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Lobal Initiative for Chronic bstructive ung isease GOLDGOLD GOLDGOLD GOLDGOLD GOLDGOLD.

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1 lobal Initiative for Chronic bstructive ung isease GOLDGOLD GOLDGOLD GOLDGOLD GOLDGOLD

2 G lobal Initiative for Chronic O bstructive L ung D isease Em colaboração com : Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI), EUA, e Organização Mundial da Saúde OMS Em colaboração com : Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI), EUA, e Organização Mundial da Saúde OMS

3 GOLD - Comitê Executivo R. Pauwels, Bélgica – Coordenador S. Buist, EUA C. Jenkins, Austrália P. Calverley, Reino UnidoN. Khaltaev, Suíça B. Celli, EUA C. Lenfant, EUA Y. Fukuchi, Japão J. Luna, Guatemala S. Hurd, EUA W. McNee, Reino Unido L. Grouse, EUA N. Zhong, China R. Pauwels, Bélgica – Coordenador S. Buist, EUA C. Jenkins, Austrália P. Calverley, Reino UnidoN. Khaltaev, Suíça B. Celli, EUA C. Lenfant, EUA Y. Fukuchi, Japão J. Luna, Guatemala S. Hurd, EUA W. McNee, Reino Unido L. Grouse, EUA N. Zhong, China

4 GOLD - Painel de especialistas R. Pauwels, Bélgica - Coordenador N. Anthonisen, CanadáC. Jenkins, Austrália W. Bailey, EUAD. Postma, Holanda P. Barnes, Reino UnidoK. Rabe, Holanda S. Buist, EUAS. Ramsey, EUA P. Calverley, Reino UnidoS. Rennard, EUA T. Clark, Reino UnidoR. Rodriguez-Roisin, Espanha L. Fabbri, ItáliaN. Siafakas, Grécia Y. Fukuchi, JapãoS. Sullivan, EUA J. Hogg, CanadáW. Tan, Singapura

5 Projeto GOLD Brasil Coordenação n Associação Latino-americana de Tórax Sociedades Participantes n Sociedade Brasileira de Clínica Médica n Sociedade Brasileira de Geriatria e Geron- tologia n Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Coordenação n Associação Latino-americana de Tórax Sociedades Participantes n Sociedade Brasileira de Clínica Médica n Sociedade Brasileira de Geriatria e Geron- tologia n Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

6 Projeto GOLD Brasil Comitê Científico Alberto Cukier Fernando Lundgren José Roberto Jardim Júlio Abreu de Oliveira Coordenadora Executiva Ft. Fernanda W. Rosa Comitê Científico Alberto Cukier Fernando Lundgren José Roberto Jardim Júlio Abreu de Oliveira Coordenadora Executiva Ft. Fernanda W. Rosa

7 GOLD Brasil- Patrocinadores Air Liquide Byk Gulden Asta Medica Farmalab-Chiesi AstraZeneca GlaxoSmithKline Aventis Novartis Bayer Pfizer Biosintética Schering-Plough Boehringer-Ingelheim Zambon

8 Dados sobre a DPOC n A DPOC é a 4 a causa de morte nos EUA (atrás das doenças cardíacas, do câncer e da doença cerebrovascular). n Em 2000, a OMS estimou em 2,74 milhões as mortes por DPOC em todo o mundo. n Em 1990, a DPOC estava classificada como a 12 a doença em termos de impacto global; estima-se que em 2020 ela venha ocupar a 5 a posição. n A DPOC é a 4 a causa de morte nos EUA (atrás das doenças cardíacas, do câncer e da doença cerebrovascular). n Em 2000, a OMS estimou em 2,74 milhões as mortes por DPOC em todo o mundo. n Em 1990, a DPOC estava classificada como a 12 a doença em termos de impacto global; estima-se que em 2020 ela venha ocupar a 5 a posição.

9 Causas de mortalidade nos EUA em 1998 Causas de Morte 1. Doença cardíaca 2. Câncer 3. Doença cerebrovascular 4. Doenças respiratórias (DPOC) 5. Acidentes 6. Pneumonia e influenza 7. Diabetes 8. Suicídio 9. Nefrite 10. Doença hepática crônica 11. Outras causas Causas de Morte 1. Doença cardíaca 2. Câncer 3. Doença cerebrovascular 4. Doenças respiratórias (DPOC) 5. Acidentes 6. Pneumonia e influenza 7. Diabetes 8. Suicídio 9. Nefrite 10. Doença hepática crônica 11. Outras causas Número

10 Variação percentual da taxa de mortalidade ajustada para a idade nos EUA entre 1965 e ,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 Proporção da taxa de –59% –64% –35% +163% –7% Doença coronariana AVCOutras doenças cardio- vasculares Outras causas DPOC

11 60 Mortes por Taxa de mortalidade ajustada para a idade nos EUA entre 1960 e1995

12 Dados sobre a DPOC n Entre 1985 e 1995, o número de consultas por DPOC nos EUA aumentou de 9,3 milhões para 16 milhões. n Em 1995, ocorreram hospitalizações por DPOC. As despesas médicas foram estimadas em 14,7 bilhões de dólares.

13 Prevalência da DPOC n Países desenvolvidos6,983,79 n Economias anteriormente socialistas7,353,45 n Índia4,383,44 n China26,2023,70 n Outros da Ásia e Ilhas 2,891,79 n África sub-saariana 4,412,49 n América Latina e Caribe3,362,72 n Países em desenvolvimento do norte da África e do Oriente Médio2,692,83 n Mundial9,347,33 * Murray & Lopez, 1996 Masculino/1000Feminino/1000

14 Visitas médicas por bronquite crônica e inespecífica nos EUA Fonte: National Ambulatory Medical Care Survey, NCHS 15 Número (Milhões) Ano

15 Dados sobre a DPOC O tabagismo é a principal causa de DPOC. Nos EUA, há 47,2 milhões de fumantes (28% dos homens e 23% das mulheres). A OMS estima em 1,1 bilhão o número de tabagistas em todo o mundo, com aumento para 1,6 bilhão em 2025.Em países onde a renda é baixa e média, o crescimento dessas taxas é alarmante.

16 Dados sobre DPOC Na Índia, estima-se que mil mortes prematuras anuais sejam causadas por exposição a biomassa (como combustível), tornando a poluição intradomiciliar um grande fator de risco para a DPOC neste país. Na Argélia, a prevalência de tuberculose e infecções respiratórias agudas vem diminuindo desde 1965; um aumento na incidência de DPOC e asma vem ocorrendo na última década.

17 GOLD - Objetivos n Aumentar o conhecimento da DPOC entre os profissionais de saúde, as autoridades de saúde pública e o público em geral. n Melhorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da DPOC n Estimular a pesquisa sobre a DPOC. n Aumentar o conhecimento da DPOC entre os profissionais de saúde, as autoridades de saúde pública e o público em geral. n Melhorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da DPOC n Estimular a pesquisa sobre a DPOC.

18 GOLD - Documentos n Relatório do Painel de Estudo: Estratégia Global para o Diagnóstico, Conduta e Prevenção na DPOC n Resumo Executivo n Livro de Bolso para o pessoal de saúde n Guia para o paciente e familiares

19 GOLD - Relatório do Painel n Baseado em evidências n Orientado para a implementação de: Ô Diagnóstico Ô Conduta Ô Prevenção n Os resultados podem ser avaliados n Baseado em evidências n Orientado para a implementação de: Ô Diagnóstico Ô Conduta Ô Prevenção n Os resultados podem ser avaliados

20 GOLD - Relatório do Painel Categoria da evidência Fontes da evidência AEnsaios clínicos aleatorizados Grande número de dados BEnsaios clínicos aleatorizados Dados em número limitado CEnsaios clínicos não aleatorizados Estudos observacionais DConsenso entre participantes do painel Categoria da evidência Fontes da evidência AEnsaios clínicos aleatorizados Grande número de dados BEnsaios clínicos aleatorizados Dados em número limitado CEnsaios clínicos não aleatorizados Estudos observacionais DConsenso entre participantes do painel

21 GOLD - Relatório do Painel: Conteúdo n Introdução n Definição e classificação n Impacto da DPOC n Fatores de risco n Patogênese, patologia e fisiopatologia n Tratamento n Pesquisas futuras

22 Definição de DPOC A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença caracterizada por limitação do fluxo aéreo que não é totalmente reversível. A limitação do fluxo aéreo é geralmente progressiva e associada a uma resposta inflamatória anormal do pulmão a partículas ou gases nocivos.

23 n O impacto da DPOC é subestimado em função de a mesma não ser habitualmente reconhecida e diagnosticada até seja clinicamente evidente e esteja moderadamente avançada. n A prevalência, a morbidade e a mortalidade apresentam grande variação entre os países, porém, em todos aqueles onde os dados estão disponíveis, a DPOC é um significativo problema de saúde pública, tanto em homens quanto em mulheres. Impacto da DPOC Pontos fundamentais

24 O impacto global da DPOC irá aumentar enormemente no futuro próximo, na medida em que o número de vítimas nos países em desenvolvimento se tornar aparente.

25 Impacto da DPOC Pontos fundamentais n Os custos econômicos da DPOC são altos e continuarão a aumentar em relação direta com a crescente idade média da população, com a intensificação da prevalência da doença e com os custos das intervenções médicas e de saúde pública, existentes e novas.

26 Custos diretos e indiretos da DPOC, 1993 (em bilhões de dólares) n Custo Médico Direto:$14,7 n Custo Indireto Total:$ 9,2 – relacionado à mortalidade 4,5 – relacionado à morbidade 4,7 n Custo total $23,9

27 Fatores de risco para a DPOC PessoalGenético ( deficiência de alfa1- antitripsina) Hiperresponsividade Crescimento pulmonar AmbientalTabagismo Poeiras e produtos químicos ocupacionais Infecções Condição sócio-econômica

28 Patogênese da DPOC AGENTE NOCIVO (fumaça de cigarro, poluentes, agentes ocupacionais) DPOC Fatores genéticos Infecções respiratórias Outros

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32 Causas de limitação do fluxo aéreo n Limitação irreversível Ô Fibrose e estreitamento das vias aéreas Ô Perda do recolhimento elástico devido à destruição dos alvéolos Ô Destruição do suporte alveolar que mantém as vias aéreas desobstruídas n Limitação irreversível Ô Fibrose e estreitamento das vias aéreas Ô Perda do recolhimento elástico devido à destruição dos alvéolos Ô Destruição do suporte alveolar que mantém as vias aéreas desobstruídas

33 Causas de limitação do fluxo aéreo n Limitação reversível Ô Acúmulo de células inflamatórias, muco e exsudado plasmático nos brônquios Ô Contração da musculatura lisa das vias aéreas centrais e periféricas Ô Hiperinsuflação dinâmica durante exercícios físicos n Limitação reversível Ô Acúmulo de células inflamatórias, muco e exsudado plasmático nos brônquios Ô Contração da musculatura lisa das vias aéreas centrais e periféricas Ô Hiperinsuflação dinâmica durante exercícios físicos

34 GOLD - Relatório do Painel de Estudos Quatro componentes da conduta na DPOC 1.Avaliação e monitorização da doença 2.Redução dos fatores de risco 3.Conduta na DPOC estável n Educação n Farmacológica n Não- farmacológica 4.Conduta nas exacerbações

35 Objetivos da conduta na DPOC n Prevenir a progressão da doença n Aliviar os sintomas n Melhorar a tolerância a atividades físicas n Melhorar o estado da saúde n Prevenir e tratar exacerbações n Prevenir e tratar complicações n Reduzir a mortalidade n Minimizar os efeitos colaterais do tratamento n Prevenir a progressão da doença n Aliviar os sintomas n Melhorar a tolerância a atividades físicas n Melhorar o estado da saúde n Prevenir e tratar exacerbações n Prevenir e tratar complicações n Reduzir a mortalidade n Minimizar os efeitos colaterais do tratamento

36 1.Avaliação e monitorização da doença 2.Redução dos fatores de risco 3.Conduta na DPOC estável n Educação n Farmacológica n Não- farmacológica 4.Conduta nas exacerbações 1. GOLD - Relatório do Painel de Estudos Quatro componentes da conduta na DPOC

37 Avaliação e monitorização: p ontos fundamentais n O diagnóstico da DPOC é baseado em uma história de exposição a fatores de risco e na presença de limitação do fluxo aéreo que não é totalmente reversível, na presença ou não de sintomas.

38 n Pacientes que apresentam tosse crônica e produção de expectoração e que tenham história de exposição a fatores de risco deverão ser submetidos a uma espirometria, mesmo na ausência de dispnéia. Avaliação e monitorização: p ontos fundamentais

39 n A espirometria é o padrão-ouro para o diagnóstico e a avaliação da DPOC. n Os profissionais de saúde envolvidos no diagnóstico e na conduta da DPOC devem ter acesso à espirometria. n A espirometria é o padrão-ouro para o diagnóstico e a avaliação da DPOC. n Os profissionais de saúde envolvidos no diagnóstico e na conduta da DPOC devem ter acesso à espirometria. Avaliação e monitorização: p ontos fundamentais

40 n A realização da gasometria arterial deve ser levada em consideração para todos os pacientes com VEF 1 < 40% do previsto ou com sinais clínicos sugestivos de insuficiência respiratória ou insuficiência cardíaca direita. Avaliação e monitorização: p ontos fundamentais

41 SINTOMAS Tosse Expectoração Dispnéia EXPOSIÇÃO A FATORES DE RISCO Tabagismo Ocupação Poluição extra e intradomiciliar ESPIROMETRIA Diagnóstico da DPOC

42 Espirometria: Normal e DPOC

43 Fatores determinantes da gravidade da DPOC Gravidade dos sintomas Gravidade da obstrução brônquica Freqüência e gravidade das exacerbações Presença de complicações da DPOC Presença de insuficiência respiratória Comorbidades Estado se saúde geral Número de medicamentos necessários para o tratamento da doença Gravidade dos sintomas Gravidade da obstrução brônquica Freqüência e gravidade das exacerbações Presença de complicações da DPOC Presença de insuficiência respiratória Comorbidades Estado se saúde geral Número de medicamentos necessários para o tratamento da doença

44 Classificação por gravidade Estádio Características 0: Em riscoEspirometria normal Sintomas crônicos ( tosse, expectoração) I: LeveVEF 1 /CVF < 70%; VEF 1 80% do previsto Com ou sem sintomas (tosse, expectoração) II: ModeradaVEF 1 /CVF < 70%; 30% VEF 1 < 80% do previsto IIA: 50% VEF 1 < 80%do previsto IIB: 30% VEF 1 < 50% do previsto Com ou sem sintomas crônicos ( tosse, expectoração, dispnéia) III: GraveVEF 1 /CVF < 70%; VEF 1 < 30% do previsto ou VEF 1 < 50% do previsto com falência respiratória ou sinais clínicos de falência ventricular direita

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46 GOLD Relatório do Painel de Estudos Quatro componentes da conduta na DPOC 1.Avaliação e monitorização da doença 2.Redução dos fatores de risco 3.Conduta na DPOC estável n Educação n Farmacológica n Não- farmacológica 4.Conduta nas exacerbações

47 Redução dos fatores de risco: p ontos fundamentais A redução da exposição à fumaça do tabaco, a poeiras e produtos químicos ocupacionais e à poluição extra e intradomiciliar são metas importantes para a prevenção do surgimento e da progressão da DPOC. A cessação do tabagismo é a medida mais efetiva e com melhor custo-efetividade na redução do risco de desenvolvimento de DPOC e na interrupção de sua progressão (Evidência A).

48 Redução dos fatores de risco: p ontos fundamentais A abordagem baseada na intervenção breve na dependência do tabagismo é efetiva (Evidência A) e deveria ser oferecida a todos os tabagistas em cada visita a profissionais de saúde. Três tipos de aconselhamento são efetivos: aconselhamento prático, o apoio social ao paciente como parte do tratamento e o apoio social estabelecido fora do tratamento (Evidência A).

49 Redução dos fatores de risco: p ontos fundamentais Existem várias terapias farmacológicas efetivas para a dependência do tabaco (Evidência A) e pelo menos uma dessas deveria ser adotada junto com o aconselhamento, caso necessário, desde que não haja contra-indicações.

50 A progressão de muitas doenças respiratórias ocupacionais pode ser reduzida ou controlada por meio da utilização de várias estratégias que tenham por objetivo a redução do impacto da exposição a partículas e gases nocivos (Evidência B). Redução dos fatores de risco: p ontos fundamentais

51 Estratégias breves para ajuda a pacientes que queiram parar de fumar n ARGÜA n ACONSELHE n AVALIE n AUXILIE n ACOMPANHE n ARGÜA n ACONSELHE n AVALIE n AUXILIE n ACOMPANHE Identifique sistematicamente todos os fumantes a cada visita Aconselhe firmemente todos os fumantes a abandonarem o vício Avalie a disposição para se fazer uma tentativa de abandonar o vício Ajude o paciente a parar de fumar Esquematize o acompanhamento

52 GOLD Relatório do Painel de Estudo Quatro componentes da conduta na DPOC 1.Avaliação e monitorização da doença 2.Redução dos fatores de risco 3.Conduta na DPOC estável n Educação n Farmacológica n Não- farmacológica 4.Conduta nas exacerbações

53 Conduta na DPOC estável: pontos fundamentais n A abordagem global da conduta na DPOC estável deve ser caracterizada por um avanço gradual do tratamento, dependendo da gravidade da doença. n Educar os pacientes sobre a DPOC pode ser uma medida importante no sentido de melhorar não só habilidades específicas, mas também a condição de se lidar com a doença e a qualidade de vida. A educação é eficaz para se alcançar certos objetivos, incluindo a cessação do tabagismo (Evidência A). n A abordagem global da conduta na DPOC estável deve ser caracterizada por um avanço gradual do tratamento, dependendo da gravidade da doença. n Educar os pacientes sobre a DPOC pode ser uma medida importante no sentido de melhorar não só habilidades específicas, mas também a condição de se lidar com a doença e a qualidade de vida. A educação é eficaz para se alcançar certos objetivos, incluindo a cessação do tabagismo (Evidência A).

54 n Nenhuma das medicações existentes para o tratamento da DPOC se mostrou capaz de modificar o declínio da função pulmonar a longo prazo, que é a característica fundamental da doença (Evidência A). No entanto, o tratamento farmacológico da DPOC é utilizado para reduzir os sintomas e/ou as complicações. Conduta na DPOC estável: pontos fundamentais

55 n Os broncodilatores são fundamentais para o tratamento sintomático da DPOC. Eles podem ser prescritos com base na necessidade ou de forma regular, a fim de prevenirem ou reduzirem os sintomas (Evidência A ). n Os principais tratamentos broncodilatadores são os beta 2 agonistas, os anticolinérgicos e a teofilina, isolados ou em combinação (Evidência A ). n Os broncodilatores são fundamentais para o tratamento sintomático da DPOC. Eles podem ser prescritos com base na necessidade ou de forma regular, a fim de prevenirem ou reduzirem os sintomas (Evidência A ). n Os principais tratamentos broncodilatadores são os beta 2 agonistas, os anticolinérgicos e a teofilina, isolados ou em combinação (Evidência A ). Conduta na DPOC estável: pontos fundamentais

56 n As medicações broncodilatadoras são fundamentais para o tratamento dos sintomas da DPOC. n A via inalatória deve ser a preferida. n A escolha entre beta 2 agonistas, anticolinérgicos, teofilina ou terapia combinada depende da disponibilidade das drogas e da resposta do paciente em termos do alívio dos sintomas e efeitos colaterais. n As medicações broncodilatadoras são fundamentais para o tratamento dos sintomas da DPOC. n A via inalatória deve ser a preferida. n A escolha entre beta 2 agonistas, anticolinérgicos, teofilina ou terapia combinada depende da disponibilidade das drogas e da resposta do paciente em termos do alívio dos sintomas e efeitos colaterais. Broncodilatores em DPOC estável

57 n Os broncodilatores são prescritos com base nas necessidades, ou de forma regular, a fim de prevenirem ou reduzirem os sintomas. n Os broncodilatadores de ação prolongada são mais convenientes. n Em comparação com o aumento da dosagem de um único broncodilatador, a combinação de broncodilatores pode melhorar a eficácia e reduzir o risco de efeitos colaterais. n Os broncodilatores são prescritos com base nas necessidades, ou de forma regular, a fim de prevenirem ou reduzirem os sintomas. n Os broncodilatadores de ação prolongada são mais convenientes. n Em comparação com o aumento da dosagem de um único broncodilatador, a combinação de broncodilatores pode melhorar a eficácia e reduzir o risco de efeitos colaterais. Broncodilatores em DPOC estável

58 n O uso regular de corticóides inalatórios deve ser prescrito apenas para pacientes com resposta espirométrica documentada ao uso de corticóide, ou em pacientes com um VEF 1 < 50% do previsto e com exacerbações repetidas, que necessitem de tratamento com antibióticos e/ou corticóides sistêmicos (Evidência B). Conduta na DPOC estável: pontos fundamentais

59 n O tratamento crônico com corticóides sistêmicos deve ser evitado devido a uma relação risco-efetividade desfavorável (Evidência A ). Todos os pacientes com DPOC se beneficiam de programas de treinamento físico, melhorando a tolerância ao exercício, os sintomas de fadiga e dispnéia (Evidência A ). n O tratamento crônico com corticóides sistêmicos deve ser evitado devido a uma relação risco-efetividade desfavorável (Evidência A ). Todos os pacientes com DPOC se beneficiam de programas de treinamento físico, melhorando a tolerância ao exercício, os sintomas de fadiga e dispnéia (Evidência A ). Tratamento da DPOC estável: pontos fundamentais

60 n A administração de oxigênio a longo prazo (> 15 horas por dia) aos pacientes com insuficiência respiratória crônica tem se mostrado eficaz no aumento da sobrevida dos mesmos (Evidência A). Tratamento da DPOC estável: pontos fundamentais

61 Conduta na DPOC de acordo com a gravidade Estádio 0: Em risco Estádio 1: DPOC leve Estádio 2: DPOC moderada Estádio 3: DPOC grave Estádio 0: Em risco Estádio 1: DPOC leve Estádio 2: DPOC moderada Estádio 3: DPOC grave

62 Conduta na DPOC: todos os estádios n Evitar os agentes nocivos - cessar tabagismo - reduzir a poluição intradomiciliar - reduzir a exposição ocupacional n Vacinação contra gripe n Evitar os agentes nocivos - cessar tabagismo - reduzir a poluição intradomiciliar - reduzir a exposição ocupacional n Vacinação contra gripe

63 Conduta na DPOC Estádio 0: Em risco Características Tratamento recomendado Sintomas crônicos - tosse - expectoração Espirometria normal

64 VEF 1 /CVF < 70 % VEF 1 > 80 % do previsto Com ou sem sintomas Broncodilatador de curta duração, quando necessário Conduta na DPOC Estádio I: Leve Características Tratamento recomendado

65 VEF 1 /CVF < 70% 50% < VEF 1 < 80% do previsto Com ou sem sintomas Tratamento regular com um ou mais broncodilatores Reabilitação Corticóide inalado se ocorrer resposta significativa da função pulmonar Características Tratamento recomendado Conduta na DPOC Estádio II a: Moderada

66 Características Tratamento recomendado VEF 1 /CVF < 70% 30% < VEF 1 < 50% do previsto Com ou sem sintomas Conduta na DPOC Estádio II b: Moderada Tratamento regular com um ou mais broncodilatores Reabilitação Corticóide inalado se ocorrer resposta significativa da função pulmonar ou em caso de exacerbações repetidas

67 VEF 1 /CVF < 70% VEF 1 < 30% do previsto ou presença de insuficiência respiratória ou falência cardíaca direita Tratamento regular com um ou mais broncodilatores Corticóide inalado se ocorrer resposta significativa da função pulmonar ou em caso de exacerbações repetidas Tratamento das complicações Reabilitação Oxigenoterapia domiciliar em caso de insuficiência respiratória Considerar tratamento cirúrgico Características Tratamento recomendado Conduta na DPOC Estádio III: Grave

68 GOLD Relatório do Painel de Estudo Quatro componentes da conduta na DPOC 1.Avaliação e monitorização da doença 2.Redução dos fatores de risco 3.Conduta na DPOC estável n Educação n Farmacológica n Não - farmacológica 4.Conduta nas exacerbações

69 Conduta nas exacerbações: pontos fundamentais n As exacerbações de sintomas respiratórios que requerem intervenção médica são eventos clínicos importantes na DPOC. n As causas mais comuns de uma exacerbação são a infecção das vias aéreas e a poluição do ar; no entanto, a causa de um terço dos casos das exacerbações graves não pode ser identificada (Evidência B). n As exacerbações de sintomas respiratórios que requerem intervenção médica são eventos clínicos importantes na DPOC. n As causas mais comuns de uma exacerbação são a infecção das vias aéreas e a poluição do ar; no entanto, a causa de um terço dos casos das exacerbações graves não pode ser identificada (Evidência B).

70 n Os broncodilatadores inalatórios (beta 2 agonistas e/ou anticolinérgicos), a teofilina e os corticóides sistêmicos, de preferência por via oral, são efetivos no tratamento da exacerbação da DPOC (Evidência A). Conduta nas exacerbações: pontos fundamentais

71 n Pacientes que apresentam exacerbação da DPOC, com sinais clínicos de infecção das vias aéreas (aumento do volume e mudança da cor da expectoração e/ou febre) podem se beneficiar do tratamento antibiótico (Evidência B). Conduta nas exacerbações: pontos fundamentais

72 n A ventilação não-invasiva por pressão positiva intermitente (VNPPI) nas exacerbações agudas melhora os gases arteriais e o pH, reduz a mortalidade hospitalar, diminui a necessidade de intubação e ventilação mecânica invasiva e reduz a permanência hospitalar (Evidência A).

73 Conduta na DPOC n Na seleção do plano de tratamento, devem ser levados em consideração os benefícios e riscos para o paciente, como também os custos direto e indireto para o mesmo, para a sua família e para a comunidade.

74 GOLD - Endereço do website


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