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Os nossos filhos já foram Espíritos. Reflexão sobre a minha própria experiência enquanto mãe; Factores que nos ajudam a compreender o Homem e o comportamento.

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Apresentação em tema: "Os nossos filhos já foram Espíritos. Reflexão sobre a minha própria experiência enquanto mãe; Factores que nos ajudam a compreender o Homem e o comportamento."— Transcrição da apresentação:

1 Os nossos filhos já foram Espíritos

2 Reflexão sobre a minha própria experiência enquanto mãe; Factores que nos ajudam a compreender o Homem e o comportamento humano ; Relação entre pais e filhos – compromisso reencarnatório, valor e a força do exemplo e o tempo de qualidade que dedicamos aos filhos. Casos reais que provam as existências passadas; contradições na Educação dos filhos ; Reflexão sobre a melhor forma de educar os nossos filhos; Final : História (Nazareno Feitosa) sobre a relação familiar – Comportamento gera Comportamento. Exploração do tema: Os nossos Filhos já foram Espíritos.

3 Factores que influenciam o comportamento humano: Factores genéticos; Factores provenientes do meio envolvente – área geográfica; Factores Culturais – costumes; Factores Espirituais.

4 Para além do corpo frágil com que iniciamos as nossas vidas, existe um espírito imortal, dotado de personalidade, maturidade e tendências que podem ser estimuladas ou modificadas através da educação e dedicação dos pais.

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6 "Os laços do sangue não criam forçosamente os liames (= laços) entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.

7 COMPROMISSO – PARENTESCO (NADA É MERO FRUTO DO ACASO. TUDO É CUIDADOSAMENTE PROGRAMADO, A MÃE, O PAI, OS IRMÃOS, O PAÍS, O ESTATUTO SOCIAL E ECONÓMICO, ETC) União na família de acordo com os laços consanguíneos Família pela união dos gostos, dos sentimentos, das afinidades.

8 Pode acontecer de uma determinada criatura encarnar na maioria das vezes dentro de um grupo familiar que seja ao mesmo tempo carnal e espiritual (o grupo de seus verdadeiros familiares pelas parecenças morais e de sentimento)?

9 Sim! É necessário que assim aconteça, pois uma família nunca é formada somente de desafectos, pois não haveria sustentação mínima necessária. As leis de Deus sendo perfeitas, colocam no seio da família um ou mais espíritos capazes de ajudar na condução da mesma.

10 Os filhos não são realizações fortuitas, afirma Joanna de Ângelis (Após a Tempestade, cap. 10, obra psicografada por Divaldo P. Franco) Os filhos não são realizações fortuitas. Procedem de compromissos aceitos antes da reencarnação pelos futuros genitores, de modo a edificarem a família de que necessitam para a própria evolução. É lícito aos casais adiar a recepção de Espíritos que lhes são vinculados, impossibilitando mesmo que se reencarnem por seu intermédio, mas as Soberanas Leis da Vida dispõem de meios para fazer que aqueles rejeitados venham por outros processos à porta dos seus devedores ou credores, em circunstâncias talvez muito dolorosas, complicadas pela irresponsabilidade dos cônjuges que ajam com leviandade, em flagrante desconsideração aos códigos divinos.

11 Se não descambam para a delinqüência do aborto, na maioria das vezes são trabalhadores desprevenidos que preferem poupar o suor, na fome de reconforto imediatista. Infelizmente para eles, porém, apenas adiam realizações sublimes, às quais deverão fatalmente voltar, porque há tarefas e lutas em famílias que representam o preço inevitável de nossa regeneração. Desfrutam a existência, procurando inutilmente enganar a si mesmos; no entanto, o tempo espera-os, inexorável, dando-lhes a conhecer que a redenção nos pede esforço máximo. Recusando acolhimento a novos filhinhos, quase sempre programados para eles antes da reencarnação, emaranham-se nas futilidades e preconceitos das experiências de subnível, para acordarem, depois do túmulo, sentindo frio no coração.

12 O SEGREDO ESTÁ NO AMOR

13 A família é mais do que o resultante genético... São os ideais, os sonhos, os anelos (= desejos), as lutas e árduas tarefas, os sofrimentos e as aspirações, as tradições morais elevadas que se cimentam nos liames da concessão divina, no mesmo grupo doméstico onde medram as nobres expressões da elevação espiritual na Terra.

14 "(...) Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue (...)." (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, cap. XIV, item 8.)

15 Dois casos Reais : vidas passadas

16 Filho mata pai à machadada com irmãos mais novos a assistir Carlos o pescador, como era conhecido na zona de Porto Salvo, teve um final tr á gico. Na madrugada de ontem, cerca das 03h00 foi morto pelo pr ó prio filho, de 21 anos, com um golpe de machado na cabe ç a. O jovem entregou-se na esquadra da PSP e confessou o homic í dio O crime ocorreu na Rua Terra da Eira e os vizinhos, segundo o 24horas, não se surpreenderam com o sucedido. De acordo com os residentes, as discussões entre Carlos, a mulher e os filhos eram constantes e tanto a PSP como a GNR j á tinham sido chamadas à quela casa. « Mais de uma dezena de vezes », assegura fonte policial, « devido a dist ú rbios familiares ». « Eu j á não estranhava o barulho. As discussões eram tão frequentes que limitava-me a dar voltas na cama at é adormecer », conta Lu í s Manuel, que mora na mesma rua onde o casal residia. Maria Am é lia, outra moradora daquela rua, conhecia a v í tima h á 12 anos e diz que Carlos era extremamente violento quando bebia. « Eles bebiam muito, quer a mulher e o filho que o matou. S ó soube do drama quando ouviu as sirenes dos carros da PSP e das ambulâncias. Todos os vizinhos j á sabiam que aquilo iria dar em morte. Coitados dos dois mi ú dos que ficaram sem pai e sem o irmão ». « Ele ontem estava muito bêbado. Acredito que tenha ofendido o filho que foi buscar o machado e teve aquela atitude », diz Lu í s Moreira, um pescador que convivia regularmente com a v í tima. O pescador, conhecido por andar sempre com três facas e fabricar artefactos para apanhar polvos, não teve morte imediata. Segundo o 24horas, ainda foi transportado para o Hospital São Francisco Xavier e sujeito a uma interven ç ão cir ú rgica, mas Acabou por falecer. Queimada com cigarros A mulher de Carlos foi expulsa, segundo so vizinhos, h á cerca de 15 dias de casa. O marido deitou-lhe a roupa pela janela e a mulher refugiou-se na casa de uma vizinha, que a acolheu e onde ainda se encontrava ontem a viver. Os dois filhos mais novos, um de 17 anos e outro de 7 têm sido protegidos pelo avô paterno. « Ele é que lhes d á de comer leva à escola o mais pequenino. Se não fosse o avô, aquelas crian ç as estavam desgra ç adas. Assistiram a tudo, mas nem gritaram ». Ainda de acordo com os testemunhos recolhidos pelo 24horas no local, a v í tima torturava a mulher quase diariamente, com pontas de cigarros e com chumbo derretido. « Ele era uma pessoa m á. Ningu é m tem pena da sua morte. Coitado é do rapaz, que vai pagar pela maldade do pai », desabafa Jos é Estevão, outro morador da rua. O homicida foi ontem ouvido em tribunal e vai aguardar julgamento em prisão preventiva em Porto Salvo.

17 Luís Torrão – Estudante de Engenharia do Desenvolvimento de Jogos Digitais. Números primos : é um número natural maior do que 1 cujos únicos divisores naturais são 1 e o próprio número. Relacionamento com os professores

18 Frases – Senso Comum Contradições na Educação dos Filhos Aquilo que eu mais desejo é dar ao meu filho aquilo que nunca consegui ter. Ir para a escola é um dever, uma obrigação para obter conhecimento, mas a forma como o nosso filho vai viver com Deus na sua vida é lá com ele, eu não imponho nada, não ensino, não obrigo. Quando ele crescer ele saberá escolher.

19 Só o amor educa. Não existe educação real sem amor verdadeiro. Mas você briga, implica, reclama, cobra, inferniza, e quer educar. A essência da educação é a imitação. Aprendemos repetindo as acções daqueles que temos como referenciais. A maioria dos pais é muito preocupada em dizer ao filho como agir ou não agir, permitir ou não permitir - o que faz parte da sua função, mas está longe de ser o principal. Já ao falar, precisamos reflectir sobre o peso do que estamos dizendo, no significado daquelas palavras para a criatura encarnada como nosso filho ou filha, em como isto vai repercutir dentro de seu ser, agora e no porvir. E pouco ou nada vai significar o que dissermos sem haver experimentado, vivenciado, todas as palavras que não vierem da nossa mais profunda verdade interior.

20 Quando Allan Kardec diz que Jesus é o modelo de perfeição para os seres humanos encarnados na Terra (O Livro dos Espíritos, questão 625), o princípio da imitação está sendo reafirmado. E o que vem a ser um modelo?... Quando um artista toma uma cesta de flores como modelo para sua pintura, seu objectivo é reproduzir na tela a imagem da cesta, o mais fielmente possível. Quando tomamos Jesus como modelo para nossas acções, nosso intuito é reproduzir em nossas vidas os ensinamentos e exemplos do Mestre, da melhor maneira que pudermos. Ensinar é ser. Não podemos realmente educar quando não vivemos as lições. Equivocadamente, valorizamos deveras o saber verbal, pensamos em oferecer conselhos e orientações aos nossos filhos, em lugar de exemplos, e cremos que este é o papel do pai e da mãe. Ao mesmo tempo, se damos exemplos em que eles constatam que nós mesmos não seguimos nossos conselhos e orientações... que espécie de educador estamos sendo? Desde bebés, os filhos são observadores atentos dos pais. Quando crescem, lembram-se de coisas que fizemos, das quais nós mesmos nos esquecemos.

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23 Se passamos tempo de qualidade com eles, se oferecemos atenção sincera e carinho, se saímos a passear e fazemos coisas juntos, tudo isto permanecerá com eles para sempre, e esta é nossa maior herança. E também o modo como encaramos a família e a vida profissional, o jeito como tratamos as pessoas, nossa relação com os estudos e a leitura, nossa atitude perante a Natureza e as pessoas que nos procuram precisando de ajuda. Imaginamos que herança é dinheiro, bens materiais, o que é compreensível. Mas nosso legado material pode fazer ou não parte do compromisso reencarnatório deles, além do que, não é garantia de saúde e felicidade. O verdadeiro presente que deixamos para nossos filhos, de bens imortais e incorruptíveis, é aquilo que somos. Vai estar sempre em suas memórias, em seus gestos, em suas atitudes.

24 Devemos ter coragem para pensar na mente do seu filho como se fosse um jardim – ao menos é assim que eu pretendo fazer. Todo dia vou querer ajudá-lo a capinar seus pensamentos negativos e a plantar pensamentos positivos. Um dia capinando e plantando não vai fazer muita diferença. Entretanto, se eu praticar essas estratégias todo dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano, ao longo da sua vida, o jardim crescerá mais saudável e vibrante. Nutrir o nosso filho. Dedicar um momento para apoiá-lo e o alimentar com um monte de amor e energia positiva e veremos os frutos de seus esforços…

25 Os frutos e as consequências desse relacionamento serão colhidos de acordo com a disposição dos pais em mostrar o caminho No capítulo Pluralidade das Existências de O Livro dos Espíritos, os espíritos apontam que os pais têm como missão desenvolver os seus filhos pela educação. É para eles uma tarefa: se falharem, serão responsabilizados. Responsabilização dos Pais

26 Relação Familiar – Nazareno Feitosa Comportamento gera comportamento. Assim acontece com os nossos filhos: amor gera amor.

27 20 de Janeiro de 2011 Póvoa – de - Varzim


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