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ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS DIFERENÇAS NA INTENÇÃO EMPREENDEDORA ENTRE HOMENS E MULHERES NO NORTE DE PORTUGAL.

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1 ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS DIFERENÇAS NA INTENÇÃO EMPREENDEDORA ENTRE HOMENS E MULHERES NO NORTE DE PORTUGAL

2 ISVOUGA Belkis Oliveira, Juan Moriano, Vasco Soares | Novembro 2013 |

3 Í NDICE

4 Introdução Revisão Bibliográfica Metodologia Amostra Resultados Considerações finais Referências Bibliográficas 4Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

5 INTRODUÇÃO

6 O comportamento empreendedor constituí uma condição necessária para o desenvolvimento económico. (Schumpeter, 1942; Reynolds, 2002); Constata-se a existência 23 milhões de pequenas e medias empresas na Comunidade Europeia., o que representa 99% do tecido empresarial. (CE, 2006) A criação de empresas trás algumas vantagens para Portugal, para as pessoas/empresas /comunidade e Portugal encontra-se na quarta posição do menos empreendedor. (GEM, 2004) As questões de género também se manifestam na área da criação de empresas. Estudos de vários autores..(Reynolds, Bygrave, Autio, Cox y Hay, 2000) Perceção de compatibilidade trabalhar por conta própria e cuidar dos filhos (Winn, 2004) As mulheres se deparam com mais barreiras (menor Capital Humano (Winn 2005), menor capital social Carter e Shaw, 2006) e menor capitalização. (Prior e Driga, 2009) 6Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

7 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

8 8 Definição de emprendedor - Varela 1998 citada em Moriano (2005, p. 57) É a pessoa capaz de perceber uma capacidade de produção ou de serviço e perante ela formular libre e independentemente uma decisão de consecução e afetação dos recursos naturais, financeiros, tecnológicos e humanos necessários para poder implementar o negócio, Este, para além de criar valor adicional para a economia, gera trabalho para ele e muitas vezes para os outros. Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

9 9

10 Fatores Motivacionais para Emprender 10 FatorOportunidade (Pull)Necesidade (Push) Cómo surge a motivação de emprender IndividuoAmbiente/Entorno Objetivo principalOrientação para o futuroFugir da situação atual Resultados esperados - Reconhecimento, prestigio, - Tempo livre - Equilíbrio trabalho/vida pessoal - Ser o próprio chefe - Assumir riscos, independência - Iniciativa - Por em prática ideias próprias - Bons rendimentos - Tarefas interessantes -Realização e desenvolvimento pessoal - Evitar desemprego - Sair de una situação de emergência - Superar a insatisfação com a situação vocacional - Condições e horários laborais flexíveis. Nota: Elaborado a partir de Dej. (2007) Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

11 A aversão ao risco, a baixa criatividade e a pouca familiarização com o processo de criação de novos negócios são alguns dos fatores que inibem a criação de empresas entre os estudantes das universidades portuguesas. Teixeira, 2008 Em Portugal, durante o período de 2000 a 2007, se verifica um aumento gradual do número total de empresas registadas ( em 2000 e em 2007), o que corresponde a uma taxa de crescimento medio anual de 6,85% para o total de empresas Boletim Mensal da Economia Portuguesa, O estado português preocupa-se por fomentar o progresso e o aumento da estabilidade económica e social do país. 11Belkis Oliveira | ISVOUGA | Novembro 2013

12 El efeito de telhado de vidro funciona como una barreira invisível que impede a progressão das mulheres na carreira (Bryant, 1984) No caso das mulheres com o mesmo nível educativo que os homens e com experiências laborais similares, estas têm salários significativamente inferiores que os homens e receberam menos promoções (Goodson et al. 1997). Os estudos referem que o mundo das organizações segue uma estrutura patriarcal (Morgan, 1997; Winn, 2004; Mattis, 2004; Mavin, 2006 citado em Patterson, 2007). Para um grande número de mulheres a insatisfação com o emprego e com as políticas organizacionais funciona como uma motivação de grande importância para o trabalho por conta própria (Weiler y Bernasek, 2001 citado em Patterson, 2007) 12Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

13 Modelo Teórico- Teoría da Ação Planificada (TAP) 13 Atitude para a conduta Norma subjetiva Controle percibido Intenção Conduta Adatado de The theory of planned behavior, Ajzen, 1991 Belkis Oliveira ISVOUGA| Novembro 2013

14 A atitude está determinada pelas diversas crenças que a pessoa tem face ao objeto (coisa, pessoa ou instituição) e a avaliação que as pessoas realizam destas crenças. Esta avaliação é o componente afetivo da atitude, determinando a motivação e a força da intenção da conduta. Podemos possuir distintas crenças mas estas, por sí sós, não conducem à ação (Fishbein e Ajzen, 1975; Ajzen 1989; Morales, Rebollo, e Moya citado em Carpi y Breva., 2001). Exemplo: perguntamos o que significa para a pessoa criar uma empresa e o grau de desejabilidade desse comportamento. Assim uma atitude favoravel estará associada a que a intenção de levar a cabo uma ação seja maior (Moriano, 2010). 14Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

15 A norma subjetiva se baseia na pressão social percebida para realizar ou não um comportamento e reflete o efeito dos valores sociais (Morales et al., 1994) A norma subjetiva é a componente mais social do modelo, uma vez que reflete a influência de pessoas significativas para o sujeito numa decisão de desenvolver a sua carreira profissional a través do trabalho por conta própria. Por exemplo: Ter familiares com experiência na criação de empresas, permite que as pessoas possam observar de perto os seus aspetos tanto positivos como negativos (Sánchez-Almagro, 2003; Scherer, Adams e Wiebe, 1989; Shapero, 1982 citado em Moriano et al., 2006). 15 Em que medida estaria de acordo a sua família Si tomasse a decisão de ser emprendedor Em que medida estariam de acordo os sus amigos Si tomasse a decisão de ser emprendedor Em que medida estariam de acordo os seus colegas Se tomasse a decisão de ser empreendedor Como valoriza a sua família, amigos e colegas, este assunto Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

16 A auto eficácia é a crença nas nossas capacidades e é consistentemente referida como um traço definidor do perfil empreendedor em muitos estudos (Baron, 1998; Chen, Green e Crick, 1998; Markman, Balkin e Baron, 2002; Markman e Baron, 2003) ; A formação da intenção empreendedora nos homens está fortemente associada a fatores pessoais, e especialmente ao desenvolvimento do controle percebido ou autoeficácia empreendedora. A evidencia empírica demonstra que as mulheres detêm uma menor perceção de autoeficácia e isto se comprova nas suas opções académicas, no seu acesso a diversas profissões e concretamente na forma como evitam a atividade empresarial (Hackett e Betz, 1981; Eccles, 1994; e Chen et al, 1998, Wilson, Marlino e Kickul, 2004) Elevado nível de autoeficácia – pessoas mais eficientes, mais seguras, mais motivadas, mais empreendedoras. 16 Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

17 Schwartz (1996) propõe no seu modelo uma estrutura de valores formada por 10 tipos de valores, que se agrupariam dentro de dimensões de individualismo (poder, logro, hedonismo, estimulação e auto direção) de coletivismo (benevolência, tradição, e conformidade), e valores mistos (universalismo e seguridade). Morris, David e Allen (1994) As culturas individualistas favorecem o espirito empreendedor, promovem a responsabilidade, a obtenção de benefícios e a inovação, enquanto que as culturas coletivistas poderiam não favorecer o empreendimento pois funcionam como culturas mais acomodadas que evitam conflitos e se resistem as mudanças, o que é necessário para a implementação novas ideias. 17 Valores individualistasValores mistosValores coletivistas Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

18 HIPÓTESES

19 H 1. As mulheres estarão mais motivadas que os homens pela necessidade que pela oportunidade quando se propõem desenvolver a sua carreira profissional através do trabalho por conta própria. H 2. As mulheres apresentam uma intenção mais baixa de empreender que os homens. H 3a. A norma subjetiva tem uma influência positiva e significativa na intenção empreendedora. H 3b. A influencia da norma subjetiva é mais significativa para as mulheres que para os homens. 19Belkis Oliveira | ISOUGA| Novembro 2013

20 H4a. A autoeficácia tem uma influência positiva e significativa na intenção empreendedora. H4b. A influencia da autoeficácia é mais significativa para os homens que para as mulheres. H5a. Os valores pessoais individualistas do modelo de Schwartz (poder, logro, hedonismo, estimulação e Auto direção) terão uma influência positiva na intenção empreendedora. 20Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

21 METODOLOGIA

22 Nesta investigação participaram 203 estudantes das áreas de economia, direito, gestão e solicitadoria. Dos quais 44,85% são homens e 55,15% são mulheres com idades compreendidas entre 19 e 57 anos. A idade media dos/das participantes foi de 29,30 anos (DT = 8,00). Mais da metade dos/das inquiridos/das da amostra 69,6% tem algum familiar direto ou indireto que é empresário/a ou tem tido a sua própria empresa. Os dados foram recolhidos a partir de um questionário, que esta constituído por varias escalas. 22 Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

23 R ESULTADOS RELATIVOS A A MOSTRA 23 Belkis Oliveira | ISVOUGA| Novembro 2013

24 Escalas do questionário: Dados demográficos; idade, sexo, localidade, freguesia. Formação académica; nível de estudos, área de conhecimento, centro académico. Emprego; situação laboral, experiência como empreendedor. Aspetos familiares: se perguntava se algum membro da sua família direta é empresário/a ou tem sido ( sim /não). Valores; Neste estudo se utilizou o questionário de valores de PQV (Portrait Values Questionnaire, Schwartz, 2005 ), se medem os valores de forma indireta. Escala tipo likert de 0 a 5 ( não se parece comigo /se parece muito comigo). Alfa de Cronbach de.90. Atitude; esta escala mede a atitude que a pessoa demonstra relativamente a ser empreendedor (Moriano, Gorgievski, Laguna, Stephan e Zarafshani, 2011). Por um lado, se explora o que significa para a pessoa criar uma empresa e por outro o grau de desejabilidade. Escala tipo likert de 0 a 6 totalmente (improvável /provável).Alfa de Cronbach de

25 Autoeficácia empreendedora; esta escala surge a partir de uma escala desenvolvida em San Diego State University pelos professores Alex de Noble, Don Jung e Sanford Ehrlich (1999). Esta escala mede em que áreas a pessoa se considera eficaz quando pretende desenvolver tarefas associadas a criação e gestão de empresas. Escala tipo likert de 0 a 6 (totalmente: ineficaz – eficaz). Alfa de Cronbach de.96. Norma Subjetiva; mede a influencia que o entorno imediato do sujeito exerce sobre a conduta. A escala de resposta era tipo Likert de cinco pontos, desde 0 (nada de acordo) a 6 (totalmente de acordo). Alfa de Cronbach de.90. Intenção empreendedora; Este item contem cinco afirmações que pretendem medir a intenção da pessoa de criar um negócio ou empresa. A escala de resposta era tipo Likert de seis pontos (nada/totalmente). Alfa de Cronbach de. 63. Motivação para empreender. Pretende identificar as motivações da pessoa quando pretende criar uma empresa, si são por necessidade ou por oportunidade. A escala de resposta era tipo Likert, as pontuações variam entre -3 necessidade e 3 oportunidade. 25

26 O questionário foi administrado durante as aulas, entre Janeiro e Junho de 2011, respeitando a participação voluntária e a confidencialidade dos dados. Se referiu aos jovens que pretendíamos conhecer alguns aspetos da sua formação académica. Os questionários se administraram nas seguintes universidades: Faculdade de Direito Universidade do Porto, Universidade Portucalense, Instituto Superior Entre o Douro e Vouga e Universidade Católica Portuguesa. Concluído o processo de aplicação dos questionários, iniciamos o seu tratamento mediante a elaboração de uma base de dados utilizando o programa SPSS (Statical Package for Social Sciense), versão

27 RESULTADOS

28 Comparação das medias dos componentes do modelo TAP 28

29 Análises de Correlações 29

30 Análises de correlações 30

31 31

32 Intenção empreendedora dos homens Intenção empreendedora das mulheres 32 Estes resultados apoiam a hipótese 4a e mostram a importância da autoeficácia para explicar a intenção empreendedora dos estudantes masculinos da amostra Estes resultados apoiam a hipótese 4 y demonstram a importância da autoeficácia da atitude para explicar a intenção empreendedora das estudantes da amostra

33 H 1. As mulheres estarão mais motivadas que os homens por necessidade que por oportunidade quando planeiam desenvolver a sua carreira profissional a través do autoemprego. Não se confirma. (t =.22 y p =.223). H 2. As mulheres apresentam uma intenção mais baixa de empreender que os homens. Confirmada. Existem diferenças significativas. Media das mulheres inferior a dos homens. t= 1.97 ; p <.005. H 3a. A norma subjetiva tem uma influência positiva e significativa na intenção empreendedora. Confirmada. Correlação positiva e significativa, p <.001 H 3b. A influência da norma subjetiva é maior para as mulheres que para os homens. Não se confirma. t = y p =.624) 33

34 H4a. A autoeficácia tem uma influência positiva e significativa na intenção empreendedora. Confirmada. Correlação positiva e significativa p <.001). H4b. A influencia da autoeficácia é mais significativa para homens que para mulheres. Confirmada. t= 2,94; p <.001 H5a. Os valores pessoais individualistas do modelo de Schwartz (poder, logro, hedonismo, estimulação e Auto direção) terão uma influência positiva na intenção empreendedora. Confirmada. 34

35 CONCLUSÕES

36 A intenção empreendedora nos homens da amostra está fortemente associada a autoeficácia empreendedora, pelo que quando se percebem a si mesmos eficazes para trabalhar por conta própria, apresentam uma maior intenção de desenvolver a sua carreira profissional a través do autoemprego esta de acordo com Baron, 1998; Markman e Baron, 2003, que indicam a autoeficácia como uma característica definidora do perfil empreendedor. Nas mulheres, não só conta a perceção que tem de si próprias no que respeita a autoeficácia mas também a sua perceção sobre o que significa criar uma empresa e o grau de desejabilidade que tem essa ação na sua vida. Uma vez que ser empreendedor/ra está associado a riscos financeiros, e a enfrentar novos desafios com um trabalho árduo, uma das explicações possíveis que afeta la intenção de empreender das mulheres poderá estar relacionada com la dificuldade da mulher em conciliar a vida pessoal e profissional e os conflitos família-trabalho. Osca, e Martínez Pérez, (2002 ). 36

37 A norma subjetiva não apresenta diferenças significativas entre homens e mulheres, no entanto, a media do item é mais elevada no caso das mulheres ver tabela 3, o que vai de encontro com os estudos realizados por Leroy 2009 e de Moriano 2005, nestes estudos, como referido anteriormente, a influência normativa tem mais importância para as mulheres que para os homens. Na motivação para empreender, apesar de não existirem diferenças estatisticamente significativas entre homens e mulheres a média da amostra no geral é de 2,15 o que denota uma proximidade relativamente aos valores pull ou de oportunidade o que vai na linha de estudos de: Gaspar, 2008 e da Organização Internacional do Trabalho (2004) 37

38 Os valores individualistas poder, estimulação e Auto direção correlacionam positivamente com a intenção empreendedora o que corrobora os estudos de Morris, David e Allen (1994) as culturas individualistas favorecem o espirito empreendedor, promovem a responsabilidade, a obtenção de benefícios e a inovação. Daí a necessidade de evitar um excesso de paternalismo por parte do estado. O papel da família empresaria na intenção de empreender é significativo e importante tanto nos homens como nas mulheres. Pelo que, ter pessoas da família empresárias atua como modelo e é um fator importante de influência na intenção de criar uma empresa, o que está de acordo com os resultados obtidos por vários autores (Caputo e Dolinsky, 1998, citado en Cecile Wetzels e Ruta Aidis. 2007; Andreu. 1998; Brockhaus. 1982; Hisrich e Brush. 1986; Katz. 1992; Roberts e Wainer. 1968; Sánchez-Almagro. 2003; Scherer. Adams e Wiebe. 1989; Teixeira. 2011). Promover a imagem do Empresário/a de forma a torna-lo/a mais próximo da comunidade e um modelo a seguir pelas gerações futuras. 38

39 Uma das principais conclusões do estudo está relacionada com a necessidade de implementar sessões informativas, conferencias. Seminários e todo um conjunto de ações que promovam o empreendimento dos jovens de forma a incentivar a criação de empresas no norte de Portugal, só um 1.02 % da amostra assistiu a um seminário ou conferencia sobre Empreendedorismo. Atualmente em vários países de Europa a disciplina empreendedorismo esta integrada no currículo educativo ao nível do segundo e terceiro ciclo promovendo um modelo académico de qualidade. Portugal deveria seguir estas iniciativas e conciliar esforços para que esta disciplina faça parte do Currículo escolar. LIMITAÇÕES Amostra não representativa Necessidade de generalizar a outras zonas geográficas Necessidade de realizar estudos longitudinais para contrastar a relação IE - CE 39

40 BIBLIOGRAFIA

41 Aidis, R, (2007), Self-Employment and Parenthood: Exploring the Impact of Partners, Children and Gender, Ruta Aidis y Cecile Wetzels, DISCUSSION PAPER SERIES, Forschungsinstitut zur Zukunft der Arbeit Institute for the Study of Labor, May Bandura, A. (1977). Self-efficacy: toward unifying theory of behavior change. Psychological Review, 84, Bygrave, W.D. y Hofer, C. W. (1991). Theorizing about entrepreneurship.Entrepreneurship Theory and Practice, 16 (2), Cantillon, R. (1755). Essai sur la nature du commerce en général, Traduit de langlois, A Londres, Chez Fletcher Gyles dans Holborn, M. DCC. LV. Carton, R. B., Hofer, C. W. y Meeks, M. D. (1998). the entrepreneur and entrepreneurship operational definitions of their role in society. Trabajo presentado al fronteirs of Entrepreneurship Research, Babson College, Wesllesley. Comisión Europea, 2006, La nueva definición de PYME, Guía del usuario y ejemplo de declaración, 5. Comisión Europea, 2003, Documento basado en COM(2003) 27, Versión final, Libro verde, El espíritu empresarial en Europa,

42 Dej, D., (2007). Psychology of Entrepreneurship: Research and Education, Cap. 5, Juan Antonio Moriano León and Marjan Gorgievski (coordinators), 8, Driga, O. y Prior J. D. (2009). Start-up conditions and the performance of women and men - controlled businesses in manufacturing industries, Departament d'Economia de l'Empresa. Esteves, P., (2005/2006). Empreendedorismo – das Ideias às Oportunidades, Faculdade de Economia do Porto. Falk, E. (2003).The Glass Ceiling Persists: The 3rd Annual APPC Report on Women Leaders in Communication Companies. The Annenberg Public Policy Center of the University of Pennsylvania By Erika Falk, Ph.D., Washington Research Director, and Erin Grizard, Research Assistant. Faria, S. (2006). Determinantes da propensão para o empreendedorismo: uma análise comparada das realidades Europeia e Americana. Krueger, N.F., Reilly, M. D. y Carsrud, A. L. (2000). Competing models of entrepreneurial intentions. Journal of Bussines Venturing, 15,

43 Mattis, M. C. (2004). Women entrepreneurs: Out from under the glass ceiling. Women in Management Review, 19(3), Minniti, M., Arenius, P. y Langowitz, N. (2005). Global Entrepreneurship Monitor. Morales, J. F., Rebollo, e. y Moya, M. (1994). Actitudes. En J. F. Morales (Ed.), psicología Social. Madrid. McGraw-hill. Moriano, J. A. (2005). El perfil psicosocial del emprendedor. Madrid: Consejo Económico y Social, ; Moriano, J. A., Palací, F.J.; Morales, J.F., (2006). Revista de Psicología del Trabajo y de las Organizaciones, Moriano et al. (2007). Psychology of Entrepreneurship: Research and Education. Universidad Nacional de Educación a Distancia, Madrid, Schumpeter, J. A. (1934). The Theory of Economic Development. Cambridge: Harvard University Press 43


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