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Medicina HIPERBÁRICA FISIOLOGIA E APLICAÇÃO CLÍNICA Vânia L. C. Rebouças.

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1 Medicina HIPERBÁRICA FISIOLOGIA E APLICAÇÃO CLÍNICA Vânia L. C. Rebouças.

2 Introdução SEM OXIGÊNIO VIDA NÃO SERIA COMO A CONHECEMOS astronautas-da-apollo-11-n%C3%A3o html Medicina HIPERBÁRICA

3 HISTÓRIA

4 Até 1500 a.C., os relatos existentes indicam que o mergulho sem algum tipo de equipamento foi utilizado quase que praticamente para fins militares, principalmente pelos Assírios e Macedônios.

5 O ser humano se aventura no mar desde a antiguidade. Sofre as consequências dessa ousadia desde então.

6 Em 1662, o padre N. Henshaw percedeu que feridas crônicas tratados em centros nas montanhas melhoravam quando os pacientes desciam para outros centros ao nível do mar. Passou a desenvolver um vaso de pressão denominado Domicilium, mas foi em 1788 que Smeaton desenvolveu uma bomba forçadora de ar (compressor) para dentro do silo.

7 O silo de mergulho E dmund Halley desenvolveu o primeiro silo de mergulho eficiente

8 Em 1836 o engenheiro E.W. Moir inicia o uso do Oxigênio hiperbárico para tratamento de doença descompressiva em trabalhadores que construíram a ponte sobre o rio Hudson, em NY Em 1878 Paul Bert, pai da fisiologia hiperbárica, descreve os efeito tóxicos do oxigênio. O efeito Paul Bert descreve a narcose pelo nitrogênio em mergulho Médico e fisiologista Paul Bert ( ), estudos dos efeitos fisiológicos da baixa pressão atmosférica ( experimento com Câmara Hipobárica )

9 1841 na França, Triger, um engenheiro de mineração francês fez a primeira descrição dos sintomas de doença descompressiva em operários de uma mina de carvão. 1854, os médicos franceses Pol e Watelle observaram que a recompressão aliviava os sintomas da doença descompressiva. O primeiro artigo descrevendo o uso de oxigênio sob pressão como terapia coadjuvante foi descrito por Fontaine em 1879.

10 O engenheiro inglês E.W.Moir que em 1889, supervisionando a construção de túneis ferroviários sob o rio Hudson, em Nova York, decidiu instalar uma câmara hiperbárica e de forma empírica pressurizar e despressurizar gradualmente todo operário que apresentasse sintomas de doença descompressiva. Com esta atitude, Moir reduziu a mortalidade no local de 25% para 1,6%. A construção da ponte do Brooklyn

11 Robert H. Davis e Fleuss em 1902, aperfeiçoou o aparelho que se tornou o protótipo dos modernos equipamentos de circuito fechado atuais.

12 A medicina hiperbárica teve seu início e crescimento associado a atividade de mergulho. Com o aprimoramento da engenharia e necessidade de trabalho em ambiente pressurizado, houve a necessidade de criação de serviço de medicina hiperbárica em centros urbanos.

13 1905 – desenvolvimento da tabelas de descompressão J. S. Haldame, fisiologista Inglês, realizou estudos com mergulhadores da marinha Britânica entre 1905 e Surgiram as primeiras tabelas de descompressão, com métodos de paradas a determinadas profundidades por tempo determinado, que levaram a intensificação dos mergulhos a mais de 60 metros. Início do uso terapêutico do oxigênio hiperbárico em 1937 com Behnke e Shaw no tratamento de doenças descompressivas Jacques Costeau e Emile Gagman, desenvolveram um equipamento em que o fluxo de ar regulado por uma válvula de demanda que fornecia ar quando o mergulhador inspirava e regulava automaticamente o suprimento de ar à pressão ambiente.

14 Em 1938 Dr. Alvaro Ozório de Almeida Costa, inicia no Brasil o tratamento da lepra com OHB Câmara Hiperbárica construída por Dr. Ozorio de almeida Dr. Alvaro Ozório de Almeida

15 1955 Boerema descreve a primeira cirurgia feita em câmara hiperbárica, com cirurgia experimental em porcos exanguinados. Nos EUA o Comitê de Oxigenoterapia Hiperbárica foi criado em 1962 para avaliar os reais benefício da OHB

16 No Brasil a medicina hiperbárica ressurgiu na década de 70 com a construção da ponte Rio-Niterói e com o avanço da engenharia civil em construção em ambientes pressurizados. A prospecção de petróleo pela Petrobras e a Marinha do Brasil, com a atividades de mergulho, levou a nossa experiência nessa área a nível internacional, batendo Record de profundidade de mergulho.

17 Câmaras hiperbárica na construção da Ponte Rio-Niterói Navio de suporte a mergulho saturado da Petrobras com varias câmaras em nível de pressão diferentes. Cilo de Mergulho

18 CENTRO DE TREINAMENTO EM MEDICINA HIPERBÁRICA E MERGULHO DA MARINHA, NO RIO DE JANEIRO SERVIÇO DE MEDICINA HIPERBÁRICA HOSPITAL NAVAL MARCÍLIO DIAS.

19 Definição Medicina hiperbárica : É o segmento da medicina que estuda as alterações fisiológicas que ocorre no ser humano exposto a ambiente pressurizado e trata as patologias decorrentes dessa exposição. Também é responsável por definir as normais de trabalho em ambientes pressurizados e mergulho.

20 Definição: Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) Método terapêutica no qual o paciente é submetido a uma pressão maior que a pressão atmosférica, respirando oxigênio a 100 % para tratamento de patologias clínicas e cirúrgicas e complementando o tratamento clínico em acidentes de mergulho.

21 MECANISMO DE AÇÃO EM MEDICINA HIPERBÁRICA

22 Efeito diretos da pressão A variação de volume de um gás é inversamente proporcional a pressão a que é submetido ( Lei de de Boyle e Mariotti ) - ação na embolia gasosa e na doença descompressiva

23 O grau de solubilidade de um gás em um líquido é diretamente proporcional a pressão a que é submetido ( Lei de Henry ) Aumento da solubilidade do O2 no sangue e nos tecidos compensado hipóxia celular. É responsável pela maior difusão do N2 em grandes profundidades levando efeito narcótico do nitrogênio. Efeito diretos da pressão

24 Efeito primário da oxigenoterapia hiperbárica (OHB): Aumentar a pressão parcial de O2 no plasma. Transporte de O2 independente da Hb. Sob pressão elevada há maior difusibilidade de O2 para os tecidos. Se consegue níveis até 20 vezes maior ao pO2 normal. Diminuição do volume de bolhas de gás intravascular e tecidual

25 Indicações de tratamento em acidente de mergulho.

26 Doenças do mergulho Barotrauma Embolia traumática pelo ar (ETA) Moléstia da descompressão: Doença descompressiva – DI: comprometimento dos tecido periférica – DII: Neurológico e Cardiovascular

27 Barotrauma: Lesão em câmaras gasosas do corpo determinada por mudanças brusca da pressão em relação ao meio externo. Pode ocorrer na subida rápida a superfície, em especial nos últimos 5 metros quando a variação de volume das câmaras gasosas são maiores. Pode ocorrer como complicação em tratamento em câmara hiperbárica. Segmentos mais acometidos: – Orelha média – Orelha interna – Seios paranasais – Pulmão – Foco dentário – Mascara de mergulho.

28 Doença descompressiva Doença disbárica causada pela formação de bolhas de gás na corrente sanguínea e tecidos, ocluindo o suprimento sanguíneo local levando isquemia e necrose tecidual. Ocorrer quando o N2 dissolvido nos tecidos durante mergulho ou compressão em câmara hiperbárica não é eliminado adequadamente durante a subida a superfície ou na descompressão. Ocorrer com maior frequência nos mergulhos mais longo, mais profundo ou repetitivos e nas subidas rápidas a superfície. Tipos: DI: comprometimento de ossos, articulação, músculos, pele DII: comprometimento Sistema nervoso central e cardiovascular Doença descompressiva de pele

29 Barotrauma: alívio dos sintomas com analgésicos, antinflamatórios, descongestionantes nasais e repouso da estrutura lesada.. Contraindicado entrada em câmara hiperbárica ou mergulho. Hemorregia no timpano Rutura de timpano Barotrauma leve Barotrauma de ouvido

30 Doença descompressiva e Embolia Traumática pelo Ar: – Suporte básico de vida: manter vias aéreas pérvias, deitar paciente de lado, O2 sob mascará nasal, manter temperatura corporal. – Re-compressão com descompressão programada em câmara hiperbárica seguindo as tabelas de descompressão. – Na embolia traumática pelo ar com pneumotórax, realizar drenagem do tórax antes ou durante tratamento em câmara hiperbárica. – Sessões complementares de OHB para tratamento da síndrome de reperfusão e recuperação das áreas isquêmicas.

31 Tipos de câmaras hiperbáricas

32 Câmara mono paciente

33 Câmara multi pacientes

34 Câmara multi pacientes: visão interna.


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