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Sistemas Digitais e Arquitetura de Computadores - SDAC Prof. Dr. Dalton P. de Queiroz CURSO DE SEGUNDA LICENCIATURA EM INFORMÁTICA UNIDADE DE NOVA ANDRADINA.

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1 Sistemas Digitais e Arquitetura de Computadores - SDAC Prof. Dr. Dalton P. de Queiroz CURSO DE SEGUNDA LICENCIATURA EM INFORMÁTICA UNIDADE DE NOVA ANDRADINA 2011 Aula 00

2 PORQUE ESTUDAR SISTEMAS DIGITAIS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES ?

3 Para poder compreender a evolução dos computadores e entender seu funcionamento, bem como ser capaz de discutir e propor melhorias e novas arquiteturas.

4 DE ONDE SAIMOS..... O primeiro computador foi criado em Fevereiro de 1946 e foi inventado por John Eckert e John Mauchly. CURIOSIDADE Neste computador, chamado ENIAC, tinha um grande problema que atrapalhava muito os usuários. Era chamado de BUG (inseto). Acontecia que um inseto ficava preso no meio de um fio de saída e outro de entrada, atrapalhando o envio de dados, que acabava em um curto. Hoje em dia o BUG é falado para dizer que houve um erro. Agora vocês sabem de onde vem!

5 E ONDE JÁ CHEGAMOS.....

6 O QUE VAMOS APRENDER ESPECIFICAMENTE ?? Aquilo que está na ementa do projeto pedagógico do curso, desmembrada no plano de ensino da disciplina!! ONDE PODEMOS CONSULTAR ?? Na bibliografia básica e complementar apresentada no plano de ensino da disciplina. ENTÃO, É IMPORTANTE CONHECER O PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA

7 Ementa: Organização básica do computador. Representação de dados e sistemas de numeração. Álgebra booleana, portas lógicas, tabela verdade, implementação e minimização de funções lógicas. Circuitos combinacionais básicos: multiplexadores, demultiplexadores, decodificadores, codificadores, circuitos aritméticos. Temporização. Circuitos seqüenciais: flip-flops, registradores, memórias. Visão geral da arquitetura de um computador. Avaliação de desempenho. Conjunto de instruções. Processador: via de dados e unidade de controle. Pipeline. Hierarquia de memórias: memória cache e principal. Entrada e saída: dispositivos de E/S, barramentos, interfaces. Estudo de casos. Bibliografia Básica: TAUB, H. Circuitos digitais e microprocessadores. São Paulo: McGraw-Hill, MALVINO, A. P. Microcomputadores e microprocessadores. São Paulo: McGraw- Hill, BIGNELL, J. W. Eletrônica digital. São Paulo: Makron Books, TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. Rio de Janeiro: LTC, Bibliografia Complementar: PATTERSON, D. A., HENNESSY, J. L. Computer organization and design. New Jersey: Morgan Kaufmam, ______. Computer architeture. New Jersey:Morgan Kaufmann, STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores. Prentice Hall – Brasil, 5ª Edição, 2002.

8 QUAIS RECURSOS SERÃO USADOS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM ?? Aulas expositivas Listas de exercícios Seminários Simulações... e trabalhos afins Será também utilizado o MOODLE. O Moodle é um ambiente interativo de aprendizagem, onde serão disponibilizados diversos materiais de apoio a disciplina de SDAC, tais como aulas, e-books, chats, fóruns, etc.

9 Como vou ser avaliado? Optativa Prova escrita individual Todos os conteúdos (substitui N1 ou N2) Exame. Prova escrita individual Todos os conteúdos NOTA 1 (N1) = L1 + T1 +P1 L1 - valor de 0,0 a 1,5 (lista de exercícios) T1 - Valor de 0,0 a 1,5 (Pesquisas, simulações, seminários, etc) PROVA (P1): valor de 0,0 a 7,0 (prova escrita individual) NOTA 2 (N2) = L2 + T2 +P2 L2 - valor de 0,0 a 1,5 (listas de exercícios) T2 - Valor de 0,0 a 1,5 (Pesquisas, simulações, seminários, etc) PROVA (P2): valor de 0,0 a 7,0 (prova escrita individual) MÉDIA FINAL (M) = (N1 + N2) /2

10 CALENDÁRIO PREVISTO

11 PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES......

12 Em qualquer avaliação: CONTEUDO X CAPRICHO = conteúdo ganha Mas quem tem conteúdo é porque já aprendeu a ter capricho. Mas quem tem conteúdo é porque já aprendeu a ter capricho.

13 NÃO PERCA TEMPO ME ENGANANDO... VOCÊ ESTARÁ SE ENGANANDO NA VERDADE!

14 AS NOTAS MENORES QUE CINCO NÃO SOU EU QUEM DOU E AS MAIORES QUE CINCO NÃO É VOCE QUEM TIRA. NOTAS SÃO CONSEQÜÊNCIAS!! CUIDADO: NÃO SÃO FINS EM SI MESMAS!!

15 ATENÇÃO: LEIA NA ÍNTEGRA O REGIMENTO INTERNO DA UEMS !! Art. 76. § 2º A freqüência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas aos alunos devidamente matriculados. Art. 87. A ausência às avaliações da aprendizagem, inclusive ao exame final, assim como a não-apresentação de trabalho no prazo determinado, implicará nota 0 (zero) à atividade em questão. Art. 92. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária presencial total da disciplina e enquadrar-se em uma das seguintes situações: I - aprovação direta: aproveitamento igual ou superior a 6,0 (seis), resultante da média das avaliações; (conforme art. 131, § 1º, inciso II, do Regimento Geral da UEMS, alterado pela Resolução COUNI-UEMS Nº 352, de 15/12/2008). II - aprovação com exame: média final igual ou superior a 5,0 (cinco), resultante da média entre a nota do exame final e a média das avaliações. Art. 93. Será considerado reprovado na disciplina o aluno que desatender a quaisquer das disposições abaixo: I - ao término do período letivo obtiver média das avaliações inferior a 3,0 (três); II - desatender ao disposto no art. 92 deste Regimento. Seção V Da Avaliação Optativa Art. 94. A avaliação optativa poderá englobar todo o conteúdo ministrado no período letivo, desde que previsto no plano de ensino. § 1º A avaliação optativa deve ser realizada após o cumprimento do conteúdo, e da carga horária da disciplina, durante o período letivo. § 2º A nota da avaliação optativa, se superior, substituirá a menor das notas obtidas nas avaliações realizadas durante o período letivo. Seção VI Do Exame Final Art. 95. Deverá submeter-se a exame final o aluno que, tendo freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento), da carga horária presencial da disciplina, tiver alcançado nas avaliações média igual ou superior a 3,0 (três) e inferior a 6,0 (seis). (conforme art. 131, § 1º, inciso II, do Regimento Geral da UEMS, alterado pela Resolução COUNI-UEMS Nº 352, de 15/12/2008). Parágrafo único. O exame final será realizado após o término do período letivo, observados os prazos previstos em calendário acadêmico e edital interno contendo a data do exame final, por disciplina, sendo vedado o conflito de horário. Art. 96. A forma de realização e o conteúdo do exame final constarão no plano de ensino aprovado pelo colegiado de curso. Art. 97. Não será concedida nova oportunidade para realização de exame final, salvo os casos previstos em Lei. Art. 98. Para obtenção da Média Final, após a realização do exame, será utilizada a seguinte fórmula: MF = MA + NE 2 MF = Média Final MA = Média das Avaliações NE = Nota do Exame.


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