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Exame Físico da articulação Sacro-ilíaca Karina Bonizi Ortiz R2 Orientador: Felipe Hardt.

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1 Exame Físico da articulação Sacro-ilíaca Karina Bonizi Ortiz R2 Orientador: Felipe Hardt

2 Avaliação Sacroilíaca História Observação Exame físico

3 1)Movimentos ativos em pé/deitado; Movimentos passivos ; Movimentos isométricos resistidos; 2)Reflexos e testagem sensitiva; 3)Palpação; 4)Testes especiais; 5) Imageamento diagnóstico;

4 1)Movimentos Ativos em pé:Flexão/ extensão/ rotação/ flexão lateral. Ativos deitado: flexão do quadril/ extensão/ abdução/adução/rotação interna/externa. Passivos lig. SI anteriores (supino): Teste da abertura Teste da bisnaga Teste do joelho ao ombro Teste do ápice sacro Isométricos resistidos: Flexão da coluna Flexão/extensão/abdução/adução do quadril Reflexos e testagem sensitiva Movimentos de jogo articular

5 3) Testes especiais Art. SI: Teste do inominado anterior Teste do cinturão Teste de gaenslen Sinal de Goldthwait Teste de laguerre Teste de smith-petersen Lig. SI posteriores: Sinal de Piedallu Coluna lombossacra x SI: Teste de Lewin-Gaenslen Teste da compressão SI Teste da abdução SI resistida Art. Do Quadril: Teste de Hibb Teste de Yeoman Sinal de Erichsen

6 3) Palpação A) Palpar lig. Iliolombares: Se originam nos processos transversos de L5 e estendem-se medialmente à crista ilíaca.

7 Palpação B) Palpar sacro e articulações sacro-ilíacas: Os lig. sacroespinhal e sacrotuberal serão palpáveis no plano profundo em pacientes magros.

8 Palpação Normamente, o movimento da articulação sacroilíaca enquanto o quadril ipsilateral é fletido faz a espinha ilíaca mergulhar.

9 Palpação Movimento anterior patológico da espinha ilíaca direita posterior é um sinal de disfunção da articulação sacroilíaca direita.

10 4) Manobras (testes especiais) 22!

11 Teste de Gillet Em pé, pés afastados. Palpar EIPS. Flexionar uma perna até o peito. Positivo: se a EIPS desse lado se mover minimamente ou para cima. A SI é considerada hipomóvel.

12 Thigh test Decúbito dorsal. Palpar sacro Flexionar quadril e joelho. Aplicar pressão para baixo, em direção ao sacro. +: Dor.

13 Long sitting test Deitado, os maléolos mediais são alinhados. Senta-se com as pernas estendidas. Positivo: um maléolo se move mais proximalmente do que o outro. Sinal de hipomobilidade da SI.

14 Manobra pélvica de Mazion Avaliação para desvio para a frente, unilateral, do Ílio sobre o Sacro. Em pé. Colocar o pé contrário ao lado doloroso a 75 cm a frente do outro pé. Dobrar o tronco até o calcanhar de trás elevar-se. Positivo: produção ou agravamento da dor na perna posterior: indica desvio para a frente unilateral do ílio sobre o sacro.

15 Teste do cinturão Avaliação para entorse dos ligamentos SI ou entorse capsular Lombossacra. Em pé. Flexionar a coluna até agravar dor. Novamente, em pé. Pegar as cristas ilíacas e firmar o quadril contra o sacro. Flexionar a coluna: Se não houver dor: dor pélvica. Se houver: dor espinhal(entorse capsular LS).

16 Sinal de Erichsen Avaliação para doença SI x Condições patológicas do quadril. Decúbito ventral Impulsionar ílios em direção à linha mediana. Positivo: Dor na SI. A dor não é sentida em dça do quadril.

17 Teste de Gaenslen Avaliação para Dça SI: Decúbito dorsal Flexionar o joelho e a coxa da perna não afetada em direção ao abdome. Hiperestender lentamente a coxa afetada. Positivo: dor na SI ou referida pela coxa abaixo. Teste negativo: uma lesão lombossacra é suspeita.

18 Teste de Gaenslen

19 Teste de Patrick (FABER)

20 Sinal de Mennel Decúbito ventral. Imobilizar a pélvis de um lado pela aplicação de pressão sobre o sacro. Hiperextender o quadril ipsilateral. Positivo: dor na SI. Pode ser realizada em decúbito dorsal.

21 Sinal de Mennel

22 Teste da abertura Avaliação para entorse dos Lig. SI anteriores. Decúbito dorsal Colocar as mãos sobre a EIAS de cada ílio e pressioná-las para baixo. Positivo: dor glútea ou crural posterior unilaterais.

23 Sinal de Goldthwait Avaliação para entorse da Art. SI x patologia da coluna LS. Decúbito dorsal. Elevar perna afetada Uma das mãos do examinador está embaixo da parte lombar da coluna vertebral. Repete do outro lado. Positivo: se a perna não afetada puder ser elevada mais alto do q a perna afetada: SI.

24 Teste de Hibb Teste para dça SI. Decúbito ventral. Estabilizar o lado ñ afetado da pelve com a mão. Pegar o tornozelo da perna afetada e flexiona o joelho. Empurrar lentamente a perna em direção lateral. Positivo: dor pélvica (significante para lesão SI, na ausência de patologia no quadril).

25 Teste da compressão ilíaca Avaliação para lesões, entorse, inflamação, subluxação e fx SI. Decúbito lateral Comprimir o ílio superior para baixo Positivo: sensação aumentada de pressão na SI.

26 Teste do joelho ao ombro Avaliação para disfunção mecânica SI e sacroiliite piogênica. Decúbito dorsal. Flexionar quadril e joelho e aduzir o quadril. Aproximar o joelho ao ombro oposto. Positivo: dor na SI ipsilateral.

27 Teste de Laguerre Avaliação para patologia intra-articular SI. Decúbito dorsal. Flexionar e abduzir o quadril no lado afetado. Rodar o quadril lateralmente. Aplicar uma sobrepressão ao término da amplitude do movimento. Estabilizar pelve contralateral. Positivo: dor na SI.

28 Teste de Lewin-Gaenslen Avaliação para patologia na SI. Deitar-se sobre o lado não afetado e puxa o joelho desde lado para o tórax. Aplicar pressão hiperextendendo a perna afetada. Positivo: dor na SI.

29 Sinal de Piedallu Avaliação para movimento de torção anormal da SI. Sentado. Comparar alturas das EIPS. Se uma for mais baixa, o pcte flexiona-se para a frente. Positivo: Se a EIPS mais baixa ficar mais alta.

30 Teste do ápice sacro Avaliação para desvio rotacional anormal da SI. Decúbito ventral. Pressão no ápice do sacro. A pressão é aumentada, causando um estresse de cisalhamento do sacro sobre o ílio. Positivo: Dor na SI.

31 Teste da abdução SI resistida Avaliação para fraqueza muscular abdutora generalizada, entorse ou subluxação da art. SI. Deitar-se sobre o lado não afetado. Abduzir ativamente a perna afetada. No fim da am, aplicar pressão para baixo sobre o membro afetado. Pcte tenta resistir. Positivo: dor na EIPS (específico para entorse ou subluxação SI).

32 Teste de Smith-petersen Avaliação para comprometimento da art. SI x comp. Da coluna LS. Decúbito dorsal. Colocar uma mão na lombar e palpar L5-S1. Elevação da perna reta na perna afetada. Se ocorrer dor antes que os processos L5 e S1 se separem: + para SI. Se ocorrer à medida q os processos se separem, pode ser lesão SI ou LS. Repetir bilateralmente.

33 Teste da bisnaga Avaliação para lesão do Lig. Sacroilíaco posterior. Decúbito dorsal. Pressão é aplicada sobre as EIAS. Empurrar inferior e caudalmente em 45 graus. Positivo: dor, indica lesão dos ligamentos SI posteriores.

34 Teste de Yeoman Avaliação para lesão do ligamento SI anterior. Decúbito ventral. Estabilizar a art. SI afetada. Flexionar o joelho da perna afetada a 90 graus. Hiperestender o quadril do membro afetado, levantando a coxa. Positivo: dor SI aumentada.

35 Teste de Yeoman

36 Bibliografia mple%20Projects/ePUB/Examination%20a nd%20Diagnosis%20of%20Musculoskeletal %20Disorders/OEBPS/14_chapter08.html mple%20Projects/ePUB/Examination%20a nd%20Diagnosis%20of%20Musculoskeletal %20Disorders/OEBPS/14_chapter08.html Exame físico ortopédico ilustrado, Roland C Evans, Cap. 9. The sports medicine resource manual, cap 12.


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