A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Prof. Marco Câmara Pós-Graduação em Segurança da Informação Redes de Computadores I Faculdade Area1/FTE/Ruy Barbosa 24 de outubro a 01 de novembro de 2008.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Prof. Marco Câmara Pós-Graduação em Segurança da Informação Redes de Computadores I Faculdade Area1/FTE/Ruy Barbosa 24 de outubro a 01 de novembro de 2008."— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Marco Câmara Pós-Graduação em Segurança da Informação Redes de Computadores I Faculdade Area1/FTE/Ruy Barbosa 24 de outubro a 01 de novembro de 2008

2 Professor Marco Antônio C. Câmara Eng. Eletricista - UFBA87 Mestrando em Redes de Computadores Professor Unifacs, UCSAL, Area1 Prof. Marco Câmara

3 Redes de Computadores I (com ênfase nos aspectos de segurança) Revisão do padrão ethernet; Equipamentos Ethernet; Switches Ethernet; Revisão de endereçamento IP; Introdução ao Wireless. Prof. Marco Câmara

4 Revisão do padrão Ethernet Prof. Marco Câmara

5 Dados técnicos Sistema baseado em broadcasting (difusão)Sistema baseado em broadcasting (difusão) –Mensagens chegam sempre a todas as estações; –Tratamento de colisões ou delays pelo protocolo; Alta eficiência nos ambientes existentes na épocaAlta eficiência nos ambientes existentes na época –Poucas aplicações gráficas; –Número limitado de estações; Taxa de transferência de 10MbpsTaxa de transferência de 10Mbps –Compartilha meio físico entre todos os pontos de cada segmento. Prof. Marco Câmara

6 Ausência de suporte a Multimídia : –Necessidade de alta taxa de transferência –Necessidade de sincronismo Desempenho limitado pela taxa de transferência Método de acesso (CSMA/CD) Problemas Técnicos Prof. Marco Câmara

7 Detecção da Portadora

8

9

10

11

12 Colisão !

13 Detecção da Portadora Os sinais transmitidos por uma estação devem ser recebidos por todas as outras, independente da situação !

14 Estados de Operação Desocupado –Nenhuma mensagem transmitida (n=0) –Eficiência nula, como em qualquer outro método Transmissão OK –Uma mensagem transmitida (n=1) –Eficiência máxima Colisão + Contenção –Mais de uma mensagem transmitida (n ) –Eficiência nula, por conta do método Prof. Marco Câmara

15 AB Detecção de Colisões

16 AB Após a chegada do primeiro bit enviado por A em B Deslocamento ocorre em uma velocidade muito alta Tipicamente 2/3 da velocidade da luz em meios elétricos, ou próxima da velocidade da luz em fibras óticas ; Colisão interrompe transmissão em B Detecção de Colisões

17 AB Após a informação de colisão chegar à estação A (Deslocamento ocorre na mesma velocidade) Colisão interrompe transmissão em A Detecção de Colisões

18 AB Tempo de ida e retorno (round trip time) Igual a duas vezes o tempo de deslocamento no total da extensão do cabo É função apenas do meio físico ! O CD (Collision Detection) do CSMA/CD permanece ativo até o decurso do round trip time Janela de colisões (64 bytes) Detecção de Colisões

19 Algoritmo de Transmissão & Evolução do Ethernet Visando eliminar o impacto das colisões, principalmente em condições de tráfego elevado, foi criado um algoritmo especial, o binary exponential back-off; Nos ambientes atuais, com o uso extensivo de switches (micro-segmentação), desapareceu a necessidade de tratamento, e com ela antigos limites de número de estações, repetidores etc. Prof. Marco Câmara

20 Quadro Ethernet básico Prof. Marco Câmara Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC FSDFSD Compri -mento Preâmbulo: seqüência de início e sincronismo; FSD: Delimitador de início de quadro (frame start delimiter); Endereço de Destino (DA - Destination Address): Unicast, multicast ou broadcast Endereço de origem (SA – Source Address): Identifica fabricante e dispositivo Comprimento / Tipo: marca final do quadro & identifica conteúdo; Dados (Data): conteúdo do quadro Preenchimento (Filling): garante comprimento mínimo de 64 bytes CRC (Cyclic Redundancy Check): verifica integridade dos dados

21 Chaveamento de Quadros Prof. Marco Câmara Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC FSDFSD Compri -mento Determina o endereço do destinatário (*) (*) Colisões podem ser encaminhadas.

22 Chaveamento de Quadros Prof. Marco Câmara Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC FSDFSD Compri -mento Verifica a integridade do quadro

23 Chaveamento de Quadros Prof. Marco Câmara Preâmbulo Endereço de Destino Endereço de Origem Dados Preenchimento CRC FSDFSD Compri -mento (1) On-the-fly ou cut-through (2) Modified cut-through ou fragment-free (3) Store-and-forward (1)(2)(3)

24 Tudo store-and-forward... Cut-Through e Fragment-Free não podem ser implementados se existem taxas de transferência diferentes entre emissor e receptor; Praticamente todos os modelos de switch atuais possuem portas com diferentes taxas de transferência... Prof. Marco Câmara

25 Equipamentos Ethernet Prof. Marco Câmara

26 Placas de Rede Prof. Marco Câmara Placa de Rede Transceptor Conector UTP Fêmea Conector AUI

27 Placas de Rede Placa de rede propria- mente dita : –Interface com o barramento do micro –Processamento de camada de enlace –Precisa de configuração Transceptor –Interface com o meio físico –Ligado à placa através de conector AUI Prof. Marco Câmara

28 Os repetidores Atua na camada física (converte padrões físicos) Regra –Cinco segmentos –Quatro repetidores –Três segmentos vivos Diâmetro máx.: 500 m (elétrico) e 2000 m (ótico) Número máximo de hosts: 30 Prof. Marco Câmara

29 Repetidores Bridges Roteadores ? C A A A B B B C C Interligando Segmentos de Rede Prof. Marco Câmara

30 Repetidores –Tráfegos se misturam –Tudo funciona como um grande segmento Bridges Roteadores ? C A A A B B B C C A A A A A A B B B B B B C C C C C C Interligando Segmentos de Rede Prof. Marco Câmara

31 Repetidores Bridges –Isola tráfego local –Direciona tráfego externo, através da análise do endereço de destino Roteadores ? C A B A B Interligando Segmentos de Rede Prof. Marco Câmara

32 ? C A B A B Interligando Segmentos de Rede Repetidores Bridges Roteadores –Analisa cabeçalho do protocolo, oferecendo maior flexibilidade Prof. Marco Câmara

33 Bridges e Roteadores Primeira solução para interligação entre segmentos Ethernet; A visão era interligar segmentos e não reduzir número de pontos por segmento; Chaveamento store-and-forward Prof. Marco Câmara

34 Switches - Conceitos Básicos Unificam diversas bridges com n portas; Permitem a redução da latência típica das bridges; 10M Back-Plane Prof. Marco Câmara

35 Switches - Conceitos Básicos Unificam diversas bridges com n portas; Segmentos comunicam-se dois a dois, sem concorrência pelo canal de comunicação. 10M Back-Plane Prof. Marco Câmara

36 Switches - Conceitos Básicos Permitem a redução da latência típica das bridges; A eliminação da latência se dá pela modificação do método de chaveamento. 10M Back-Plane Prof. Marco Câmara

37 O conceito de auto-sense Os equipamentos conseguem detectar automaticamente a taxa utilizada, ajustando-se automaticamente; Muito útil em ambientes mistos 10BaseT/100BaseTx/1000BaseT; A grande maioria dos componentes fast-ethernet garante esta característica. Prof. Marco Câmara

38 Equipamentos Ativos Embora tenham abrigado diversos tipos de equipamentos (repetidores, HUBs, roteadores e switches), hoje a categoria dos equipamentos ativos praticamente se limita aos switches; Na função de concentradores de tráfego, os switches agregam, tratam, selecionam e encaminham pacotes de dados em ambientes dos mais diversos portes e complexidades; Qualquer infra-estrutura de rede, mesmo envolvendo sistemas de comunicação diversos (telefonia, CFTV, vídeo etc) estará sempre baseada em um arranjo de switches. Prof. Marco Câmara

39 Topologia de um Projeto de Ativos Internet WAN Núcleo Borda Núcleo (redundante) Borda hosts Host redundante Servidores Prof. Marco Câmara

40 Topologia: Recomendações Estrela hierárquica com 2 níveis –Núcleo ou core; –Borda ou edge; –Usuários. Redundância: –Anéis nas extremidades; –Habilitação de protocolos para tratamento STP: Spanning-Tree Protocol; MLST: Multi-Link Split Trunking. Prof. Marco Câmara

41 Topologia de um Projeto de Ativos Interne t WA N Núcleo Borda Núcleo (redundante) Borda hosts Host redundante Servidores Problema 1: Topologia c/ Diversos Níveis Prof. Marco Câmara

42 Número de Saltos Salto Usuário Servidor Descentralização Mais saltos Descentralização Perda de performance Prof. Marco Câmara

43 Excesso de Saltos Desvantagens Atraso Jitter Mais pontos de falha Prof. Marco Câmara

44 Atraso Múltiplos switches Enlace Física Rede Enlace Física Rede Enlace Física Rede Enlace Física Rede Atraso de Propagação Atraso de processamento Prof. Marco Câmara

45 Jitter Variação no tempo de atraso –Rede blocking Geração de Filas As filas têm comprimento variável em função do tráfego; Comprimentos variáveis implicam em atraso variável. –O Jitter inviabiliza o uso de aplicações síncronas ou interativas Câmeras IP Telefonia IP Vídeo-Conferência –O Jitter provoca comportamento de performance variável com o tráfego. Prof. Marco Câmara

46 Mais pontos de falha Setores dependentes –Uma falha acarretaria no desligamento de todos os setores dependentes. Probabilidade crescente de erros Mais erros Novos componentes Novos switches Prof. Marco Câmara

47 Blocking Incapacidade dos links entre os switches suportarem o trafego total –Criação de filas, com o conseqüente atraso no envio dos quadros; –Switches que não têm esta característica se considerarmos apenas as suas próprias portas são chamados de non-blocking; Vamos ver um exemplo... –Considerando: 12 estações conectadas em cada setor Cada estação trafegando a 10 Mbps Link entre switches a 1 Gbps Prof. Marco Câmara

48 Exemplo CPD ADM Compras Posto 1Posto 2 Sala de Aula 01PortariaSala de Controle Link: 1Gbps Demanda: 240Mbps Link: 1Gbps Demanda: 360Mbps Link: 1Gbps Demanda: 120Mbps Link: 1Gbps Demanda: 120Mbps Link: 1Gbps Demanda: 120Mbps Link: 1Gbps Demanda: = 1.2 Gbps Link: 1Gbps Demanda: 1.32Gbps AlmoxarifadoManutençãoFinanceiroTreinamento Prof. Marco Câmara

49 Topologia Ideal Posto 2 Sala de Aula 01 Treinamento Financeiro Manutenção Almoxarifado ADM CPD Link redundante Considerando ADM, Almoxarifado, Manutenção e Financeiro como sendo setores críticos. Portaria Sala de Controle Compras Posto 1 Prof. Marco Câmara

50 Topologia de um Projeto de Ativos Interne t WA N Núcleo Borda Núcleo (redundante) Borda hosts Host redundante Servidores Problema 2: Ausência de Redundância Prof. Marco Câmara

51 Operação contínua – um sonho? Na maior parte dos casos, a estabilidade vale mais do que a performance, funcionalidade ou recursos especiais; O mercado oferece recursos, modelos de projeto e até modalidades de contratação visando o aumento da confiabilidade. Prof. Marco Câmara

52 Análise de Contingência Meios físicos –Redundância nas pontas, nos elementos individuais, no meio e no encaminhamento; –Estimativas de tempo de parada. Pessoas –Aonde estão os conhecimentos específicos ? –O conhecimento está dentro da empresa ? Se é no parceiro, como anda a formalização do relacionamento ? –Treinamentos internos; –Manuais de Procedimentos. Equipamentos –Verificar aspectos de estabilidade e segurança; –Estimativas de tempo de parada. Prof. Marco Câmara

53 Aspectos de Estabilidade e Segurança MTBF (Medium Time Between Fails) –Este parâmetro normalmente está associado à qualidade do equipamento. Garantia –Aspecto meramente financeiro? Reposição –Garantida por quanto tempo? (mesmo pagando por ela) Contingência –O substituto não precisa ser tão rápido, mas precisa funcionar ! Redundância –Quantos níveis? O operador REALMENTE não precisa se envolver? Prof. Marco Câmara

54 Aspectos de Estabilidade e Segurança Estabilidade em números: –99% de uptime é bom? 1% de um ano = 3,65 dias 4 dias sem rede ! Pode? –Percentuais Típicos: Redes de alta confiabilidade: 99,99 % (four nines) 50 minutos por ano Telefonia de alta confiabilidade: 99,999 % (five nines) 5 minutos por ano Isso é mais caro ! Prof. Marco Câmara

55 Topologia de um Projeto de Ativos Interne t WA N Núcleo Borda Núcleo (redundante) Borda hosts Host redundante Servidores Problema 3: Como interligar switches? Prof. Marco Câmara

56 Cascateamento Utiliza portas convencionais; Uma porta em cada switch; Qualquer switch pode ser interligado; Limita tráfego à capacidade do up-link; PROBLEMAS TÍPICOS: –Performance no up-link; –Retardo pelo acréscimo de um novo switches; –Jitter pela formação de filas no up-link. o o o o o o Up-link Prof. Marco Câmara

57 Link Aggregation Utiliza portas convencionais; n portas em cada switch –Número limitado pelas características técnicas do modelo. Switches precisam ser compatíveis com a norma IEEE802.3ad Limita tráfego à capacidade do up-link; PROBLEMAS TÍPICOS: –Problemas de configuração do tipo, quantidade e localização das portas envolvidas no up-link; –Perda significativa de número de portas disponíveis nos switches interligados; –Problemas com a re-alocação de equipamentos quando ocorrem falhas, por exemplo. o o o o o o Up-link Prof. Marco Câmara

58 Empilhamento Utiliza portas proprietárias; 1 a n portas em cada switch a depender da topologia da interligação; Switches precisam ser do mesmo fabricante e família, além de possuir a porta, o cabo de interligação e a licença de software; –No caso da topologia em anel, pode ser necessário cabo adicional (return cable) para garantir redundância. Limita tráfego e pilha à capacidade de backplane OU do cabo de empilhamento; o o o o o o Cabo de Empilhamento o o o o o o Return Cable Prof. Marco Câmara

59 Empilhamento PROBLEMAS TÍPICOS: –Switches descontinuados ou falhas no processo de compra; –Falhas no contrato de reposição em caso de danos; –Aplicável apenas em switches específicos (empilháveis). o o o o o o Cabo de Empilhamento o o o o o o Return Cable Prof. Marco Câmara

60 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Classificação dos Switches SOHO ( Small Office, Home Office ); Desktop (de mesa); Stackable (empilháveis); Modulares.

61 Switches SOHO Normalmente utilizados na posição de núcleo devido à simplicidade das redes atendidas; Design agradável, porém inadequado para uso profissional (não são rack mountable); Pequenas redes com funcionalidade e recursos limitados –Não têm portas de fibra ótica; –Não oferecer recursos de gerenciamento remoto centralizado; –Não oferecem escalabilidade. Prof. Marco Câmara

62 Switches Desktop Aplicação típica de borda, conectado a um switch central; Oferece funcionalidades e recursos mais avançados, podendo atender a departamentos de grandes empresas; Design adequado a aplicações profissionais (rack mountable); Tipicamente não oferece escalabilidade, ficando limitado ao número de portas padrão (12, 24 ou até 48 portas); Prof. Marco Câmara

63 Switches Empilháveis Recursos podem ser avançados, além de oferecer escalabilidade, através da conexão de diversas unidades em pilhas especializadas: –Interligação através de cabos proprietários de altíssima performance; –Empilhamento proprietário, podendo ser incompatível até com switches do mesmo fabricante, porém de outra família. Toda a pilha se comporta tipicamente como um único equipamento; Extremamente comum no nosso mercado, assumindo o papel de switches modulares, tanto na borda quanto no núcleo. –Recomendação: tipicamente até 80 estações de trabalho (2007); –Alguns modelos têm capacidade impressionante, mas são exceções. Prof. Marco Câmara

64 Switches Modulares Tipicamente ficam no núcleo, embora possam ser utilizados na borda, para instalações maiores; Oferecem, antes de mais nada, flexibilidade –A escolha do tipo e quantidade de módulos de interface é feita pelo cliente; –Tipicamente existem dezenas de módulos e configurações diferentes para cada modelo. Tipicamente são muito estáveis e oferecem recursos avançados de redundância –Diversos componentes podem ser substituídos: fonte, ventoinha, processador, interfaces etc; –Mesmo em configurações convencionais, oferecem alta confiabilidade (robustez e MTBF alto) Prof. Marco Câmara

65 Switches Modulares Capacidade Máxima pode ser grande, mas é delimitada: –Backplane do chassis; –Número de módulos suportados. Passivos ou Ativos: –Passivos: não possuem componentes embutidos no chassis – todos os recursos estão nos módulos; –Ativos: possuem capacidade de processamento no chassis, que, por outro lado, se torna um possível ponto de falha. Prof. Marco Câmara

66 Aspectos Técnicos Relevantes Suporte a VLAN –IEEE802.1q Priorização de Tráfego –IEEE802.1p Autenticação –IEEE802.1x Prof. Marco Câmara

67 VLAN / Priority TAG Tag de VLAN: 2 Bytes de comprimento –12 bits reservados para VLAN identifier (VID) –Criação e gerenciamento de até 4096 VLANs –0 e 4095 reservados –3 bits identificam a prioridade. Bit CFI (Canonical Format Indicator) identifica a direção de transporte para protocolos de roteamento de origem (source routing). Prof. Marco Câmara

68 Classificação de tráfego Políticas de Classificação de Tráfego –L2/L3/L4 (programadas em ASICs - wire-speed) Filas em HW –Ideal seriam 8 filas em camada 2 ( 4 filas apenas para switches SOHO) –64 filas por porta em links de alta performance (10 GB) Inteligência no nível da Aplicação –Identificação da aplicação pelo socket TCP/UDP QoS –802.1p/802.1Q (3 bits => 8 niveis) –DiffServ (RFC2474) (6 bits => 64 niveis) CPUCPU RSP2.5RSP2.5 POLICY FILTERS POLICY FILTERS FCSIP-SATCP-PortDA SA DATA IP-DA Prof. Marco Câmara

69 Mapeamento de Tráfego (exemplo) Switches Ethernet precisam diferenciar o tráfego, pois cada tipo de aplicação pode ter requisitos de QoS distintos: –Gerenciamento da Rede: alta disponibilidade –Voz (atraso < 10 ms) –Vídeo (atraso < 100 ms) –Carga Controlada (streaming vídeo) –Excellent Effort (usuários / aplicações importantes) –Best Effort (demais usuários e aplicações) –Background (transferências em batch e jogos) Prof. Marco Câmara

70 Mapeamento 802.1p Fila 7: Gerência da rede (gerenciamento / alarmes / trocas de tabelas de roteamento); Fila 6: Aplicações em tempo real intolerantes a atrasos (Voz e sinalização para telefones); Fila 5: Aplicações em tempo real tolerantes a atrasos (gravação CFTV e videoconferência); Fila 4: Aplicações em tempo real tolerantes a atrasos (reprodução CFTV e streaming); Fila 3: Aplicações críticas transacionais e interativas (e-business, SAP); Fila 2: Aplicações convencionais não interativas ( , FTP, backups); Fila 1: Aplicações convencionais usuários não críticas; Fila 0: Aplicações não críticas, não interativas, baseadas em best effort b2 b1 b Prof. Marco Câmara

71 Associação de Campos Prof. Marco Câmara Usuários QoS e Políticas de Acesso no Núcleo QoS e Segurança no Acesso Aplicações Gerenciamento de Políticas

72 Aspectos Físicos da Implantação de Equip. Ativos Conexão ao Meio Físico Instalação Física Instalação Elétrica Climatização Prof. Marco Câmara

73 Conexão ao Meio Físico UTP –Portas Individuais X Telco –Patch Pannels & Organização –Espelhamento de Portas Fibras Óticas –Conectores Individuais & GBICs –DIOs, Cx.Terminação, FOB –Cordões Óticos Organizadores Horizontais e Verticais Prof. Marco Câmara

74 Instalação Física Equipamentos Rack-Mountable –Largura Padrão & Suporte –Altura em Us –Profundidade Distância entre Equipamentos Folga e Organizadores Prof. Marco Câmara

75 Instalação Elétrica Circuitos Independentes –2 para equipamentos –1 convencional Aterramento –Independente –Interligado No-break –VA X W –Banco de Baterias Autonomia Vida Útil Dissipação Prof. Marco Câmara

76 Climatização Durabilidade & Temperatura Umidade Redundância Prof. Marco Câmara

77 Endereçamento IP Prof. Marco Câmara

78 Histórico Iniciativa do Departamento de Defesa dos EUA –Gerenciamento Distribuído, livre de falhas pontuais Ataque Nuclear ? –Atendia primeiro ao departamento de pesquisa e universidades Depois os fornecedores; Depois os terceiros; Depois o MUNDO...

79 A BCD bits = 2 32 endereços possíveis! Dividido em duas partes: REDE e HOST Máscara Identificava onde estava a divisão

80 Rede (network)Dispositivo (host)

81 Algumas regrinhas de ouro ! Bastam estas regras para desenvolver qualquer problema de endereçamento IP: –Não existem dois endereços de rede válidos iguais ! –Dentro de uma determinada rede, não existem dois endereços de host iguais ! –Todo endereço IP em que todos os bits de host são iguais a 0 designa um endereço de rede; –Todo endereço IP em que todos os bits de host são iguais a 1 designa um endereço de broadcast. Prof. Marco Câmara

82 Endereço IP - 32 bits (ou quatro bytes) Os primeiros bits (entre 1 e 5) determinam a classe. Determinam o endereço de rede, host e sub-rede A0A0 A7A7 A6A6 A5A5 A4A4 A3A3 A2A2 A1A1 D0D0 D7D7 D5D5 D3D3 D1D1 D6D6 D4D4 D2D2 B0B0 B7B7 B5B5 B3B3 B1B1 B6B6 B4B4 B2B2 C0C0 C7C7 C5C5 C3C3 C1C1 C6C6 C4C4 C2C2

83 Endereço de Rede Endereço de host A BCD... Endereços Classe A Identificados pela presença de um zero no primeiro bit dos quatro octetos; Atendiam a um número limitado de empresas (até 128 combinações); Cada empresa podia ter até 2 24 computadores identificados. 0

84 Endereço de Rede Endereço de host A BCD... Endereços Classe B Identificados pela presença de um zero no segundo bit dos quatro octetos; Atendiam a um número médio e empresas (até 2 14 combinações); Cada empresa podia ter até 2 16 computadores identificados. 0 1

85 Endereço de Rede Endereço de host A BCD... Endereços Classe C Identificados pela presença de um zero no terceiro bit dos quatro octetos; Atendiam a um número enorme de empresas (até 2 21 combinações); Cada empresa podia ter até 256 computadores identificados. 10 1

86 Identifica Classe D Identificação do grupo de multicast (28 bits) A BCD Classe E: testes e experimentos. Inválida para endereçamento válidos na Internet. Identifica Classe E A BCD..

87 Anos 90 : Surgimento dos Hackers Oferecer endereços válidos para usuários comuns era muito perigoso –Surgimento dos proxies (procuradores); –Necessidade muito menor de endereços válidos. Sub-redes –Máscaras voltam a ser úteis –A única regra é posicionar as máscaras ao lado direito da máscara padrão da classe

88 O ambiente não exige mais tantas estações. Se a organização precisa de 10 hosts, por exemplo, basta reservar os 4 últimos bits ! Bits restantes identificam a sub-rede A BCD Rede (network)Dispositivo (host) Subrede (subnetwork) Divisão antiga Divisão nova

89 Além das subredes... É importante lembrar que o conceito de reservar sem uso as sub-redes com todos os bits identificadores da mesma iguais a 1 ou iguais a 0 caiu por terra a muito tempo... –A RFC950, de agosto de 1985, recomendava a reserva (...This means the values of all zeros and all ones in the subnet field should not be assigned to actual (physical) subnets…RFC950 –A RFC1878, de dezembro de 1995, retirou esta exigência (... note that all-zeros and all-ones subnets are included…RFC1878 Prof. Marco Câmara

90 Além das subredes... O conceito de VLSM (Variable Length Subnet Masking) envolve a implementação de diversas etapas de sub- divisão dos endereços de rede; Os grupos maiores (formados nas primeiras subdivisões) atendem às redes maiores; os grupos menores às redes menores; O importante é que as subredes tenham tamanhos próximos das demandas localizadas por hosts. Prof. Marco Câmara

91 Além das subredes... O conceito de CIDR (Classless InterDomain Routing) envolve o chamado agregado de rotas; Utilizando endereços maiores, que podem conter diversas subredes, podemos reduzir as tabelas de roteamento dos roteadores. Prof. Marco Câmara

92 Vamos fazer alguns exemplos? Visitem o site O site contém listas de exercícios e respostas relacionadas a sub-redes Prof. Marco Câmara

93 Redes Wireless Prof. Marco Câmara

94 Infra-Estrutura Wireless Flexibilidade e Baixo Custo Imprevisibilidade; –Variações de Atenuação; –Distorções; –Mobilidade. Segurança –O problema não é o meio físico, mas sim a disponibilidade de acesso. Questões Regulatórias Prof. Marco Câmara

95 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Wireless – Distorções Típicas Distorção Multi-caminho –Atraso variável com o encaminhamento; –Correção complexa, muitas vezes feitas com base em múltiplas antenas; –O ideal é reduzir o efeito ao máximo.

96 Wireless – Distorções Típicas A BC Prof. Marco Câmara

97 Wireless – Distorções Típicas A BC A enxerga B ! Mas não enxerga C ! Prof. Marco Câmara

98 Wireless – Distorções Típicas A B A enxerga B ! Mas não enxerga C ! Prof. Marco Câmara

99 Wireless – Distorções Típicas A B A não sabe, e transmite também ! C C transmite ! Colisão ! Efeito terminal escondido –Corrigido através de esquema de confirmação prévia RTS – Request To Send CTS – Clear To Send Prof. Marco Câmara

100 Wireless – Distorções Típicas A B A pergunta: (RTS) Posso transmitir? C B responde: (CTS) Tudo bem ! C ouve a autorização, e não transmite ! Prof. Marco Câmara

101 Infra-Estrutura Wireless 54 Mbps Prof. Marco Câmara

102 Infra-Estrutura Wireless Desempenho é mantido apenas dentro da área de cobertura ótima; Estações afastadas reduzem a performance de todos os usuários; Solução é manter outros access- points ampliando a cobertura. 54 Mbps 11 Mbps Prof. Marco Câmara

103 Infra-Estrutura Wireless Desempenho é mantido apenas dentro da área de cobertura ótima; Estações afastadas reduzem a performance de todos os usuários; Solução é manter outros access- points ampliando a cobertura. 54 Mbps Prof. Marco Câmara

104 Canais de Rádio Wireless b/g Canais de Prof. Marco Câmara

105 Segurança Wireless Algumas perguntas: –Qual a diferença entre a segurança de uma rede wireless, e a segurança de uma rede cabeada, se: O invasor tiver acesso externo à rede wireless; O invasor tiver acesso a uma das portas do switch da empresa. –Uma vez concedido o acesso, qual é o risco? Os servidores ficam disponíveis? Os equipamentos têm consoles disponíveis? Prof. Marco Câmara

106 Projeto de Sucesso Normas Atendimento rigoroso Documentação de eventuais pontos não conformes Certificação Prof. Marco Câmara

107 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Cabeamento Estruturado

108 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Conceitos de Cabeamento Estruturado O que é? Normas envolvidas Sub-sistemas

109 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 O que é cabeamento estruturado? Cabos e equipamentos PASSIVOS para tráfego de sinais de comunicação entre diversos dispositivos; A estrutura é de MÚLTIPLA FINALIDADE, atendendo tanto a aplicações convencionais, como voz e dados, como também a câmeras de vídeo, sistemas de alarme etc; O suporte a diversas tecnologias diferentes exige aderência simultânea a todas as normas específicas, adotando-se, em caso de conflitos, aquela mais RESTRITIVA. Graças a isto, um sistema de cabeamento estruturado normalmente é capaz de suportar tráfego de informações em diferentes formatos e características, sem a necessidade de alterações em sua estrutura;

110 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 O que é cabeamento estruturado? Utiliza topologia ESTRELA, com facilidades de expansão e estrutura modular. Quando projetado devidamente, permite a expansão do alcance e abrangência do sistema sem a necessidade de acréscimo de muitos componentes, nem de grandes intervenções; Tomando-se como base estas características, consegue-se com facilidade ampliar a vida útil dos sistemas, garantidas pelos fabricantes em 15, 20 ou até 25 anos. Alguns fabricantes chegam, inclusive, a oferecer GARANTIAS DE APLICAÇÀO.

111 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Órgãos Normativos ABNT –Associação Brasileira de Normas Técnicas. É responsável pela nova norma brasileira de cabeamento estruturado, recentemente lançada, a NBR A norma encontra-se à venda no site. EIA – Electronics Industries Association –Órgão americano responsável por grande parte das normas de cabeamento estruturado em uso, a EIA é um orgão americano que, normalmente em associação com a TIA, determina características dos sistemas de cabeamento estruturado. FCC – Federal Committee for Communication –Órgão federal americano responsável pelo controle e fiscalização de produtos e serviços de telecomunicações. Tem poder de polícia, e garante o atendimento das normas que impedem a geração e/ou aceite de interferência de sistemas de telecomunicação.

112 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Órgãos Normativos IEC – International Eletrotechnical Commission –Órgão americano, define padrões de teste muito adotados em sistemas de cabeamento estruturado. IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers –Órgão americano responsável por normas importantes, indiretamente relacionadas aos sistemas de cabeamento estruturado, como a norma para redes ethernet, por exemplo (IEEE802.2). ISO – International Standards Organization –Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é responsável, entre outras normas, pela norma de interconexão de sistemas abertos (OSI).

113 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Órgãos Normativos ITU – International Telecommunication Union –Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é responsável por centenas de normas associadas a Telecomunicações. Era conhecido até algum tempo atrás como CCITT. TIA – Telecommunications Industry Association –Órgão americano responsável por grande parte das normas de cabeamento estruturado em uso, a TIA é um orgão americano que, normalmente em associação com a EIA, determina características dos sistemas de cabeamento estruturado. UL – Underwriters Laboratories Inc –Instituição privada responsável por testes e ensaios de equipamentos e materiais, garantindo o atendimento às normas associadas aos mesmos. Os fabricantes submetem lotes de seus produtos para testes e certificação. Caso os testes tenham sucesso, o produto recebe um carimbo de certificação, que é reconhecido pelas organizações de todo o mundo.

114 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Os subsistemas Cabeamento Horizontal Sala de Equipamentos - ER Subsistemas Área de Trabalho - WA Armário de Telecomunicações - TC Backbone Vertical Entrada Backbone (não mostrado)

115 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Exemplo de um Sistema de Cabeamento Estruturado PABX SALA DE EQUIP. RISER SALA DE EQUIP. RISER DISTR. HORIZ. Fast Ethernet ATM 3270 CFTV Fast Ethernet ATM 32XX UTP 4 PARES CFTV Telefonia

116 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Área de Trabalho Os equipamentos não são objeto das normas de cabeamento; Sua influência principal está no dimensionamento do número de pontos; Modelo de Projeto –Básico : 2 tomadas por AT –Avançado : 4 tomadas –Integrado : 4 tomadas + FO

117 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 No mínimo 1 WA a cada 10 m 2 de acordo com a Norma 568-A Área de Trabalho

118 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 No mínimo 2 Tomadas por WA conforme EIA/TIA568-A Área de Trabalho

119 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Cabeamento Horizontal Comprimento máximo de 90m por segmento; Cabos de quatro pares - um por tomada; Em sistemas baseados em zone wiring, pode-se utilizar também cabos de 25 pares até os pontos de distribuição.

120 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Cabeamento por Zona Método Tradicionalx Zone Wiring Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Patch Panel Consolidation Point Cabo de 25 Pares Ponto Intermediário Armário de Telecomunicações

121 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Armários de Telecomunicações Os cabos horizontais devem originar-se do TC localizado no mesmo piso da área atendida (cabo horizontal anda na horizontal); O espaço deve ser destinado exclusivamente para telecomunicações. Equipamentos não relacionados não devem ser instalados neste espaço nem tampouco passar através do mesmo.

122 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Armários de Telecomunicações Deve existir no mínimo um TC por piso. Pode existir mais de um para grandes áreas; Para grande números de pontos, recomenda-se a instalação de pranchas de madeira em duas paredes; A sala deve dispor de espaço suficiente para manutenção, além de energia elétrica e, em alguns casos, ar-condicionado.

123 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Cabeamento Vertical Garante a interligação entre os TCs de cada piso; Normalmente montado com cabos de 25 pares e de fibras óticas; Para maior simplicidade, a interligação entre os TCs deve ser feita em um único shaft, se isto for possível. Sle eve Backbo ne Riser Cable Cabeamento Vertical

124 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Sala de Equipamentos A sala deve concentrar todos os equipamentos ativos, tanto os de informática, quanto os de telecomunicações; Deve ter área calculada com base na quantidade de WAs do prédio.

125 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Entrada Ponto de demarcação entre o SP e o Cliente (TIA606) É onde são realizadas as emendas entre os cabos externos e os internos. Isto porque os cabos externos normalmente não têm proteção contra propagação de fogo, além de serem mais caros; A sala não pode estar afastada mais do que 15 metros do ponto de entrada do cabo no prédio; Na mesma sala deve estar o hardware de proteção contra surtos elétricos e sobre-tensões. Isto vale inclusive para os cabos de fibra ótica com partes condutoras, como malhas e tracionadores de aço.

126 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Subsistema de Entrada - EF Cabo da Rede Externa Caixa de Emenda Unidades de Proteção Elétrica Hardware de Conexão Cabos do Backbone Vertical

127 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Pontos de Administração Duas opções são utilizadas para concentração e gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação 110 e patch panels); São utilizadas tanto nos TCs quanto no ER; A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as manutenções. Bloco 110 Patch Panel

128 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Pontos de Administração Duas opções são utilizadas para concentração e gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação 110 e patch panels); São utilizadas tanto nos TCs quanto no ER; A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as manutenções. Identificação Bloco Identificação Patches

129 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Detalhando (um pouco) algumas normas EIA/TIA 568A - Norma básica EIA/TIA Caminhos e espaços EIA/TIA Identificação EIA/TIA Aterramento NBR 14565

130 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 A norma EIA/TIA 568 Cabeamento Vertical em UTP ou fibra –90 metros para UTP; –2 Km para fibra multimodo 62,5/125 –3 Km para fibra monomodo 8,5/125 Cabeamento com Topologia em estrela –Até 2 níveis hierárquicos com armários fiação –Exceção para cabeamento por zona

131 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 A norma EIA/TIA 568 Cabeamento Horizontal em UTP –Categoria 5, comprimento de até 90 m; –10 metros adicionais para cabos de conexão; Interligação entre armários UTP c/ até 20 m.

132 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 A norma EIA/TIA 568 Cabos de interligação (patch cords) –Cabos UTP com alma flexível; –Nos armários, até 6 m de comprimento; –Nos terminais, até 3 m de comprimento; Fabricação –Não recomenda-se no campo; –Método de conectorização IDC (Insulation Displacement Contact).

133 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 A norma EIA/TIA 568 O conceito de categoria –Envolve freqüência de sinalização dentro de parâmetros específicos; –É sistêmica, e não para componentes. Certificação de acordo com categoria X : –Todos os componentes devem ser de categoria X; –Permite-se componentes com categoria superior.

134 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 As categorias mais comuns Categoria 5 –100 MHz; –É a mais comum hoje em dia; –Suporte a ethernet, token-ring, fast-ethernet (parcial). Categoria 5E –155 MHz; –É a mais implantada; –Suporta todas as aplicações da Cat.5, mais fast-ethernet, alguns padrões de Gigabit ethernet, ATM até 155 MHz, alguns padrões de ATM 622 MHz Categoria 6 –200 MHz; –Suporta todos os padrões atuais; Categoria 6A –Novidade, começam a aparecer os produtos mais novos; –Suporta 10Gbps em cabos de par trançado.

135 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 EIA/TIA 569 Encaminhamento –Ocupação dos dutos –Número de Curvas –Opções de encaminhamento Espaços –Sala de Equipamentos –TC

136 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 EIA/TIA 606 Obediência ao código de cores –Nos armários; –Nos conectores; –Em alguns projetos, nos próprios cabos; Identificação –Em ambos os extremos dos cabos, nas tomadas, nos pontos de concentração e nos patch cords.

137 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 EIA/TIA Códigos de Cores Par Trançado –TIP 1 Azul 2 Laranja 3 Verde 4 Marron 5 Cinza –RING 1 Branco 2 Vermelho 3 Preto 4 Amarelo 5 Violeta Cabo de Fibra Ótica 1 Branco 2 Vermelho 3 Preto 4 Amarelo 5 Violeta 6 Rosa 7 Água

138 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Ferramentas Especiais Corte Eliminação do isolante/dielétrico –Obrigatoriedade de atendimento à norma (Ex.IDC) Ferramentas de conectorização –Alicates de crimpagem –Kits de conectorização ótica / emenda

139 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Equipamentos para certificação A importância relativa dos equipamentos; Cable Scanners –Comprimento –Cross-talk –NEXT –Atenuação –Delay skew etc Outros equipamentos –TDR, multiteste etc

140 Marco Câmara – FRB 14 a 17/04//2008 Obrigado !


Carregar ppt "Prof. Marco Câmara Pós-Graduação em Segurança da Informação Redes de Computadores I Faculdade Area1/FTE/Ruy Barbosa 24 de outubro a 01 de novembro de 2008."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google