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1. 2 GUANANDI Calophyllum brasiliense Nobre, Nativa e de Lei São Bento do Sul, 26/07/2007 Pedro Aparecido Ciriello.

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2 2 GUANANDI Calophyllum brasiliense Nobre, Nativa e de Lei São Bento do Sul, 26/07/2007 Pedro Aparecido Ciriello

3 3 Abertura e Apresentação Empresa – 15 minutos Guanandi – 30 minutos Produtos e Projetos – 15 minutos Cronograma

4 4 Tropical Flora é integrante de um grupo de negócios de 27 anos chamado LuVRE, atuante nos ramos de Agricultura, Gado, Cartões de Crédito, Seguros no Estado de São Paulo, Brasil. Como resultado de 15 anos de experimentos e pesquisa, a Tropical Flora iniciou suas plantações em uma espécie nativa Brasileira chamada Guanandi (Callophylum brasiliensis) em 2001 em terras próprias. Em 2005 iniciaram-se as plantações multi-culturais com mogno, cedro, jequitibá, canafístula, louro pardo e outras espécies. Foi lançado o Centro de Pesquisa no I Workshop Brasileiro de espécies Nativas na UNESP em 25 e 26 Maio II Workshop também foi realizado na UNESP em Maio de História

5 5 Reflorestamento de espécies Nativas Brasileiras em áreas degradadas, sejam em áreas próprias ou de terceiros. Compensações Ambientais através de Práticas de Desenvolvimento Sustentável – educação ambiental da comunidade / promoção de trabalho / inclusão social / fixação de carbono. Aplicações Científicas e Tecnológicas em reflorestamneto e fortes alianças de Pesquisa e Desenvolvimento – Bocconi (IT), Fundecor (CR), UNESP, EMBRAPA (BR). Ajudar a mitigação dos efeitos climáticos através de reflorestamento ecológico, objetivando o bem estar das futuras gerações. Atividade desenvolvimentista, sustentável e com cuidado social Core Business

6 6 Estruturação – Grupo Tropical Flora Atendendo a Demanda Imobiliária, Mercado Financeiro e de Investimento Criada em 2003 para Execução de planos de Manejo e implantação de florestas. Sociedade Limitada Sede em Fernão – SP Criada em 2006 para Incorporação de imóveis Sociedade Limitada Sede em Garça – SP Criada em 2006 para Execução de planos de Manejo e implantação de florestas – Gov. Corporativa S/A de capital fechado Sede em Santo André – SP Criada em 2006 para Execução do Plano de Manejo Fazenda LuVRE S/A de capital fechado com Propósito Específico Sede em Santo André – SP

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8 8 Porquê Nativa, Nobre e de Lei? Recurso Natural em escassez Progressiva. Facilidade de adaptação ao solo, clima e ambiente – mitigação de riscos. Proximidade aos Requisitos da ONU para os Mecanismos de Desenvolvimento Limpo. Economicamente Viáveis, com alto valor agregado e alta qualidade. Ecologicamente corretas Socialmente Justas Pensamento ecológico direcionado à real conservação da Floresta e ao retorno sobre o investimento.

9 9 Porquê estamos aqui? Para mostar um projeto INOVADOR, SUSTENTÁVEL e ÚNICO. Para oferecer uma oportunidade de programação para obter madeira nobre e de lei num futuro próximo.

10 10 Como fazer parte? Contratos de Opção de Compra dos projetos atuais, Encomendas de novos projetos, Parcerias.

11 11 Quando obter os Produtos? Daqui 4 ou 5 anos já haverá madeira de alta qualidade, Daqui 12 ou 14 anos já haverá colheita final, Outros projetos, com produção a partir de 8 anos (consórcio de espécies), Subprodutos em desenvolvimento.

12 12 Por que fazer parceria com a TF? Planejamento Estratégico, Garantia de matéria-prima nobre no futuro, Garantir a qualidade dos produtos feitos com madeira de lei, Garantir o fornecimento através de contratos firmados hoje.

13 13 GUANANDI Calophyllum brasiliense Nobre, Nativa e de Lei Alessandro de Magalhães Ribeiro Engenheiro Florestal

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20 20 A madeira é moderadamente pesada ( g/cm³), têm boas propriedades mecânicas, é estável, durável em contato com a terra e com a água, com figura e cor atrativas. Estas qualidades permitem usa-la para uma ampla variedade de usos diferentes. O cerne é rosado a rosado castanho, as vezes com estrías escuras. O alburne é mais claro, ocupa 46% da seção transversal do tronco, porém nem sempre se diferencia bem do cerne, pois a transição é gradual. A grã é entrecruzada e a textura média. O brilho é regular e sua figura apresenta arcos sobre postos e reflexos dourados. A madeira seca semanas Recomendado corte de tábuas radialmente. É bastante fácil de trabalhar, da uma superficie lisa quando a grã é reta, porém é um pouco áspera quando a grã é entrecruzada. Sem dúvida, o bom desta madeira é sua atrativa aparência, similar a do Mogno, e os usos também são similares. Madeira Foto: corte tangencial –madeira de guanandi Guanandi Foto: corte tangencial – madeira de mogno Mogno

21 21 Física: estabilidade dimensional; Relação T/R < 2 Mecânicas: resistência à flexão, à compressão e dureza; Processamento: fixação, acabamento, trabalhabilidade; Durabilidade natural; Propriedades da Madeira Serrada para Móveis

22 22 Propr. Fisicas Guanandi x Cedro Rosa x Mogno

23 23 Resistência à flexão estática Máxima resistência (madeira verde) > 60 MPa Módulo de elasticidade (madeira verde) > 8700 MPa Resistência à compressão Máxima resistência (madeira verde) > 25 MPa Dureza Janka (madeira verde) > 4000 N Propriedades Mecânicas

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25 25 Se obtêm melhor aproveitamento em serraria com 6 a 7% de umidade. Suas características de trabalho são: serragem moderado e aceitável, cavaqueamento moderado e aceitável, moldeado regular, torneado moderado; lixado moderado a aceitável; Trabalhabilidade: A Madeira de guanandi é relativamente fácil de ser trabalhada. Retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldades na colagem. (Jankowsky,1990) Fácil de serrar boa para faquear e desenrolar. Pintura e envernizamento podem ser aplicados sem problemas. (CTFT/INPA,s.d.) Processamento

26 26 É uma madeira amplamente usada nos trópicos depois do Mogno e Cedro para movelaria em geral, para embarcações e construções de luxo, se tem usado como chapa na Guatemala. Foi usada pelos Mayas para construção (Aguilar Cumes, 1992). Também é usada como madeira estrutural, construção interna e externa, carpintaria em general, portas, janelas, pisos, gabinetes de primeira classe; forros, adornos, postes e estacas, torneados, instrumentos musicais ou parte destes; pisos para plataforma de caminhões, carrocerías, degrais de escadas e corrimões, artesanatos, dormentes de ferrovias (Carpio, 1992). Construção civil –Leve interna, estrutural: ripas e partes secundárias de estruturas. –Leve interna, decorativa: lambris, painéis e forros. Mobiliário –Alta qualidade: revestimento(lâmina) de móveis decorativos e móveis finos, tampos de mesa e balcões. Outros usos: folhas faqueadas decorativas, barris de vinho, ofurôs, montantes de escadas singelas e extensíveis, embalagens, construção naval, instrumentos musicais, pontes, pisos de taco e tabuado, decks. Usos Recomendados da Madeira

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28 28 GUANANDI Calophyllum brasiliense Nobre, Nativa e de Lei Luís FF Carneiro VP TFSA

29 29 Desenvolvimento de Projetos Florestais Implantação de Projetos Florestais Projetos como Lastros Finaceiros – Classificação Investment Grade- RATING A Consultorias – Florestal Técnica & Estruturação Administrativa Florestal Carbono Voluntário – Compensação de Gases Efeito Estufa Vendas de Mudas Portfolio de Produtos Princípios de todos os produtos: inserção social, investimento na sociedade circunvizinha, eco-desenvolvimentista.

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31 31 ATIVIDADES COMUNS A TODOS OS PROJETOS TROPICAL FLORA Empreendimento de Reflorestamento de espécies nativas brasileiras; Preservação ambiental intrínseca; Fixador de carbono; Desenvolvimentista e sustentável; em conformidade com todas as legislações atribuídas; Responsivo ao processo acelerado de degradação ambiental e aos elementos fundamentais da qualidade de vida do homem: flora, água, fauna e clima; Recuperação de áreas degradadas; Empreendimento de implantação florestal com objetivo policultiural – consórcio de espécies; Empreendimento gerador de renda e trabalho, com fixação do homem ao campo, por período de longo prazo; Empreendimento em Certificação FSC; enquadrado nos requisitos de MDL; Padronização dos Projetos

32 32 ATIVIDADES SÓCIO-AMBIENTAIS Empreendimento sócio-ambiental com inserção social da comunidade circunvizinha; Empreendimento com educação ambiental aplicada (Programa Educação Ambiental do Arboreto Botânico e Trilha Ecológica para sociedade adjacente – passível de aplicação; Programas de Capacitação; Incentivo à escolaridade – crianças na escola todos os dias (coleta diária - parceria com Prefeituras); Incentivo à eventos culturais com participação de todos os colaboradores – Festa Junina, Fim de Ano. Realizações de Dias de Campo com Trabalhadores Rurais da Região; Moradias gratuitas aos colaboradores de campo; Emprego de Mão de Obra regulamentada; Cestas básicas aos colaboradores; Água e Luz elétrica gratuitos ao pessoal do campo; Incentivo ao esporte – Campeonato Municipal - Tropical Flora Futebol Clube; Padronização dos Projetos

33 33 ATIVIDADES DE CONTROLE FLORESTAL COM TECNOLOGIA APLICADA Empreendimento em contínuo processo de melhoria tecnológica nas espécies plantadas e a plantar; Ferramentas utilizadas para certificação da qualidade: - Convênio com UNESP em variabilidade genética - Convênio com FUNDECOR em Auditoria Florestal Internacional; - Convênio com EMBRAPA FLORESTA – Arboreto 100 espécies nativas plantadas; Engenheiros Florestais e Agrônomos Pós Graduados e Pós Graduandos, especializados em gestão florestal; Sistemas de Condução de Florestas robustos; Plano de Manejo como mitigador de riscos: - Sistemas de prevenção e combate à pragas; - Sistemas de prevenção a incêndios; Padronização dos Projetos

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