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Política dos 3R POLUIÇÃO A poluição é um problema em todos os países. À medida que o consumo aumenta, a poluição geralmente também aumenta. O relatório.

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2 Política dos 3R

3 POLUIÇÃO A poluição é um problema em todos os países. À medida que o consumo aumenta, a poluição geralmente também aumenta. O relatório The State of the World 2004, do Worldwatch Institute, traz algumas estatísticas alarmantes. Os 12% da população mundial, que vivem na América do Norte e na Europa Ocidental, são responsáveis por 60% do consumo mundial, enquanto que os 33% na Ásia Austral e na África abaixo do Sara, são responsáveis por apenas 3%. Notícia

4 Há muita coisa que se deita "fora", o que é um grande desperdício. Já parou para pensar que "deitar fora" significa deitar aqui mesmo no nosso planeta, quase sempre em lugares errados, sujando águas, o solo e destruindo lugares, muito giros?

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6 Os números do lixo são maiores ainda em países desenvolvidos, onde o consumo é maior. A produção de lixo vem aumentando assustadoramente em todo o planeta. O lixo é o maior causador da degradação do meio ambiente e pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, pouco mais que 1 quilo de lixo por dia.

7 E a questão é: Para onde vai este lixo todo?

8 Não há onde colocá-lo. Dentro de poucos anos, se for mantida a produção actual de lixo, não haverá lugar onde colocar tanto lixo!

9 Há vários tipos de Lixo:

10 Lixo Doméstico Produzido nos bairros residenciais, pequenos comércios e serviços. Apresenta uma percentagem de materiais orgânicos: restos de alimentos, vegetais, cascas de frutas e de legumes. E de materiais recicláveis – latas de alumínio, papel, plásticos e vidros.

11 Lixo Industrial Provém das industrias e empresas de serviço. Geralmente é formado por materiais da mesma composição. É de responsabilidade da empresa e por isso algumas dispõem de aterros industriais.

12 Lixo Hospitalar Provém das farmácias, laboratórios de análises, clínicas, hospitais e centros cirúrgicos. É formado de materiais cortantes (agulhas descartáveis, lâminas de bisturi), materiais contaminados com sangue, meios de cultura e restos cirúrgicos. Material muito perigoso e pode transmitir doenças facilmente. O correcto é a esterilização e a correcta disposição em valas sépticas de aterros sanitários.

13 Lixo Verde É proveniente de podas e cortes de árvores, limpeza de praças, bosques e capinação de terrenos. São galhos, troncos e folhas. Pode ser triturado e utilizado na produção de composto orgânico. Utilizado na adubação e produção de mudas em viveiros ou até mesmo em hortas comunitárias.

14 Entulhos Resíduos de obras, demolições e construções. Formado por restos de tijolo, telhas, restos de cimento, concreto, areia, estruturas metálicas e outros materiais. Utilizado inadequadamente para tapar buracos.

15 Quanto tempo leva para o lixo se decompor? Jornal – algumas semanas Sapatos de couro – até 50 anos Caixas de papelão – vários meses Plástico fino – até 5 anos Folhas de bananeira – algumas semanas Pneus – desconhecido Sacolas de plástico – 10_20 anos ou até centenas de anos, dependendo do tipo de plástico Metais – até 50 anos Latas de alumínio – até 80 anos Garrafas de plástico – centenas de anos Cacos de vidro – milhares de anos

16 Todos nós produzimos lixo. Geralmente não pensamos nele, simplesmente o deitamos fora. Porém, o mundo está a ficar sem espaço para guardar tanto lixo que se vai acumulando.

17 Não. Pois as cinzas, muitas vezes, são tóxicas.

18 Não. Pois assim estão a poluir as águas.

19 Não. Pois o lixo, muitas vezes, contem substâncias tóxicas que vazam o solo e poluem o abastecimento de água.

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21 Reduzir Reutilizar Reciclar

22 Reduzir

23 É diminuir a quantidade total de lixo que produzimos, assim como evitar a utilização de substâncias e produtos tóxicos e/ou difícil tratamento. Este princípio aplica-se essencialmente na escolha de produtos quando se vai às compras dado que tudo o que compramos, mais cedo ou mais tarde, irá parar ao lixo.

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25 Os papéis e cartões são um dos materiais mais vulgares, úteis e abundantes. Mas isso não significa que devam ser consumidos e deitados fora de uma forma despreocupada. O consumidor consciente é aquele que racionaliza a utilização do papel e que evita o desperdício. É necessário ver os produtos que consomem e analisar em que sectores se obterão economias ou se poderão reduzir ou eliminar consumos supérfluos. Estes actos podem ser traduzidos em medidas pragmáticas, como por exemplo usar panos de cozinha, em vez de toalhas de papel.

26 Os materiais plásticos representam entre 7 a 10% do peso total dos resíduos sólidos urbanos. Duas alternativas devem ser consideradas – a redução na origem e a redução pelo consumidor. Ao consumidor compete evitar consumos supérfluos, quer se trate de embalagens ou outros produtos. Por exemplo, sacos de supermercado, material escolar, artigos domésticos, etc. Que muitas vezes, são utilizados em excesso. A utilização de produtos concentrados ou embalagens de recarga conduz também à redução de resíduos.

27 As embalagens metálicas são quase sempre sem retorno, isto é, não reutilizáveis. No entanto, isso não impede que haja uma redução dos resíduos resultantes das latas usadas. De facto, ao longo dos últimos anos, os processos de fabrico têm evoluído no sentido de fabricar embalagens com menos matéria-prima, o que se traduz em menores espessuras e pesos. O consumidor dá conta disso ao verificar que as embalagens metálicas se tornam cada vez mais flexíveis.

28 Ao longo dos anos, as fábricas de vidro conseguiram reduzir significativamente a quantidade de vidro necessária para produzir uma garrafa. Estes processos consistem em reduzir a espessura das paredes da embalagem, melhorando o seu "design" para que a garrafa tenha a mesma resistência com menos consumo de matéria-prima e de energia. São as chamadas tecnologias de vidro leve, que se traduzem em grandes benefícios para o meio ambiente: Poupança de matéria-prima e de combustíveis para os fornos de fusão.

29 Reutilizar

30 Reutilizar consiste em utilizar um produto mais de uma vez para o mesmo fim que foi concebido. Fala-se normalmente da reutilização no caso das embalagens, que são projectadas para perfazer um número mínimo de viagens ou rotações no seu ciclo de vida. É o caso das garrafas de vidro. Alguns produtos têm embalagens reutilizáveis. Outros são vendidos em "recargas" que permitem usar a mesma embalagem original várias vezes.

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32 Dever-se-ão utilizar os produtos de papel e cartão tantas vezes quanto possível. Existem alguns casos de reutilização interessantes, tal como: voltar a usar papéis de embrulho, capas de cartolina ou mesmo certas caixas de cartão.

33 Dum modo geral, em Portugal, as embalagens plásticas não têm retorno, o que não significa que não possam ser reutilizadas. É o caso dos sacos, das caixas, das garrafas e garrafões, etc., que o consumidor pode reutilizar para diversos fins. Embora escassos, existem também alguns casos em que o consumidor pode levar a embalagem usada à loja, para reenchimento. O uso de recargas é outra modalidade de reutilização, já que permite usar várias vezes uma primeira embalagem.

34 As latas não são reutilizáveis. No entanto, para algumas embalagens metálicas de grande capacidade, como é o caso dos "bidões", a reutilização é frequentemente adoptada pelos seus utilizadores.

35 Muitas das embalagens de vidro são reutilizáveis. Por outras palavras, depois de consumir o produto, o consumidor leva-as de novo para a loja ou supermercado que por sua vez, devolve todas as garrafas á fabrica de engarrafamento. Deste modo, a mesma embalagem é usada várias vezes, o que significa que essa garrafa só se transforma em resíduo depois de várias utilizações.

36 Reciclar

37 Reciclar consiste em recolher e transformar um resíduo de modo a que este possa ser novamente utilizado, quer para o mesmo fim, quer para um fim distinto do original. Para que os materiais possam ser reciclados, é necessário que sejam separadamente depositados, recolhidos e transportados.

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39 O capitalismo é um sistema, além de outras coisas, baseado no consumismo extremado. Esse consumismo pode ter trazido muitas qualidades para a nossa sociedade, mas não queremos entrar no mérito deste, apenas mostrar suas consequências. E a pior dessas consequências é, com certeza, o montante de lixo produzido. Só em São Paulo, exemplo duma cidade do crescimento latino-americano, são produzidos mais de 20 mil toneladas de lixo. Se assim em São Paulo, imagine em Nova Iorque (nos Estados Unidos), cidade símbolo do consumismo americano, a maior do mundo. E o que é feito com todo este lixo? É aí que entra a reciclagem. Pela reciclagem, podemos, a partir de latas, papéis, metais e plásticos usados, obter novos produtos. A reciclagem permite-nos, também, economizar matéria-prima, o que alivia o meio- ambiente. Concluindo, nós só temos a ganhar com a reciclagem e por isso devemos nos esforçar para torná-la uma realidade, não apenas um plano rascunhado num pedaço de papel. E para tanto, devemos tomar consciência de que a sociedade é formada pelos indivíduos, ou seja, que cada um deve fazer um pouco, a fim de podermos fazer tudo.

40 - Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar. - Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população. - Melhora a produção de compostos orgânicos. - Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica. - Gera empregos para a população não qualificada. - Menos lixo -> Valorização do mesmo, poupança de energia e matérias primas, mais postos de trabalho, menos dinheiro público gasto, mais Natureza.

41 Cerca de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário, porque reciclar é 15 vezes mais caro do que deitar lixo em aterros sanitários.

42 Tipos de Reciclagem Reciclagem

43 Reciclagem do papel A reciclagem do papel é tão importante quanto sua fabricação. A matéria-prima para a fabricação do papel já está escassa.Com o uso dos computadores, muitos cientistas sociais acreditavam que o uso de papel diminuiria, principalmente na indústria e nos escritórios, mas isso não ocorreu e o consumo de papel nas duas últimas décadas do século XX foi recorde. Na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Nota: Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e kW/h de energia eléctrica com uma tonelada de papel reciclado.

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45 Benefícios do Papel Reciclado - Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira. - Madeira: Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz numa nova vida útil para de 15 a 30 árvores. - Economia de Recursos Naturais.

46 Reciclagem de Plásticos Todos os materiais plásticos são recicláveis. Em Portugal reciclam-se anualmente milhares de toneladas de materiais plásticos provenientes, principalmente de resíduos da indústria. Os materiais usados podem dar origem a novos materiais: embalagens, revestimentos de solos, fibras para acolchoados, caixas de cassetes, brinquedos, material escolar, etc. Estes são os processos mais simples e constituem a chamada "reciclagem mecânica". No entanto, os investigadores já descobriram e continuam a trabalhar em processos que permitem transformar plásticos usados em combustíveis semelhantes aos de uso corrente ou até em matérias-primas originais – é a chamada reciclagem química.

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48 Tipos de plásticos Existem muitos tipos de plásticos. Os mais rígidos, os fininhos e fáceis de amassar, os transparentes, etc. São divididos em dois grupos de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorígidos. Os termoplásticos são aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados, e quando resfriados ficam sólidos e tomam uma nova forma. Esse processo pode ser repetido várias vezes. Correspondem a 80% dos plásticos consumidos. Os termorígidos ou termofixos são aqueles que não derretem e que apesar de não poderem ser mais moldados, podem ser pulverizados e aproveitados como carga ou serem incinerados para recuperação de energia.

49 Tipos de Plástico

50 Como poderá ser aproveitado o plástico? O plástico pode ser reaproveitado de três maneiras: RECICLAGEM ENERGÉTICA - ele é queimado liberando um calor muito forte (superior ao do carvão e próximo ao produzido pelo óleo combustível) que é aproveitado na forma de energia. RECICLAGEM QUÍMICA – ele é "desmontado" por aquecimento e a matéria-prima pode então ser utilizada novamente na indústria petroquímica. RECICLAGEM MECÂNICA - é mais barata e mantém uma boa qualidade do produto.

51 Latas Regra geral, todos os materiais metálicos podem ser recuperados e novamente fundidos. É bem conhecida a reciclagem da sucata de ferro, que se processa nas siderurgias. As embalagens metálicas seguem o mesmo procedimento, podendo ser recicladas nas siderurgias ou nas fundições de alumínio. A reciclagem dos metais a partir de objectos usados contribui fortemente para a poupança de recursos naturais (minérios) e permite grande redução de gastos energéticos. No caso das embalagens de alumínio, designadamente as latas de líquidos alimentares, há tecnologias que permitem fazer embalagens novas utilizando unicamente embalagens usadas. Em termos de produção, o alumínio obtido a partir das embalagens consome unicamente 5% da energia necessária para o produzir a partir de matérias-primas minerais. Daí a importância da recolha das embalagens para reciclagem. No nosso País, essa recolha está ainda pouco desenvolvida, apesar dos louváveis esforços de algumas Câmaras, que já colocaram contentores para esse fim na via pública.

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53 Vidro Todas as embalagens de vidro são recicláveis, quer se tratem de garrafas reutilizáveis que já fizeram várias viagens, quer se trate de garrafas sem retorno. A reciclagem do vidro começa com os consumidores. Em vez de deitarem as garrafas vazias no lixo, devem deitá-las no vidrão. O "vidro velho" depositado nos Vidrões chamam-se "casco" e é recolhido por muitas Câmaras Municipais para ser vendido às indústrias vidreiras. Deste modo, não só se diminui o volume e o peso dos resíduos domésticos a tratar, como se gera mais uma fonte de receitas para as Autarquias. Para que a reciclagem seja bem sucedida, os consumidores não devem colocar no "vidrão" outros materiais ou objectos, tais como metais, plásticos, pedras, louças, lâmpadas, vidros de janelas ou espelhos, restos de comida, papéis, etc.

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55 Reciclagens Especiais

56 Reciclagem de Metais Reciclagem de Metais No grupo dos metais incluem-se os ferrosos com destaque para o ferro e aço, e os não ferrosos, como o alumínio. A matéria-prima necessária para o seu fabrico provém de minérios extraídos da natureza O processo de reciclagem de metais inicia-se com a remoção de contaminantes, seguindo-se a separação dos ferrosos e dos não ferrosos por um processo magnético. Seguem-se as fases de trituração, que reduz o tamanho da sucata, refundição e moldagem. A reciclagem dos metais permite fabricar diversos tipos de ligas metálicas e embalagens de alumínio.

57 Reciclagem de cartão complexo As embalagens de cartão complexo são as mais utilizadas em todo o mundo na distribuição de produtos alimentares líquidos, como leite e sumos. São constituídas por cartão, plástico e alumínio. A reciclagem destas embalagens pode fazer-se por dois processos, considerando a embalagem como: TODO As embalagens são trituradas e prensadas, obtendo-se um aglomerado com o qual é possível fabricar móveis,soalhos, réguas, porta-lápis, etc. COMPONENTES Os três tipos de materiais são separados por centrifugação. O papel é reciclado, o plástico é usado como fonte de energia e o alumínio é usado em aplicações industriais. Para que a reciclagem faça sentido, não basta separar os materiais que existem nos resíduos; há que fechar o ciclo, preferindo produtos reciclados.

58 Remoção Selectiva na Origem

59 Remoção selectiva na origem: separação dos diferentes tipos de lixo, em sua casa, para recipientes diferentes. Permite que os resíduos se mantenham nas melhores condições para serem reciclados mais tarde. Após a sua colocação no ecoponto e depois no ecocentro, operadores especializados fazem a triagem deste material, agrupando os resíduos com características homogéneos e que se encontrem em boas condições, separando os resíduos que não podem ser utilizados.

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61 Um Ecoponto é um conjunto de contentores utilizados para depositar materiais como papel e cartão, embalagens, vidro e pilhas. Estão localizados em lugares públicos – por exemplo, escolas, parques, piscinas, complexos desportivos, mercados e feiras – e outros locais de grande produção de resíduos. Os ecopontos são constituídos por depósitos individualizados ou por um grande depósito com divisórias onde poderão ser colocados os materiais separadamente.

62 Os materiais recicláveis

63 PAPEL E CARTÃO - Livres de agrafos, clipes e esferovite. Enxaguar e espalmar as embalagens de bebidas. O que se deve ou não colocar no papelão. Sim - Papel de escrita e impressão; - Jornais e revistas; - Pacotes de bebidas (leite, sumos e vinho) de Cartão complexo; - Embalagens de cartão espalmadas. Não - Papeis sujos; - Papeis metalizados; - Papeis plastificados; - Papeis encerados; - Papeis autocolantes. - Papeis vegetais/ químicos.

64 EMBALAGENS DE PLÁSTICO E DE METAL - Enxaguadas e, sempre que possível, espalmadas O que se deve ou não colocar: Sim - Garrafas e garrafões de plástico; - Embalagens de plástico de detergentes, Champô, vinagre, etc. - Sacos de plástico; - Latas de bebidas; - Latas de conserva sem gordura; - Embalagens vazias de spray; - Embalagens de comida; Não - Embalagens de gorduras alimentares; - Embalagens de iogurte; - Sacos de plástico com restos de comida; - Embalagens que tenham contido substâncias Perigosas; - Talheres; - Panelas; - Electrodomésticos.

65 VIDRO - Livre de resíduos como restos de alimentos, rolhas, cápsulas e rótulos. Enxaguado e Seco. O que se deve ou não colocar no vidrão Sim - Garrafas de vinho, água, sumos; - Frascos; boiões. Não - Loiça de vidro, pirex, cerâmica e cristal; - Lâmpadas; - Ampolas e seringas; - Espelhos; - Vidro de automóveis;

66 Definição: parque amplo com contentores de grandes dimensões destinados a receber e armazenar separadamente os resíduos com viabilidade de valorização, recuperação e reciclagem. São usados para os resíduos de grandes dimensões como entulhos, restos de madeira, electrodomésticos antigos, entre outros materiais. Têm, também, depósitos para a recepção de óleos usados.

67 RSU Resíduos Sólidos Urbanos

68 O que acontece aos resíduos? Cerca de 75% são descarregados em terrenos ou lixeiras municipais de forma descontrolada, contaminando os solos e vão poluir as águas subterrâneas e de superfície. Mas não são só as indústrias a dar cabo do meio ambiente, ninguém é "inocente". Os consumidores, tal como os laboratórios, as lavandarias, etc. são pequenos produtores de resíduos perigosos, cuja localização e quantificação é difícil de fazer. Tal como óleo usado no carro quando é mudado. Será que temos consciência da gravidade do seu despejo incontrolado? Cinco litros de óleo usado sobre um lago recobrem uma superfície de 5000 metros quadrados impedindo a oxigenação da água. E as pilhas dos brinquedos, das máquinas fotográficas e do rádio portátil possuem habitualmente mercúrio. Qual é então a solução? A resolução para o problema dos resíduos em Portugal não é obviamente única, tem vários componentes.1 componente passa inevitavelmente pela criação em Portugal de centros de eliminação adequada para resíduos perigosos. Outro componente é o alargamento das práticas de reciclagem. Apenas destes resíduos são reciclados. Outra forma de valorização realizada em Portugal é a recolha dos óleos usados para utilização como fonte de energia. Os Siderurgias são também grandes consumidores de sucata.

69 OUTROS EXEMPLOS POSITIVOS DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS EM PORTUGAL SÃO: A queima em condições adequadas feita por uma cimenteira dos pneus usados aproveitando o seu potencial energético. O aproveitamento por parte das celuloses de resíduos do descasque das árvores para produção de energia. A utilização de resíduos de alumínio, como as latas de refrigerantes para produção de lingotes de alumínio. Os exemplos mais conhecidos de reciclagem do vidro e dos papéis velhos. A prata das radiografias também são reciclados em quantidades significativas, basta entregá-las nas farmácias.

70 1. De que forma somos todos nós culpados do excesso de resíduos? É nos gestos de que compõem o quotidiano dos Portugueses que podemos perceber o quanto mudaram os seus hábitos, costumes e rotinas, também por causa do tempo que não dispomos. É muito mais fácil e rápido uma pessoa ir ao supermercado onde há de tudo, do que através do comércio tradicional, ir ao talho, ir à mercearia, à padaria, à frutaria. Mas em compensação para o aumento dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) essa ida ao supermercado é prejudicial, já que no supermercado é tudo embalado, enlatado e ensacado. São os resíduos do progresso, indicadores de uma melhoria da qualidade de vida, mas também do consumismo, do desperdício. Logo sem consciência disso tudo, nós somos responsáveis por um dos mais graves problemas ambientais da actualidade.

71 2. De que forma podemos reduzir estes excessos? Como reduzir esses excessos, não é assim tão complicado, basta levar connosco o saco das compras, evitar consumos supérfluos e desperdícios, ou optar por embalagens com retorno ou recargas, separar criteriosamente o papel e o vidro e colocá-los nos respectivos recipientes de recolha. São pequenos gestos que ajudam a diminuição de quantidade de lixo produzido e à valorização do material já utilizado. Além disso e como os recursos naturais não são inesgotáveis levam à necessidade de repensar as estratégias de desenvolvimento de modo a reduzir o volume de resíduos gerados quer ao nível das várias fases de produção, quer ao nível do consumidor, é preciso conferir maior prioridade à investigação e desenvolvimento, transparência tecnológica, educação do público e investindo nos sectores públicos e privado numa adequada gestão dos problemas causados pelos RSU.

72 3. Qual a quantidade de RSU por habitante? A quantidade de resíduos domésticos nos países europeus situa-se entre os 250 – 300Kg por pessoa ano. A Composição desse lixo doméstico difere entre os vários países e dentro de cada país entre as zonas urbanas e as zonas rurais. No entanto, nos países industrializados, a proporção de matéria combustível nos resíduos está em crescimento.

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74 4. Os malefícios do excesso do lixo e o irresponsável desse lixo? Cada agregado familiar deita fora normalmente muitas dezenas de quilos de papel, restos alimentos, metal, vidro e plástico. Esse facto levanta duas questões: por um lado, se continuarmos a utilizar materiais a este ritmo conseguiremos desfazermo- nos totalmente deles. Um princípio elementar de RSU produzidas, quantidades essas que atingem actualmente valores bastante preocupantes; trata- se pura e simplesmente da transferência desses resíduos dos locais de produção para determinados locais que não oferecem garantias máximas de segurança do ponto de vista ambiental, constituindo deste modo às tão indesejáveis lixeiras.

75 5. Quais os constituintes do RSU? Os RSU são essencialmente constituídos por materiais fermentáveis (55,5% do total), papéis e cartões (18,8% do total), metais (3,5%), plásticos (3,2%) e vidros (2,9%). Estes constituintes são as vulgares latas, embalagens, garrafas, sacos de plástico, etc. Isto é exemplificado na figura.

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80 Façam alguma coisa hoje, para que haja condições ambientais favoráveis à vida das futuras gerações.

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82 Realizado por: Sónia Silva 9ºC


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