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Prof. Me. Amarildo Pinheiro Magalhães IFPR – Câmpus Paranavaí

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Apresentação em tema: "Prof. Me. Amarildo Pinheiro Magalhães IFPR – Câmpus Paranavaí"— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Me. Amarildo Pinheiro Magalhães IFPR – Câmpus Paranavaí
O processo ensino-aprendizagem e a utilização das novas tecnologias: possibilidades metodológicas Prof. Me. Amarildo Pinheiro Magalhães IFPR – Câmpus Paranavaí

2 PRIMEIRA PROVOCAÇÃO “Ela não anda, ela desfila Ela é top, capa de revista Ela é mais mais, ela arrasa no look Tira foto no espelho pra postar no Facebook” [...] Léo Rodrigues. Ela é top.

3 A VIDA NA REDE

4

5 Novas? tecnologias

6 NOVA? geração

7 O DESAFIO PARA A ESC0LA

8 IMPERATIVOS PARA A práticA ESCOLAR
“A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto”. (FREIRE, 1983)

9 USO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO: DUAS ABORDAGENS
a abordagem que dá mais sentido ao uso do computador na educação é a de ferramenta, pois auxilia o aluno no seu processo de aprendizagem – e não como máquina de ensinar que apenas fornece informações ao usuário. (OLIVEIRA FILHO, 2013, p. 1)

10 USO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO: DUAS ABORDAGENS
“Já na outra abordagem – a do computador como ferramenta – esse recurso passa a ser concebido como um instrumento pelo qual o aluno desenvolve alguma coisa, e a aprendizagem ocorre, pelo fato de o aluno estar executando uma tarefa por meio do computador.” (OLIVEIRA FILHO, 2013, p. 4)

11 USO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO: DUAS ABORDAGENS
Processadores de textos, banco de dados, planilhas, editores eletrônicos são aplicativos úteis tanto para os alunos como para os professores. É necessário que o professor conheça bem as potencialidades desses materiais pois eles podem ter um uso bastante extenso, atendendo à quase todas as disciplinas, em vários aspectos do conhecimento e ainda usados de acordo com o interesse e a capacidade dos alunos. (OLIVEIRA FILHO, 2013, p. 4)

12 O PROFESSOR MEDIADOR No contexto educacional, as aprendizagens são desenvolvidas nas relações estabelecidas entre os sujeitos, com o compartilhamento de saberes, experiências e conhecimentos que realizam e adquirem nas suas relações com o meio social. Nessas interações, o professor, enquanto mediador, assume uma dimensão importantíssima, atribuindo valor ao ato de ensinar para que seus alunos realmente aprendam, pois nesse processo há uma intencionalidade de sua ação, previamente sistematizada e planejada. (PARANÁ, 2010, p. 11)

13 O PROFESSOR MEDIador “A simples interação entre o sujeito e o objeto, no caso das experiências de aprendizagem escolares, entre o aluno e o conhecimento, não se efetivará de maneira significativa se não houver o professor, sujeito que medeia tal processo.” (PARANÁ, 2010, p. 11)

14 O PROFESSOR MEDIADOR “Entende-se, pois, que as interações que trazem uma intencionalidade, um planejamento e uma proposta sistematizada são consideradas um processo de mediação didático-pedagógico.” (PARANÁ, 2010, p. 12)

15 O PROFESSOR MEDIADOR “A mediação do professor consiste em problematizar, perguntar, dialogar, ouvir os alunos, ensiná-los a argumentar, abrir-lhes espaço para expressar seus pensamentos, Sentimentos, desejos, de modo que tragam para a aula sua realidade vivida” (LIBÂNEO, 2009, p. 13).

16 O PROFESSOR MEDIADOR “[...] a presença do professor é indispensável para a criação das condições cognitivas e afetivas que ajudarão o aluno a atribuir significados às mensagens e informações recebidas das mídias, das multimídias e formas variadas de intervenção educativa urbana. O valor da aprendizagem escolar está justamente na sua capacidade de introduzir os alunos nos significados da cultura e da ciência por meio de mediações cognitivas e interacionais providas pelo professor.” (LIBÂNEO, 2009, p. 12)

17 A APRENDIZAGEM INOVADORA
Aprendemos quando descobrimos novas dimensões de significação que antes se nos escapavam, quando vamos ampliando o círculo de compreensão do que nos rodeia, quando como numa cebola, vamos descascando novas camadas que antes permaneciam ocultas à nossa percepção, o que nos faz perceber de uma outra forma. Aprendemos mais quando estabelecemos pontes entre a reflexão e a ação, entre a experiência e a conceituação, entre a teoria e a prática; quando ambas se alimentam mutuamente. (MORAN, 2009, p )

18 A APRENDIZAGEM INOVADORA
Aprendemos pelo pensamento divergente, através da tensão, da busca e pela convergência – pela organização, integração. Aprendemos pela concentração em temas ou objetivos definidos ou pela atenção difusa, quando estamos de antenas ligadas, atentos ao que acontece ao nosso lado. Aprendemos quando perguntamos, questionamos, quando estamos atentos, de antenas ligadas. (MORAN, 2009, 22-24)

19 APRENDIZAGEM INOVADORA
Aprendemos quando interagimos com os outros e o mundo e depois, quando interiorizamos, quando nos voltamos para dentro, fazendo nossa própria síntese, nosso reencontro do mundo exterior com a nossa reelaboração pessoal. (MORAN, 2009, p )

20 APRENDIZAGEM INOVADORA
Aprendemos pela credibilidade que alguém nos merece. A mesma mensagem dita por uma pessoa ou por outra pode ter pesos bem diferentes, dependendo de quem fala e de como o faz. Aprendemos também pelo estímulo, motivação de alguém que nos mostra que vale a pena investir num determinado programa, curso. Um professor que transmite credibilidade facilita a comunicação com os alunos e a disposição para aprender. (MORAN, 2009, p )

21 APRENDIZAGEM INOVADORA
Aprendemos realmente quando conseguirmos transformar nossa vida em um processo permanente, paciente, confiante e afetuoso de aprendizagem. Processo permanente, porque nunca acaba. Paciente, porque os resultados nem sempre aparecem imediatamente e sempre se modificam. Confiante, porque aprendemos mais se temos uma atitude confiante, positiva diante da vida, do mundo e de nós mesmos. Processo afetuoso, impregnado de carinho, de ternura, de compreensão, porque nos faz avançar muito mais. (MORAN, 2009, p )

22 INSPIRAÇÃO

23 ALTERNATIVAS METODOLÓGICAS: FERRAMENTAS E EXPERIÊNCIAS

24 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

25 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

26 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

27 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

28 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

29 JORNAL EXPRESS WWW.JEX.COM.BR

30 BLOG

31 BLOG

32 BLOG

33 BLOG

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37 BLOG

38 BLOG

39 BLOG

40 BLOG

41 FACEBOOK O Facebook, criado no dia 4 de fevereiro de 2004 por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, alunos da Universidade de Harvard, é uma rede social que desde o início tem o objetivo de configurar um espaço no qual as pessoas possam encontrar umas às outras, dividindo opiniões e fotografias.

42 FACEBOOK

43 FACEBOOK

44 FACEBOOK

45 FACEBOOK

46 FACEBOOK

47 FACEBOOK

48 FACEBOOK

49 FACEBOOK

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51 Salas de aula

52 Biblioteca

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56 REFERÊNCIAS FREIRE, P.  A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1983. LIBÂNEO, J. C. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 9. ed. São Paulo: Cortez, p v. 67. (Questões de nossa época) MORAN, J. M. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica, 15 ed. São Paulo: Papirus, 2009, p.22-24 OLIVEIRA FILHO, V. H. As novas tecnologias e a mediação do processo ensino-aprendizagem na escola. Disponível em <http://www.uespi.br/prop/XSIMPOSIO/TRABALHOS/PRODUCAO/Ciencias%20da%20Educacao/AS%20NOVAS%20TECNOLOGIAS%20E%20A%20MEDIACAO%20DO%20PROCESSO%20ENSINO-APRENDIZAGEM%20NA%20ESCOLA.pdf>. Acesso em 1.jun.2013.

57 REFERÊNCIAS PARANÁ. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes para o uso das tecnologias educacionais. Curitiba: SEED-PR, 2010.


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