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Enf.ª Sandra Pereira Vila Franca de Xira 19 de Maio de 2012 1.

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1 Enf.ª Sandra Pereira Vila Franca de Xira 19 de Maio de

2 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 2

3 Podemos definir os Primeiros Socorros como: Uma série de procedimentos simples que têm como objectivo resolver situações de emergência, feitas por pessoas comuns com esses conhecimentos, até à chegada de atendimento médico especializado. 3

4 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 4

5 1. Manter a calma. 2. Ter em mente a ordem de segurança na prestação de socorro: 1º O socorrista 2º A Equipa 3º A vítima. 3. Ligar para o número de emergência (geralmente, o 112). 4. Verificar se há riscos no local, tanto para o socorrista, como para a equipa e antes de agir no acidente. 5. Manter sempre o bom senso. 1. Manter a calma. 2. Ter em mente a ordem de segurança na prestação de socorro: 3. Ligar para o número de emergência (geralmente, o 112). 4. Verificar se há riscos no local, tanto para o socorrista, como para a equipa e antes de agir no acidente. 5. Manter sempre o bom senso. 1º O socorrista 2º A Equipa 3º A vítima. 6. Manter o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos. 7. Distribuir tarefas. 8. Evitar manobras intempestivas. 9. Em caso de múltiplas vítimas dar preferência àquelas que correm maior risco de vida 10. Ser socorrista e não herói. 6. Manter o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos. 7. Distribuir tarefas. 8. Evitar manobras intempestivas. 9. Em caso de múltiplas vítimas dar preferência àquelas que correm maior risco de vida. 10. Ser socorrista e não herói. 5

6 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 6

7 Utilizada quando a vítima está inconsciente, mas a respirar e com um bom pulso; Permite manter a permeabilidade da via aérea Evita a entrada de conteúdo gástrico na via aérea. Não deve ser realizada quando a vítima: Não estiver a respirar; Tiver uma lesão na cabeça, pescoço ou coluna; Tiver um ferimento grave. 7

8 1. Retirar óculos e objectos volumosos (chaves, telefones) dos bolsos da vítima; 2. Alargar as roupas ao nível do pescoço; 3. Colocar o braço da vítima, mais próximo de si (reanimador), com flexão do cotovelo a 90º, de forma a fazer ângulo recto com o corpo da vítima, e com a palma da mão virada para cima; 8

9 4. Flexionar o outro braço da vítima sobre o tórax e encostar a face dorsal da mão à face da vítima, do lado do reanimador; 5. Manter a mão da vítima nesta posição; 9

10 6. Com a outra mão, elevar a coxa da vítima, do lado oposto ao reanimador, de forma a flexionar o joelho; 7. Rolar a vítima na direcção do reanimador; 10

11 8. Ajustar a perna que fica por cima, de modo a formar um ângulo recto ao nível da coxa e do joelho; 9. Efectuar no final os ajustes necessários; 10. Se a vítima tiver que permanecer em PLS por um longo período de tempo, recomenda-se que ao fim de 30 minutos seja colocada sobre o lado oposto. 11

12 12

13 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 13

14 É um conjunto de procedimentos bem definidos e padronizados, tendo como objectivo reconhecer as situações de perigo iminente de vida, saber como e quando pedir ajuda, e ainda saber iniciar de imediato, sem recurso a qualquer recurso, manobras que contribuam para a preservação da ventilação e da circulação. 14

15 A morte súbita é uma das principais causas de morte; Cerca de 60% destas mortes ocorrem antes de a vítima chegar ao hospital; 5 a 10% sobrevivem e têm alta do hospital. É vital intervir com o SBV antes da chegada da emergência médica 15

16 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 16

17 O reanimador não deve expor-se a si ou a terceiros a riscos maiores do que o que corre a própria vítima. 17

18 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 18

19 Estimular, batendo suavemente nos ombros; Perguntar em voz alta: Está bem? Sente-se bem? Se a vítima responder: Perguntar o que se passou; Deixar na mesma posição; Verificar se existem lesões; Pedir ajuda se necessário; Reavaliar regularmente. 19

20 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 20

21 Gritar por ajuda em voz alta; Colocar a vítima em decúbito dorsal - deitada com a barriga voltada para cima; Não abandonar a vítima. 21

22 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 22

23 Desapertar a roupa à volta do pescoço da vítima; Fazer a extensão do pescoço (inclinar a cabeça para trás); Elevar o maxilar inferior (queixo); Retirar próteses dentárias soltas, secreções, etc; Explorar a cavidade oral; Verificar se existem corpos estranhos. 23

24 Atenção: Se suspeita de lesão cervical: colocar dedos indicadores por trás do ângulo da mandíbula e fazer pressão para cima e para a frente. 24

25 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 25

26 VOS V er O uvir S entir a existência de movimentos respiratórios normais. 26

27 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 27

28 Se estiver sozinho, deve ligar 112; Se estiver alguém por perto, pedir para ligar

29 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 29

30 Ajoelhe-se junto à vítima; Coloque a base de uma mão no centro do tórax Coloque a outra mão sobre esta; Entrelace os dedos e levante-os, para não exercer pressão sobre as costelas; Braços esticados na vertical, sem flectir os cotovelos, ombros na perpendicular. 30

31 Garantir condições de segurança Avaliar se a vítima responde Gritar por ajuda Permeabilizar via aérea Avaliar respiração Ligar compressões torácicas Executar 2 ventilações 31

32 Tapar o nariz da vítima; Manter a extensão do pescoço e elevação do queixo; Fazer uma inspiração profunda; Colocar os lábios à volta da boca da vítima; Soprar continuamente para o interior da boca da vítima (1''); Observar a expansão do tórax; Afastar a boca, mantendo a via aérea permeável; Observar movimento descendente do tórax; 32

33 30 compressões torácicas Executar 2 ventilações Alternar 30 compressões e 2 ventilações até chegar ajuda especializada. 33

34 As manobras do SBV, uma vez iniciadas, devem ser continuadas sem interrupção até: Chegar ajuda especializada; A vitima começar a respirar normalmente; O reanimador ficar exausto. Se a vítima estiver inconsciente e respirar ou começar a respirar: Colocar a vítima em Posição Lateral de Segurança; Telefonar para pedir ajuda; Reavaliar periodicamente. 34

35 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 35

36 Qualquer objecto sólido (alimentos, sangue ou vómito) pode funcionar como corpo estranho e causar obstrução. Sintomas: Agitação; Palidez; Dilatação das pupilas (olhos); Respiração ruidosa; Tosse; Estado de inconsciência com paragem respiratória e cianose (tonalidade azulada) da face e extremidades (dedos dos pés e mãos). 36

37 Ligeira Grave 37

38 Encorajar a tosse; Reavaliar periodicamente. 38

39 1.Colocar-se ao lado e ligeiramente atrás da vítima; 2.Suportar o corpo da vítima ao nível do tórax, com inclinação para a frente; 3.Dar uma pancada (utilizando a força adequada) com a base da outra mão na parte superior das costas, na região interescapular; 4.Repetir até 5 pancadas interescapulares; 5.Após cada pancada verificar se a obstrução foi resolvida. 39

40 Colocar a cabeça da criança para baixo e dar palmadas (não violentas, mas vigorosas) no meio das costas, entre as omoplatas, com a mão aberta. 40

41 1. Colocar-se por trás da vítima; 2. Colocar os braços à volta da vítima ao nível da cintura; 3. Fechar uma mão em punho com o polegar encostado ao abdómen da vítima, na linha média um pouco acima do umbigo e bem afastada do apêndice xifoide; 41

42 4. Agarrar o punho com a outra mão e efetuar um movimento rápido, vigoroso (para dentro e para cima) e na direcção do reanimador; 5. Verificar a cada compressão a desobstrução; 6. Repetir até 5 compressões abdominais; 7. Repetir alternadamente 5 pancadas interescapulares com 5 compressões abdominais, até à desobstrução, ou a vítima ficar inconsciente; 8. Caso a vítima fique inconsciente, a manobra deve ser interrompida e deve ser iniciada a reanimação cardiorrespiratória. 42

43 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 43

44 Sinais e/ou Sintomas: Movimentos bruscos e incontrolados da cabeça e/ou extremidades; Perda de consciência com queda desamparada; Olhar vago, fixo e/ou revirar dos olhos; Salivação intensa (baba); Perda de urina e/ou fezes. 44

45 1. Afastar objectos do chão que possam causar lesões ou fracturas; 2. Afastar os curiosos, dar espaço à vítima; 3. Proteger a cabeça da vítima com roupa, almofada, ou mesmo com a mão; 4. Ter o devido cuidado para não colocar os dedos na boca da vítima durante a crise (poderá ser mordido); 5. Lateralizar a cabeça para que a saliva escorra; 6. Anotar a duração da convulsão; 7. Não imobilizar membros (braços e pernas), deixá-los livres; 8. Alargar roupas; 9. Observar se a respiração está adequada (se não há obstrução das vias aéreas) 10. Não traccionar a língua ou colocar objectos na boca para segurar a língua (colher, caneta, madeira, etc.); 11. Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a respiração; 12. Após a convulsão, se a vítima quiser dormir, deixe-a descansar, enquanto aguarda o socorro. 45

46 Não medique a vítima, mesmo que ela tenha os medicamentos; Se a convulsão for provocada por febre alta (geralmente em crianças), atenda da mesma maneira como descrito e dê-lhe um banho de água morna de chuveiro, vista-a com roupas leves e providencie atendimento médico; Se a convulsão for provocada por acidente ou atropelamento, não a retire do local, atenda-a e aguarde a chegada do socorro médico. 46

47 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 47

48 É uma interrupção na continuidade de um tecido corpóreo. Pode ser provocada por algum trauma, ou ser desencadeada por uma doença que accione as defesas do organismo. 48

49 Feridas superficiais Feridas profundas 49

50 Acalmar a pessoa falando com ela; Expor a zona da ferida para se poder observar cuidadosamente (retirar anéis, fios ou ornamentos); Lavar bem as mãos; Limpar o local com soro fisiológico ou água corrente; Desinfectar com solução anti-séptica; Se necessário, cobrir o ferimento com penso, gaze ou pano limpo e encaminhar a vítima ao pronto-socorro. 50

51 Utilizar o mercúrio cromo; Betadine - excesso Soprar, para a ferida; Mexer directamente nas feridas. 51

52 Ferimentos abdominais abertos Ferimentos profundos no tórax Ferimentos na cabeça Evitar mexer em vísceras expostas; Cobrir com compressa húmida e fixa-la com faixa/ligadura. Cobrir a ferida com compressa ou pano limpo, evitando entrada de ar para o interior do tórax, durante a inspiração; Apertar moderadamente um cinto ou faixa/ligadura em torno do tórax para não prejudicar a respiração da vítima. Evitar esforço corporal; Em caso de inconsciência ou de inquietação: deitar a vítima de costas e libertar as roupas, principalmente em volta do pescoço; Hemorragia no couro cabeludo: colocar compressa e pressionar levemente sobre a ferida; Hemorragia no nariz, na boca ou num ouvido: virar a cabeça da vítima para o lado que está a sangrar ; Não dar de beber ou comer; Recorrer a tratamento médico. 52

53 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 53

54 Perda de sangue devido à perfuração de um vaso sanguíneo – veia ou artéria. Tipos: Interna Externa 54

55 Quando não se vê o sangue a correr; Sinais e sintomas: Sede Sensação de frio (arrepios) Pulso progressivamente mais rápido e mais fraco E em casos mais graves: Palidez Arrefecimento das extremidades (unhas, dedos, orelhas, etc) Zumbidos Alteração do estado de consciência 55

56 Acalmar a vítima e mantê-la acordada; Desapertar a roupa; Manter a vítima confortável e aquecida; Colocá-la em Posição Lateral de Segurança; Recorrer a assistência médica (ligar 112). 56

57 É visível; Pode ser oriunda de estruturas superficiais, ou mesmo de áreas mais profundas, através de aberturas ou orifícios artificiais (comuns nos traumas). 57

58 Sinais e Sintomas Mais de 50%: Morte iminente De 30 a 50% Consciência diminuída Respiração rápida Taquicardia (maior que 120 bpm) Pressão baixa Estado de choque De 15 a 30% Pulso fraco Sudorese Sede Pele fria Ansiedade Respiração (maior que 20 resp/min) Taquicardia (100 a 120 bpm) Enchimento capilar (maior que 2seg) 58

59 1. Dependendo da localização e extensão da hemorragia, deitar horizontalmente a vítima e/ou elevar a parte do corpo que sangra; 2. Se for possível, calçar luvas descartáveis; 59

60 3. Aplicar sobre a ferida uma compressa esterilizada ou, na sua falta, um pano lavado, exercendo uma pressão firme; 4. Se o penso ficar saturado de sangue, colocar outro por cima, mas sem retirar o primeiro; 60

61 5. Fazer durar a compressão até a hemorragia parar (pelo menos 10 minutos). Caso a hemorragia não pare deve ser comprimida a artéria; 6. Quando a hemorragia parar, deve ser aplicado um penso compressivo. 61

62 Sentar a pessoa com o tronco inclinado para a frente para evitar a deglutição do sangue; Fazer compressão com os dedos polegar e indicador, em pinça; Aplicar gelo ou compressas frias exteriormente; Não permitir assoar; Se a hemorragia não parar, introduzir na narina que sangra um tampão coagulante ou compressa, fazendo pressão para que a cavidade nasal fique bem preenchida. 62

63 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 63

64 É toda e qualquer lesão decorrente da acção do calor sobre o organismo. 64

65 1. Se a roupa estiver a arder, envolver a vítima numa toalha molhada ou, na sua falta, fazê-la rolar pelo chão ou envolvê-la num cobertor; 2. Se a vitima se queimou com água ou outro líquido a ferver, despi-la imediatamente; 3. Dar água a beber frequentemente. 65

66 De acordo com a profundidade atingida, as queimaduras classificam-se em 4 graus: Queimaduras de 1º Grau Queimaduras de 2º Grau Queimaduras de 3º Grau Queimaduras de 4º Grau 66

67 São as queimaduras menos graves; Apenas a camada externa da pele (epiderme) é afectada; A pele fica avermelhada e quente e há a sensação de calor e dor. O que fazer 1. Arrefecer a região queimada com soro fisiológico ou, na sua falta, com água fria corrente, até a dor acalmar; 2. Aplicar um creme próprio para queimaduras. 67

68 Existência de flictenas (bolhas com líquido); Atinge a derme; Dolorosa (queimadura mais grave). O que fazer 1. Arrefecer a região queimada com soro fisiológico ou, na sua falta, com água fria corrente, até a dor acalmar; 2. Lavar cuidadosamente com um anti-séptico (não aplicar álcool); 3. Se as bolhas não estiverem rebentadas, não as rebentar: aplicar gaze gorda e compressa esterilizada; 4. Se as bolhas rebentarem, não cortar a pele da bolha esvaziada; 5. Transportar a vítima para o Centro de Saúde ou Hospital, se necessário; 6. O penso deve manter-se 48 horas e só depois expor a zona queimada ao ar para evitar o risco de infecção. 68

69 Há destruição de tecidos; Atinge tecidos mais profundos, provocando uma lesão grave, e a pele fica carbonizada (queimadura muito grave); A vítima pode entrar em estado de choque. O que fazer 1. Arrefecer a região queimada com soro fisiológico ou, na sua falta, com água fria corrente, até a dor acalmar; 2. Lavar cuidadosamente com um anti-séptico; 3. Se a queimadura for muito extensa, envolver a vítima num lençol lavado e que não largue pêlos, previamente humedecido com soro fisiológico ou, na sua falta, com água simples. 4. Necessita de transporte para o Hospital. 69

70 Exposição de músculos, tendões, ossos (geralmente por electricidade). O que fazer Queimadura por choque eléctrico: chamar o serviço de emergência. 70

71 Retirar qualquer pedaço de tecido que tenha ficado agarrado à queimadura; Rebentar as bolhas ou tentar retirar a pele das bolhas que rebentaram; Aplicar sobre a queimadura cubos de gelo; Aplicar sobre a queimadura outros produtos para além dos referidos. 71

72 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 72

73 É uma lesão nos tecidos moles (cápsula articular e/ou ligamentos) de uma articulação. Sinais e Sintomas: dor na articulação - gradual ou imediata; edema na articulação; equimose; incapacidade de movimentar a articulação. 73

74 1. Instalar a vítima em posição confortável; 2. Evitar movimentar a articulação lesionada; 3. Elevar o membro; 4. Aplicar gelo ou deixar correr água fria sobre a articulação; 5. Alternar as aplicações frias com a aplicação de uma ligadura elástica a comprimir o membro; 6. Recorrer ao Centro de Saúde ou Hospital. 74

75 Primeiros Socorros (Conceito) 10 Mandamentos do Socorrista Posição Lateral de Segurança Suporte Básico de Vida Obstrução da via aérea/engasgamento Convulsão Feridas Hemorragia Queimaduras Entorses Fracturas 75

76 É caracterizada por: dor intensa no local; Edema; Falta de força; Perda total ou parcial dos movimentos; Desalinhamento da extremidade do membro afectado. 2 tipos de fracturas: Fechadas - o osso está fracturado, mas a pele não foi perfurada. Expostas - o osso está fracturado e a pele rompida. 76

77 1. Expor a zona da lesão; 2. Verificar se existem ferimentos; 3. Tentar imobilizar as articulações que se encontram antes e depois da fractura, usando talas apropriadas, ou na sua falta, improvisadas, mas sempre na posição mais confortável para a vítima; 4. Administrar um analgésico se a vítima estiver consciente e com dor, e mantê-la em jejum; 5. Fractura exposta - cobrir o ferimento com compressa ou pano limpo. 77

78 Pegar na vítima; Tentar encaixar as extremidades do osso partido; Colocar sal no ferimento; Tentar colocar para dentro as partes dos ossos que estejam visíveis numa fractura exposta. 78

79 Luvas de látex descartáveis. Tesoura. Pinça. Compressas esterilizadas. Rolos de adesivos de 1 cm e 5 cm. Sabão (líquido de preferência). Anti-sépticos para desinfecção de pele e mucosas (Betadine ou similar e Clorhexidina). Embalagem grande de esponjas de Spongostan. Gase vaselinada. Película aderente. Termómetro digital. Solução de glicose e pacotes de açúcar. Ligaduras. Pensos rápidos. 79

80 Podem ser prestados por qualquer pessoa com conhecimentos prévios; São decisivos para a vida da vítima; Cada situação exige uma abordagem específica e ponderada. 80

81 Existem regras transversais a qualquer contexto: Prevenir - afastar o perigo do acidentado ou o acidentado do perigo; Alertar - contactar a linha de emergência, informando o tipo de acidente, o local, o número de vítimas e o seu estado; Socorrer - após as avaliações; Manter a calma; Dominar rapidamente a situação e prevenir perigos mortais; Ponderar mover uma vítima; Não abandonar a vítima, excepto para fazer uma chamada de emergência e quando não há ninguém por perto que o possa fazer. 81

82 rros rros https://www.erc.edu 82

83 83

84 Obrigada! 84


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