A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

FERNANDO HOMEM DE MELO AS PERSPECTIVAS DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA : O CURTO E O MÉDIO PRAZOS FAESC – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE SANTA CATARINA.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "FERNANDO HOMEM DE MELO AS PERSPECTIVAS DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA : O CURTO E O MÉDIO PRAZOS FAESC – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE SANTA CATARINA."— Transcrição da apresentação:

1 FERNANDO HOMEM DE MELO AS PERSPECTIVAS DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA : O CURTO E O MÉDIO PRAZOS FAESC – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS – SC Professor Titular FEA-USP 1/31

2 ALGUNS DADOS BÁSICOS DE CURTO-PRAZO
1) O DESEMPENHO RECENTE DA ÁREA COM GRÃOS (CONAB)  2007/08 : 5,0% (Antes da Crise)  2008/09 : 0,4% (Crise Internacional)  2009/10 : 0,3% (Crise Internacional)  2010/11 : 3,1% (Recuperação) 2/31

3 ALGUNS DADOS BÁSICOS DE CURTO-PRAZO
2) O CONSUMO (EM TONELADAS) DE FERTILIZANTES (ANDA)  2007 : (Antes da Crise)  : (Crise Internacional)  2009 : (Crise Internacional)  2010 : (Recuperação) 3) O CURTO-PRAZO : A SAFRA 2010/11 3/31 3

4 TABELA 1 ESTIMATIVAS PARA ÁREA PLANTADA NO BRASIL (EM Ha) NAS SAFRAS 2009/10 E 2010/11 PRODUTOS 2009/10 2010/11 VARIAÇÃO (%) ●Algodão 835,7 1.304,7 56,1 ●Arroz 2.764,8 2.832,9 2,5 ●Feijão Total 3.608,8 3.912,6 8,4 ●Feijão – 1ª 1.410,1 1.472,2 4,4 ●Feijão – 2ª 1.444,9 1.648,6 14,1 ●Feijão – 3ª 753,8 792,4 5,1 ●Milho Total 12.966,9 13.106,6 1,1 ●Milho – 1ª 7.724,0 7.695,9 - 0,4 ●Milho – 2ª 5.242,9 5.410,7 3,2 ●Soja 23.467,9 24.120,4 2,8 ●Outros 3.586,9 3.329,3 - 7,2 ●Total s/Trigo 44.960,7 46.689,6 3,8 ●Total Geral 47.388,7 48.839,4 3,1 Fonte: CONAB, 02/2011 4/31

5 Fonte: IEA para dados básicos; nossa elaboração
GRÁFICO 1 EVOLUÇÃO DO ÍNDICE TOTAL DE PREÇOS REAIS RECEBIDOS DURANTE 2007, 2008, 2009 E (02/1990 = 100) Fonte: IEA para dados básicos; nossa elaboração 5/31

6 GRÁFICO 2 EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE PREÇOS INTERNACIONAIS DE PRODUTOS AGRÍCOLAS – 01/2007 a 12/2010 (1989 = 100) Fonte: As Bolsas de New York (Café, Suco de Laranja, Algodão, Açúcar e Cacau) e de Chicago (Soja e Derivados, Milho e Trigo) 6/31

7 sendo PI Preços aos Produtores
A FORMAÇÃO DOS PREÇOS AGRÍCOLAS (EM R$/t) EM UMA ECONOMIA ABERTA AO EXTERIOR 1) PRINCIPAIS VARIÁVEIS DETERMINANTES:  Preços Internacionais (Px) em US$/t  Taxa de Câmbio (E) : R$ / US$  Custos de Comercialização (CC) em R$/t PI = (Px) (E) CC sendo PI Preços aos Produtores 7/31

8 A FORMAÇÃO DOS PREÇOS AGRÍCOLAS (EM R$/t) EM UMA ECONOMIA ABERTA AO EXTERIOR
2) EXEMPLO : SOJA EM 16/02/10  Px (Chicago) : US$ 498/t  E (Câmbio) : R$ 1,67 / US$  (Px) (E) : R$ 832/t ou R$ 49,92/saca  Ponta Grossa – PR : R$ 48,14/saca  Rondonópolis – MT : R$ 41,06/saca 8/31

9 Fonte: José Garcia Gasques, MAPA , 01/2011
TABELA 2 VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO DE VINTE PRODUTOS AGRÍCOLAS NO BRASIL (Milhões R$) ANOS VALORES (R$ Milhões) 2002 2003 E Favorável 2004 2005 E Desfavorável 2006 2007 Px Favorável 2008 2009 Crise Externa 2010 Aumentos em Px 2011 (est) Fonte: José Garcia Gasques, MAPA , 01/2011 9/31

10 TABELA 3 PERSPECTIVAS DE PREÇOS AGRÍCOLAS EM 2011 E COMPARAÇÃO COM 2010 (R$/SACA), EXCETO CAFÉ, SUCO DE LARANJA, AÇÚCAR E CACAU, R$/t, E ALGODÃO, R$/t) PRODUTO (Px) (E) 2010 2011 (est) VARIAÇÃO (%) Café 323,1 604,9 87,2 Suco de Laranja 5.618,2 6.372,8 13,4 Algodão 54,5 100,3 84,0 Açúcar 868,9 1.049,2 20,8 Cacau 5.176,7 5.789,5 11,8 Soja 40,6 52,8 30,0 Trigo 22,5 34,0 51,1 Milho 17,7 27,6 55,9 ÍNDICE TOTAL 100,0 140,7 40,7 Fontes: Nossa elaboração com dados das Bolsas de Chicago e New York para Px (US$/t) e Banco Central para a taxa de câmbio (R$/US$). A taxa de câmbio média em 2010 foi de R$ 1,759/US$. A taxa média prevista para 2011 (Boletim FOCUS) é de R$ 1,700/US$. Os valores referem-se ao dia 17/02/11 e o Boletim FOCUS de 11/02/11 10/31

11 O MÉDIO PRAZO: FATORES DE DEMANDA E DE OFERTA
1) AS MUDANÇAS EM DEMANDAS NA DÉCADA PASSADA a)  O Maior Crescimento Econômico dos Países Emergentes (BRICS e Outros) :  Maior Demanda de Alimentos (Efeito-Renda Maior)  Efeito Graduação : Crescimento das Classes de Média-Renda e Mudanças nos Hábitos de Consumo (Carnes, Leite e Frutas) 11/31 11

12 O MÉDIO PRAZO: FATORES DE DEMANDA E DE OFERTA
 Grandes Aumentos nas Demandas de Grãos (Milho e Soja) como Ração. Taxas de Conversão b)  As Novas Demandas Mundiais por Cereais, Oleaginosas e Cana-de-Açúcar para a Produção de Biocombustíveis c)  A Crise Econômica Internacional de 09/2008 (2009 e 2010) 12/31 12

13 O MÉDIO PRAZO: FATORES DE DEMANDA E DE OFERTA
d)  O Início da Recuperação Econômica nos Países Desenvolvidos em Crise Árabe e Preço do Petróleo e)  Política Monetária Frouxa nos Países Desenvolvidos: Juros Baixos / Negativos e Aplicações em Commodities / Agrícolas – 2º semestre de 2010 2) BRASIL E A OFERTA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS : GRANDES GANHOS DE PRODUTIVIDADE. ÁREAS DISPONIVEIS? 13/31 13

14 ETANOL: AS NOVAS DEMANDAS MUNDIAIS POR BIOCOMBUSTÍVEIS
(José Garcia Gasques – MAPA – 07/2007) ETANOL:  Brasil : cana-de-açúcar  Outros Produtores de cana-de-açúcar : Tailândia, Austrália, África do Sul, Índia, Colômbia e Cuba  Estados Unidos : milho (118 milhões de toneladas em 2011 e limite superior de 136 milhões de toneladas)  União Européia: trigo e milho 14/31 14

15 BIODIESEL: AS NOVAS DEMANDAS MUNDIAIS POR BIOCOMBUSTÍVEIS
(José Garcia Gasques – MAPA – 07/2007) BIODIESEL:  União Européia : óleos de colza, girassol, soja e de palma. Importações  Estados Unidos : óleo de soja (16,7 milhões de toneladas de soja, cerca de 20% da produção americana)  Brasil : principalmente óleo de soja (mais de 80%), outros óleos : mamona, girassol, algodão 15/31 15

16 BIOCOMBUSTÍVEIS (Estados Unidos e União Európeia) :
AS NOVAS DEMANDAS MUNDIAIS POR BIOCOMBUSTÍVEIS (José Garcia Gasques – MAPA – 07/2007) BIOCOMBUSTÍVEIS (Estados Unidos e União Európeia) :  2005 : 12,1 milhões hectares  2010 : 27,6 milhões hectares  2020 : 40,0 milhões hectares  Fontes: Cereais (75%) e Oleaginosas 16/31 16

17 Cana-de-Açúcar (Açúcar)
TABELA 4 OS AUMENTOS DE PREÇOS (EM %) DE PRODUTOS AGRÍCOLAS COMO RESULTADO DOS PROGRAMAS MUNDIAIS DE BIOCOMBUSTÍVEIS PRODUTOS 2010 2020 (1) 2020 (2) Mandioca 33 135 54 Milho 20 (85) 41 23 Oleaginosas (Soja) 26 (58) 76 43 Açúcar de Beterraba 7 25 10 Cana-de-Açúcar (Açúcar) 26 (179) 66 Trigo 11 (75) 30 16 Fonte: Gasques et alli citando Rosegrant, M. W. et alli, 12/2006. O valores entre parêntesis referem-se às variações dos preços em 2010 relativamente à média de 2003/05 (Tabela 5). As previsões para 2010 e 2020 (1) assumem inexistência de melhoria tecnológica. A de 2020 (2) assume mudanças de produtividade e conversão de celulose. 17/31

18 TABELA 5 PREÇOS DE PRODUTOS AGRÍCOLAS NAS BOLSAS INTERNACIONAIS DURANTE 2003/05 – 2010 (US$/t) E 2011 (est.) PERÍODO / ANO Algodão Soja Trigo Milho Café Suco de Laranja Açúcar Cacau ÍNDICE TOTAL (1989 = 100) 2003/05 1.216 244 122 91 1.802 1.819 177 1.577 79,9 2006 1.151 218 148 103 2.380 3.586 323 1.504 101,1 2007 1.261 316 234 147 2.590 3.458 1.884 112,9 2008 1.403 451 294 207 2.915 2.337 267 2.554 140,7 4º T / 2008 1.005 328 201 150 2.467 1.730 256 2.241 110,2 2009 1.268 379 194 2.750 2.032 392 2.769 129,9 2010 2.064 385 213 168 3.602 3.194 494 2.943 154,3 1º S / 2010 1.733 351 143 3.023 3.069 444 3.034 137,6 2º S / 2010 2.397 418 250 193 4.180 3.319 543 2.852 171,1 2011 (P) 3.781 505 270 6.028 3.767 609 3.452 215,9 (39,9%) Fonte:- Bolsas de New York e de Chicago com base em dados diários. Nossa elaboração para o Índice Total (ponderações da produção brasileira). A letra P representa “previsão” em 18 de fevereiro 18/31

19 TABELA 6 OS ESTOQUES MUNDIAIS DE GRÃOS RELATIVAMENTE AO CONSUMO ANUAL (EM %)
ANOS ARROZ MILHO SOJA TRIGO ALGODÃO 99/00 36,1 31,6 16,7 28,8 46,0 01/02 33,4 23,8 17,5 34,6 49,8 03/04 20,7 16,1 18,8 22,5 41,5 05/06 19,6 17,8 24,3 23,6 47,2 06/07 19,0 12,4 25,0 19,5 43,2 08/09 21,0 18,9 19,9 26,1 55,0 09/10 21,6 28,7 30,3 37,1 10/11 (est) 20,8 15,2 22,8 26,8 36,7 Fonte: USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos 19/31

20 Acentuados Aumentos de Produtividade – EFEITO EMBRAPA (1973)
A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA : GRANDE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL ATRAVÉS DE GANHOS DE PRODUTIVIDADE E REDUÇÃO DE CUSTOS Grande Crescimento da Produção com Preços Declinantes : Ganho dos Consumidores Pobres. A Produção mais que Dobrou entre 1990 e 2010 (Gráfico 3) Acentuados Aumentos de Produtividade – EFEITO EMBRAPA (1973) Pecuária : Crescimento da Produção com Ligeira Diminuição da Área Cultivada Lavouras : Crescimento da Produção, da Produtividade e da Área Cultivada 20/31

21 GRÁFICO 3 EVOLUÇÃO DOS ÍNDICES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA TOTAL E DE PREÇOS RECEBIDOS PELOS PRODUTORES NO BRASIL, 1990 / 2010 Fonte: Gasques, Bastos e Bachi, op. cit. para o índice de produção e nossa elaboração, com dados básicos do Instituto de Economia Agrícola, para o índice de preços 21/31

22 TABELA 7 AS ÁREAS CULTIVADAS NO BRASIL (EM has ) E OS GANHOS DE PRODUTIVIDADE ANOS LAVOURAS TEMPORÁRIAS (29) LAVOURAS PERMANENTES (35) PASTAGENS TOTAL 1975 36.819 6.552 1985 45.019 6.805 1990 43.497 7.017 1995 45.068 5.708 2000 44.022 6.175 2005 56.211 6.252 2008 58.059 5.317 Fonte: Gasques et alli – MAPA – Segundo Miranda (EMBRAPA) considerando as exigências legais, a área disponível é de apenas mil hectares 22/31

23 Área Cultivada : 0,185% ao ano
OS CRESCIMENTOS DA PRODUÇÃO, ÁREA E PRODUTIVIDADE DURANTE 1975/2008 (TAXAS ANUAIS MÉDIAS – EM %) Área Cultivada : 0,185% ao ano Produtividade da Terra : 3,545% ao ano Produção : 3,730% ao ano 23/31

24 A ECONOMIA BRASILEIRA A PARTIR DE 1990 : AS MUDANÇAS MAIS IMPORTANTES
A Mais Importante: A Abertura Comercial Significativas reduções das tarifas de importação de produtos e insumos (inclusive agrícolas) MERCOSUL em 1992 Lei Kandir em 1996 24/31

25 A ECONOMIA BRASILEIRA A PARTIR DE 1990 : AS MUDANÇAS MAIS IMPORTANTES
O Plano Real : eliminação da inflação e a “âncora” cambial A Maturidade da EMBRAPA : 20 anos em 1993 e 38 anos em 2011 A Reforma (forçada) do regime cambial em 1999 : taxas de câmbio flutuantes, taxa apreciada nos últimos anos 25/31

26 A ECONOMIA BRASILEIRA A PARTIR DE 1990 : AS MUDANÇAS MAIS IMPORTANTES
A introdução da biotecnologia na década passada : soja, milho e algodão; legislação de direitos de propriedade A substancial melhoria dos preços internacionais na década passada (Tabela 5) Fracasso das negociações internacionais – RODADA DOHA 26/31

27 A ECONOMIA BRASILEIRA A PARTIR DE 1990 : AS MUDANÇAS MAIS IMPORTANTES
O aprofundamento (exagerado?) da questão ambiental. DESEQUILIBRIO NO CRESCIMENTO AGRÍCOLA a) 1990/99 : 3,01% ao ano b) 2000/08 : 5,59% ao ano 27/31

28 Fonte: Matsubara, M., FEA-USP, 2010
TABELA 8 AS TAXAS ANUAIS MÉDIAS DE CRESCIMENTO DA ÁREA CULTIVADA (COM LAVOURAS), DA PRODUTIVIDADE DA TERRA E DA PRODUÇÃO (EM % AO ANO) DURANTE 1990/2008 PRODUTOS COMERCIALIZÁVEIS (EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO) PR. NÃO COMERCIALIZÁVEIS (DOMÉSTICOS) PRODUÇÃO 3,95 1,50 ÁREA CULTIVADA 1,80 - 1,12 PRODUTIVIDADE 2,15 2,62 Fonte: Matsubara, M., FEA-USP, 2010 28/31

29 A ECONOMIA BRASILEIRA A PARTIR DE 1990 : AS MUDANÇAS MAIS IMPORTANTES
PRODUTOS COMERCIALIZÁVEIS: Arroz, Milho, Laranja, Trigo, Cacau, Fumo, Algodão, Amendoim, Café, Cana-de-Açúcar, Soja e Mamona PRODUTOS NÃO-COMERCIALIZÁVEIS: Batata Doce, Cebola, Feijão, Mandioca, Abacaxi, Coco, Batata, Uva, Tomate e Banana RESULTADO IMPORTANTE : EFEITO EMBRAPA?) : Eliminação do desequilíbrio no crescimento das produtividades dos dois grupos de produtos 29/31

30 AGROPECUÁRIA BRASILEIRA NO FUTURO : DESAFIOS E PROBLEMAS
1) Crescimento Sustentável: Atendimento das Demandas Interna e Externa 2) Crescimentos da Área Cultivada e da Produtividade 3) Apoio Continuado à EMBRAPA (Produtividade) 4) Necessidade de Acordo Racional com os Ambientalistas. CÓDIGO FLORESTAL. A Questão da Área Cultivável Total 30/31

31 AGROPECUÁRIA BRASILEIRA NO FUTURO : DESAFIOS E PROBLEMAS
5) O Desafio da Ocupação Produtiva dos Cerrados (Milhões de Hectares). A Saída Norte 6) Redução dos Custos de Comercialização: Transportes e Portos. Ferrovias : Ferro Norte, Norte-Sul, Oeste-Leste. Rodovias : BR-163 7) Cautela com a Taxa de Câmbio 8) Reexaminar a Tributação sobre a Agricultura 31/31


Carregar ppt "FERNANDO HOMEM DE MELO AS PERSPECTIVAS DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA : O CURTO E O MÉDIO PRAZOS FAESC – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE SANTA CATARINA."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google