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NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Danilo Dotti Silveira civ 06128 Mariana Heimy Kano civ 06126 Nelson Rana Neto civ 06144 Priscila Marotti.

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1 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Danilo Dotti Silveira civ Mariana Heimy Kano civ Nelson Rana Neto civ Priscila Marotti Barbosa civ Rodrigo horta Baptista civ Vitor de Souza Silva civ 06194

2 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia. Deficiência: Redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações, em caráter temporário ou permanente.

3 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Espaço Acessível: Espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. Pessoa com Mobilidade Reduzida: Entende-se por pessoa com mobilidade reduzida, a pessoa com deficiência, idosa, obesa, gestante entre outros.

4 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Dimensionamento de Espaço Fig. 1: Exemplos de diversos meios de mobilização para deficientes.

5 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Dimensionamento de espaços Fig. 2: módulo de referência para portador de cadeira de rodas.

6 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Comunicação e Sinalização Visual Tátil Sonora Fig. 3: Simbologia internacional.

7 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Exemplos de sinalização tátil de alerta e direcional: Fig.4 e 5 : Modelos de Sinalização tátil de alerta e direcional.

8 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Acesso condições Gerais Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. Na adaptação de edificações e equipamentos urbanos existentes deve ser previsto no mínimo um acesso.

9 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Rotas de Fuga – Condições Gerais As rotas de fuga devem atender ao disposto na ABNT NBR Fig. 6: Área reservada para cadeira Fig.7: Área reservada para cadeira de rodas junto as escada. de Rodas na ante-câmera.

10 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Degraus e escadas fixas em rotas acessíveis. Degraus e escadas fixas em rotas acessíveis devem estar associados à rampa ou ao equipamento de transporte vertical. Pisos e espelhos Fig.8: altura e largura de degrau.

11 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Portas Fig.9: Aproximação de porta lateral

12 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Circulação Externa Inclinação Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres que tenham inclinação superior a 8,33% (1:12) não podem compor rotas acessíveis.

13 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Obras sobre o passeio As obras existentes sobre o passeio devem ser convenientemente sinalizadas e isoladas conforme figura. Fig. 10: rampas de acesso provisórias.

14 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Calçadas Os rebaixamentos de calçadas podem ser executados conforme exemplos Fig.11: exemplo de calçada acessível.

15 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Exemplo de calçada para deficientes em canteiro divisor de pista Fig. 12: canteiro divisor de pistas.

16 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Sinalização para vagas de veículos Fig.13: Sinalização diagonal de vagas.

17 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Sanitários e vestiários Fig. 14: transferência de P.C.R.

18 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Boxe Fig. 15: Boxe para chuveiro com barras vertical e horizontal.

19 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Banheiras Fig. 16: acessibilidade em banheiras.

20 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Equipamentos urbanos: Locais de reunião Restaurantes, refeitórios, bares, cinemas, teatros, auditórios e similares. Fig. 17: Ângulo visual dos espaços para P.C.R. em teatros.

21 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Auditórios e cinemas Devem possuir Dispositivos de tecnologia assistiva Fig. 18: Espaços para P.C.R. em fileira intermediária.

22 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Locais de Hospedagem Piscinas Praias Cômodos Fig. 19: exemplo de cozinha acessível.

23 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Serviços de saúde Quartos de internação devem possuir: pelo menos 10%, com no mínimo um dos sanitários acessíveis. Locais de esporte, lazer e turismo Todas as portas com 1m de vão se utilizadas por P.C.R. Arquibancadas para P.O., P.C.R. e P.M.R. Rotas e áreas de prática de esportes acessível com exceção dos campos gramados e de areia.

24 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Instalações penitenciárias Pelo menos uma cela deve ser acessível e estar em rota acessível e possuir mobiliário acessível. Pelo menos um sanitário e banho deve ser acessível. O refeitório deve ser acessível. Pelo menos 5% dos parlatórios, com no mínimo um, deve ser acessível tanto para os detentos quanto para os visitantes.

25 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Escolas A entrada deve estar, preferencialmente, localizada na via de menor fluxo de tráfego de veículos. Todos os ambientes devem ser acessíveis. Pelo menos um sanitário para cada sexo deve ser acessível. E pelo menos outros 10% devem ser adaptáveis para acessibilidade. Todos os elementos do mobiliário interno devem ser acessíveis.

26 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Escolas Nas salas de aula pelo menos 1% do total de mesas, com no mínimo uma para cada duas salas de aula, deve ser acessível a P.C.R. As lousas devem ser acessíveis e instaladas a uma altura inferior máxima de 0,90 m do piso. As escadas devem ser providas de corrimãos em duas alturas.

27 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Caso da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Fig.20: Principal acesso à faculdade.

28 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Caso da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Fig.21: Rampa de acesso ao bloco da engenharia civil.

29 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Caso da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Fig.22: Acesso à Biblioteca.

30 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Mobiliário Fig.23: bebedouros. Fig. 24: assentos fixos.

31 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Mobiliário Telefones Pelo menos um com amplificador de sinal e transmissão de mensagens de texto por pavimento com acessibilibidade também para P.C.R. Pelo menos um dos equipamentos acessíveis por tipo de serviço deve providenciar instruções e informações visuais e auditivas ou táteis além de fones de ouvido para garantia de privacidade.

32 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Mobiliário Semáforos ou focos de pedestres O dispositivo de acionamento deve situar-se à altura entre 0,80 m e 1,20 m do piso. Sinalização sonora Devem estar equipados com mecanismos que emitam um sinal sonoro ou outro mecanismo alternativo, quando o semáforo estiver aberto para os pedestres. Vegetação Não devem interferir com a faixa livre de circulação.

33 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Prêmio Acessibilidade Comissão de Defesa da Pessoa Portadora de Deficiência da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) concede prêmios para as construções acessíveis, até hoje apenas a Petrobrás recebeu o selo Diamante.

34 NORMAS DE CONSTRUÇÃO PARA DEFICIENTES FÍSICOS Bibliografia ABNT NBR 9050:2004 h-2010/ h-2010/ ibilidade-a-portador-de-deficiencia-garante- premio-a-15-empresas/relacionadas


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