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3º Sgt PM JOSIMAR MODELOS INTERNACIONAIS DE POLÍCIA COMUNITÁRIA JAPÃO Desenvolve uns dos processo mais antigo de policiamento comunitário no mundo, criado.

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2 3º Sgt PM JOSIMAR

3 MODELOS INTERNACIONAIS DE POLÍCIA COMUNITÁRIA JAPÃO Desenvolve uns dos processo mais antigo de policiamento comunitário no mundo, criado em Foram denominados: KOBANS CHUZAISHOS

4 História da Polícia Comunitária no Japão e o modelo koban/chuzaisho Tanto o Koban quanto o Chuzaisho estão estabelecidos como unidades organizacionais subordinadas às delegacias. Portanto, qualquer parte do território japonês é atendida um Koban ou Chuzaisho.

5 KOBAN O Kobansho recebeu posteriormente o nome de Junsa- hashutsusho em 1881, mas voltou a ser chamado koban em 1994, já que era o termo mais aceito pela população. Nas dependências de um koban, encontramos um escritório, uma sala para interrogatório, sala de estar e de descanso e um sanitário. São geralmente instalados em áreas urbanas e normalmente contam com um quadro de policiais que trabalham de acordo com a seguinte programação, com três ou mais policiais por turno de serviço:

6 Plantão de 24 horas (da 07:00 às 07:00 horas) Folga (48 horas, podendo ser empenhado em missões ou instrução). De modo a garantir uma maior confiança da população nas atividades policiais, o comando da polícia tem recentemente designado policiais sênior (com maior experiência) a vários koban como seus chefes. Os chefes dos koban trabalham diariamente de manhã e a tarde, não em plantões de 24 horas, e como chefes, coordenam as atividades dos policiais que trabalham segundo a programação descrita anteriormente.

7 CHUZAISHO Em 1888, o Ministro de Assuntos Domésticos promulgou um decreto dividindo a jurisdição de uma delegacia de polícia em várias sub- áreas. De acordo com o decreto, um policial deveria ser designado a cada sub-área, alocado em um posto de polícia denominado Chuzaisho.

8 CHUZAISHO Um chuzaisho típico é uma pequena residência onde o policial vive com sua família, contando com um escritório na parte anterior para tratar dos assuntos policiais. O chuzaisho é localizado principalmente em áreas rurais. Cada chuzaisho é gerenciado por um policial residente que ali vive com a sua família, mantendo vigilância constante como responsável pela ordem em sua jurisdição. No chuzaisho, a esposa do policial o ajuda em seu trabalho.

9 CHUZAISHO Quando o policial está ausente em patrulha ou tratando de algum assunto criminal ou acidente, sua esposa realiza o atendimento da comunidade, atendendo quanto a orientação sobre endereços, elabora notificações sobre objetos extraviados e achados, ou registra denuncias sobre crime ou acidente. Para a execução desses serviços o Estado realiza um pagamento mensal a titulo de ressarcimento pelas tarefas realizadas, isso sem prejuízo aos vencimentos do marido policia.

10 História O Policiamento Comunitário existe desde a formação das primeiras comunidades. Em São Paulo já foi constante, especialmente nas pequenas cidades do interior, onde o velho policial da Força Pública era conhecido e querido por todos. Em várias cidades do interior paulista e do Brasil essa situação ainda persiste. Semelhantemente, em outras cidades do planeta, o Policiamento Comunitário é uma realidade.

11 História No entanto, com a evolução tecnológica, o afastamento do policial do cidadão, e por conseqüência das comunidades, constitui -se em grande fenômeno mundial, Especialmente nas grandes cidades.

12 MEDIDAS ADOTADAS A PARTIR DE OUTUBRO DE 1997 Constituição da Comissão de Implantação do Policiamento Comunitário: estão participando importantes líderes comunitários, Polícia Civil, ONGs, etc., em um total de 18 entidades. Estabelecimento do novo perfil do Policial Comunitário e seleção com testes psicológicos específicos;

13 MEDIDAS ADOTADAS A PARTIR DE OUTUBRO DE 1997 Alteração dos currículos e apostilas de policiamento comunitário da Corporação; Elaboração de cartazes, volantes, cartilhas para divulgação em todo o Estado; Escolha de 41 Companhias -Piloto abrangendo o policiamento ostensivo, de trânsito, florestal, bombeiros e rodoviário; sendo 22 ( vinte e duas ) na capital e 19 (dezenove ) no interior; Campanhas: de incentivo à participação popular na formulação teórica da estratégia na respectiva área;

14 MEDIDAS ADOTADAS A PARTIR DE OUTUBRO DE 1997 Aquisição de bastão tonfa para os policiais, visando a diminuição do emprego de armas; Reorganização das forças táticas com vistas à criminalidade violenta; Criação dos grupos de planejamento integrados com a Polícia Civil para gerenciamento das informações estatísticas, ouvir a comunidade, estabelecer prioridades e planejar operações integradas; Integração com o policiamento feminino nas escolas e com o DENARC;

15 MEDIDAS ADOTADAS A PARTIR DE OUTUBRO DE 1997 Integração com os condomínios de prédios, clubes, associações de moradores etc.; Disque PM (0800) para sugestões e reclamações; Otimização dos 184 Postos Policiais Militares 24 horas em todo o Estado; Adequação do programa de policiamento comunitário ao Plano Estadual de Direitos Humanos, em conjunto com a Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania.

16 Comissão Estadual de Polícia Comunitária - CEPC CRIAÇÃO - Criada em 30 de setembro de 1997 Assessoramento para a Implantação do Policiamento Comunitário. REGULAMENTAÇÃO - Regulada pelo Regimento Interno da Comissão de Assessoramento para a Implantação do Policiamento Comunitário – RI – 27-PM – publicado no Boletim Geral PM 152/03. MISSÃO - realizar estudos, acompanhar a evolução da qualidade do serviço, avaliar os resultados, apresentar sugestões, propagar filosofia do Polícia Comunitária aos diversos escalões da Corporação.

17 Comissão Estadual de Polícia Comunitária - CEPC ESTRUTURA - Organograma Presidente – Cel PM da ativa designado pelo Cmt G; Vice-Presidentes –cargos ocupados pelos comandantes do CPC, COM e de um CPI designado pelo Cmt G; Conselho Diretivo – composto por integrantes da CEPC, eleitos para um mandato de um ano. Realiza reuniões mensais, possui uma Secretaria Geral e quatro Conselheiros nas seguintes Subcomissões:

18 Comissão Estadual de Polícia Comunitária é composta por: Presidente Vice-presidente Secretário Geral Conselheiros

19 Diferenças do policiamento tradicional para o policiamento comunitário POLÍCIA TRADICIONAL A polícia é uma agência governamental responsável, principalmente, pelo cumprimento da lei; O papel da polícia é preocupar -se com a resolução do crime; As prioridades são por exemplo roubo a banco, homicídios e todos aqueles envolvendo violência;

20 Diferenças do policiamento tradicional para o policiamento comunitário O policial é o do serviço; Emprego da força como técnica de resolução de problemas; Presta contas somente ao seu superior; As patrulhas são distribuídas conforme o pico de ocorrências.

21 POLÍCIA COMUNITÁRIA A polícia é o público e o público é a polícia; Na relação com as demais instituições de serviço público, a polícia é apenas uma das instituições governamentais responsáveis pela qualidade de vida da comunidade; O papel da polícia é dar um enfoque mais amplo visando à resolução de problemas, principalmente por meio da prevenção; As prioridades são quaisquer problemas que estejam afligindo a comunidade;

22 POLÍCIA COMUNITÁRIA A polícia se ocupa mais com os problemas e as preocupações dos cidadãos; O que determina a eficácia da polícia é o apoio e a cooperação do público; O profissionalismo policial se caracteriza pelo estreito relacionamento com a comunidade; A função do comando é incutir valores institucionais; As informações mais importantes são aquelas relacionadas com as atividades delituosas de indivíduos ou grupos.

23 Policiamento Comunitário: Conceito É uma filosofia e estratégia organizacional que proporciona uma nova parceria entre a população e a polícia. Baseia-se na premissa de que tanto a polícia quanto à comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas contemporâneos tais como crime, drogas, medo do crime, desordens físicas e morais, e em geral a decadência do bairro, com o objetivo de melhorar a qualidade geral da vida na área.

24 . Fundamentação Legal A Constituição Federal no seu Art. 144, define as 5 (cinco) Polícias que tem existência legal, não deixando qualquer dúvida a respeito. (PF, PRF, PFF, PC e PM. O mesmo Art. 144, diz que a segurança pública é direito e responsabilidade de todos, o que nos leva a inferir que além dos policiais, cabe a qualquer cidadão uma parcela de responsabilidade pela segurança.

25 Fundamentação Técnica Para que o crime exista é necessário a existência de 3 elementos: o criminoso, a vítima e as condições que tornem o crime possível.

26 Criminoso Antes do crime: políticas sociais, emprego, saúde, educação, lazer, trabalho, moradia, possibilidades de se ter uma vida digna para que não se busque o crime.

27 Vítima Antes do crime: orientações para segurança, campanhas educacionais para que não se tornem vítimas. Ex: Escolinha de trânsito, Proerd, JCC etc.

28 Condições que possibilitem o crime Antes do crime: Policiamento planejado direcionado para delitos específicos, emprego operacional com base em banco de dados. Após o crime: criar e alimentar banco de dados, sistemas inteligentes, Infocrim, Fotocrim, Copom on line etc

29 OS 10 PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA 1. Filosofia e Estratégia Organizacional - A base desta filosofia é a comunidade. Para direcionar seus esforços, a Polícia, ao invés de buscar idéias pré -concebidas, deve buscar, junto às comunidades, os anseios e as preocupações das mesmas, a fim de traduzi -los em procedimentos de segurança; 2. Comprometimento da Organização com a concessão de poder à Comunidade - Dentro da comunidade, os cidadãos devem participar, como plenos parcei ros da polícia, dos direitos e das responsabilidades envolvidas na identificação, priorização e solução dos problemas; 3. Policiamento Descentralizado e Personalizado - É necessário um policial plenamente envolvido com a comunidade, conhecido pela mesma e conhecedor de suas realidades; 4. Resolução Preventiva de Problemas a curto e em longo prazo - A idéia é que o policial não seja acionado pelo rádio, mas que se antecipe à ocorrência. Com isso, o número de chamadas do COPOM deve diminuir;

30 OS 10 PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA 5. Ética, Legalidade, Responsabilidade e Confiança - O Policiamento Comunitário pressupõe um novo contrato entre a polícia e os cidadãos aos quais ela atende, com base no rigor do respeito à ética policial, da legalidade dos procedimentos, da responsabilidade e da con fiança mútua que devem existir; 6. Extensão do Mandato Policial - Cada policial passa a atuar como um chefe de polícia local, com autonomia e liberdade para tomar iniciativa, dentro de parâmetros rígidos de responsabilidade. O propósito, para que o Policial Comunitário possua o poder, é perguntar - se: - Isto está correto para a comunidade? - Isto está correto para a segurança da minha região? - Isto é ético e legal?

31 OS 10 PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA - Isto é algo que estou disposto a me responsabilizar? - Isto é condizente com os valores da Corporação? 7. Ajuda às pessoas com Necessidades Específicas - Valorizar as vidas de pessoas mais vulneráveis: jovens, idosos, minorias, pobres, deficientes, sem teto, etc. Isso deve ser um compromisso inalienável do Policial Comunitário; 8. Criatividade e apoio básico - Ter confiança nas pessoas que estão na linha de frente da atuação policial, confiar no seu discernimento, sabedoria, experiência e sobretudo na formação que recebeu. Isso propiciará abordagens mais criativas para os problemas cont emporâneos da comunidade; 9. Mudança interna - O Policiamento Comunitário exige uma abordagem plenamente integrada, envolvendo toda a organização. É fundamental a reciclagem de seus cursos e respectivos currículos, bem como de todos os seus quadros de pes soal. É uma mudança que se projeta para 10 ou 15 anos; 10. Construção do Futuro - Deve-se oferecer à comunidade um serviço policial descentralizado e personalizado, com endereço certo. A ordem não deve ser imposta de fora para dentro, mas as pessoas devem ser encorajadas a pensar na polícia como um recurso a ser utilizado para ajudá -las a resolver problemas atuais de sua comunidade.

32 O QUE NÃO É POLICIAMENTO COMUNITÁRIO Quando não se conhece ou não se prática Polícia Comunitária é comum se afirmar que esta nova forma ou filosofia de atuação é de uma polícia light, ou uma polícia frouxa ou mesmo uma polícia que não pode mais agir. Na verdade Polícia Comunitária é uma forma técnica e profissional de atuação perante a sociedade numa época em que a tecno logia, qualidade no serviço e o adequado preparo são exigidos em qualquer profissão. Mas no nosso caso existe ainda muita confusão. Robert Trojanowicz no livro Policiamento Comunitário: Como Começar procura mostrar as interpretações errôneas sobre o que não é Policiamento Comunitário:

33 Os atores sociais do processo: os grandes grupos relevantes. Levar em consideração que o sucesso da Polícia Comunitária depende do apoio de seis grandes grupos, a saber: - Organização Policial; - Comunidade; - Autoridades Constituídas; - Comunidade de Negócios; - Organismos Comunitários; e - Imprensa. Utilizar todos os meios possíveis para sensibilizar as pessoas a participar em da reunião, acionando o jornal do bairro ou até panfletos em contas mensais.

34 RELATÓRIO SOBRE AVERIGUAÇÃO DE INDÍCIO DE INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA - RAIIA - (T)

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36 METODOLOGIA - OS PASSOS DE AÇÃO Considerando que no espectro das atividades próprias de segurança pública, com ações preventivas e repressivas imediatas, encontram-se também aquelas que dizem respeito à contenção de toda e qualquer violação aos direitos das pessoas, sobretudo na busca por melhor qualidade de vida; Considerando que, na esteira da filosofia do Policiamento Comunitário, firmemente seguida pela Polícia Militar do Estado, devem ser adotadas ações pró -ativas no que concerne à preservação da ordem pública nos seus três a spectos - segurança pública, salubridade pública e tranqüilidade pública; Considerando competir a cada órgão público, entidades e instituições, legalmente definidos, a responsabilidade por administrar questões sobre violação de normas administrativas, sani tárias, fiscais, trabalhistas, civis, etc, na esfera de suas respectivas atribuições, e que, para tanto, ao serem comunicados ou constatarem qualquer infração às referidas normas, devem adotar as providências necessárias para a devida solução, determina:

37 IDENTIFICAR AS FORÇAS VIVAS, LIDERANÇAS E PODERES PÚBLICOS LOCAIS Qualquer Instituição seleciona públicos - grupos de pessoas ou Instituições - com os quais deseja interagir mais proximamente, em dado momento. Incluindo o nosso público interno, dev emos nos esforçar por interagir com os diversos públicos de interesse da nossa organização, a fim de, através de um bom relacionamento, melhorarmos a imagem da PMESP junto à Comunidade. O objetivo de se manter uma boa Imagem Corporativa é desenvolv er na Comunidade a postura de defensora da PMESP, o que só pode ser alcançado através de um relacionamento aberto e sensível às suas necessidades.

38 IDENTIFICAR AS FORÇAS VIVAS, LIDERANÇAS E PODERES PÚBLICOS LOCAIS Sempre que estiver de serviço, procure atender com cortesia e boa vontade a todas as pessoas, seja no serviço de policiamento ou administrativo, pessoalmente ou por telefone, pois disso depende o sucesso do Policiamento Comunitário. Um cliente insatisfeito divulga sua insatisfação por um bom atendimento ao dobro de pessoas em relação a um cliente satisfeito. Isso se deve à dissonância cognitiva, efeito psicológico profundamente desagradável, causado pela decepção do cliente ao constatar que um produto ou serviço não condiz com aquilo que foi divulgado a seu respeito, em termos de qualidade. Ao final desta unidade, apresentamos uma relação ideal de públicos dos quais, por certo, nem todos estarão representados na sua área de atuação. Verifique a lista, despreze os públicos inexistentes e organize para com os demais um esforço planejado e contínuo de relacionamento.

39 ATUAÇÃO DO PM E PERFIL FUNÇÕES DO POLICIAL COMUNITÁRIO 1. Apresentação à comunidade, contato corpo a corpo, integrando - se a esta; 2. Ronda constante; 3. Contatos com lideranças locais; 4. Reunir informações; 5. Participar das reuniões comunitárias; 6. Coordenar e intermediar serviços e ações de outras instituições; 7. Administrar crises e problemas locais, encaminhando -os, caso não consiga solucioná-los; 8. Exercer plenamente as atividades de Polícia, orientando, apaziguando, mas também prendendo se necessário.

40 PERFIL DO PM 1. Elevado Grau de Iniciativa 2. Elevada Flexibilidade de Conduta 3. Criatividade acima da média 4. Ótimo relacionamento interpessoal 5. Excelente Receptividade e capacidade de Assimilação 6. Boa autocrítica 7. Boa capacidade de liderança

41 Participação em reuniões do CONSEG e lideranças locais Para falarmos sobre o relacionamento com o CONSEG e lideranças locais, há que se saber primeiramente o significado real do CONSEG. Ao consideramos que é dever do Estado manter a Ordem e a Segurança Pública e que a participação da população em cooperação com a Polícia poderá contribuir positivamente para a consecução desse objetivo, o Governo do Estado publicou o Decreto nº , de 10 de maio de 1985, autorizando a criação de Conselhos Comunitários de Segurança, com o objetivo de colaborar no equacionamento e solução de problemas relacionados com a segurança da população.

42 Participação em reuniões do CONSEG e lideranças locais A filosofia básica do Conseg está calcada na crença de que quando as pessoas passam a se relacionar com outros cidadãos, seus problemas comuns tendem a ser equacionados e compreendidos de modo mais racional. O Conseg pode ser definido como um grupo de pessoas do mesmo bairro ou do mesmo município que se reúnem para discutir e analisar seus problemas de Segurança, propor soluções, acompanhar sua aplicação, desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.

43 As falhas mais comuns, a comprometer a eficiência ideal dos CONSEGs, são, numa primeira análise: burocracia nas instituições públicas, ocasionando demora nas respostas às necessidades da Comunidade; falta de envolvimento da Comunidade, com as questões comunitárias; policiais em funções diretivas no CONSEG; uso de instalações policiais para sediar reuniões de CONSEG, ao invés de ambientes neutros; falta de clareza na detecção de problemas de segurança, suas causas reais e soluções adequadas;

44 As falhas mais comuns, a comprometer a eficiência ideal dos CONSEGs comunidade que apenas reage aos problemas, sem oferecer alternativas de planejamento para solucionar as questões elencadas; excessiva movimentação de autoridades policiais da área, frustrando sua integração com a comunidade; uso indevido dos CONSEGs para fins políticos; falta de divulgação dos CONSEGs, quanto ao local, data e horário das reuniões, bem como suas finalidades e forma de participação

45 EXEMPLOS DE ALGUNS PROGRAMAS DESENVOLVIDOS NA CORPORAÇÃO Programa Educacional de Resistênc ia as Drogas (PROERD) O programa atende crianças da pré escola até o colegial; os pais também recebem orientações em reuniões e palestras; Programa Jovens Construindo a Cidadania (JCC) O programa trabalha com adolescentes do ensino médio. Exemplos de alguns Projetos Desenvolvidos na Corporação CPA/M ° BPM/M - 2ª Cia Base Comunitária de Segurança Praça Rotary PROJETO - ENCONTRO NA PRAÇA Dificuldades CPA/M-2 - 3° BPM/M - 3ª Cia Base Comunitária de Segurança Vila das Mercês PROJETO - ASSISTÊNCIA À VÍTIMA CPA/M-3 - 5° BPM/M - 1ª Cia Base Comunitária de Segurança Praça Oscar da Silva PROJETO – CINEMA NA PRAÇA CPA/M

46 CONCEITO, ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO Conceito - Constituir-se-á numa base operacional, célula de polícia comunitária, que visa congregar e atender a comunidade local, tornando -se um ícone referencial, integrando as demais atividades praticadas pela corporação e que se façam necessárias à comunidade local.

47 CONCEITO, ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO Estrutura - Cada base comunitária de segurança terá, em princípio, um Sgt PM como comandante, cujo nome deve ser divulgado à comunidade local. Deverá estar equipada com dependências de vestiário e atendimento ao público, mobiliário etc, além de rádio e telefone, cujo número será também divulgado à comunidade.

48 Funcionamento Detectando anormalidades que possam contribuir para o comprometimento da segurança pública, o Cmt da BCS deverá acionar imediatamente, através de meios administrativos, os Órgãos Públicos competentes para a solução da anormalidade. Tais anormalidades são principalmente as seguintes: o Falta de limpeza e/ou muramento em terrenos baldios; o Deficiências de iluminação pública e pavimentação; o Necessidade de modificações na arquitetura viária e/ou sinalização de trânsito; o Necessidade de alteração nos itinerários de transporte urbano de massa; o Necessidade de atendimento de dependentes de álcool e drogas;

49 Funcionamento o Tráfico e uso de drogas; o Riscos de desabamento; o Vazamentos de água ou gás; o Pessoas ou veículos abandonados; o Animais abandonados ou que representem risc os para a comunidade; o Imóveis abandonados; o Higiene pública; o Necessidade de assistência a crianças e adolescentes; e o Perturbação do sossego público.

50 EFETIVO, LOCAL e Normas sobre Polícia Comunitária 1. A principal norma que regula as atividades do Po liciamento Comunitário é a Dtz Nº PM /02/05, cuja finalidade é regular a organização e os procedimentos relativos ao Programa de Policiamento Comunitário, especialmente no tocante às Bases Comunitárias de Segurança (BCS) e sua 28 variante Base Comunitária de Segurança Distrital (BCSD), sendo que o texto abaixo traz um resumo da Diretriz e seus principais pontos conforme está disposto no na Dtz Nº PM3 -015/02/ O Programa reúne aspectos organizacionais e procedimentais de policiamento comunitário, conceituando:

51 EFETIVO, LOCAL e Normas sobre Polícia Comunitária BCS: instalação fixa, de funcionamento diuturno, com Vtr própria, efetivo de 10 (dez) a 20 (vinte) PM, para atendimento ao público (inclusive lavrando BO/PM -TC) e fazendo patrulhamento comunitário, que pode funcionar 24 (vinte e quatro) horas po r dia. BCM: Vtr Tipo perua VAN ou trailer, com guarnição básica de 03 (três) PM, que estaciona em pontos de visibilidade a grande público ou no apoio a policiamento de eventos [mínimo de 02 (dois) pontos de estacionamento por Vtr]. B Op: Instalação policial-militar fixa, típica das OPM subordinadas ao CPRv ou ao CPAmb, cujas características de funcionamento atendam, respectivamente, às peculiaridades do policiamento ostensivo rodoviário ou ambiental.

52 Serviço de Patrulhamento nas BCS _ o efetivo da BCS será responsável pelo patrulhamento na sua circunscrição territorial, em sobreposição ao Programa de RP será comum a motoristas e encarregados de viaturas, assim como a policiais que trabalhem no policiamento com bicicletas, com motocicletas e no policiamento a pé; _ são atribuições comuns aos policiais militares no serviço de patrulhamento: _ cumprir os CPP elaborados pelo Cmt de BCS e aprovados pelo Cmt de Cia; 30 _ quando em pontos de estacionamento; estreitar o contato com a Comunidade, conhecendo seus integrantes, bem como os problemas da região; _ fazer as visitas e retornos de visitas comunitárias, durant e as quais deverá: _ cadastrar estabelecimentos comerciais, preenchendo formulário próprio; _ cadastrar residências e seus moradores, preenchendo formulário próprio; _ executar o Projeto de Assistência à Vítima, preenchendo formulário próprio; _ preencher corretamente os registros de ronda existentes, especificando em detalhes as ações

53 durante o patrulhamento; _ dar o primeiro atendimento às ocorrências com que deparar ou for solicitado a intervir, acionando o COPOM, para despacho de uma outra VTR, para o p rosseguimento, exceto nos casos de flagrante delito. _ o encarregado da patrulha deverá: _ preencher e dar encaminhamento aos relatórios de visitas, assistência à vítima e motorizado, quando for o caso; _ registrar e encaminhar ao Cmt da BCS, até o término do serviço, os logradouros, pontos críticos e de interesse, para o Policiamento Comunitário e para a realização de projetos específicos; _ no caso de ausência do Cmt da BCS, providenciar para que, na primeira oportunidade, os registros cheguem ao seu conhecimento.

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