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O que é o projeto LBA? LBA é a sigla para o Experimento de Larga Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia. Liderado pelo Brasil, o LBA é o maior projeto.

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2 O que é o projeto LBA? LBA é a sigla para o Experimento de Larga Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia. Liderado pelo Brasil, o LBA é o maior projeto de cooperação científica internacional já criado, com a meta de estudar as interações entre a Floresta Amazônica e as condições atmosféricas e climáticas em escala regional e mundial. O LBA visa a explicar como funciona a Amazônia como uma biosfera regional, como as mudanças nos usos da terra afetam o clima regional e global e como as mudanças climáticas globais afetam o funcionamento biológico, químico e físico da floresta e sua sustentabilidade.

3 Entre as descobertas já consolidadas no LBA está a do processo de formação de chuva na floresta amazônica que, ao contrário de hipóteses anteriores, ocorre principalmente a partir de nuvens com topos relativamente baixos (chamadas de nuvens quentes) e que contêm gotas muito grandes. Descobriu-se que sobre a floresta amazônica, na estação das chuvas, onde há uma atmosfera limpa de aerossóis, a formação de nuvens de chuva e sua precipitação ocorrem de forma rápida, semelhante ao que ocorre nos oceanos. Desde os anos 70 sabia-se que a floresta produzia chuva e muito vapor dágua. O que não se conhecia eram os mecanismos de formação dessas nuvens de chuvas, que diferem do habitual, pela eficiência e rapidez com que o ciclo evaporação-condensação-chuva ocorre.

4 Constatou-se que nos anos em que o fenômeno climático El Niño afeta a Amazônia, a região, ao se tornar mais seca, pode alterar o regime de chuvas em áreas distantes, como o norte da Europa, principalmente a Inglaterra. Descobriram que a floresta, junto com o vapor d´água e o gás carbônico, também emite para a atmosfera – pela sua fisiologia e mecanismos de transpiração – compostos orgânicos voláteis em grande quantidade, algo em torno de meia tonelada por hectare/ano. Estes compostos são grandes moléculas que favorecem a ocorrência de um fenômeno típico das atmosferas limpas, ou seja, a cristalização dos compostos orgânicos voláteis em minúsculos cristais.

5 É sabido que os solos da Amazônia são pobres de alguns nutrientes, entre eles, o fósforo (P). Devido à forte limitação desse nutriente, é possível que as florestas tropicais não cresçam proporcionalmente ao aumento de dióxido de carbono (CO2) atmosférico, afetando a produtividade primária na região. A natureza da mineralização de fósforo em solos é um fator que controla a sua disponibilidade ao ecossistema. Com efeito, os aerossóis desempenham um importante papel porque transportam esse e outros nutrientes essenciais para a floresta, mantendo um fluxo interno altamente desenvolvido na Bacia Amazônica, mediante processos de deposição úmida – através da chuva, e seca – através das partículas de aerossóis.

6 Significa dizer que a entrada atmosférica de fósforo em florestas tropicais pode ser uma fonte importante em regiões com solos de fertilidade pobre. A concentração desse nutriente na água de chuva amazônica, por exemplo, é extremamente baixa. Todavia, nas partículas de aerossóis, alguns aspectos peculiares merecem a atenção dos cientistas. Em seu estudo, Artaxo destaca que as concentrações de fósforo são significativas somente para a fração grossa do aerossol e tais partículas são emitidas majoritariamente no período noturno. Por sua vez, a fração grossa do aerossol tem uma meia vida atmosférica muito curta, depositando-se rapidamente perto do local onde ocorreu a emissão.

7 * Os relâmpagos constituem-se de descargas elétricas transientes de alta intensidade de corrente (maior que ampères) na atmosfera. Essas descargas são a mais evidente prova da natureza elétrica do meio espacial que envolve a Terra. * O relâmpago é um fenômeno planetário que pode ser usado para medir algumas das variáveis associadas a mudanças globais. Por outro lado, por ser um traçado natural, o relâmpago permite também investigar características regionais associadas ao fenômeno elétrico (estado da atmosfera, interferência do solo, etc.). Relâmpagos

8 Trabalho de Física Alunos: Ingrid, Raphael, Octávio, Fernanda B., Fernanda F. e Douglas

9 Por ter um clima tropical, o Brasil apresenta alto índice de descargas atmosféricas durante o ano, aproximadamente 100 milhões. O estado com a maior emissão de raios é o Amazonas, depois o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os relâmpagos consistem de uma descarga elétrica transiente de elevada corrente elétrica através da atmosfera. Essa descarga é conseqüência das cargas elétricas acumuladas, em geral, nas nuvens Cumulonimbus e ocorre quando o campo elétrico excede localmente o isolamento dielétrico do ar. Os relâmpagos são classificados, na sua forma de ocorrência, como relâmpagos nuvem-solo, solo-nuvem, entre-nuvens, intranuvens, horizontais (ao projetarem-se e terminarem como que no espaço vazio lateral à nuvem), e para a estratosfera.

10 O ambiente básico dos relâmpagos é a atmosfera entre a Ionosfera (região altamente ionizada com a fronteira inferior em torno de 100 km) e a superfície da Terra (uma camada altamente condutora mas de condução variável). A importância física dos relâmpagos é que eles produzem efeitos nas várias regiões da atmosfera terrestre.

11 Um estudo apresentado na conferência sobre mudanças climáticas realizada na Inglaterra alerta para mudanças drásticas nas características climáticas e botânicas da Amazônia. Com a elevação da temperatura média do planeta, a Amazônia deverá perder grande parte de sua umidade e, como conseqüência, a densa vegetação equatorial seria substituída por vegetação rasteira e escassa, típica do cerrado. Além de acabar com diversas espécies vegetais, a mudança no ecossistema da Amazônia também provocaria a extinção em massa de espécies animais e causaria alterações no clima de todo o país, já que a Amazônia é responsável por grande parte da chuva que ocorre em regiões como o centro-oeste e o sudeste. Aquecimento global ameaça a Amazônia


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