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Monte Sinai Jesus de Andaluzia. Ainda no Cairo, tive uma visão. Deveria encontrar um homem vestido de branco que me aguardava. Vestia um manto sobre a.

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1 Monte Sinai Jesus de Andaluzia

2 Ainda no Cairo, tive uma visão. Deveria encontrar um homem vestido de branco que me aguardava. Vestia um manto sobre a cabeça, e uma batina branca que lhe cobria todo o corpo. Era alto, e ao me aproximar dele fui recebido com um olhar muito amoroso. Estendeu sua mão, e surpreendentemente a sensação era que éramos uma só mente.

3 Nos dirigimos em grupo a partir de Sharm El Sheik com a intenção de irmos alguns de nós subir o Monte Sinai. Partimos do hotel às 22h em um veículo para quase 15 pessoas, numa viagem prevista para durar cerca de duas horas. Em nosso grupo éramos em oito pessoas. Assim, tínhamos mais três pessoas que viajavam no veículo com a mesma intenção de subir o Sinai, mais o motorista e o guia do grupo que nos levaria até o pé do monte, e a partir dali seguiríamos um guia beduíno.

4 A viagem transcorreu em silêncio, quebrado apenas pelas explicações do guia do passeio as quais ninguém estava muito interessado em ouvir, sendo que boa parte das pessoas dormiam durante o trajeto. Quando chegamos no pé do monte, nem eu e nem Fátima tínhamos a intenção de subir, pois fora colocado para nós o grau de dificuldade. Estava frio, e algumas pessoas saíram para comprar agasalhos e tomar um café quente. Raquel me incentivou a subir, e junto com ela caminhei na escuridão, atrás agora de nosso guia Ied, o beduíno. Era um trecho do caminho que parecia ser muito bom, e me animei a subir, até onde o caminhar parecia suave, e se ficasse mais difícil, ali pararia e esperaria o grupo descer para nos reencontrarmos pela manhã.

5 Mas, quando as primeiras dificuldades apareceram no caminho o guia me conduziu a um camelo, dizendo que eu deveria ir montado até o lugar onde iniciam as escadarias. Aceitei a orientação do guia subindo num camelo que era conduzido por um outro guia com o qual não conseguia me comunicar, e assim fomos nos afastando do grupo de caminhantes. Juntamente comigo, meu camelo e meu guia, vinham em silêncio mais algumas pessoas.

6 Passaram alguns minutos e o guia orientou-nos para que todos descêssemos dos camelos. Não consegui entender porquê, mas sob sua orientação assim o fiz. Depois de talvez um hora ou um pouco mais em meditação, percebendo as dificuldades do caminho que os camelos percorriam num terreno íngreme e pedregoso, no silêncio da noite, me senti sozinho e distante do grupo com o qual tinha vindo ao Egito, e olhei para cima, para o céu, e mentalmente disse a Deus: -Deus, se realmente Tu falaste com Moisés neste monte, fala comigo também!

7 Então aproximou-se de mim um homem, e me falou, em espanhol: -o guia dos camelos disse que deveríamos parar aqui para apertar as correias das selas, porque o caminho está a ficar mais íngreme. Não se preocupe, eu estou com você o tempo todo, desde que saístes do hotel, e tenho viajado contigo, e venho também te acompanhando em camelo a subida ao monte. E concluiu: -assim, podes ficar inteiramente tranqüilo que viajo com você até o final do caminho.

8 Senti muita gratidão e perguntei: -de onde vens? Ao que me respondeu: -de Almada, Andaluzia, na Espanha. Agradeci pelo seu carinho, e perguntei pelo seu nome. E ele respondeu: -Jesus! Ao que então eu lhe disse: -Jesus, de Andaluzia. Sim, disse ele: -de Andaluzia. Senti o toque de Deus em cada uma de suas palavras. Voltamos aos camelos. Durante muito tempo do que restou a subida de cerca de três a quatro horas, lágrimas corriam insistentemente de meus olhos enquanto meu coração sorria. Assim, continuamos em silêncio até ao pé das escadarias, onde outra vez, descemos dos camelos e paramos para tomar um café.

9 Perguntei então se ele iria subir o restante do trajeto que em escadas rudimentares esculpidas ao redor do monte tornavam o caminho muito difícil. Disse-me que sim, que subiria, e me animou a fazer o mesmo. Perguntei se havia alguma razão especial para subir e ele respondeu que as pessoas faziam esta subida algo assim como que para "penitenciar-se". Disse-me para que eu ficasse tranqüilo e que ele iria iniciar a subida em companhia de sua esposa. Fiquei alí, aos pés das escadarias do Monte, esperando que Raquel e o grupo chegassem conduzidos por Ied.

10 Não tardaram a chegar, tranqüilizando todo o grupo em alegre reencontro. Mas eu não estava disposto a seguir o caminho pelo grau de dificuldades que descreviam a respeito dos degraus. Raquel me incentivou novamente e me levando pela mão disse-me que eu deveria experimentar. Então Ied, o beduíno, afastou Raquel e com sua grande mão, praticamente me suspendeu dizendo que me levaria até o alto em segurança. Assim, seguindo Raquel e sob a proteção da mão de Ied, as dificuldades ficaram para trás a cada grau que subíamos em direção ao pico.

11 E assim alcançamos o pico do Sinai ao nascer do sol.

12 Outra vez conduzido por Raquel e Ied, o guia Beduíno, desci o Monte Sinai. Algumas horas de caminhada morro abaixo, nos juntamos ao grupo no Monastério de Santa Catarina exaustos pela noite sem dormir, e pelo esforço tanto da subida quanto da descida.

13 Ao nos reunirmos para tomar o café da manhã em um hotel próximo ao Monastério, eu estava sentado em frente a Jesus e sua esposa Beatriz, e contei a ele sobre meu pedido a Deus, para que "Ele falasse comigo," e relatei a Jesus o que eu havia sentido quando"ouvi as suas palavras," e por final o "seu nome," naquele momento de parada em meio a subida ao Monte Sinai.

14 E Jesus me disse que com ele também havia acontecido "algo maravilhoso", naquele momento, naquele encontro. Disse-me que se sentia tão presenteado quanto eu por ele ter sido escolhido por Deus para falar comigo na montanha do Sinai, pois dar e receber são a mesma coisa. Apertamos as mãos, num gesto forte de união de nossos corações.

15 Ao despedir-me do guia beduíno, Ied, reconheci finalmente o homem de manto branco que havia encontrado na minha visão no Cairo, e que como um anjo havia me conduzido em sua mão para subir o Sinai e também descer.

16 Minha gratidão a todos que me permitiram viver estes Milagres de amor: a Ied o beduíno, por me conduzir ao alto em sua mão abençoada; a Jesus de Andaluzia por ter permitido que através de si, Deus pudesse falar comigo no Sinai; a Raquel, que me incentivou a chegar até lá e experimentar o caminho; e as demais pessoas do nosso grupo que conosco viajaram desde o Brasil até o Egito. Jorge Luiz Brandt Em 17 de setembro de 2007


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