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CLÍNICA DE VACINAS 1-Documentos exigidos 2-Sala de vacinas 3-Rede ou cadeia do frio Armazenamento e Conservação Distribuição e Transporte Manipulação de.

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1 CLÍNICA DE VACINAS 1-Documentos exigidos 2-Sala de vacinas 3-Rede ou cadeia do frio Armazenamento e Conservação Distribuição e Transporte Manipulação de produtos 1-Documentos exigidos 2-Sala de vacinas 3-Rede ou cadeia do frio Armazenamento e Conservação Distribuição e Transporte Manipulação de produtos

2 DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA UMA CLÍNICA DE VACINAS 1-Alvará de funcionamento – emitido pela Prefeitura 2-Registro junto ao Conselho Regional de Medicina – com indicação de responsável técnico 3-Licença da Vigilância Sanitária e protocolos de renovação 4-Registro junto à Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde 1-Alvará de funcionamento – emitido pela Prefeitura 2-Registro junto ao Conselho Regional de Medicina – com indicação de responsável técnico 3-Licença da Vigilância Sanitária e protocolos de renovação 4-Registro junto à Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde Veja as normas antes de qualquer iniciativa – mais detalhes na Sociedade Brasileira de Imunizações – Veja as normas antes de qualquer iniciativa – mais detalhes na Sociedade Brasileira de Imunizações –

3 CLÍNICA DE VACINAS 1-Destinada apenas a conservação e aplicação de imunobiológicos (vacinas e soros homólogos e heterólogos) 2-Paredes azulejadas totalmente 3-Piso lavável (piso frio, mármore, granito, etc) 4-Pia de granito, mármore ou aço inox 5-Balcão para preparo dos imunobiológicos 5-Evitar cortinas, fontes de calor e luz solar direta 1-Destinada apenas a conservação e aplicação de imunobiológicos (vacinas e soros homólogos e heterólogos) 2-Paredes azulejadas totalmente 3-Piso lavável (piso frio, mármore, granito, etc) 4-Pia de granito, mármore ou aço inox 5-Balcão para preparo dos imunobiológicos 5-Evitar cortinas, fontes de calor e luz solar direta

4 REDE OU CADEIA DE FRIO – O QUE É? É o processo que compreende o Armazenamento, Conservação, Distribuição, Transporte e Manipulação de produtos em condições adequadas de temperatura, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é aplicada.

5 ARMAZENAMENTO: Equipamentos recomendados Câmara de conservação Câmara de conservação Geladeira tipo doméstica

6 GELADEIRA DO TIPO DOMÉSTICO Critérios e cuidados básicos GELADEIRA DO TIPO DOMÉSTICO Critérios e cuidados básicos 1-Capacidade mínima de 280 litros 2-Congelador/Evaporador interno 3-Refrigerador duplex – não recomendado 4-Usar tomada exclusiva para o refrigerador 5-Retirar a lâmpada interna do refrigerador 6-Manter distante do sol e de possíveis fontes de calor 7-Deve estar nivelado e afastado 20 cm da parede 8-Não armazenar nada na porta 1-Capacidade mínima de 280 litros 2-Congelador/Evaporador interno 3-Refrigerador duplex – não recomendado 4-Usar tomada exclusiva para o refrigerador 5-Retirar a lâmpada interna do refrigerador 6-Manter distante do sol e de possíveis fontes de calor 7-Deve estar nivelado e afastado 20 cm da parede 8-Não armazenar nada na porta

7 GELADEIRA DO TIPO DOMÉSTICO Critérios e cuidados básicos GELADEIRA DO TIPO DOMÉSTICO Critérios e cuidados básicos 9-Fazer degelo a cada 15 dias ou quando necessário 10-Não armazenar outros produtos (alimentos, bebidas, sangue, exames de laboratório, etc.) 11-Não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação interna de ar 12-Fazer a leitura da temperatura diariamente, no início e no final da jornada de trabalho 13-Vacinas multidose: ao abrí-las colocar etiqueta com data e hora da abertura do frasco. 9-Fazer degelo a cada 15 dias ou quando necessário 10-Não armazenar outros produtos (alimentos, bebidas, sangue, exames de laboratório, etc.) 11-Não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação interna de ar 12-Fazer a leitura da temperatura diariamente, no início e no final da jornada de trabalho 13-Vacinas multidose: ao abrí-las colocar etiqueta com data e hora da abertura do frasco.

8 Congelador 1a. Prateleira 2a. Prateleira 3a. Prateleira Prateleira inferior CONGELADOR Gelo reciclável 1a. Prateleira Vacinas tipo 1 2a. Prateleira Vacinas tipo 2 3a. Prateleira Estoque, soros, diluentes Prateleira inferior Garrafas com água colorida CONGELADOR Gelo reciclável 1a. Prateleira Vacinas tipo 1 2a. Prateleira Vacinas tipo 2 3a. Prateleira Estoque, soros, diluentes Prateleira inferior Garrafas com água colorida

9 Congelador CONGELADOR No congelador (evaporador) colocar gelo reciclável, na posição vertical, ocupando todo o espaço. No caso das câmaras de conservação não existe o evaporador. CONGELADOR No congelador (evaporador) colocar gelo reciclável, na posição vertical, ocupando todo o espaço. No caso das câmaras de conservação não existe o evaporador. O gelo reciclável serve para manter a temperatura baixa em caso de defeito ou falta de energia elétrica.

10 Congelador PRIMEIRA PRATELEIRA Aqui devem ser colocadas as vacinas que podem ser submetidas a temperaturas negativas. São as vacinas mais sensíveis ao calor. PRIMEIRA PRATELEIRA Aqui devem ser colocadas as vacinas que podem ser submetidas a temperaturas negativas. São as vacinas mais sensíveis ao calor. São elas: Vacinas da Poliomielite, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Tríplice e Dupla viral, Febre amarela, Varicela. Devem ser colocadas em bandejas perfuradas para permitir a circulação de ar ou nas próprias embalagens do Laboratório produtor. 1a. Prateleira

11 Congelador SEGUNDA PRATELEIRA Aqui devem ser colocadas as Vacinas bacterianas, toxóides e hepatite B. São as vacinas mais sensíveis ao frio. Portanto, não podem ser submetidas a temperaturas negativas. SEGUNDA PRATELEIRA Aqui devem ser colocadas as Vacinas bacterianas, toxóides e hepatite B. São as vacinas mais sensíveis ao frio. Portanto, não podem ser submetidas a temperaturas negativas. Devem ser colocadas em cima de bandejas perfuradas para permitir a circulação de ar ou nas próprias embalagens do Laboratório produtor. 1a. Prateleira 2a. Prateleira

12 Congelador SEGUNDA PRATELEIRA O termômetro de máxima e de mínima deve ser colocado em pé, na segunda prateleira, afixado com barbante ou arame. 1a. Prateleira 2a. Prateleira

13 TERCEIRA PRATELEIRA Na terceira prateleira, podem ser colocados soros, diluentes e caixas com vacinas bacterianas. Deve-se ter o cuidado de permitir a circulação do ar entre as mesmas. Na prateleira inferior, se tiver gavetas plásticas, estas devem ser retiradas e preencher com garrafas de água coloridas. Isto contribui para estabilizar a temperatura. Na terceira prateleira, podem ser colocados soros, diluentes e caixas com vacinas bacterianas. Deve-se ter o cuidado de permitir a circulação do ar entre as mesmas. Na prateleira inferior, se tiver gavetas plásticas, estas devem ser retiradas e preencher com garrafas de água coloridas. Isto contribui para estabilizar a temperatura. Congelador 1a. Prateleira 2a. Prateleira 3a. Prateleira Prateleira inferior

14 LIMPEZA DO REFRIGERADOR Rotineiramente deve-se proceder a limpeza do refrigerador, de preferência a cada 15 dias ou quando a camada de gelo atingir 0,5 cm. Para proceder a limpeza do refrigerador, retirar todas as vacinas e colocá-las em uma caixa de isopor a temperatura de +2 a +8°C. Após a limpeza, ligar novamente o refrigerador e manter a porta fechada por mais ou menos 3 horas a fim de estabilizar a temperatura. Quando a mesma estiver entre +2 a +8°C deve-se retornar as vacinas.

15 LIMPEZA DO REFRIGERADOR 1-Controlar a temperatura da caixa com termômetro de cabo extensor 2-Manter a caixa fora do alcance da luz solar 3-Manter longe de fontes de calor 4-Checar a temperatura constantemente (+2 A +8°C) 1-Controlar a temperatura da caixa com termômetro de cabo extensor 2-Manter a caixa fora do alcance da luz solar 3-Manter longe de fontes de calor 4-Checar a temperatura constantemente (+2 A +8°C)

16 TERMÔMETRO DE CABO EXTENSOR

17 TRANSPORTE O transporte dos imunobiológicos deve respeitar as normas preconizadas de temperatura (+2 a +8°C), desde o local de armazenamento até o destino final. É preciso dispor de equipamentos como caixas térmicas, de tamanho próprio à quantidade do produto a ser transportado, bobinas de gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter a temperatura durante todo o percurso, e termômetro de cabo extensor para monitoramento da temperatura.

18 DISPONIBILIDADE Pela atenção, Muito obrigado. Pela atenção, Muito obrigado. Esta aula está disponível na plataforma educacional ou no site


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