animais domésticos potencialmente agressivos, para a existência de cercas e para a divisão dos cômodos de forma não padronizada. Ao contrário do senso comum, a verdade é que incêndios em residências térreas costumam fazer, relativamente, mais vítimas do que aqueles em edifícios altos.

18 Busca em Grandes Edificações
Em grandes edificações, como shoppings, feiras, depósitos e fábricas, geralmente, a busca precisa ser feita por mais de uma entrada. Isso exige mais do controle de pessoal e da coordenação da busca com o combate a incêndio. Incêndios em grandes ou altas edificações costumam tomar proporções que dificultam seu controle. Por isso mesmo, será necessário um número maior de bombeiros envolvidos no salvamento e no combate a incêndio, de forma eficiente e controlada.

19 Busca por Vidas - Busca Primária - Busca Secundária

20 Busca por Vidas Busca Primária
A busca primária é realizada no menor tempo possível, porém de forma abrangente e detalhada, antes ou durante as operações de extinção de incêndio, quando existe acesso pelas escadas e corredores da edificação.

21 Busca por Vidas Deslocamento na edificação
Pode-se buscar de pé, se houver pouca fumaça e calor. A regra é andar em pé enquanto se puder enxergar o piso; e agachado quando não enxergar. O bombeiro deve evitar andar dentro da camada de fumaça, abaixando-se para não perturbá-la. Usa-se o pé ou uma ferramenta para sentir o chão à frente, o que serve para fazer a busca no chão e, ao mesmo tempo, evitar quedas.

22 Busca por Vidas Em ambientes maiores, haverá necessidade de mais de uma equipe para a busca. Nesse caso, a primeira a entrar vai para a direita e outra para a esquerda, até encontrarem-se. A equipe deve seguir sistematicamente de um cômodo para outro, buscando em cada um cuidadosamente. No caso de corredores, faz-se da mesma forma, ou seja, segue-se de um lado até o final, depois se volta pelo outro lado, cobrindo assim todos os cômodos. Cômodos trancados por fora também devem ser buscados, já que algumas pessoas deixam crianças e animais presos em casa. As portas do cômodo explorado devem ser fechadas para evitar mais entrada de fumaça e propagação do fogo, identificando-o por marcação da porta, evitando o atraso decorrente da realização da segunda busca no mesmo local.

23 Busca por Vidas No andar do foco ou abaixo dele, as janelas do cômodo explorado podem ser abertas para o exterior para dissipar a fumaça acumulada. Acima do andar do foco isso não deve ser feito, pois poderia facilitar a propagação do fogo a partir do andar de baixo. Se for difícil abrir uma porta para dentro, cuidado, pois pode haver uma vítima atrás da porta que pode ter caído ao tentar escapar. Ao subir ou descer escadas, deve-se apoiar sobre as mãos e joelhos, mantendo sempre a cabeça em nível mais elevado do que o corpo.

24 Busca em Cômodos Grandes e Pequenos
Toda porta deve ser fechada durante e depois da busca no cômodo, para não interferir com a ventilação do incêndio. Deve-se buscar em qualquer lugar onde alguém possa estar, inclusive box de banheiros, armários, atrás e dentro de móveis, debaixo de camas, perto de janelas e portas. Dentro de cada cômodo, deve-se parar alguns segundos e tentar ouvir algum som emitido por vítima. Se o cômodo for pequeno, os dois bombeiros mantêm contato com a parede e estendem o croque (a perna ou o braço) sob camas e mobílias e pelo centro do cômodo. Outro modo prático e rápido de se fazer a busca em um cômodo pequeno é permanecer em contato com a parede. O chefe de equipe permanece junto à porta conversando e observando os ajudantes, enquanto eles fazem a busca por todo o cômodo.

25 Busca em Cômodos Grandes e Pequenos
Se o cômodo for grande e livre, como um ginásio, por exemplo, pode-se estender o cabo de varredura. Um dos ajudantes segura o cabo próximo ao chão, enquanto o outro segue ao longo da parede mantendo o cabo esticado, para detectar alguma vítima que esteja caída no meio da área. Para buscar vítimas em áreas grandes e congestionadas, como depósitos e bibliotecas, o chefe de equipe permanece em contato com uma parede, enquanto os ajudantes buscam numa ala, voltam à parede e buscam na ala seguinte e assim por diante. No caso de alas longas, os ajudantes podem levar uma ponta de um cabo de varredura seguro pelo chefe de equipe.

26 Busca em Cômodos Grandes e Pequenos

27 Busca em Cômodos Grandes e Pequenos

28 Busca por Vidas Busca Secundária
Realizada após a extinção do incêndio, de preferência por equipe distinta da que fez a busca primária, com mais cuidado e tempo. O procedimento é semelhante ao da busca primária e é obrigatória. Geralmente é destinada à busca de cadáveres que, porventura, se encontrem em locais pouco prováveis.


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