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Vicssa Festa do divino O portal.. Um pouco da historia A Festa do Divino é uma festa da Igreja Católica em que se celebra a descida do Espírito Santo.

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1 Vicssa Festa do divino O portal.

2 Um pouco da historia A Festa do Divino é uma festa da Igreja Católica em que se celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e a Virgem Maria, reunidos no cenáculo (local da última ceia), marcando o nascimento da Igreja. A Festa do Divino é uma festa da Igreja Católica em que se celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e a Virgem Maria, reunidos no cenáculo (local da última ceia), marcando o nascimento da Igreja. Quando chegou o dia de pentecostes, eles se achavam reunidos todos juntos. De repente, veio do céu um ruído como o de um violento vendaval que encheu toda a casa onde eles estavam; então lhes apareceu algo como línguas de fogo, que se repartiram, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e se puseram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia exprimirem-se. Relato bíblico (At 2,1-4) Quando chegou o dia de pentecostes, eles se achavam reunidos todos juntos. De repente, veio do céu um ruído como o de um violento vendaval que encheu toda a casa onde eles estavam; então lhes apareceu algo como línguas de fogo, que se repartiram, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e se puseram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia exprimirem-se. Relato bíblico (At 2,1-4) É a festa de Pentecostes, que quer dizer qüinquagésimo dia depois da Páscoa, ou seja, é uma festa móvel. O Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. Portanto, é uma festa de louvor a Deus, muito bonita e muito alegre. É a festa de Pentecostes, que quer dizer qüinquagésimo dia depois da Páscoa, ou seja, é uma festa móvel. O Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. Portanto, é uma festa de louvor a Deus, muito bonita e muito alegre. As festividades começavam numa quinta-feira, quando era comemorada a Festa da Ascensão do Senhor, atualmente transferida para o domingo. Essa fase, que chamamos de preparatória, dura dez dias. Pela liturgia da Igreja, a festa propriamente dita é só no Domingo de Pentecostes. As festividades começavam numa quinta-feira, quando era comemorada a Festa da Ascensão do Senhor, atualmente transferida para o domingo. Essa fase, que chamamos de preparatória, dura dez dias. Pela liturgia da Igreja, a festa propriamente dita é só no Domingo de Pentecostes.

3 A origem da festa O culto do Espírito Santo, de acordo com o historiador português Moisés do Espírito Santo, tem origem na Antigüidade. Entre os israelitas, a Festa de Pentecostes era celebrada cinqüenta dias (sete semanas) depois da Páscoa, sendo uma das quatro festas importantes do calendário judaico: Páscoa, Omar, Pentecostes e Colheitas. O culto do Espírito Santo, de acordo com o historiador português Moisés do Espírito Santo, tem origem na Antigüidade. Entre os israelitas, a Festa de Pentecostes era celebrada cinqüenta dias (sete semanas) depois da Páscoa, sendo uma das quatro festas importantes do calendário judaico: Páscoa, Omar, Pentecostes e Colheitas. Ela era conhecida, ainda, com nomes diferentes: das Ceifas, das Semanas, do Dom da Lei, e outros, tendo sido, primitivamente, uma festa agrária dos cananeus. Ela era conhecida, ainda, com nomes diferentes: das Ceifas, das Semanas, do Dom da Lei, e outros, tendo sido, primitivamente, uma festa agrária dos cananeus. Entre os hebreus, o termo shabüoth faz referência à festa que começa cinqüenta dias depois da Páscoa e marca o fim da colheita do trigo. A Festa do Divino é um eco das remotas festividades das colheitas. Entre os hebreus, o termo shabüoth faz referência à festa que começa cinqüenta dias depois da Páscoa e marca o fim da colheita do trigo. A Festa do Divino é um eco das remotas festividades das colheitas.

4 A origem da festa (parte 2) Já o culto ao Espírito Santo, sob a forma de festividade, no sentido que iria adquirir mais tarde, se cristaliza no início da Baixa Idade Média, na Itália, com um contemporâneo de São Francisco de Assis, o abade Joachim de Fiori (morto em 1202), que ensinava que a última fase da história seria a do Espírito Santo. Suas idéias chegaram a Alemanha e espalharam-se pela Europa. Já o culto ao Espírito Santo, sob a forma de festividade, no sentido que iria adquirir mais tarde, se cristaliza no início da Baixa Idade Média, na Itália, com um contemporâneo de São Francisco de Assis, o abade Joachim de Fiori (morto em 1202), que ensinava que a última fase da história seria a do Espírito Santo. Suas idéias chegaram a Alemanha e espalharam-se pela Europa. Em Portugal, no séc. XIV, a festa do Divino já se encontrava incorporada à Igreja, como festividade religiosa. A responsável por essa institucionalização da festa em solo português foi a rainha D. Isabel, esposa do Rei D. Diniz ( ), canonizada como Santa Isabel de Portugal, que mandou construir a Igreja do Espírito Santo, em Alenquer. Em solo português, ela seria fortemente marcada por influências de tradições judaicas, muitas das quais chegaram até nós. Em Portugal, no séc. XIV, a festa do Divino já se encontrava incorporada à Igreja, como festividade religiosa. A responsável por essa institucionalização da festa em solo português foi a rainha D. Isabel, esposa do Rei D. Diniz ( ), canonizada como Santa Isabel de Portugal, que mandou construir a Igreja do Espírito Santo, em Alenquer. Em solo português, ela seria fortemente marcada por influências de tradições judaicas, muitas das quais chegaram até nós.

5 A festa em Mogi das Cruzes. Ou seja, constatou-se a existência de registros da realização de Festas do Divino no interior de São Paulo, desde o início do século XVIII. Isso, segundo Campos, reforça a conclusão de que, sendo a vila de Mogi muito mais antiga do que a de Jundiaí, a Festa do Divino já era comemorada popularmente aqui pelo menos desde o final do século XVII. É, portanto, uma das mais antigas do Brasil, com mais de trezentos anos de fé e tradição. Ou seja, constatou-se a existência de registros da realização de Festas do Divino no interior de São Paulo, desde o início do século XVIII. Isso, segundo Campos, reforça a conclusão de que, sendo a vila de Mogi muito mais antiga do que a de Jundiaí, a Festa do Divino já era comemorada popularmente aqui pelo menos desde o final do século XVII. É, portanto, uma das mais antigas do Brasil, com mais de trezentos anos de fé e tradição.

6 A bandeira A bandeira tem a cor vermelha, que simboliza o fogo, alusivo à forma pela qual o Espírito Santo se manifestou aos apóstolos e à Virgem Maria no cenáculo, como diz a passagem bíblica (At 2, 1-4). A bandeira tem a cor vermelha, que simboliza o fogo, alusivo à forma pela qual o Espírito Santo se manifestou aos apóstolos e à Virgem Maria no cenáculo, como diz a passagem bíblica (At 2, 1-4). passagem bíblica (At 2, 1-4) passagem bíblica (At 2, 1-4) Cada um dos SETE DONS do Divino tem sua cor característica: Cada um dos SETE DONS do Divino tem sua cor característica: azul - SABEDORIA prata - ENTENDIMENTO verde - CONSELHO vermelho - FORTALEZA amarelo - CIÊNCIA azul escuro - PIEDADE roxo - TEMOR DE DEUS azul - SABEDORIA prata - ENTENDIMENTO verde - CONSELHO vermelho - FORTALEZA amarelo - CIÊNCIA azul escuro - PIEDADE roxo - TEMOR DE DEUS

7 Simbolos da festas Coroa Coroa A Coroa é símbolo da importância e responsabilidade carregadas pelo festeiro, que antigamente ostentava o título de Imperador do Divino. A Coroa é símbolo da importância e responsabilidade carregadas pelo festeiro, que antigamente ostentava o título de Imperador do Divino. Império Império É outro símbolo que permaneceu daquela época, significando o altar do Divino que era montado, ou na casa do Imperador, ou numa tenda armada na praça da Matriz, de onde chegou até nós o nome de Império. Em Mogi, o altar é montado e ornamentado em uma cabana especialmente levantada para esse fim, na Praça da Catedral. Esse altar é renovado a cada ano, sob a orientação do respectivo festeiro e com execução de artistas locais. Sua abertura acontece na Quinta-feira da Ascensão, dia que marca o início das festividades. É outro símbolo que permaneceu daquela época, significando o altar do Divino que era montado, ou na casa do Imperador, ou numa tenda armada na praça da Matriz, de onde chegou até nós o nome de Império. Em Mogi, o altar é montado e ornamentado em uma cabana especialmente levantada para esse fim, na Praça da Catedral. Esse altar é renovado a cada ano, sob a orientação do respectivo festeiro e com execução de artistas locais. Sua abertura acontece na Quinta-feira da Ascensão, dia que marca o início das festividades.ImperadorfesteiroImperadorfesteiro Subimpério Subimpério Antigamente, eram os altares montados pelos devotos em casas mais afastadas do centro. Nos últimos anos, eles são montados principalmente nas escolas. A sua inauguração é uma festa em particular, e conta com a presença dos festeiros, ex-festeiros e membros da comunidade do bairro. Antigamente, eram os altares montados pelos devotos em casas mais afastadas do centro. Nos últimos anos, eles são montados principalmente nas escolas. A sua inauguração é uma festa em particular, e conta com a presença dos festeiros, ex-festeiros e membros da comunidade do bairro.festeiros

8 A pomba A pomba e uma imagem forte na festa A pomba e uma imagem forte na festa A pomba e a paz que esta no espirito santo A pomba e a paz que esta no espirito santo Quando Jesus foi batizado, viu o Espírito de Deus, descendo como uma pomba e pousando sobre ele(Mt 3,16). O símbolo da pomba, para sugerir o Espírito Santo, é tradicional na Igreja.

9 afogados A cidade de Mogi das Cruzes, em São Paulo, está fervendo por causa da Festa do Divino, uma das mais antigas do país (é realizada há mais de 300 anos). Trata-se de uma comemoração folclórica muito bonita que dura 10 dias. O evento religioso é considerado o mais importante da cidade e é uma louvação ao Divino Espírito Santo. O município inteiro se mobiliza. As atividades começam cedo, a partir das cinco da manhã, com a procissão, seguida por um tradicional café comunitário.Todo o dinheiro arrecadado é destinado à igreja. Uma das coisas curiosas da festa é que os homens vão para a cozinha preparar um prato muito típico: afogado *. Durante a preparação do prato, mulher não entra na cozinha. Apenas os homens, cerca de 15, trabalham na cozinha e preparam o afogado. Mais atualmente a mulheres As mulheres participam apenas cortando os legumes e fazendo outras coisas menores. Outra atração é o "panelaço" para avisar que a comida está pronta. Neste momento, os homens batem as tampas e fazem bastante barulho para atrair os consumidores. A cidade de Mogi das Cruzes, em São Paulo, está fervendo por causa da Festa do Divino, uma das mais antigas do país (é realizada há mais de 300 anos). Trata-se de uma comemoração folclórica muito bonita que dura 10 dias. O evento religioso é considerado o mais importante da cidade e é uma louvação ao Divino Espírito Santo. O município inteiro se mobiliza. As atividades começam cedo, a partir das cinco da manhã, com a procissão, seguida por um tradicional café comunitário.Todo o dinheiro arrecadado é destinado à igreja. Uma das coisas curiosas da festa é que os homens vão para a cozinha preparar um prato muito típico: afogado *. Durante a preparação do prato, mulher não entra na cozinha. Apenas os homens, cerca de 15, trabalham na cozinha e preparam o afogado. Mais atualmente a mulheres As mulheres participam apenas cortando os legumes e fazendo outras coisas menores. Outra atração é o "panelaço" para avisar que a comida está pronta. Neste momento, os homens batem as tampas e fazem bastante barulho para atrair os consumidores.

10 continuasão A origem vem da época da escravidão. O afogado é uma comida com carne de segunda, como a feijoada. Quando Mogi era uma cidade pequena no século 18, o pessoal vinha da roça para participar da festa. Era costume do dono da festa dar alimento aos visitantes. Como vinha muita gente, fazia um cozido de carne com batata, verduras e legumes. Acabou virando tradição. As carnes, verduras e legumes ficavam boiando na água... pareciam estar se "afogando". Daí, o nome do prato. O afogado é preparado em 20 panelões (quatro com água e 16 cozinhando o afogado). O prato leva entre 6 e 7 h para ficar pronto. A panela é tão pesada que, para levantá-la, são necessários quatro homens. Esse ano, a previsão é que sejam servidos 18,5 mil pratos de afogado nos 11 dias de festa. Depois, é só retirar o excesso de gordura, temperar com sal e servir A origem vem da época da escravidão. O afogado é uma comida com carne de segunda, como a feijoada. Quando Mogi era uma cidade pequena no século 18, o pessoal vinha da roça para participar da festa. Era costume do dono da festa dar alimento aos visitantes. Como vinha muita gente, fazia um cozido de carne com batata, verduras e legumes. Acabou virando tradição. As carnes, verduras e legumes ficavam boiando na água... pareciam estar se "afogando". Daí, o nome do prato. O afogado é preparado em 20 panelões (quatro com água e 16 cozinhando o afogado). O prato leva entre 6 e 7 h para ficar pronto. A panela é tão pesada que, para levantá-la, são necessários quatro homens. Esse ano, a previsão é que sejam servidos 18,5 mil pratos de afogado nos 11 dias de festa. Depois, é só retirar o excesso de gordura, temperar com sal e servir

11 Reseita do afogado Ingredientes - 20 kg de carne - 5 kg de tomate - 8 kg de batata g de jiló - Tempero (3 kg de cebola, alho, pimenta-do-reino, manjericão, louro, 3 pés de salsão, 6 pimentões, tomate) Modo de preparo Refogue 20 kg de carne com alho e cebola por 1 h. Depois, coloque 5 kg de tomate picado, 3 kg de cebola, meia dúzia de pimentões picados, 3 pés de salsão picado, dois maços de cheiro-verde, 300 g de jiló, pimenta-do-reino a gosto, louro e manjericão. Deixa mais tempo refogando até virar um caldo. Após 1h30min, complete a panela com água quente. Deixe ferver por mais 1h30min. Quando a carne estiver mole, coloque 8 kg de batata. Depois, é só retirar o excesso de gordura, temperar com sal e servir. Ingredientes - 20 kg de carne - 5 kg de tomate - 8 kg de batata g de jiló - Tempero (3 kg de cebola, alho, pimenta-do-reino, manjericão, louro, 3 pés de salsão, 6 pimentões, tomate) Modo de preparo Refogue 20 kg de carne com alho e cebola por 1 h. Depois, coloque 5 kg de tomate picado, 3 kg de cebola, meia dúzia de pimentões picados, 3 pés de salsão picado, dois maços de cheiro-verde, 300 g de jiló, pimenta-do-reino a gosto, louro e manjericão. Deixa mais tempo refogando até virar um caldo. Após 1h30min, complete a panela com água quente. Deixe ferver por mais 1h30min. Quando a carne estiver mole, coloque 8 kg de batata. Depois, é só retirar o excesso de gordura, temperar com sal e servir.

12 curiosidade Toda a vez que eles fazem o afogado antes eles leem a biblia Toda a vez que eles fazem o afogado antes eles leem a biblia Uma das coisas curiosas da festa é que antigamente so homens faziam o afogado hoje em dia há mulheres servindo e fazendo, Uma das coisas curiosas da festa é que antigamente so homens faziam o afogado hoje em dia há mulheres servindo e fazendo,

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