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Programa de Educação Médica Continuada do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Prontuário Eletrônico do Paciente Marcelo Lúcio da Silva.

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Apresentação em tema: "Programa de Educação Médica Continuada do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Prontuário Eletrônico do Paciente Marcelo Lúcio da Silva."— Transcrição da apresentação:

1 Programa de Educação Médica Continuada do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Prontuário Eletrônico do Paciente Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Franca-SP, 09 de agosto de 2012

2 Duke em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

3 Duke em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

4 Leito em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

5 Leito em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

6 Sala cirúrgica em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

7 Sala cirúrgica em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

8 Prontuários médicos em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

9 Prontuários médicos em Adaptado de slide do Dr. Ed Hammond

10 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário do Paciente Segundo a Resolução CFM 1638/2002: Documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens Gerado a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada Possui caráter legal, sigiloso e científico Possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo 10

11 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário do Paciente Objetivos: Instrumento de apoio à assistência ao paciente Documento de valor probatório do ato médico Meio de comunicação entre os profissionais de uma equipe de saúde Ferramenta para a continuidade do atendimento Suporte para a área administrativa, nos aspectos financeiros e legais Fonte para pesquisas científicas Instrumento de defesa do médico e da instituição de saúde 11

12 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário em Papel Principais problemas apontados Ilegibilidade Difícil acesso às informações Demora no preenchimento Volume físico Desorganização Redundância dos dados Fragilidade do papel Perda de informações 12

13 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário em Papel 13

14 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário Eletrônico Principais vantagens Fácil acesso às informações Disponibilidade Legibilidade Agilidade no atendimento Facilidade para pesquisas coletivas Segurança Economia de espaço físico 14

15 Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário Eletrônico Alguns fatores de resistência apontados Resistência a mudanças Falta de conhecimento sobre seus benefícios Prejuízo à relação médico-paciente Desconhecimento da legislação Perda da liberdade do registro (estruturação dos dados) 15

16 Prontuário Eletrônico do Paciente PEP, RES ou S-RES? PEP: P rontuário E letrônico do P aciente RES: R egistro E letrônico em S aúde Repositório de informações a respeito da saúde de um ou mais indivíduos numa forma processável eletronicamente S-RES: S istema de R egistro E letrônico em S aúde Sistema capaz de registrar, recuperar e manipular as informações de um Registro Eletrônico em Saúde 16

17 Prontuário Eletrônico do Paciente O Prontuário Eletrônico 17

18 Prontuário Eletrônico do Paciente O Prontuário Eletrônico 18

19 Prontuário Eletrônico do Paciente O Prontuário Eletrônico Duas origens Nascido em meio eletrônico Nascido em papel e digitalizado GED – Gerenciamento Eletrônico de Documentos Tecnologia que provê um meio de facilmente capturar, armazenar, preservar, controlar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos eletrônicos ECM - Enterprise Content Management 19

20 Prontuário Eletrônico do Paciente Resolução CFM 1821/2007 Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde Aprova o Manual de Certificação para S-RES SBIS-CFM 20

21 Prontuário Eletrônico do Paciente Resolução CFM 1821/2007 Autoriza a digitalização dos prontuários dos pacientes, com eliminação do papel Autoriza o uso de sistemas informatizados para a guarda e manuseio de prontuários, com eliminação do papel Não autoriza a eliminação do papel quando da utilização somente do NGS1 (Nível de Garantia de Segurança 1), por falta de amparo legal 21

22 Prontuário Eletrônico do Paciente Resolução CFM 1821/2007 O prontuário em papel pode ser eliminado desde que: Analisado pela Comissão de Revisão de Prontuários Obedecidas as normas da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar Os métodos de digitalização reproduzam todas as informações dos documentos originais Os arquivos digitais sejam controlados por sistema especializado (GED) Obedecidos os requisitos do NGS2 (Nível de Garantia de Segurança 2) do Manual de Certificação para S-RES da SBIS 22

23 Prontuário Eletrônico do Paciente Resolução CFM 1821/2007 Estabelece a guarda permanente para os prontuários arquivados eletronicamente Estabelece a guarda por 20 anos dos prontuários em papel que não foram arquivados eletronicamente Estabelece que o CFM e a SBIS expedirão selo de qualidade dos sistemas informatizados que estejam de acordo com o Manual de Certificação Prevê o CRM Digital (padrão ICP-Brasil) 23

24 Prontuário Eletrônico do Paciente 24 Art. 38-A. O uso de meio eletrônico em prontuário de paciente, assim como no registro, na comunicação, na transmissão e na autorização de procedimento ambulatorial e hospitalar, de internação hospitalar, de resultado e laudo de exame, de receita médica e das demais informações de saúde serão admitidos nos termos desta Lei.

25 Prontuário Eletrônico do Paciente Objetivos Permitir a eliminação dos prontuários em papel Melhorar a qualidade dos Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde no Brasil Conscientizar o mercado quanto à importância de funcionalidades básicas em sistemas de RES Possibilitar a integração e interoperabilidade entre sistemas 25 Certificação SBIS-CFM

26 Prontuário Eletrônico do Paciente Objetivos Diminuir o risco enfrentado por médicos e instituições de saúde na escolha e uso de S-RES Contribuir para a confidencialidade e privacidade das informações de saúde Aumentar o uso da informática em saúde no Brasil, e em conseqüência, melhorar a eficiência e a eficácia do sistema de saúde brasileiro 26 Certificação SBIS-CFM

27 Prontuário Eletrônico do Paciente Projeto iniciado em 2002 Auditoria dos sistemas iniciada em 2008 Primeiro sistema certificado em sistemas certificados até o momento (09/08/12) lista disponível em 27 Certificação SBIS-CFM

28 Prontuário Eletrônico do Paciente Auditoria do software (S-RES) para verificação da conformidade aos requisitos definidos Requisitos Segurança (NGS1 e NGS2) Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades TISS 28 Certificação SBIS-CFM

29 Prontuário Eletrônico do Paciente Requisitos de conformidade 29 TipoGruposRequisitosMandatórios NGS NGS Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades TISS TOTAL Certificação SBIS-CFM

30 Prontuário Eletrônico do Paciente Selo de conformidade 30 Certificação SBIS-CFM

31 Prontuário Eletrônico do Paciente Mas atenção: O processo SBIS-CFM certifica o software (sistema) Não certifica a empresa desenvolvedora do software Não certifica a instituição usuária do software Não atesta o bom uso do software pela instituição e seus profissionais Não atesta os dados inseridos no sistema Não certifica o processo da empresa de digitalização Não atesta a qualidade dos documentos digitalizados 31 Certificação SBIS-CFM

32 Prontuário Eletrônico do Paciente Certificação Digital Documento Eletrônico É a informação gerada, enviada, recebida, armazenada ou comunicada por meios eletrônicos, ópticos, opto-eletrônicos ou similares. Validade jurídica: no Brasil, somente com o uso de uma assinatura eletrônica (certificado digital) padrão ICP-Brasil 32

33 Prontuário Eletrônico do Paciente Certificação Digital Tecnologia que provê mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas 33

34 Prontuário Eletrônico do Paciente Principais finalidades Assinatura digital com validade jurídica Método de autenticação forte de usuários nos sistemas Promoção da privacidade com o sigilo de informações e identidades Verificação da integridade de documentos Comprovação de autoria Criptografia de canais de comunicação 34 Certificação Digital

35 Prontuário Eletrônico do Paciente Quanto ao prontuário eletrônico: Cópias Exames radiológicos digitais Manuseio do PEP Legalidade do PEP não assinado digitalmente Quanto à transmissão de dados: Integração com outras unidades ambulatoriais e consultórios Laudos para seguradoras 35 Algumas questões levantadas

36 Prontuário Eletrônico do Paciente Marcelo Lúcio da Silva SBIS Site: Obrigado!


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