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AUTORES: ANDRÉ MILHORANCE DE CASTRO LUIZ FERNANDO VIEIRA DIAS PEDRO CARIELLO BOTELHO RAFAEL DE OLIVEIRA FARIA 1 REDES DE COMPUTADORES I PROFESSOR OTTO.

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1 AUTORES: ANDRÉ MILHORANCE DE CASTRO LUIZ FERNANDO VIEIRA DIAS PEDRO CARIELLO BOTELHO RAFAEL DE OLIVEIRA FARIA 1 REDES DE COMPUTADORES I PROFESSOR OTTO M. B. DUARTE

2 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução 2

3 O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 3

4 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 4

5 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 5

6 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 6

7 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 7

8 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 8

9 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 9

10 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 10

11 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 11

12 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução O que é? 12

13 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução Aplicações APLICAÇÃO AMBIENTAL 13

14 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução Aplicações APLICAÇÃO MILITAR 14

15 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução Aplicações APLICAÇÃO INDUSTRIAL 15

16 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Introdução Aplicações APLICAÇÃO EM MONITORAMENTO DE ESTRUTURAS 16

17 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura 17

18 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura Sensor detecta transmite SENSOR 18

19 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura Processador PROCESSADOR próximos de 8-bit 16MHz possui processa executam 19

20 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura Comunicação COMUNICAÇÃO 20

21 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura Fonte FONTE responsável porrepresenta 21

22 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Estrutura Fonte FONTE responsável porrepresenta 22

23 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte ENERGIALATÊNCIA CONFIABILIDADE 23

24 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 24 Desafios Fonte ENERGIALATÊNCIA CONFIABILIDADE 24

25 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA 25

26 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA ESTÁTICA DINÂMICA Dissipa potência de forma 26

27 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA ESTÁTICA DINÂMICA Dissipa potência de forma Divide o consumo de energia em unidade de SENSORIAMENTO COMUNICAÇÃO PROCESSAMENTO 27

28 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 28

29 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 29

30 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 30

31 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 31

32 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 32

33 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 33

34 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 34

35 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 35

36 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 36

37 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ARQUITETURA 37

38 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ENERGIA SOLAR 38

39 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ENERGIA SOLAR 39

40 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ENERGIA SOLAR 40

41 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ENERGIA SOLAR 41

42 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Energia ENERGIA SOLUÇÃO VIA ENERGIA SOLAR 42

43 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Latência LATÊNCIA ENERGIA 43

44 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Latência LATÊNCIA 44

45 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE UMA RSSF NECESSITA SER CONFIÁVEL 45

46 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO 46

47 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO 47

48 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO 48

49 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO 49

50 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO 50

51 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO O CUSTO DE ENVIAR UM PACOTE CORRENTE 51

52 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO O CUSTO DE ENVIAR UM PACOTE CORRENTE 52

53 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO COMUNICAÇÃO OCIOSA CORRENTE 53

54 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO AUMENTO DA CONFIABILIDADE 54

55 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO AUMENTO DA CONFIABILIDADE 55

56 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Desafios Fonte Confiabilidade CONFIABILIDADE SOLUÇÃO VIA PROTOCOLO AUMENTO DA CONFIABILIDADE 56

57 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão Simulação LINK PARA SIMULAÇÃO 57

58 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 58

59 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 59 1.Cite exemplos da utilização de rede de sensores sem fio em automação residencial e industrial.

60 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 60 1.Cite exemplos da utilização de rede de sensores sem fio em automação residencial e industrial. Automação residencial - sensores de presença, temperatura (climatização), segurança. Automação industrial - controle de variáveis (temperatura, pressão, vazão, etc.), detecção de radioatividade.

61 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 61 2.Quais os principais protocolos que podem ser empregados nas comunicações entre sensores sem fio?

62 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 62 2.Quais os principais protocolos que podem ser empregados nas comunicações entre sensores sem fio? Wi-Fi (IEEE ), Z-Wave, Bluetooth e ZigBee (IEEE ), TSMP

63 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 63 3.A seguinte frase é verdadeira ou falsa, justifique. Sempre que a latência da comunicação em RSSF aumentar, a energia gasta na transmissão diminui.

64 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 64 3.A seguinte frase é verdadeira ou falsa, justifique. Sempre que a latência da comunicação em RSSF aumentar, a energia gasta na transmissão diminui. A frase é falsa por que a energia de transmissão é função não- monotônica da latência da comunicação. A energia decai, enquanto a latência aumenta, até um valor limite. Após esse valor, o consumo de energia em transmissão aumenta.

65 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 65 4.Por que pode ser importante a participação do usuário no controle de energia?

66 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 66 4.Por que pode ser importante a participação do usuário no controle de energia? Com o conhecimento prévio das possibilidades sobre o método de aquisição de dados, o usuário pode alterar a taxa de amostragem do sistema, a taxa de modulação ou até fazer com que o nó sensor apenas armazene os dados, ao invés de transmiti-los à base.

67 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 67 5.Apesar de se mostrar uma solução para viabilizar a recarga da bateria dos nós sensores, usar Energia Solar possui limitações que,por enquanto, impedem seu uso pleno. Quais são essas limitações e por que elas impedem o uso de energia fotovoltaica?

68 Introdução O que é? Aplicações Estrutura Sensor Processador Comunicação Fonte Desafios Energia Latência Confiabilidade Simulação Conclusão 68 5.Apesar de se mostrar uma solução para viabilizar a recarga da bateria dos nós sensores, usar Energia Solar possui limitações que,por enquanto, impedem seu uso pleno. Quais são essas limitações e por que elas impedem o uso de energia fotovoltaica? A utilização de células fotovoltaicas nos nós sensores é uma prática difícil devido à pequena superfície do hardware disponível para a instalação destas. Além disso, o nó pode não estar sempre em ambientes com índice de radiação solar suficiente. Por exemplo, ele pode estar encoberto por folhas, o que impossibilitaria a recarga.


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