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ENERGIA NUCLEAR vantagens competitivas. MATRIZ ELÉTRICA MUNDIAL PÓS FUKUSHIMA Os motivos para a opção nuclear no mundo Os motivos para a opção nuclear.

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1 ENERGIA NUCLEAR vantagens competitivas

2 MATRIZ ELÉTRICA MUNDIAL PÓS FUKUSHIMA Os motivos para a opção nuclear no mundo Os motivos para a opção nuclear no mundo permanecem os mesmos de antes de Fukushima: 1) ENERGIA DE BASE (contínua e estável por longos períodos) EM GRANDE QUANTIDADE (Angra 2 ~ 1,8 milhões de HP) 2) BAIXO CUSTO DE PRODUÇÃO (inferior aos concorrentes) 3) BAIXO IMPACTO AMBIENTAL 4) NÃO EMITE GCES, ESTANDO ISENTA DE (futuras) TAXAS DE EMISSÃO DE CO2

3 BENEFÍCIOS DA GERAÇÃO NUCLEAR 1)O mais baixo custo de combustível (carvão é 4 vezes mais caro; gás é 10 vezes mais caro) 2) Percentual do custo do U em relação ao custo total de produção é baixo (<4%) (proteção contra volatilidade)

4 BENEFÍCIOS DA GERAÇÃO NUCLEAR 3) Custos de produção baixos (30 a 40% da tarifa) 4) Combustível abundante 5) Geração de base confiável (Record > 700 dias contínuos a plena potência) 6) Instalação próxima de centros de consumo, limitando transmissão e perdas (Itaipu perde uma Angra 1). 7) Longos ciclos: até 24 meses sem recarga 8) Longa vida útil: 60 ou mais anos 9) Novas gerações (3+) com melhor tecnologia: modular, passiva, padronizada, controlando riscos econômicos e de segurança

5 BENEFÍCIOS DA GERAÇÃO NUCLEAR 10) Baixa ocupação do solo (5 km2) pelas usinas 11) Não emissão de GCEE (ausência de taxação ou compra de créditos de carbono) 12) Em ambiente nivelado de comercialização, é competitivo com qualquer outra fonte, inclusive hidráulicas distantes 13) Pode ser localizada em regiões selecionadas, que sejam seguras para a usina, para o meio ambiente e para o público. 14) Grande impacto econômico, podendo alavancar o desenvolvimento regional 15) Pagadora de elevados salários, exatamente aqueles que são apreciados pela economia e pelas pessoas

6 BENEFÍCIOS DA GERAÇÃO NUCLEAR 16) Indutora de desenvolvimento científico e tecnológico 17) Grande formadora de mão de obra especializada 18) Pode ser usada em outras atividades além da geração de eletricidade: dessalinização, district heating, etc 19) A geração IV (2020/2030), com temperaturas > 800C deverá substituir a fonte térmica fóssil na indústria (H2, petroquímica, siderurgia, vidros, papel, cimento,etc). 20) Geração IV: fonte de energia para locais de difícil acesso (Sibéria, Amazônia, Alaska) etc) 21) Fonte motriz de transporte naval

7 DESAFIOS INDÚSTRIA NUCLEAR 1)Custo de instalação (capital intensiva, longo prazo de instalação, juros, risco econômico) – custo de produção é baixo 2) Percepção pública quanto à segurança e o rejeito 3) Risco de proliferação nuclear 4) Desconhecimento da população de que energia renovável, descontínua, não é competidora de energia de base (nuclear, gás, carvão, hidráulica com reservatório)

8 POSICIONAMENTO INTERNACIONAL PÓS FUKUSHIMA 1) USA: favorável, introdução de proteções adicionais 2) França: idem 3) Inglaterra: idem 4) Japão: idem 5) Rússia: idem 6) Canadá: idem 5) Itália: manteve a moratória (estimativa de perdas em US$ 50 bi) 6) Alemanha: phase out de natureza política, sem solução econômica para a substituição. A grande questão mundial continua sendo o risco econômico de instalação e como mitigá-lo. Construir usinas dentro do prazo, orçamento e escopo é o real desafio nuclear

9 POSICIONAMENTO INTERNACIONAL PÓS FUKUSHIMA 25% da potência instalada é eólica Para substituir a parcela nuclear com eólicas de 3 MWe, seriam necessárias 30 mil turbo geradores eólicos.

10 Fonte: Internacional Energy Annual 2005 kilowatts.hora / habitante / ano Canadá EUA Austrália Japão Coréia Rússia África do Sul China 487 Índia Brasil 90 a Posição Inferior a Chile e Argentina Metade do consumo de Portugal Portugal Consumo Anual de Eletricidade por habitante PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL

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12 Fonte: Lighting the way, InterAcademy Council, 2007 IDH x Consumo per capita de eletricidade

13 O BRASIL PRECISA AMPLIAR A ELETRIFICAÇÃO A ELETRICIDADE é a forma de utilização de energia mais efetiva e eficiente. O mundo continua a se eletrificar. Mesmo os países desenvolvidos. SOMOS POBRES EM ELETRICIDADE Nosso sistema de potência, com base renovável, peca por uma razão essencial: TEM POUCA POTÊNCIA

14 PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL HARVARD

15 PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL MIT Fonte: MIT 2010

16 PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL UFRJ 2011 IDH baixo é isto

17 PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL

18 INSUMOS MÃO DE OBRA ENERGIA ENERGIA: SOMOS CARENTES f

19 PORQUE PRECISAMOS DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL Nosso sistema de potência peca por produzir pouca eletricidade Um efeito colateral é o elevado custo da eletricidade Nossas tarifas estão entre as mais elevadas do mundo Escala favorece a redução do custo unitário de qualquer coisa, inclusive eletricidade Precisamos dobrar nossa geração de eletricidade para adentrarmos ao grupo de países desenvolvidos

20 PORTFÓLIO EQUILIBRADO recomendação do EPRI para USA Sugere uma alternativa para a descarboniza ç ão (62% em rela ç ão a 2005 em 2030) da gera ç ão de eletricidade americana (10 vezes maior do que o Brasil), pelo menor custo São oito tecnologias e suas contribui ç ões percentuais para a redu ç ão: - 13% renov á veis (75% e ó lica, 15% biomassa, 10% outras) - 11% nuclear (30 novas #´s e preservação das atuais) - 11% captura e sequestro de CO2 nas f ó sseis - 9,3% transporte h í brido (100 milhões de carros h í br. em 2030) - 6,5% eficiência energ é tica dos usu á rIos finais - 6,5% aumento da eletrifica ç ão substituindo a f ó ssil - 3,7% aumento da eficiência f ó ssil - 0,9% redu ç ão perdas na transmissão (smart grid, etc)

21 Hidráulica: Gás natural: Nuclear: Carvão: PCH: Eólica: Biomassa da cana: Resíduos urbanos: Projeções do PNE-30 (acréscimos 2015/2030) MWe MWe MWe MWe Mwe MWe MWe MWe

22 CUSTOS COMPARATIVOS NUCLEAR: US$ 4.000/MWe (OVERNIGHT) US$ 0,67/mmBTU (FUEL) US$ 84/MWh (TARIFA JUROS PREMIUM) US$ 66/MWh (TARIFA JUROS MERCADO ELÉTRICO) CARVÃO: US$ 2.300/MWe (OVERNIGHT) US$ 2,60/mmBTU (FUEL) US$ 62/MWh (TARIFA JUROS MERCADO ELÉTRICO) US$ 83/MWh (TARIFA COM US$ 25/t CO 2 ) GÁS NAT.: US$ 850/MWe (OVERNIGHT) US$ 7,00/mmBTU (FUEL) US$ 65/MWh (TARIFA JUROS MERCADO ELÉTRICO) US$ 74/MWh (TARIFA COM US$ 25/t CO 2 ) Dólar de 2007, mercado americano Fonte: MIT 2010

23 DESNIVELAMENTO DA COMERCIALIZAÇÃO NO BRASIL Nossos leilões de comercialização não são nivelados entre as diferentes fontes: hidráulica: tem grande parte dos custos de transmissão socializados (através de todos os pagadores de tarifa); fóssil: tem grande parte dos custos de combustível socializados (preços com fc 21%); eólica: não é de base (assimetria de qualidade da eletricidade);

24 ASSIMETRIA EM DESFAVOR NUCLEAR Nuclear é concentrada, contínua e em bases niveladas, competitiva com as demais fontes de energia no mercado brasileiro. Tarifa Nuclear reflete todos os custos (amortização, custo de capital, custo O&M fixo e variável, taxas e impostos, transmissão). Hidráulica, Renováveis e Fóssil têm expressivos custos escondidos, externos ou hidden (que não entram na tarifa, mas são pagos pelos consumidore).

25 HIDDEN COST (CUSTOS ESCONDIDOS) energia eólica Uma central eólica com 150 MWe de potência demanda (National Research Counsil of National Academies 2009) 689 caminhões de carga, 140 vagões, 8 navios, insumos incluíndo cobre, ferro, terras raras para os imãs permanentes, madeira, fibras de carbono e de vidro, todos causando impactos ambientais.

26 HIDDEN COST (CUSTOS ESCONDIDOS) energia eólica Cerca de passaros são mortos nos EUA todos os anos pelas pás giratórias, que também afetam habitats (10 a 15/ano/turbina) Alterações no uso de terras decorrem de estradas e linhas de transmissão de milhares, ou dezenas de milhares de turbinas

27 HIDDEN COST (CUSTOS ESCONDIDOS) energia eólica Foram registrados efeitos adversos causados pelo ruído, tais como distúrbio de sono e desconforto. Interferência magnética com transmissão de TV e rádio, bem como com radares foram registrados. Custos de regulação de sistema elétrico face à descontinuidade da energia eólica é estimado em US$ 5/MWh. Sistemas elétricos com mais de 25% de participação eólica representam desafios para a regulação de freqüência e tensão, devido à variabilidade e imprevisibildade.

28 HIDDEN COST (CUSTOS ESCONDIDOS) energia eólica Uma fazenda eólica com produção anual de eletricidade equivalente à central de Angra, teria cerca de 1800 turbinas e causaria a morte de aproximadamente pássaros por ano.

29 Hidden cost área necessária/empreendimento

30 Hidden cost

31 Hidden cost área necessária/empreendimento Área alagada por hidro no Brasil: km2 (Ferreira, 1997) Área de exclusão de Chernobyl: 706 Km2 (R 30 km) Área devastada por represas no Brasil equivale a 50 acidentes de Chernobyl, ou 95 baías da Guanabara Usinas nucleares incorporam em seus custos de produção recursos para descomissionamento (15% da instalação). Alguém já ouviu falar de recursos para descomissionar reservatórios? O que fazer com Sobradinho (4000 km2) após o descomissionamento da usina?

32 FUKUSHIMA - ERROS 1) Usina projetada para eventos sísmicos com intensidade máxima de 8,2 da escala Richter Nos últimos 513 anos, 16 tsunamis com amplitudes acima de 10 metros provocadas por abalos sísmicos variando entre 7,4 e 9,2 foram reportados no japão e nas ilhas Kuril Com base nos dados, esperava-se que dentro de cada período de 30 anos uma tsunami acima de 10 metros ocorresse no Japão. Entretanto, a usina não foi projetada para esta intensidade (10 m usina, 5,7 barreira, 15 m tsunami). Este erro de projeto não foi detectado pela autoridade regulatória, tão pouco pelo operador TEPCO OBVIAMENTE FOI IGNORADA A EXISTÊNCIA DE ELEVADO RISCO ESPECÍFICO

33 GERAÇÕES DE REATORES Fukushima partiu em 1971 (proj. dec. 60)

34 FUKUSHIMA - ERROS

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37 2) Os geradores Diesel e o tanque de óleo estavam insuficientemente protegidos contra inundações, tornando-os indisponíveis com a tsunami 3) As unidades de Fukushima foram projetadas e construídas no início da indústria nuclear, década de 60, com menores margens de segurança do que as gerações posteriores. 4) Demora na injeção de água do mar para resfriar o reator, devido a demora em tomar decisão que inutilizaria a usina. Houve pressão do governo para esta tomada de decisão, porém muito tarde

38 FUKUSHIMA - ERROS 5) Vent do vapor do reator também efetuado tardiamente e sob pressão do governo. 6)Alívio com mistura de H2 acima de 4% se deu através de chaminés frágeis. Todas as usinas americanas semelhantes alteraraam o projeto da chaminé há mais de 20 anos, o que não foi reproduzido no Japão. Com isto ocorreram explosões, que, entretanto não contribuíram para a fusão do núcleo.

39 FUKUSHIMA - ERROS 7) Inexistência de ignitores ou recombinadores de H2 na contenção. 8) Relacionamento entre autoridade regulatória, operadores e empreiteiros sugerindo complacência frente aos interesses comuns. 8) Demora em aceitar ajuda internacional, principalmente americana. Os americanos em função de 11 de Setembro haviam estudado e introduzido métodos e recursos para lidar com acidentes semelhantes, e portanto estavam melhor preparados. Em particular foi oferecido transporte aéreo de GD´s, rejeitado como medida para salvar aparências.

40 FUKUSHIMA - ERROS 9) Capacidade insuficiente de gerir acidentes em múltiplas unidades simultaneamente.

41 FUKUSHIMA – CONSEQUÊNCIAS 9) Conseqüências: -Fusão dos núcleos nas primeiras horas do evento -4 óbitos (2 decorrente do terremoto, nenhum por radiação) -~20 pessoas feridas, maior parte pela explosão de H2 -< 20 expostas com doses < 250 mSv -0 pessoas expostas com doses > 250 mSv (um óbito adicional por câncer entre 100 pessoas) pessoas evacuadas dentro de um círculo com raio de 20 Km, e adicionais numa área ao nordeste -Retorno estimado em até 1 ano -Número de morte no Japão devido à tsunami: > 25000

42 Hiroshima pós U bomba Hiroshima antes e depois

43 Hiroshima hoje

44 ÓBITOS POR MODALIDADE DE GERAÇÃO

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46 CONTEXTO DAS USINAS DE ANGRA ANGRA 1: usina projetada no final da geração 2, sendo uma das mais modernas ANGRA 2: estado da arte da geração 2 GERAÇÃO 3+ traz novidades, principalmente voltadas para controlar os riscos empresariais da construção.

47 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000

48 FLUXO DE CAIXA NUCLEAR

49 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000 Características inusitadas voltadas para a segurança estão presentes: - simplicidade, modularidade, padronização - core catcher (retém o núcleo fundido, preservando a contenção – última barreira) - passivo (não requer AC para a proteção). Utiliza leis da natureza, tais como gravidade, convecção natural, etc. Nas condições de Fukushima (black out total) a usina preservaria sua condição de segurança, evitando qualquer dano ao núcleo.

50 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000 Reator mais simples, com cerca da metade dos componentes, sistemas e estruturas de uma usina nuclear da geração 2, com potência equivalente. É uma construção modular, com benefícios de qualidade, custos e prazos, requerendo, entretanto, maior planejamento

51 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000 SIMPLIFICAÇÃO DAS USINASMODULARIZAÇÃO DAS USINASPADRONIZAÇÃO DAS USINAS

52 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000

53 TOLERABILIDADE AO RISCO

54 RISCO: AP-1000

55 SALTO TECNOLÓGICO: AP-1000

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58 ETAPAS DO EMPREENDIMENTO NUCLEAR, sob a ótica de controle de riscos empresariais 1. Existência de mercado e viabilidade econômica 2. Seleção de sítio 3. Seleção de tecnologia 4. Formação da estrutura de capital 5. Financiamento do projeto 6. Análise e mitigação de riscos de cada etapa 7. Gestão do projeto durante a construção e montagem

59 INVESTIMENTO TOTAL R$ 42 Bilhões CAPACIDADE INSTALADA 6600 MW FATOR DE CAPACIDADE De 85% a 90% PRODUÇÃO ANUAL BRUTA 50,58 Milhões de MWh RECEITA ANUAL BRUTA (valor referência R$ 150,00 MWh) Estimada em R$ 7,2 Bilhões CUSTO TOTAL ANUAL (PRODUÇÃO + FORWARD) R$ 3,102 Bilhões MARGEM DE LUCRO R$ 4,1 Bilhões PERÍODO DE INVESTIMENTOS 17 Anos CENTRAL NUCLEAR COM 6 REATORES

60 CHESF Capacidade Instalada: MW Fator de Capacidade: 53% (2009) Produção Anual Bruta: 46,40 Milhões de MWh FURNAS Capacidade Instalada: MW Fator de Capacidade: 63% (2008) Produção Anual Bruta: 55,60 Milhões de MWh BELO MONTE Capacidade Instalada: MW Fator de Capacidade: 41% (estimado) Produção Anual Bruta: 40,04 Milhões de MWh CENTRAL COM 6 REATORES Capacidade Instalada = 6600 MW Fator de Capacidade = de 85% a 90% Produção Anual Bruta = 50,58 Milhões de MWh DADOS COMPARATIVOS OPERACIONAIS X

61 DADOS COMPARATIVOS FINANCEIROS Receita Anual da Central R$ 7,2 bilhões Orçamento 2009 de Pernambuco R$ 16 bilhões (2x) Orçamento 2009 da Bahia R$ 21 bilhões (3x) Orçamento 2009 de Alagoas R$ 5,8 bilhões (81%) Orçamento 2009 de Sergipe R$ 5,1 bilhões (71%)

62 UM BENCHMARK PARA O PROJETO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO CASE: TENNESSEE VALLEY AUTHORITY (TVA) A TVA é a maior companhia de energia pública dos EUA e um exemplo de agência de desenvolvimento regional. Atingindo mais de 9 milhões de pessoas, em uma área de milhas quadradas em 7 estados, foi responsável pelo enriquecimento da região aos níveis das regiões mais ricas dos EUA. O desenvolvimento regional foi obtido num período de 20 anos de atividades (1930 – 1950).

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64 ESTA É A REGIÃO QUE OFERECE A OPORTUNIDADE! - Acessível; - Ensolarada; - Plana; - Próxima ao Litoral; - Mercado de 50 milhões de consumidores; - O rio São Francisco.

65 UMA VISÃO DO POSSÍVEL

66 ESTE INVESTIMENTO PODE EXCEDER A CAPACIDADE DO CAPITAL DO ESTADO AS PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL PRIVADO É ESSENCIAL EMPRESAS ASSOCIADAS DA ABDAN Bardella, Construtora Norberto Odebretch, Siemens, Confab Industrial, Construtora Andrade Gutierrez, Framatome ANP, Sulzer Brasil, EBE (Empresa Brasileira de Engenharia), NUCLEP (Nuclebras Equipamentos Pesados), ELETRONUCLEAR (Eletrobrás Termonuclear), Westinghouse Nuclear, ALSTOM, Concremat, Marte Engenharia, INB (Indústrias Nucleares do Brasil), Engevix Engenharia, Furnas Centrais Elétricas, Leme Engenharia, Jaraguá Equipamentos, Industriais, Iberdrola Consultoria e Serviços do Brasil, Construções e Comércio Camargo Corrêa, UTC Engenharia, MEGATRANZ ALE Heavylift & Transporte, EDF Brasil, Queiroz Galvão; - É uma iniciativa criadora de valor; - Mais de 50% das usinas nucleares do mundo pertencem ao capital privado; - A indústria nuclear é rentável e segura As oportunidades para o capital privado excedem a construção e operação das usinas

67 IMAGEM DA USINA NUMA ÁREA FORTEMENTE CANDIDATA

68 VISÃO Esta visão não é nova (central com até 6 usinas) Outros já tiveram esta mesma visão décadas atrás, e a transformaram em realidade. De fato, 28 vezes esta visão se transformou em realidade, envolvendo mais de 100 usinas.

69 Japão – 8206 MWeCanadá – 6830Mwe Ucrânia – 6000MWe Coréia – 5900MWe

70 Coréia – 5900Mwe França – 5528MWe França – 5706MWeFrança – 5448MWe

71 Japão – 4710 MWe Canadá – 4405MWe Japão – 4400MWe

72 Rússia – 4000Mwe Canadá – 3636MWe USA – 3921MWe França – 3748MWe

73 França – 3824MWeFrança – 3820MWe França – 3804MWe França – 3748MWe

74 França – 3742MWe Suécia – 3711MWe USA – 3494MWe Japão – 3478MWe

75 Japão – 3392MWe Suécia – 3295 MWe Coréia – 3137MWeFrança – 3122MWe


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