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Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se pelo Espírito mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis. Pois, todos.

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3 Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se pelo Espírito mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis. Pois, todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são Filhos de Deus verdade, com a mente que sente rancor não é possível desfazer esse rancor; somente através da mente sem rancor pode-se desfazer o rancor. Isto é a Verdade eternamente imutável (Romanos, 8.13 a 17)

4 Porque não recebestes o espírito de escravidão para viverdes outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito de adocão, baseados no qual chamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos Filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (Romanos, 8.13 a 17)

5 Em verdade, com a mente que sente rancor não é possível desfazer esse rancor; somente através da mente sem rancor pode-se desfazer o rancor. Isto é a Verdade eternamente imutável. (de Hokkuyô)

6 A frase de Paulo "Se viverdes segundo a carne, caminhareis para a morte" e a frase de Sakyamuni "Com a mente que sente rancor não é possível desfazer esse rancor" têm o mesmo sentido.

7 eu-Filho de Deus Assim, começamos a perceber que existe o "eu duplo", constituído de "eu-Filho de Deus" que "o próprio Espírito testifica com o nosso espírito" e o "eu-filho da carne, que não é Filho de Deus", isto é, o "eu que não sente rancor" e o "eu que sente rancor". p. 32

8 Eu disse que existe o "eu duplo", mas, na verdade, existe unicamente o "eu-Filho de Deus", e o outro eu, o "eu que sente rancor", o "eu-filho da carne", embora pareça existir, não existe originariamente. p. 32

9 substituição do eu arrependimento Portanto, devemos reconhecer plenamente a inexistência do "eu originariamente inexistente" (o eu falso) e admitir plenamente o "eu originariamente existente", o eu originariamente Filho de Deus, o eu que só faz o bem, e isto é a "substituição do eu", ou seja, o "arrependimento" verdadeiro. p. 33

10 através de que caminho vem o "despertar"? Ela vem através da "autodesintegração da ilusão". Quando a pessoa está em profunda ilusão, acaba despertando. Como a ilusão é originariamente "inexistente", quando se acumula até o ponto de saturação, ela se desintegra. p. 34

11 despertar Através de que caminho vem odespertar? Ela vem através da "autodesintegração da ilusão". Quando a pessoa está em profunda ilusão, acaba despertando. Como a ilusão é originariamente "inexistente", quando se acumula até o ponto de saturação, ela se desintegra. p. 34

12 A condição que antecede o arrependimento é a negação do falso eu. Enquanto a pessoa estiver pensando O meu eu atual é bom ela não sente a necessidade da substituição do eu. p. 35

13 É um engano pensar que o céu escuro é, assim mesmo, o céu limpo e que o céu tem originariamente a cor escura das nuvens. Pensar que o aspecto negativo que a pessoa apresenta é a manifestação do eu verdadeiro é convencimento e não constitui a fase preliminar do arrependimento. pp. 35 e 36

14 O apóstolo Paulo clama dolorosamente em Romanos: Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e, sim, o que detesto (...). Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum: pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e, sim, o pecado que habita em mim. p. 36

15 Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?. p. 36

16 Quando a pessoa conscientiza "Dentro de mim está atuando algo que não é o meu eu", está sendo feita a distinção perfeita entre o eu verdadeiro e o eu falso. A descoberta que Paulo fez desse algo que não é o seu eu é que constitui a fase preliminar do arrependimento. Entretanto, no início, Paulo pensava que esse algo que não é o seu eu e que se chama pecado fosse existência verdadeira. E o período durante o qual a pessoa está pensando que isso é existência verdadeira constitui a fase de escuridão que antecede o alvorecer. Passando essa fase, perceberá que esse algo que não é o seu eu era originariamente inexistente. p. 37

17 Para que haja o arrependimento, é necessário que sejam separados o eu verdadeiro e o eu falso pela conscientização do pecado e, em seguida, que seja reconhecida a existência única do eu verdadeiro, puro, pela conscientização da inexistência original do pecado. Mesmo que a pessoa pense: Eu sou Filho de Deus ou Eu sou um mortal cheio de pecado, se não distinguir o eu verdadeiro do eu falso, acabará caindo no convencimento de achar que o eu falso é a manifestação do Filho de Deus, ou então confundirá o eu verdadeiro com o eu pecador e terá de ficar lamentando eternamente o pecado. p. 37


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