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COLÉGIO MARISTA CHAMPAGNAT FESTA JUNINA 2012 TEMA Uma viagem à História Cultural do nosso Povo.

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1 COLÉGIO MARISTA CHAMPAGNAT FESTA JUNINA 2012 TEMA Uma viagem à História Cultural do nosso Povo

2 A Festa Junina chegou ao Brasil através dos Portugueses, no período colonial trazendo influências de diferentes países da Europa e Ásia

3 InglaterraFrança Portugal Brasil

4

5 Fogos de artifícios – CHINA Dança de fitas – ESPANHA E PORTUGAL ESTAS E OUTRAS INFLUÊNCIAS MISTURADAS ÀS CULTURAS AFRICANAS RESULTARAM NO QUE HOJE CONHECEMOS COMO FESTAS JUNINAS BRASILEIRAS

6 A QUADRILHA NÃO SÓ SE POPULARIZOU COMO DELA SURGIRAM VÁRIAS DANÇAS DERIVADAS COMO: -Quadrilha caipira ( interior de Minas e Paulista) -Bailes sifilítico - Bahia e Goiás -Saruê (depuração do soirée) – Brasil Central -Danças do fandango,Pericón – Rio Grande do Sul, dentre outras

7 JUSTIFICATIVA / FINALIDADES - O projeto visa integrar a comemoração da festa junina desenvolvendo um resgate histórico sociocultural desde a sua origem até quando de fato chega ao Brasil, trazida pelos portugueses, ainda durante o período colonial.

8 - Exercer a cidadania através de ações concretas, solidárias e participativas, favorecendo a comunidade educativa para a ampliação de seu universo lingüístico, histórico e cultural do nosso Povo, uma vez que a festa se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens, possibilitando ao estudante o conhecimento da história da humanidade, que com o passar do tempo foram misturando-se aos aspectos culturais brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, formando características particulares em cada uma delas.

9 OBJETIVO GERAL - Conhecer as características da festa junina valorizando e demonstrando atitudes de respeito à origem, à história da cultura, ao trabalho e ao homem do campo. Incentivar o trabalho cooperativo, proporcionando a participação dos estudantes em diversas brincadeiras, levando-os a conhecer os costumes e valorizar as tradições.

10 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Possibilitar ao estudante conhecer um pouco sobre as festas juninas tradicionais do Brasil, seus símbolos, santos, pratos típicos, trajes e danças, buscando um encontro com a diversidade cultural pelo País afora; -Compreender a história da festa junina, sua origem, bem como o seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais, regionais e religiosos;

11 - Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo; - Resgatar as tradições da festa junina; -Desenvolver o gosto por poemas, músicas e danças; -Socialização dos alunos; -Incentivar o gosto pela culinária junina.

12 O espetáculo começa com a performance pelos professores e estudantes das oficinas de linguagens artísticas numa Viagem maravilhosa pelo Brasil, desvendando seu povo com sua cultura e tradição embalado pela música do Antônio Nóbrega que fala dos tesouros culturais da nossa Terra. Nessa apresentação, estudantes e professores serão os CORIFEUS que durante todo o espetáculo conduzirão a entrada das alas que serão apresentadas pelos estudantes da educação infantil ao 5º ano.

13 ALAS POR ORDEM DE APRESENTAÇÃO: 1ª Ala - Maternal, 1º e 2º - Ed Infantil – A Riqueza do nosso País- A fauna, a flora e o povo nosso (Nossos primeiros habitantes - os indiozinhos) 2ª Ala - 5º ANO Ens Fund I – A Colonização – Chegada dos Portugueses - A CORTE 3ª Ala - 1º ANO Ens Fund I – Conhecendo nossa cultura – Região NORDESTE 4ª Ala - 2º ANO Ens Fund I – Conhecendo nossa cultura – Região SUL E SUDESTE 5ª Ala - 4º ANO Ens Fund I - Conhecendo nossa cultura – Região CENTRO OESTE 6ª Ala - 3º ANO Ens Fund I – Conhecendo nossa cultura – Região NORTE

14 1ª Ala – A Riqueza do nosso País Os CORIFEUS conduzem a entrada dos estudantes do MATERNAL, 1º e 2º - Ed. Infantil, marcado pela performance de danças a encenação - A Riqueza do nosso País. (Listar personagens caracterizados que retratam este povo). A fauna, a flora e o povo nosso (Nossos primeiros habitantes - os indiozinhos). Durante a evolução do espetáculo, os artistas formam verdadeiras releituras de quadros vivos dos artistas pintores da época da colonização como Frans Post, Albert Eckhout, dentre outros. Neste sentido, a ideia é que esta primeira ala irá compor o magnífico cenário A NOSSA TERRA preparando assim para a entrada da 2ª ala.

15 2ª Ala - A Colonização Chegada dos Portugueses - A CORTE. A trilha continua, agora marcando na condução pelos CORIFEUS, a entrada dos estudantes do 5º ano, numa evolução que fala da chegada dos portugueses (CARAVELA), em performance e danças encenando principais momentos desta história como: A viagem, O descobrimento, a 1ª missa, a lembrança da festa na corte marcando a origem da quadrilha junina, ( DANÇA DA CORTE- Lembranças de Portugal ). (Listar personagens históricos caracterizados que falam este espetáculo).

16 3ª Ala - Conhecendo nossa cultura - Região NORDESTE. OS CORIFEUS dinamizam a condução da continuidade do espetáculo numa VIAGEM MARAVILHOSA. Os estudantes do 1º ano falam do Nordeste em sua coreografia apresentando em sua evolução a cultura da região através de ENTRADA EVIDENCIANDO A MONTAGEM DE UMA GRANDE FEIRA, apresentação folclórica com o Boi (MA), o Maracatu(PE), Cangaço/Xaxado(PB). Baianas representando a performance da lavagem do Bonfim (Listar personagens históricos caracterizados que falam este espetáculo).

17 OS CORIFEUS dinamizam a condução da continuidade do espetáculo numa VIAGEM MARAVILHOSA. Chegada ao SUL E SUDESTE que serão representados na evolução cultural pelos estudantes do 2º ano, através da entrada de casais típicos de Minas, São Paulo,Esp. Santo, e Rio Grande do Sul.Danças típicas como Vaneirão ( Sul) Samba enredo( RJ e SP) e Pau de Fitas (MG)e apresentações folclóricas dessas regiões. (Listar personagens históricos caracterizados que falam este espetáculo).

18 . OS CORIFEUS dinamizam a condução da continuidade do espetáculo pelos estudantes do 4º ano, numa VIAGEM MARAVILHOSA pelas ricas regiões do nosso país. Chegada ao CENTRO OESTE representando na evolução a Festa do Divino e danças típicas. (Entrada Festa do Divino ( chegada), Dança da catira, Baile caipira e a saída com a música do Divino. (Listar personagens históricos caracterizados que falam este espetáculo).

19 6ª Ala - Conhecendo nossa cultura – Região NORTE. OS CORIFEUS dinamizam a condução da continuidade do espetáculo numa VIAGEM MARAVILHOSA pelas ricas regiões do nosso país. Chegada ao Norte pelos estudantes do 3º ano, que estarão representando a evolução cultural da região a Festa de Parintins – FESTA DO BOI - Entrada puxada pela figura do Pajé puxando as nações Garantidos e Caprichosos ( Azul e Vermelho) – Depois desta entrada coreográfica, abre alas para ENCERRAR ESTA ALA COM A DANÇA DO CARIMBÓ. ( Listar personagens históricos caracterizados que falam este espetáculo ).

20 FINAL Em cena (Quadra) para a apoteose final, todos dançam o maravilhoso espetáculo em representação viva UMA VIAGEM A HISTÓRIA CULTURAL DO NOSSO POVO –Galopando rumo aos cantares, num verdadeiro retrato da nossa cultura. SAÍDA 1 - 3º ano 2 - 4º ano 3 - 2º ano 4 - 1º ano 5 - 5º ano 6 – Maternal/Ed Infantil.

21 NAP II E III - ENSINO FUNDAMENTAL II e ENSINO MÉDIO TEMA GERADOR: Uma viagem à História Cultural do nosso Povo SUBTEMA: Historia da quadrilha

22 NAP II e NAP III 3º ANO - A ORIGEM DAS QUADRILHAS – História - Na Europa ( As grandes festas da aristocracia) - Seu apogeu no século XVIII. 2ºANO - BRASIL COLÔNIA – A chegada ao Brasil – Rio de Janeiro – Sede da corte - séc. XIX (A FESTA NA CORTE) – D. João VI, Carlota Joaquina, Pedro I (criança), D. Miguel (criança) e comitiva real. 1º ANO - SENZALA – As festas – Os negros escravos espiam as festas da corte, reúnem-se nas senzalas e imitam seus senhores. 7º ANO – QUADRILHA CLÁSSICA – Descer as escadarias dos palácios. Cai no gosto do povo. Introdução da safona, triângulo... 6º ANO - CASAMENTO MATUTO - com alegorias da roça. 8º ANO - XAXADO E BAIÃO - Uma homenagem a Luiz Gonzaga. 9º ANO – A QUADRILHA NA ATUALIDADE ENSINO MÉDIO

23 NAPIII O ESPETÁCULO É ÚNICO - TODOS PERMANECEM EM CENA ATÉ A ENTRADA DO 1º ANO 3º ANO - A ORIGEM DAS QUADRILHAS História - Na Europa (As grandes festas da aristocracia) - Seu apogeu no século XVIII. Abertura do espetáculo - Evolução coreográfica com Valsa e Mazurca 2ºANO - BRASIL COLÔNIA A chegada ao Brasil – Rio de Janeiro – Sede da corte - séc. XIX (A FESTA NA CORTE) – D. João VI, Carlota Joaquina, Pedro I (criança), D. Miguel (criança) e comitiva real. Evolução coreográfica – Chegada da Família Real (Música Antônio Madureira) Festa da corte no Brasil colônia (música de câmara- é a música erudita composta para um pequeno grupo de instrumentos ou vozes que tradicionalmente podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio ) 1º ANO - SENZALA – As festas Os negros escravos espiam as festas da corte, reúnem-se nas senzalas e imitam seus senhores. Evolução da dança – música que fala a raça (afro) e evolução com a música Boa noite. Como apoteose do espetáculo, personagens representantes de cada série encenam em coreografia final a música do Nóbrega O imperador D. Pedro

24 NAP II - QUADRILHAS – EVOLUÇÃO 7º ANO – QUADRILHA CLÁSSICA Desce das escadarias dos palácios. Cai no gosto do povo. Introdução da safona, triângulo... Música do Mário Zan- Quadrilha clássica com figurinos a gosto sem abusar das caricadas repesentações. 6º ANO - CASAMENTO MATUTO - Música do Mário Zan com alegorias da roça. 8º ANO - XAXADO E BAIÃO Uma homenagem a Luiz Gonzaga. 9º ANO – A QUADRILHA NA ATUALIDADE Coreografia com a música do Chiclete Hoje isto aqui vai pegar fogo e Fogaréu

25 - CONSELHO DIRETOR – Luiz Gustavo, Sandra Suely - SEAC - Coordenação,Professores das Linguagens Artísticas e Técnico em Áudio; - PASTORAL - Hudson - DIS – Martha - SETE - Mariana - COORDENADORES PEDAGÓGICOS dos NAPs - Coordenadores de áreas e Professores: NAP I -Taciana, Juliana, Isabela,Lígia e Wansley NAP II – Aurélio, Samira e Rodrigo Bueno NAP III – Bruna, Ramon, Angela

26 DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO RESPONSÁVEIS - CONSELHO DIRETOR; - SEAC - Seleção musical para todo evento; Ambientação do espaço, criação e desenhos de figurinos e adereços (NapI) e sugestão(Nap II e III); - GT e NAPS – PROFESSORES ORIENTADORES - Coreografias e ensaios – (Evoluções Coreográficas), datas de ensaios, local.


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