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(outcome of immediate use of permanent peritoneal dialysis catheter in children with acute and chronic renal failure) Nikibakhsh AA; Mahmoodzadeh H; Vali.

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1 (outcome of immediate use of permanent peritoneal dialysis catheter in children with acute and chronic renal failure) Nikibakhsh AA; Mahmoodzadeh H; Vali M; Enashaei A; Asem A; Yekta Z. Iranian Journal of Pediatrics, Vol. 23 (02), April 2013, P Nephrology-Urology and Transplantation Research Center, Urmia University of Medical Sciences, Iran Resultado com o uso imediato do cateter permanente de diálise peritoneal em crianças com insuficiência renal Apresentação de artigo na Residência da Unidade de Neonatologia do HRAS/HMIB Coordenação: Marta David Rocha de Moura/Evely Mirela Brasília, 23/11/2013 Unidade de Neonatologia do HRAS/HMIB

2 Consultem o Artigo Integral, disponível no Outcome of immediate use of the permanent peritoneal dialysis catheter in children with acute and chronic renal failure. Outcome of immediate use of the permanent peritoneal dialysis catheter in children with acute and chronic renal failure. Nikibakhsh AA, Mahmoodzadeh H, Vali M, Enashaei A, Asem A, Yekta Z. Iran J Pediatr Apr;23(2):171-6.

3 - A escolha da melhor terapia de substituição renal (TSR) é um desafio para os nefrologistas, particularmente em Pediatria e Neonatologia. - Técnicas de hemodiálise habitualmente utilizadas em adultos são de difícil aplicação em crianças. - A diálise peritoneal é mais facilmente aplicada em crianças e, nos países em desenvolvimento, seu uso é mais difundido em comparação à hemodiálise, pois seus custos de manutenção são menores. INTRODUÇÃO

4 - O uso de hemodiálise em crianças enfrenta dificuldades relativas ao acesso vascular, agravadas pela doença renal crônica e outras comorbidades. - Em situações como injúria renal aguda ou doença renal crônica agudizada, é necessário que se providencie rapidamente um cateter para a TSR. - Habitualmente, após a implantação do cateter de Tenckhoff para diálise peritoneal, aguarda-se um tempo mínimo para iniciar a diálise a fim de se evitar complicações relativas ao uso precoce do cateter.

5 - Há poucos dados na literatura a respeito do uso imediato do cateter de diálise peritoneal. - Este artigo pretende relatar a experiência de uso imediato do cateter de diálise peritoneal em um centro terciário localizado em um país em desenvolvimento.

6 - Cinquenta e seis pacientes com doença renal crônica ou injúria renal aguda que precisaram de diálise peritoneal de urgência entre 2005 e 2011; - Precisariam se manter em diálise por algum tempo; - Excluídas crianças 14 anos. - Excluídos pacientes que usaram a diálise por menos de 03 semanas. P ACIENTES E M ÉTODOS

7 - Dados foram obtidos dos prontuários dos pacientes quando eram internados na enfermaria ou em consultas de seguimento ambulatorial. - Todos os cateteres de diálise peritoneal foram instalados pelo mesmo cirurgião, com cateter do mesmo tamanho e os pacientes eram deixados em repouso no leito por 72 horas. - Começava-se a diálise imediatamente após implantação do cateter. - Todos os pacientes foram submetidos ao mesmo protocolo para determinar os banhos na diálise: iniciar com 10 mL/Kg, posteriormente aumentando até 40 mL/Kg.

8 - Todos os pacientes receberam mupirocina no sítio de implantação do cateter; - Todos os banhos de diálise continham antibiótico (cefalexina), além de heparina; - Análise e cultura do líquido peritoneal, assim como hemocultura, eram realizados uma vez por semana. - Os resultados foram analisados quanto a presença de peritonite, infecção do local de inserção do cateter, infecção do trajeto do cateter, vazamento, falha mecânica do cateter, transplante renal e óbito, alem de mudanças na modalidade de TSR.

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13 - A diálise peritoneal ambulatorial é uma opção para pacientes pediátricos com doença renal crônica em países que não dispõem de serviços de hemodiálise para crianças. - Esta modalidade de diálise pode ser a escolha para pacientes que aguardam transplante renal. - Não existem na literatura dados bem embasados sobre como iniciar a diálise peritoneal. DISCUSSÃO

14 - Utiliza-se habitualmente o tempo de 14 a 21 dias entre a inserção do cateter de Tenckhoff e o início da diálise peritoneal. - Este período de latência é impraticável naqueles pacientes com condições que exigem diálise imediata. - Sabe-se que os cateteres de hemodiálise estão associados a altas taxas de infecção, trombose, aumento do stress inflamatório e aumento da morbidade.

15 - Faltam trabalhos mostrando qual tempo é necessário entre a instalação do cateter de Tenckhoff e o início da diálise. - Ghaffari (2011): incidência de vazamento, obstrução do cateter, infecção do sítio do cateter e peritonite foram semelhantes no grupo que iniciou precocemente a diálise e no grupo controle. - Este trabalho mostrou que a incidência de complicações com o início precoce da diálise peritoneal foi semelhante ao relatado previamente.

16 - Faltam estudos para avaliar a melhor estratégia de diálise peritoneal nos pacientes que necessitam de diálise em caráter de urgência. - Estudos comparando início precoce x tardio e diálise peritoneal x hemodiálise também são escassos para o grupo pediátrico e se fazem necessários.

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18 1. Basu RK, Wheeler DS, Goldstein S, et al. Acute renal replacement therapy in pediatrics. Int J Nephrol.2011: [PMC free article] [PubMed]PMC free articlePubMed 2. Subramanian S, Agarwal R, Deorari AK, et al. Acute renal failure in neonates. Indian J Pediatr. 2008;75(4):385– 91.[PubMed]PubMed 3. Chien JC, Hwang BT, Weng ZC, et al. Peritoneal dialysis in infants and children after open heart surgery. Pediatr Neonatol. 2009;50(6):275–9. [PubMed]PubMed 4. Cerda J, Bagga A, Kher V, et al. The contrasting characteristics of acute kidney injury in developed and developing countries. Nat Clin Pract Nephrol. 2008;4(3):138–53. [PubMed]PubMed 5. Watson AR, Gartland C. European Paediatric Peritoneal Dialysis Working Group, Guidelines by an Ad Hoc European Committee for Elective Chronic Peritoneal Dialysis in Pediatric Patients. Perit Dial Int. 2001;21(3):240–44.[PubMed]PubMed 6. Leblanc M, Ouimet D, Pichette V. Dialysate leaks in peritoneal dialysis. Semin Dial. 2001;14(1):50–4. [PubMed]PubMed

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22 ( Capítulo do Livro Assistência ao Recém-Nascido de Risco, ESCS, Brasília, 3ª Edição, 2013) Diálise peritoneal é preferível em relação à hemodiálise (dificuldades técnicas). Indicações: Acidose intratável Hipercalemia intratável; Hipernatremia Expansão anormal do fluído extracelular com hipertensão e insuficiência cardíaca congestiva. Rápida deterioração na condição clínica geral (convulsão, coma) Solução de Diálise a ser usada deve conter bicarbonato, pois solução com lactato aumenta o risco de acidose lática). Usar: volume: de ml/kg por ciclo, com tempo de permanência entre minutos. Contra-indicações: Peritonite, enterocolite necrosante ou cirurgia abdominal Coagulopatia Derivação ventrículo-peritoneal Íleo paralítico Insuficiência respiratória (vigiar expansibilidade pulmonar). Na presença de contra-indicação da diálise peritoneal, indica - se a Hemofiltração Artério-venosa contínua (tem o inconveniente da necessidade de heparinização contínua e reposição de fluidos). A hemodiálise é dificilmente empregada no período neonatal Inj ú ria renal aguda no rec é m-nascido Autor(es): Paulo R. Margotto, M á rcia Pimentel de Castro

23 MÉTODO Realizar a omentectomia e usar o catéter neonatal Tenkoff : Realizar dois ou três banhos de prova, com tempo de permanência zero (banhos contínuos). Iniciar os banhos com solução a 1,5% Volume de troca: ml/kg Tempo do ciclo: primeiras horas ( Infusão: 5 minutos, tempo de permanência: 45 minutos, drenagem: 10 minutos). Tempos de permanência menores melhoram a troca de solutos de baixo peso molecular. Heparina: usar 250 UI por litro de dialisado Temperatura 38ºC Banhos: Isotônicos: 1,5%, Hipertônicos: 4,25%. Depende da quantidade de volume a ser retirada (banhos hipertônicos causam maior irritação peritoneal, porém retiram maior volume). Potássio: acrescentar nos banhos na concentração de 4mEq/l, quando o potássio sérico cair abaixo de 4mEq/L Infecção: em caso de suspeita, colher líquido peritoneal e enviar para análise e cultura. Peritonite 100 leucóciots/mm3 10. Acidose: o dialisado contém lactato como tampão. Bebês e pacientes com insuficiência hepática não conseguem converter lactato em bicarbonato. Não se deve acrescentar bicarbonato à bolsa, porque ela contém cloreto de cálcio, que formará cristais com o bicarbonato. Corrigir cm bicarbonato quando necessário. Inj ú ria renal aguda (Apresenta ç ão) Autor(es): Barbara Lalinka de Bilbao Basilio

24 Consultem artigos relacionados aos Distúrbios Renais em (Participe também compartilhando o conhecimento!) Distúrbios Renais Clicar aqui!

25 Monografia apresentada como Trabalho de Conclusão do Programa de Residência M é dica em Neonatologia do Hospital Regional da Asa Sul / Secretaria de Sa ú de do Distrito Federal: Insuficiência renal aguda neonatal (Apresenta ç ão) Autor(es): Virg í nia Lira da Concei ç ão Monografia apresentada como Trabalho de Conclusão do Programa de Residência M é dica em Neonatologia do Hospital Regional da Asa Sul / Secretaria de Sa ú de do Distrito Federal: Insuficiência renal aguda neonatal Autor(es): Virginia Lira da Concei ç ão Relato de caso de insuficiência renal aguda em prematuro submetido à diálise peritoneal que sobreviveu no Hospital Regional da Asa Sul. A indicação de diálise foi hipercalemia severa. O paciente permaneceu em diálise por oito dias e apresentou complicações inerentes à técnica de inserção do cateter de Tenchoff. Foram discutidas ainda as condutas e as condições de atendimento.


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