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PLANIFICAÇÃO DE UMA AVALIAÇÃO. Partes do Desenho de uma Avaliação de Currículos/ Programas.

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Apresentação em tema: "PLANIFICAÇÃO DE UMA AVALIAÇÃO. Partes do Desenho de uma Avaliação de Currículos/ Programas."— Transcrição da apresentação:

1 PLANIFICAÇÃO DE UMA AVALIAÇÃO

2 Partes do Desenho de uma Avaliação de Currículos/ Programas

3 1. Avaliação Prévia Está ligada à definição do propósito da avaliação, da audiência, do objecto da avaliação e dos constrangimentos. A pergunta que se coloca é: Porque avaliação vai ser feita?, Pra quem vai ser feita?, O que vai ser avaliado?.

4 2. Destacar as questões da Avaliação Definir quais as questões e subquestões que vão ser avaliadas As Perguntas de avaliação, são questões que a avaliação irá responder; são aquelas questões que a audiência (pessoas, organizações, instituições....) necessitam de informações sobre elas. Elas orientam a elaboração do inquérito.

5 As questões de avaliação orientam todo o processo de avaliação; elas ajudam também a determinar os critérios, valores, etc na avaliação. Podem ser divididas em subquestões, que vão dar uma orientação mais específica sobre que tipo de informação deve ser recolhida. Podem ainda ir sendo especificadas ao longo do processo para clarificar, rever etc.

6 É importante portanto verificar se: A forma como as questões foram elaboradas, já em si, revelam como deverão ser respondidas. Na forma como foram colocadas as questões e subquestões, não haverá conteúdo e significados omitidos. Elas implicam juízo de valor, informação descritiva ou ambas.

7 3. Plano de Recolha de Informações São definidos aqui os procedimentos para a recolha de informação. Perguntas: Que tipo de informação vai ser utilizada?, Como a informação vai ser recolhida?

8 4. Plano de Análise e Interpretação Nesta etapa, faz-se a análise da informação recolhida e definem-se os critérios para o julgamento de mérito e valor. A pergunta que normalmente se coloca é: Como vai ser analisada a informação?, Que critérios serão utilizados para julgar ou avaliar a informação? Que procedimentos vão ser utilizados para fazer esses julgamentos?

9 5. Relatório do Plano Define-se aqui o conteúdo, o formato, a audiência, o horário…etc As perguntas que normalmente se colocam são: Que Relatório vai ser feito? O que deveria conter nele? Que formato vai ser usado para o relatório?

10 Plano de Directivo Destaca as tarefas a serem desenvolvidos, o pessoal, os recursos etc.) As perguntas que normalmente se colocam são: Quais as tarefas necessárias para completar o plano? Quem vai fazer o quê? Quando eles vão fazer? Quais os recursos necessários?

11 Plano de Avaliação da Avaliação As perguntas que devem ser colocadas são: Como se vai saber que se está indo bem? O que pode ser utilizado para julgar o processo como um todo?

12 As partes de um desenho de avaliação em suma: No.ProdutoA origem 1 Avaliação prévia Descrição do objecto, propósito, audiência, e constrangimentos Existe um programa que alguém está interessado em recolher informações para avaliar, para atender a alguma necessidade. Essa avaliação vai ser feita dentro de certo tempo. 2Perguntas de avaliação (esboço) O avaliador trabalha com o cliente (grupo alvo) e descreve o objecto para decidir quais as perguntas de avaliação necessárias para alcançar o propósito previsto 3Plano de Recolha de informaçõesRecolha de dados sobre o contexto do objecto e o seu desempenho 4 Plano de análise e interpretação da informação Informação vai ser processada e comparada com as expectativas, valores e critérios do cliente 5Relatório do plano O avaliador deve manter as pessoas-chave informadas sobre as intenções, progressos e resultados da avaliação e ajudá-los a entender as implicações 6Administração do plano O avaliador e outros pensam sobre: O que? Quem? Quando? como? E com que recursos se pode fazer a avaliação andar bem 7Avaliação do planoO desenho da avaliação, seu progresso e os resultados, são investigados para ajudar a rever e determinar quão bem eles foram trabalhados.

13 Abordagens na Planificação de uma Avaliação Apresentam-se aqui três perspectivas: Planificar antes Benefícios – um plano ajuda a saber o que as pessoas esperam; pode ser usado como um tipo de contrato, para manter as pessoas comprometidas e a darem um relatório umas as outras. Custos e tempo podem ser previstos.

14 Planificar à medida que o processo avança Benefícios – Pode capitalizar uma oportunidade e dar espaço para mudanças sempre que houver necessidades e as condições o exigirem. É mais compatível com o programa e com as experiências gerais de operacionalização. Limitações - pode induzir ao retrocesso e deixar pessoas sob stress, o que pode afectar a sua cooperação. Pode tornar-se numa dificultadade em termos de orçamentos e para os funcionários; dá a idéia de que não sabe para onde se vai. Deve-se tentar o equilíbrio das duas ideias.

15 A terceira opção, a de equilíbrio entre as duas abordagens anteriores tem benefícios: Reduz a ansiedade entre as partes, pois os procedimentos em geral são conhecidos Permite a alocação de recursos, Mantém e reconhece a possibilidade de mudanças, a espontaneidade, Encoraja o contacto com os membros do grupo alvo,

16 Erros a evitar na planificação: O erro de não ter um plano O erro de seguir um plano cegamente (inflexibilidade)

17 Limitações disso – um dos aspectos desfavoráveis é que o plano pode assumir uma posição de instrumento de conhecimento e controlo e pode ficar tão rígido que não dá espaço para mudanças; isto pode vir a limitar as conclusões. É importante planificar em detalhes antes de começar – especificar cada passo com cuidado, mas ser bastante flexíveis, sempre que se fizer necessário.


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