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FLORESTAS URBANAS, ECOLOGIA DA PAISAGEM E QUALIDADE DE VIDA Prof. Dsc. Aderbal Gomes da Silva FLORESTAS URBANAS E A ECOLOGIA DA PAISAGEM QUALIDADE DE VIDA.

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1 FLORESTAS URBANAS, ECOLOGIA DA PAISAGEM E QUALIDADE DE VIDA Prof. Dsc. Aderbal Gomes da Silva FLORESTAS URBANAS E A ECOLOGIA DA PAISAGEM QUALIDADE DE VIDA Prof. Aderbal Gomes da Silva SEMINÁRIO DE ARBORIZAÇÃO 2014

2 INTRODUÇÃO Ambiente urbano – Surgimento das cidades Vários processos de interferência na configuração natural – Problemas ambientais Adensamento urbano, poluição, enchentes, etc. – Introdução da vegetação nas cidades Benefícios ambientais

3 INTRODUÇÃO Arborização urbana X Floresta urbana Ecologia da paisagem planejamento e gerenciamento das florestas urbanas Sustentabilidade ambiental Qualidade de vida no meio urbano propiciada pela vegetação – Conforto térmico – Redução da poluição – Regulação do ciclo hidrológico, etc.

4 Contextualizando Arborização urbana X Floresta urbana

5 Arborização urbana – local de trabalho ruas, calçadas – árvores dispostas em linhas, enfileiradas e com espaçamento definido – Aspecto estético Conceito menor árvore é tratada de forma individual

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7 Contextualizando Arborização urbana X Floresta urbana Floresta urbana – trabalha-se todos os locais possíveis de plantio – disposição das árvores é variável de acordo com as dimensões e condições que cada local oferece. – remanescentes. – funções ecológicas qualidade de vida Conceito maior Tratamento global.

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10 Contextualizando Ecologia da Paisagem Surgimento – Europa Alemanha, Holanda – geógrafos – Estados unidos Ecologia da paisagem ferramenta auxiliar planejamento/gerenciamento ambiental Paisagem unidade espacial integradora das características físicas, biológicas e antrópicas de determinada região. Baseia-se na heterogeneidade espacial

11 Perspectiva da Ecologia de Paisagem – Diversidade da paisagem – Fragmentação – Isolamento – Conectividade – Integração Contextualizando Ecologia da Paisagem

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13 Termos utilizados – Manchas – Matriz – Corredores ecológicos – Stepping stones (pontos de ligação ou trampolins ecológicos) Aplicação de ecologia da paisagem espécies estabelecidas nos fragmentos urbanos interligação, recolonização de manchas e corredores degradados, evitando extinção local.

14 Aplicação a áreas urbanas Elementos constituintes da paisagem – A matriz = cidade – Corredor ecológico = APP de curso d´água – Manchas = fragmentos restantes/áreas verdes Unidade de planejamento – Bacia hidrográfica Contextualizando Ecologia da Paisagem

15 PROBLEMAS URBANOS Adensamento / porte urbano Ilhas de calor - Variação de temperatura ao longo do meio urbano; Inversão térmica - circulação das massas de ar quente/frio; Chuva ácida - circulação do ar/concentração de poluente substituiçõesdas vocações – deslizamentos, enchentes...

16 PROBLEMAS URBANOS Inversão térmica

17 ACÚMULO DE ENERGIA ALBEDO - índice de reflexão Varia de 0 (Corpo negro) a 1 (Espelho) Refletida Radiação solar Refletida 25% 5% TEMPERATURA ENERGIA PROBLEMAS URBANOS Balanço de radiação/Ilha de calor

18 PROBLEMAS URBANOS Chuva ácida

19 PROBLEMAS URBANOS Substituição das vocações

20 PROBLEMAS URBANOS Substituição das vocações - deslizamentos

21 PROBLEMAS URBANOS Substituição das vocações

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23 PROBLEMAS URBANOS Substituição das vocações - enchentes

24 LEGISLAÇÃO Garantia para a sustentabilidade Equilíbrio cinza x verde – Código Florestal – Lei de parcelamento – Lei de uso e ocupação do solo

25 LEGISLAÇÃO Garantia para a sustentabilidade

26 OPORTUNIDADES Calçadas

27 OPORTUNIDADES parques e praças

28 OPORTUNIDADES Margens de curso d´água

29 OPORTUNIDADES Áreas de Risco

30 OPORTUNIDADES Terrenos Baldios

31 OUTRAS OPORTUNIDADES Lotes vagos Terrenos ociosos Áreas institucionais ociosas

32 Florestas Urbanas e a Qualidade de Vida amenização climática redução da poluição do ar influencia diretamente no ciclo hidrológico urbano (elevação da umidade relativa, recarga do lençol freático...) proteção do solo amenização de ruídos servir de referencial urbano valoração estética, imobiliária, entre outros.

33 Florestas Urbanas e a Qualidade de Vida

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35 Gerenciamento com bases nos 3 conceitos: – Arborização plantio – Florestas remanescentes/agrupamentos – Ecologia sustentabilidade Então: Não só calçadas, mas todo o espaço possível CONSIDERAÇÕES FINAIS

36 A ecologia da paisagem permite uma análise integradora, ou seja, não fragmentada. O conceito de sustentabilidade que a gestão urbana deve considerar em igual escala de valor os aspectos sociais, ambientais e econômicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS

37 OBRIGADO! Aderbal Gomes da Silva – Departamento de Ciências Florestais e da Madeira Universidade Federal do Espírito Santo


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