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PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA PROF. MOREIRA. Projetar é sonhar, garante o educador Nilbo Nogueira (Bacharel em química, psicopedagogo e mestre em educação).

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1 PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA PROF. MOREIRA

2 Projetar é sonhar, garante o educador Nilbo Nogueira (Bacharel em química, psicopedagogo e mestre em educação). Afinal, tem coisa melhor que planejar o pôr em prática, na sala de aula, atividades de acordo com seus gostos e interesses? Mas não basta sonhar sozinho. Para ele, trabalhar com projetos deve ser uma criação coletiva da coordenação, dos professores e, principalmente, dos alunos. Durante décadas convivemos com legislações contraditórias confusas inaceitáveis ou impraticáveis. Coma a lei 9394/96 parte dos nossos problemas estão resolvidos: ela nos dá a oportunidade de, finalmente, podermos organizar nossas escolas da melhor forma, temos a chance de criar a escola que queremos.

3 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Para Aurélio Buarque de Holanda Ferreira: Origem da palavra projeto Significado É a idéia que se forma de executar ou realizar algo, no futuro; plano, interno. É um empreendimento a ser realizado dentro de um determinado esquema. Latim Lançado a Frente

4 Quando falamos em projeto estamos falando em planejamento de ações futuras que dependem de uma idealização presente. Decorre daí, a necessidade de explicar que tipo de sociedade seja essa, para qual pretendemos formas nossos cidadãos. É dessa necessidade de formação para uma vida social que se revela a dimensão pedagógica de um projeto.

5 Um projeto político busca um rumo, uma direção, e uma ação intencional, com o compromisso definido coletivamente. Um projeto político busca interesses reais e coletivos da população majoritária, com a formação de um cidadão para um tipo de sociedade. Um projeto político busca juntamente com a escola a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo.

6 Um projeto político pedagógico pressupõe uma relativa autonomia da escola, reconhecendo a escola como um espaço público, um lugar de debate, do diálogo fundado na reflexão coletiva. Está construção constitui uma ousadia para educadores, pai, alunos e funcionários. Um projeto político organiza seu trabalho afim de : superar os conflitos; as relações competitivas, romper com a rotina de mando impessoal as diferenças hierarquizadas.

7 PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO IGUALDADE – de condições para acesso e permanência na escola. A uma desigualdade no ponto de partida, mas na chegada deve haver essa igualdade. QUALIDADE – para todos a escola de qualidade tem que garantir meta qualitativa e desempenho satisfatório. GESTÃO DEMOCRÁTICA – repensar a estrutura de poder da escola onde todos possam ter autonomia e participação coletiva. LIBERDADE – liberdade para ensinar, pesquisar e divulgar a arte e o saber direcionados para uma intencionalidade definida coletivamente. VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO – formação inicial e continuada – centrada na escola – que deve levantar as necessidades e elabore programas de formação do educador.

8 I – PROJETO, PLANEJAMENTO OU PLANO 1. O Projeto Quando falamos em Projeto Pedagógico da Escola, nós estamos referindo à proposta pedagógica que à escola compete elaborar e executar, segundo a LDB (Art. 12). O projeto deverá ter coerência entre a proposta maior, a Lei Nacional e a proposta da escola. Este será o PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA, a PROPOSTA que tem começo e fim com prazo certo. Art. 12Os estabelecimentos de ensino respeitando as normas comuns as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I elaborar e executar sua proposta pedagógica; II administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; III assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas; IV velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; V prover meios para recuperação dos alunos de menor rendimento; VI articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; VII informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.

9 Esta proposta, de cuja elaboração os docentes e demais profissionais da educação participam, deverá estar articulada com a política e planos educacionais dos Estados, que, por sua vez, deverão estar em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação (Art. 10). Art. 10Os estados incumbir-se-ão de: I organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; II definir com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público; III elaborar a executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrado e coordenando as suas ações e as seus Municípios; IV autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistemas de ensino; V baixar normas complementares para o seu sistema de ensino; VI assegurar o ensino fundamental o oferecer, com prioridade, o ensino médio.

10 2. O Planejamento O planejamento é o período de reflexão, análise, estudo, definição de metas e prioridades para a ação. Deve-se estudar a realidade da escola, que se insere uma determinada comunidade, que tem características próprias, costumes, valores, cultura e principalmente necessidades. 3. O Plano O plano é o documento, o registro que se faz do que foi proposto, é nele que se sistematizam as ações. Planos são dinâmicos e por isso poderão ser continuamente replanejados. Tipos de planos: Plano Educacional: estuda o contexto mundial, nacional, regional adotando uma filosofia de educação de acordo com uma política educacional. Plano Curricular: É o conjunto de atividades desenvolvidas em uma escola que envolve todas as atividades compreendidas no planejamento pedagógico, incluindo a execução e avaliação de um trabalho Plano de Ensino: Relação de objetivos, propósitos, conteúdos, problemas atividades e recursos relacionados ao ensino de determinado assunto. Plano de Curso: Documento docente em que se relacionam os temas a serem estudados em determinados períodos letivos. Plano de Aula: Instrumento de trabalho docente que específica conteúdos, estratégias, meios e comportamentos interagindo a construção do conhecimento.

11 II – A NOVA LDB E O PROJETO PEDAGÓGICO A lei 9394/96 nos oferece princípios em lugar de regras, dando autonomia as escolas e oportunidade de elaborar currículos alternativos. Valoriza o professor, ao considerá-lo um educador criativo, capaz de gerar novas idéias na busca de ajuda os alunos à avançarem na construção do conhecimento. É bom salientar alguns aspectos como: Avaliação de curso; Alternativas para o vestibular; Organização da escola; Parâmetros curriculares / temas transversais; Progressão continuada; Classificação e reclassificação de alunos; Progressão parcial; Aceleração de estudos; Ampliação do ensino fundamental; de 8 para 9 anos Municipalização do ensino; Competência da escola para elaboração do Regimento Escolar

12 O Regimento A Deliberação CEE 10/97 fixa normas para a elaboração do regimento dos estabelecimentos de ensino. Oferece princípios norteadores como: Educação básica 9 anos; Educação média 3 anos; Critérios de organização: Série anuais; Períodos semestrais; Ciclos, períodos de estudos alternados, grupos não seriados. (de acordo com a criatividade dos educadores) É importante ressaltar que essa flexibilidade de organização é uma possibilidade e não uma imposição da Lei.

13 Tópicos mínimos para a elaboração do Regimento Escolar Identificação da Escola; Fins e Objetivos; Organização técnica e administrativa; Organização da vida escolar; Níveis e modalidades de educação e ensino; Objetivos dos cursos; Duração mínima e carga horária; Critérios de organização; Critérios de composição do currículo; Verificação do rendimento e formas de avaliação; Formas de recuperação, promoção, retenção, classificação e reclassificação; Freqüência; Matriculas e transferências; Estágios; Expedição de históricos; Declaração de conclusão e certificados; Direitos e deveres dos participantes;

14 Ensino Fundamental: Língua Portuguesa, Matemática, Mundo Físico e Natural, Realidade Social e Política (especialmente Brasil), Artes (em todos os níveis), Língua Estrangeira e Moderna (de 5ª série E.F. em diante), Educação Física (não obrigatório no noturno), e no Ensino Médio incluir Filosofia e Sociologia. MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS (matérias ou disciplinas e não conteúdos, pois estes serão escolhidos pela escola.)

15 III – DIRETOR: O COORDENADOR DO PROJETO No que se diz respeito à Educação, gestão da escola deixa de ser simplesmente administração escolar e o DIRETOR passa a ser o líder responsável pelo gerenciamento dos custos da produção e das pessoas. O DIRETOR é o norteador, orientador e articulador do processo de ensino que desenvolve na escola. É líder, e com tal, leva o grupo em direção a uma meta. O grupo não simplesmente um agrupamento de pessoas, pois tem um objetivo que é claro e comum a todos. A direção descentraliza as decisões e dá liberdade de trabalho a todos.

16 IV – A CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA O que queremos? O que temos? Como faremos? Por quê, Para quê? 1. PREPARAÇÃO É a fase em que determinamos nosso referencial, que inclui: O conhecimento da realidade, através de diagnósticos e sondagens A filosofia que adotamos Nossas concepções pedagógicas, que definirão nossas ações

17 2. DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento é o plano e a ação, deve ser flexível e prever mudanças. A equipe deve estar comprometida envolvida e ter claros objetivos. Esta clareza diz respeito a uma definição precisa do que queremos alcançar, tendo em vista uma realidade conhecida por todos. 3. AVALIAÇÃO Avaliaremos nossa ação, tendo em vista os objetivos a serem alcançados. Avaliação contínua e aperfeiçoamento da nossa ação. À partir de nossas avaliações, surge o replanejamento como adequação da ação.

18 V – SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO REGIMENTO E PROJETO DA ESCOLA A – Aspectos Institucionais 1 – Histórico da Unidade Escolar 2 – Recursos Materiais (Planta, laboratório,biblioteca, salas ambiente) 3 – Recursos Humanos (Direção, coordenação, atribuições, horário) 4 – Corpo Discente (Clientela escolar, número de vagas, número de alunos) B – Aspectos Pedagógicos 1 – Pressupostos Filosóficos 2 – Organização Curricular (Ciclos, séries, etapas) 3 – Princípios Gerais de cada Curso / Objetivos (Plano curricular, avaliação) 4 – Avaliação do Rendimento (Critérios e períodos) 5 – Acompanhamento de Orientação de Alunos, Pais e Professores 6 – Plano de Recuperação (contínua / paralela / intensiva) 7 – Plano de Reposição de Aulas 8 – Projetos Especiais de Ação (Identificação do projeto, objetivos, avaliação coordenação, participantes cronogramas)

19 C – Apoios à Ação Educativa 1 – Participação da comunidade (Conselho escolar, associação pais e mestres) 2 – Estágios 3 – Atividades de Extensão 4 – Comunicação interna e externa (Critérios, formas e freqüências) D – Calendário e Cronograma da Escola

20 Pensemos Ao trilhar pela jornada de sua escola, quais elementos participam de seu ppp? Como explicitar metas? Como dar nossos primeiros passos nessa investigação? Como identificar parcerias? Para quais dados o diagnostico da realidade local deve atentar? Quais são os propósitos educacionais de sua escola? Como estes propósitos se traduzem nas estratégias de ação da escola? Ações, reflexões para novas ações... Movimento permanente de autoconstrução. Como compartilha-lo? Como estabelecer um plano de ações para o alcance das metas em curto, médio e longo prazo?

21 Sonho, visão ou poesia Menino me aparecia Trazendo sobre seus ombros Uma estrada O menino era alegria E a estrada não lhe pesava Sonho, lucidez ou fantasia Eu tinha diante dos olhos E da mente O caminho da vida Milton nascimento

22 Lembremos através do poeta as palavras de Vygotsky (1987:10) Tudo o que nos rodeia e que foi criado pela mão do homem, todo o mundo da cultura, diferente do mundo da natureza, tudo isso é produto da imaginação e da criação humana. Ousemos criar também nosso P.P.P.!!!

23 A Escola é... Escola é......O lugar onde só se faz amigos. Não se trata só de prédios, quadros, programas, horários, conceitos... Escola é, sobretudo gente, gente que trabalha, gente que estuda, se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a Escola será cada vez melhor, na medida em que cada ser se comporta como colega, como amigo, como irmão. Nada de ilha cercada de gente por todos os lados. Nada de conviver com pessoas e depois, descobrir que não tem amizade a ninguém. Nada de ser tijolo que forma a parede indiferente, frio, só. Importante na Escola não é só estudar, é também criar laços de amizade, é conviver, é se amarrar nela. Ora, é lógico. Numa escola assim vai ser fácil estudar, crescer, fazer, ser feliz.

24 IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA A ESCOLA XXX é mantida pelo Instituto Educacional YYY S/C Ltda. Devidamente inscrita no CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob o n.º / e no Cadastro de Contribuintes Municipal - CCM sob o n.º Ambos tem sede à na Rua ZZ, n.º 000 – São Paulo, SP – CEP telefone/fax:

25 A ESCOLA XXX é jurisdicionada à Diretoria de Ensino – Região Sul II, e mantém os seguintes cursos: Educação Infantil Processo n.º /92 - D.O.E. de 00/00/00 Ensino Fundamental Processo n.º 3.697/94 - D.O.E. de 00/00/00 EJA I (5ª à 8ª Série) Processo n.º 3.697/94 - D.O.E. de 00/00/00

26 EJA II (Ensino Médio) Processo n.º 0006/95 - D.O.E. de 00/00/00 Ensino Médio Processo n.º 01025/95 - D.O.E. de 00/00/00 Educação Profissional – Técnico em Informática Processo n.º 1410/0819/98 - D.O E. de 00/00/00

27 III. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR ANÁLISE DO TRABALHO EDUCACIONAL REALIZADO EM 2006 Os resultados do trabalho educacional realizado no ano letivo foram acima da expectativa, tendo em vista que não contamos com nenhuma evasão ou retenção. Todos os conteúdos foram transmitidos de acordo com o planejamento; a proposta pedagógica foi cumprida, inclusive com a realização de todas as atividades extra classe. Os bons resultados podem ser corroborados em função do excelente índice de rematrícula para 2007.

28 ÍNDICE DE PROMOÇÃO E EVASÃO O índice de promoção foi de 100%, visto que não houve retenção. Quanto a evasão, não houve nenhuma durante o ano letivo.

29 DIAGNÓSTICO DAS EXPECTATIVAS E INTENÇÕES DOS EDUCADORES DA ESCOLA O início de um ano letivo representa para os educadores da escola, uma nova etapa. Surgem novas idéias, os materiais são organizados e renovados, nos reunimos para refletir sobre o que foi feito, a fim de corrigir as falhas e reaproveitar os sucessos.

30 Nesse ano, os principais objetivos desses educadores são: Conhecer a fundo os alunos, para que possam orientá-los. Promover eventos, fazendo com que a família participe mais da vida escolar do aluno. Promover uma Feira do Livro, cujo objetivo é fazer com que os alunos produzam um texto escrito e se familiarizem com a leitura e a escrita padrão. Esse projeto envolve todos os alunos – desde a Educação Infantil até o Ensino Médio – o corpo docente e o corpo administrativo, possibilitando um trabalho coletivo, união e interdisciplinaridade.

31 Transmitir conceitos educacionais que levem o aluno ao mundo do trabalho, por meio de novas tecnologias informatizadas. Suscitar o desejo de aprender explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver no aluno a capacidade de auto avaliação. Administrar projetos de orientação, tais como: a prevenção ao uso de drogas, sexualidade, violência na escola e fora dela, discriminação, desenvolvendo assim o senso de responsabilidade, solidariedade e o sentimento de justiça. Os educadores querem, portanto, fazer deste, um ano proveitoso para todos os pais, alunos e funcionários. E esperam que todos possam adquirir conhecimentos significativos para suas vidas.

32 IV. DIAGNÓSTICO DA CLIENTELA ESCOLAR A clientela escolar é constituída por casais de classe média, em geral, com formação técnica e profissionalizante. Mas, há também, uma pequena parcela dessa clientela que é formada por trabalhadores que ainda não possuem o Ensino Médio completo. O nível intelectual dessa clientela influi no estabelecimento desde os princípios às metas da Escola, já que, em geral, pode-se contar com a continuação do trabalho educacional dentro do lar, promovendo uma verdadeira integração.

33 A nível da necessidade do Ensino Supletivo, a clientela se caracteriza, também, pela não conclusão do Ensino Fundamental e Médio. Entretanto, não tem havido procura. Em primeiro lugar, porque a situação financeira não é boa para ninguém. Ao decorrer dos últimos anos essa clientela empobreceu. Outro fato é que o bairro conta com cursos gratuitos, que são oferecidos por estabelecimentos estaduais e municipais.

34 Em resumo, a Escola XXX situa-se em bairro de população de poder aquisitivo médio. Sua localização é na Vila das YYY, sub-distrito de YYY, São Paulo, SP. O bairro tem apresentado crescimento residencial e comercial. É servido por razoável rede escolar, contando com estabelecimentos oficiais e particulares. O padrão habitacional é razoável, formado basicamente por residências térreas, mas conta, também, com alguns prédios de apartamentos. O comércio também tem apresentado um certo crescimento com lojas de melhor qualidade. Embora a grande maioria não tenha se sustentado por muito tempo. O fato do bairro estar bem próximo ao Shopping ZZZ, grandes hipermercados como Big, Extra, e Carrefour e ao lado da Av. WWW, também é fator de melhora do padrão da população.

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36 V. OBJETIVOS DA ESCOLA Os objetivos da Escola XXX são: Proporcionar no educado a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização e preparação para o exercício da cidadania; levar o aluno, progressivamente, à compreensão dos direitos e deveres da pessoa humana, do cidadão, da família e dos diferentes grupos sociais;

37 Levar o aluno a respeitar a dignidade e as liberdades fundamentais do ser humano; Desenvolver no educado uma personalidade dinâmica, estimulando a criatividade e desenvolvendo, concomitantemente, a capacidade crítica; Preparar o aluno como indivíduo e como elemento da sociedade para utilizar adequadamente os recursos científicos e tecnológicos; Fortalecer a unidade nacional e a solidariedade universal; Fortalecer o aluno, o sentido de preservação e expansão do patrimônio cultural;

38 Condenar qualquer tratamento desigual por motivo de convicção filosófica, política ou religiosa, bem como a quaisquer preconceito de classe ou de raça. Ante a aplicação da metodologia adequada às características da clientela, ampliar a oferta de estudos e suprir a escolarização regular de adolescentes e adultos que não tenham, ou tendo, não a tenham concluído em idade própria; proporcionar ao educado formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização e preparação para exercício consciente da cidadania.

39 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Na Educação Infantil: Criar as condições necessárias à socialização da criança, promovendo seu engajamento na estrutura escolar; Promover a aquisição de hábitos sadios, quanto a atitudes pessoais;

40 Estimular o desenvolvimento harmônico do físico e do intelecto infantis, dando à criança a oportunidade de extravasar seu potencial energético. Alfabetizar, utilizando métodos e conteúdos variados, mas com base no construtivismo, os alunos que estiverem no Pré.

41 No Ensino Fundamental e Médio: Formação da criança e do pré adolescente, utilizando métodos e conteúdos variados de acordo com as fases de desenvolvimento dos alunos; Educar no sentido mais amplo, mais do que simplesmente ensinar; Proporcionar preparação para o trabalho, por meio de ensino dos conteúdos do núcleo comum;

42 Desenvolver no aluno uma sociabilidade consciente e crítica, orientada no ensino de integrá-lo numa sociedade em mudança; Oferecer condições para o desenvolvimento de seus interesses e a percepção de si mesmos como seres sociais; Desenvolver hábitos e técnicas de estudo de modo a facilitar sua transição de um grau para outro, visando a continuidade do ensino; Orientar e favorecer ao aluno um relacionamento adequado com professores e colegas de ambos os sexos, num sentido de adaptação a novas exigências, ao grupo de estudo e/ou de trabalho, e conseqüente satisfação pessoal.

43 No Ensino para Jovens e Adultos: Suprir a escolarização regular para adolescente e adultos que não tenham seguido ou concluído na idade própria. Proporcionar mediante a repetida volta à escola, estudos de atualização para os que tenham seguido o ensino regular, parcialmente.

44 Proporcionar a Suplência da escolarização de ensino fundamental para os alunos maiores de 14 anos e de ensino médio para os maiores de 19 anos. Proporcionar a preparação para o trabalho, por meio do ensino dos conteúdos do núcleo comum. Desenvolver no aluno uma sociabilidade consciente e crítica, orientada no sentido de integrá-lo numa sociedade de mudança, através da independência e responsabilidade.

45 Desenvolver hábitos e técnicas de estudo, de modo a facilitar sua transição de um nível para outro, visando a continuidade de ensino. Orientar e favorecer ao aluno um relacionamento adequado com professores e colegas de ambos os sexos, num sentido de adaptação a novas exigências, ao grupo de estudos e/ou de trabalho, e conseqüente satisfação pessoal.

46 No Curso de Técnico em Informática: O ensino técnico de Informática tem por objetivo conduzir os alunos ao permanente desenvolvimento de suas aptidões para a vida produtiva.

47 ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA AGRUPAMENTO DE ALUNOS A Escola XXX atende alunos na seguintes faixas etárias: Na Educação Infantil, crianças de dois a cinco anos.

48 No 1º Ano do Ensino Fundamental, crianças com seis anos completos ou que venham a completar até o dia marcado para o início do ano letivo; crianças que completem seis anos até o dia 31 de dezembro do ano a que se refere a matrícula, quando existirem vagas; casos excepcionais não incluídos anteriormente, desde que devidamente autorizados pela Diretoria de Ensino. Nas demais séries do curso de Ensino Fundamental (de 2º ao 9º Ano), alunos que apresentem transferência de conclusão de série anterior ou que sejam classificados de acordo com a idade e conhecimento.

49 Para a 1ª Série do Ensino Médio ou Técnico em Processamento de Dados, alunos que apresentem histórico escolar ou certificado de conclusão do 9º ano do Ensino Fundamental. Para os demais anos, alunos que apresentem declaração de transferência e histórico escolar do ano anterior do Ensino Médio, Magistério, Profissionalizante ou equivalente. Para o 1º Termo do EJA I, correspondente à 5ª Série do Ensino Fundamental, alunos que provar escolaridade a nível de conclusão da 4ª Série do Ensino Fundamental ou equivalente ao Curso de Suplência I ou demonstre possuir conhecimento equivalente, mediante verificação a ser procedida pela Escola.

50 Para ingresso nos Termos subseqüentes, ter concluído a série anterior do ensino regular ou o Termo anterior do Curso de Suplência II ou Qualificação Profissional II, ou ser classificado de acordo com a idade e conhecimento. Para a EJA II, a nível de Ensino Médio, será exigido: para o 1º Termo, que corresponde à 1ª Série do Ensino Médio - alunos que tenham concluído o Ensino Fundamental ou equivalente ou os cursos de EJA I, Aprendizagem II, Qualificação Profissional II ou obtido certificado de conclusão do Ensino Fundamental através de exames supletivos.

51 Para os Termos subseqüentes, alunos que apresentem Declaração de Transferência e Histórico Escolar atestando a conclusão da Série ou Termo anterior, seja de Curso Regular, Suplência ou equivalente.

52 NÚMERO DE ALUNOS POR CLASSE Educação Infantil Mini Maternal 10 Jardim I 12 Jardim II 14

53 Ensino Fundamental1º Ano 20 2º Ano20 3º Ano 20 4º Ano 20 5º Ano 24 6º Ano24 7º Ano24 8º Ano24 9º Ano 24

54 Ensino Médio1ª Série38 2ª Série 42 3ª Série42

55 GRADES CURRICULARES

56 CALENDÁRIOS ESCOLARES SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Superar o ensino ponto - questionário, pressupõe revisão dos métodos de ensino e da concepção de avaliação. perguntas que solicitam respostas extraídas diretamente do texto, pouco contribuem ao aprendizado, pois não significa que os alunos compreenderam um determinado conceito ou dominaram determinada informação.

57 Automatização pela repetição não leva à real aquisição dos conhecimentos. A função didático - pedagógica da avaliação se refere ao cumprimento dos objetivos propostos. Ao se comprovar os resultados dos processos de ensino, evidencia - se ou não o atendimento das finalidades sociais do ensino, de inserir os alunos no processo de transformação social e de propiciar os meios de participação ativa nas diversas esferas da vida.

58 Cumprindo sua função didática, a avaliação contribui para a assimilação e fixação, pois a correção dos erros cometidos possibilita o aprimoramento, a ampliação e o aprofundamento dos conhecimentos e habilidades. A avaliação é efetivamente realizada ao se solicitar do aluno que ele faça uso de seu conhecimento, interpretando situações determinadas, utilizando os conceitos, procedimentos ou atitudes que foram discutidos durante o processo de aprendizagem.

59 Os alunos devem realizar comparações, estabelecer relações, elaborar registros, fazendo uso dos conceitos e atitudes que assimilaram. Tanto para o aluno como para o professor, a tomada de consciência dos erros e acertos é o momento importante do processo e não deve ser confundido com a correção de exercícios ou provas. O erro é um elemento que permite ao aluno tomar consciência de seu próprio processo de aprendizagem, da apropriação que fez dos conteúdos trabalhados.

60 Percebe-se que os conceitos científicos devem ser aplicados, adequadamente, nas diferentes situações do dia-a-dia do aluno, especialmente do aluno / trabalhador. Se o conhecimento for valorizado nas práticas sociais por meio da interação / mediação, estabelecerá, na mente do alunos correlações e estruturações mentais, frutos desse trabalho contextualizado e integrado com o seu cotidiano. Sendo assim, a avaliação deverá estar coerente com a concepção da disciplina, com os conteúdos selecionados, com os objetivos estabelecidos e com o encaminhamento metodológico adotado.

61 A avaliação será: diagnostica : quando detectar as falhas e eficiência na aprendizagem do aluno, que não se apropriou dos conhecimentos trabalhados, não demonstrando mudança de atitudes esperada; somatória :quando estiver rendendo ao desenvolvimento das capacidades mentais e intelectuais dos alunos quanto à aprendizagem de conceitos ;

62 contínua: quando aproveitar os conhecimentos prévios que o aluno traz e promover sua ampliação e apropriação de novos conhecimentos; Transformadora: quando observar mudanças de comportamento com relação aos procedimentos e atitudes, sendo capaz de dar conta de seu principal papel enquanto elemento determinante e referencial dos conhecimentos adquiridos pelos alunos durante o processo de trabalho.

63 A avaliação só se efetivará numa seqüência de verificações não apenas em uma prova, que garantirá a observação da evolução dos alunos perante o ensino, que aí então estará sendo redirecionado em função dos resultados, produto de somatórios de trabalhos realizados, coletiva ou individualmente, registrados para que sirvam de referencial apreciativo do crescimento do aluno. A análise clara dos resultados permite não somente identificar progressos e dificuldades dos alunos, mas também a atuação do professor, que, por sua vez, determina modificações no processo para melhor cumprir as exigências dos objetivos propostos.É uma oportunidade para que seja melhorado o planejamento e estabelecidas metodologias de ensino mais adequadas.

64 Pretendemos que sejam estas as habilidades observadas ao término dos períodos: a capacidade de analisar e interpretar as questões; compreender conceitos básicos; aplicar conceitos;

65 relacionar conceitos; analisar e interpretar gráficos e esquemas; sintetizar conhecimentos; memorizar; estabelecer relações :conhecimentos prévios / novos conhecimentos; estabelecer correlações :conhecimentos adquiridos / disciplina ( visão interdisciplinar )

66 No Ensino Fundamental e Médio, a avaliação do aproveitamento será feita segundo critérios que visem a assegurar objetivamente na verificação do rendimento do trabalho escolar, e nela preponderarão os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e os resultados obtidos durante o ano letivo sobre os de exame final. As notas de aproveitamento serão atribuídas com base em provas, trabalhos práticos, ou quaisquer outros tipos de avaliação que a iniciativa pedagógica do professor recomendar. A nota atribuída em cada bimestre será o resultado de, no mínimo, dois instrumentos de avaliação. Não haverá, para a mesma classe, mais de duas provas no mesmo dia. As notas atribuídas serão de zero a dez, escalonadas de cinco em cinco décimos.

67 Sempre que a soma das partes de uma prova ou exame resultar em nota fracionada por fugir à presente norma, será ela substituída pela nota regular de valor imediatamente superior. No cálculo de qualquer média, a primeira decimal será forçada para mais quando a segunda for igual ou superior a cinco. Ao término de cada bimestre será atribuída pelo professor ao aluno, uma nota resultante da avaliação do seu aproveitamento. Esse resultado será comunicado aos Pais em Reunião de Pais e Mestres.

68 Após cada período de avaliação e recuperação, o Conselho de Classe/Ano reunir-se-á para discutir os casos de alunos que não obtiveram rendimento satisfatório. A média final será o resultado da média aritmética das quatro notas bimestrais. Aqueles que não conseguirem obter a média 6,0 (seis inteiros), estarão automaticamente de Recuperação Final.

69 A média após a recuperação será resultado da média aritmética entre a média dos quatro bimestres e a nota obtida na avaliação da recuperação. Será atribuída nota zero ao aluno que deixar de comparecer às avaliações de Recuperação Final. Nesses casos, serão levados ao Conselho de Classe/Série que decidirá, junto com o Diretor Geral, a situação do aluno. Poderá ser feita revisão de instrumentos de avaliação ou prova final quando houver erro manifestado, visando a maior objetividade na verificação do rendimento escolar e no julgamento das provas.

70 NO EJA I E II No EJA I e II, a aferição dos conhecimentos e experiências transmitidas aos alunos, levará em consideração não só o aproveitamento em termos dos conteúdos programáticos em cada disciplina, mas, também, a visão pluridimensional no campo cognitivo, filosófico, moral e social, entre outras. Dar-se-ão prioridade aos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Na avaliação levar-se-ão ainda em consideração os trabalhos realizados individualmente ou em grupo, a participação do aluno nas aulas e em outras atividades extracurriculares.

71 Serão atribuídas duas notas bimestrais aos alunos, resultantes da média aritmética de, ao menos, dois critérios de avaliação: argüições e exposições orais, trabalhos individuais ou em equipe, em classe ou extra classe e uma prova escrita. A média da avaliação do aproveitamento do aluno nas atividades escolares será expressa por meio de algarismos arábicos que se graduam de zero a dez, de cinco em cinco décimos. Quando a média obtida resultar em número fracionado, adotar-se-á o critério de arredondamento para o número inteiro ou decimal mais próximo.

72 Ao término do termo letivo extrair-se-á a média final que será o resultado da média aritmética das notas atribuídas bimestralmente. O aluno de aproveitamento insuficiente deverá ser submetido a processo de recuperação final, a fim de demonstrar melhor aproveitamento. A nota final, após os estudos de recuperação, a ser desenvolvido após o término do semestre letivo, será o resultado da média aritmética entre a média final do semestre e a obtida na avaliação da recuperação.

73 PROCEDIMENTOS DE RECUPERAÇÃO Sempre que o aluno obtiver nota inferior a 6,0 (seis inteiros) nas provas de cada bimestre ou não atingir a média 6,0 no primeiro bimestre e somatórias das médias iguais a 18,0 (dezoito inteiros) - 1º bimestre; no segundo bimestre, 36,0 (trinta e seis inteiros), no terceiro bimestre 54,0 (cinqüenta e quatro inteiros);no quarto bimestre, 72,0 ( setenta e dois inteiros) ele será convocado para recuperação bimestral e prova de recuperação.

74 O aluno poderá ter sua média alterada para maior, após a freqüência às aulas de recuperação e à realização das respectivas provas. A prova de recuperação valerá 10,0 (dez) pontos. A média após a recuperação bimestral será calculada mediante a aplicação da seguinte fórmula:

75 Média do bimestre + Nota da recuperação 2 No caso de a média, depois da recuperação ser inferior àquela anteriormente obtida, será mantida a primeira. A média anual será calculada pela fórmula: Somatória das médias bimestrais 4

76 Haverá recuperação anual para o aluno que não alcançar a somatória de 24 pontos ou a média 6,0 por disciplina. A prova de recuperação anual valerá 10,0 (dez) pontos. Para aprovação, após a recuperação anual, o aluno deverá obter um valor igual ou superior a 5,0 (cinco) pontos, calculado mediante a aplicação desta fórmula: Média anual + Nota da recuperação anual 2 Caso a média obtida após a recuperação anual seja inferior à média anual, o caso irá para conselho de classe/ série.

77 Os alunos que não atingirem o aproveitamento mínimo no bimestre, mesmo após a recuperação, serão levados ao Conselho de Classe/Ano onde será discutido que tipo de trabalho pode ser feito para que esses alunos tenham um aproveitamento satisfatório. Também compete a este Conselho analisar os resultados dos alunos que não obtiveram rendimento satisfatório e julgar como melhorar seu aproveitamento.

78 O Conselho de Classe/Ano é formado por todos os professores da Escola, integrados pela Orientadora, Coordenadora, Diretora Pedagógica e presidido pelo Diretor Geral.

79 COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS Em qualquer dos cursos oferecidos pela Escola, poderá haver compensação de ausências para o aluno aprovado quanto ao aproveitamento mas com freqüência inferior a 75% e igual ou superior a 65%. A compensação de ausências será realizada bimestralmente, após levantamento de faltas pela Secretaria da Escola.

80 SISTEMA DE PROMOÇÃO No Ensino Fundamental e Médio, os critérios são os seguintes: 1. Serão promovidos os alunos que, durante o ano letivo, atingirem os seguintes mínimos, independentemente do exame final:

81 ** freqüência de 75% e média 6,0 (seis); ** freqüência de 50% e média 7,1 (sete vírgula um); A freqüência às aulas de Educação Física e às demais atividades escolares é obrigatória para todos os alunos, excetuando-se os especificados pelos órgãos componentes.

82 Estarão sujeitos a estudos de Recuperação Final os alunos que se enquadrarem nas seguintes situações: Freqüência de 75% e média inferior a 6,0 (seis): ** Freqüência de 60%, com qualquer aproveitamento, desde que inferior a 7,1 (sete inteiros, vírgula um).

83 Serão promovidos após os estudos de Recuperação Final, os alunos que obtiverem os seguintes mínimos: * Freqüência de 75% e média 5,0 (cinco);

84 De acordo com a lei vigente, não serão aprovados os alunos que não tiverem a freqüência mínima de 75% das aulas ministradas. A Escola proporcionará aulas de reposição aos alunos que não obtiveram a porcentagem indicada. 2. No EJA I e II, será considerado aprovado ou concluinte do curso, o aluno que obtiver em cada disciplina a média final 5,0 (cinco) e freqüência mínima de 75%. A escola adota, ainda, a possibilidade de revisão, que poderá ser feita: por iniciativa do professor ou comissão que julgou a prova ou exames, com justificação do pedido; por iniciativa do aluno ou responsável em requerimento fundamental, dirigido ao Diretor da Escola.

85 Em qualquer das hipóteses anteriormente previstas, a providência deverá ser tomada até oito dias após a divulgação dos resultados das provas ou exames. A revisão será feita na própria Escola, pelo professor ou professores que julgarão a prova ou exame. Em qualquer hipótese, a modificação do julgamento anterior deverá ser devidamente fundamentada. No caso de confirmação do julgamento anterior, ou de não ter sido suficiente a alteração da nota para efeito de promoção do aluno, fará a prova final independente de qualquer requerimento, encaminhada à apreciação de dois examinadores registrados na disciplinas ou outra afim.

86 A nota da prova final será a média aritmética de três valores: a nota do professor da cadeira, a nota do primeiro examinador e a nota do segundo examinador. Concluído o processo de revisão, será a prova final encaminhada ao Diretor da Escola, que homologará ou não o novo julgamento. A escola também tem critérios estabelecidos para os processos de transferências e adaptações nos Ensinos Fundamental e Médio, que são os seguintes:

87 Para a admissão de alunos transferidos de outros estabelecimentos, no decorrer do ano letivo, levar-se-ão em conta o núcleo comum, fixado em âmbito nacional; Salvo caso excepcionais, a juízo da Diretoria, não se admitirá estudante transferido de outro estabelecimento de ensino no último período do segundo semestre letivo. A adaptação dos alunos transferidos, far-se- á segundo normas fixadas, para cada caso, por Comissão criada para este fim, especialmente nomeada pelo Diretor e nos termos da legislação vigente.

88 Serão membros natos dessa Comissão de Adaptação O Diretor Pedagógico, a Psicóloga, a Coordenadora e alguns professores a critério do Diretor Geral. A matrícula dos alunos transferidos de cursos estrangeiros somente se efetivará após análise da documentação pela Direção da Escola e posterior homologação dos órgãos competentes. Neste último caso, enquanto o interessado estiver providenciando os documentos escolares, a Direção da Escola poderá autorizar pelo prazo de 60 (sessenta) dias, sua freqüência na série que julgar conveniente em face dos estudos realizados e da avaliação a que o tiver submetido, efetuando, após a entrega dos documentos, sua matrícula na série para a qual foi reconhecida a equivalência, computando-se a assiduidade desde o início da freqüência.

89 Há também critérios estabelecidos para os casos de dependência, que são: os alunos que após o 8º Ano do Ensino Fundamental não conseguirem promoção em até duas disciplinas, poderão matricular-se no 9º Ano, desde que preservada a seqüência do currículo e que possam freqüentar as aulas dessas matérias em horário diferente daquele da série em que se encontrem matriculados. Quanto a retenção, tanto para os cursos regulares quanto para os de educação para jovens e adultos, será considerado retido o aluno que obtiver:

90 Freqüência inferior a 75% até 65%, qualquer que seja a média final, se não compensar a ausência, conforme Critério de Compensação; Freqüência mínima de 65%, com média final inferior a 5,0 (cinco); * Aqueles que mesmo após o período de Recuperação Final não obtiverem, no mínimo, a nota final 5,0 (cinco).

91 Aos alunos promovidos, a escola expedirá Certificados de Conclusão de Ensino Fundamental, Médio, Técnico em Informática e de Educação para Jovens e Adultos, além de Histórico Escolar aos alunos que satisfizerem as condições de freqüência e aproveitamento, previstas no Regimento Escolar da ESCOLA XXX, com direito a prosseguimento de estudos.

92 PROCEDIMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO A escola poderá classificar ou reclassificar os alunos, considerando os princípios da LDB 9394/96, DEL CEE 10/97, CEE 09/97 e Resolução SE 20/98, em especial aquele que valoriza a experiência extra escolar e a vinculação entre a escola e o trabalho e as práticas sociais.

93 A avaliação deverá ser entendida como processo contínuo e cumulativo do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos quanto aos quantitativos. A reclassificação definirá a série adequada ao prosseguimento dos estudos do aluno, tendo como referência a correspondência, idade/série e avaliação de competência nas matérias da base nacional comum do currículo.

94 DATAS DE MATRÍCULA As matrículas são sempre realizadas a partir do mês de outubro de cada ano.

95 PERÍODOS PARA RECEBIMENTO DE TRANSFÊNCIAS Para a admissão de alunos transferidos de outros estabelecimentos, no decorrer do ano letivo, levar-se-ão em conta o núcleo comum, fixado em âmbito nacional; Salvo caso excepcionais, a juízo da Diretoria, não se admitirá estudante transferido de outro estabelecimento de ensino no último período do segundo semestre letivo.

96 A adaptação dos alunos transferidos, far-se-á segundo normas fixadas, para cada caso, por Comissão criada para este fim, especialmente nomeada pelo Diretor e nos termos da legislação vigente. Serão membros natos dessa Comissão de Adaptação O Diretor Pedagógico, a Psicóloga, a Coordenadora e alguns professores a critério do Diretor Geral. A matrícula dos alunos transferidos de cursos estrangeiros somente se efetivará após análise da documentação pela Direção da Escola e posterior homologação dos órgãos competentes.

97 Neste último caso, enquanto o interessado estiver providenciando os documentos escolares, a Direção da Escola poderá autorizar pelo prazo de 60 (sessenta) dias, sua freqüência na série que julgar conveniente em face dos estudos realizados e da avaliação a que o tiver submetido, efetuando, após a entrega dos documentos, sua matrícula na série para a qual foi reconhecida a equivalência, computando-se a assiduidade desde o início da freqüência.

98 RELAÇÃO DOS NOMES E DOS REGISTROS DOS DIPLOMAS E AUTORIZAÇÃO DOS ESPECIALISTAS DA EDUCAÇÃO

99 MANTENEDORES xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Mantenedor, formado em jornalismo pela Fundação Cásper Libero, em 1974, em dramaturgia, USP, Registros Profissionais: n.º como jornalista, n.º como publicitário e n.º como artista em espetáculos de diversão, em letras pela Universidade Brás Cubas, em 1997.

100 xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Mantenedor, Diretor Geral, formado em Pedagogia, Pós-graduado em Didática Geral, MBA pela Universidade São Marcos em administração escolar e mestre em Teologia e doutor em Filosofia.

101 PESSOAL ADMINISTRATIVO xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Diretora Pedagógica e professora de português, formada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Tibiriçá, registro nº e formada em Letras pela Faculdade Paulistana. xxxxxxxxxxxxxxxxx Forma em Psicologia pela Universidade São Marcos, registro nº

102 xxxxxxxxxxxxxxxxxx Secretária Júnior, formada em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, em xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Secretária, Ensino Médio completo. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Secretária Escolar, Ensino Médio completo.

103 xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Auxiliar de Secretaria, cursando o Ensino Superior. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Auxiliar de Biblioteca, formada no antigo curso do normal. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Auxiliar Geral, Ensino Médio completo.

104 xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Inspetor de Alunos/Serviços Gerais, Ensino Fundamental completo. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Zelador/Serviços Gerais, Ensino Fundamental cursando. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Faxineira/Serviços Gerais, Ensino Médio completo.

105 xxxxxxxxxxxxxxxxxx Faxineira/Serviços Gerais, Ensino Fundamental incompleto. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Faxineira/Serviços Gerais, Ensino Fundamental cursando.

106 CORPO DOCENTE EDUCAÇÃO INFANTIL xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Educação Infantil, formada em Magistério, registro n º 711 e pedagoga pela UNISA em Educação Infantil.

107 xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Educação Infantil, formada em Magistério pela Escola Profª. Celino José Ennes, cursando Pedagogia na UNIP. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Educação Infantil, formada em Magistério pela Escola Prof. Renato Braga, cursando Pedagogia pela faculdade Ítalo Brasileira.

108 ENSINO FUNDAMENTAL - 1ª À 4ª SÉRIES (manhã e tarde) xxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Pedagogia pela Universidade Ibirapuera, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Magistério pela Escola Prof. Alberto Conte, registro nº 1048 e Pedagoga pela FMU, registro nº /1

109 xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Magistério pela Escola Prof. Renato Braga, e cursando Pedagogia na UNIP. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Magistério pela Escola Prof. Renato Braga, e cursando Pedagogia na UNISA.

110 CICLO II - ENSINO FUNDAMENTAL – 6º ao 9º Ano (manhã e tarde) xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Pedagogia pela Universidade Ibirapuera, formada no curso de Idiomas da USP (4 anos) e CNA (2 anos). xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História e Geografia pela Faculdade Integradas Alcântara Machado e Pedagogo pela Faculdade Botucatu, registro nº 0149-v

111 xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em Ciências Biológicas e Exatas pelo Mackenzie, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Educação Física pela faculdade Norte do Paraná, registro nº e Pos- graduada em Lacto Senso em Administração Escola. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Psicologia pela UNISA, registro nº

112 xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Letras Inglês/Português pela Universidade Ibirapuera, registro em andamento Cursando Pós Graduação em Inglês – PUC São Paulo xxxxxxxxxxxxxxxxxx Cursando último semestre de letras Português/Espanhol pela UNISA. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Matemática pela Universidade Ibirapuera, registro nº em andamento

113 xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História e Geografia pela Faculdade de Jales, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxx Cursando ultimo ano de letras pela USP e curso Anglo Cultural em Inglês (4 anos). xxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História pelo Centro Universitário Assunção. Registro em andamento

114 xxxxxxxxxxxxxxxxx Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Anhembi Morumbi. xxxxxxxxxxxxxxxx Formado pela UNISA em Ciências Biológicas, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxx Cursando 2 ano em Ciência da Computação pela Universidade Ibirapuera.

115 xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em Pedagogia pela Faculdade Prof. José Augusto Vieira, registro n.º 64443, Pós- graduado em Didática Geral pela faculdade de Assis, MBA pela Universidade São Marcos em administração escolar e mestre em Teologia e doutor em Filosofia pela Fatebom. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Professora de português, formada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Tibiriçá, registro nº e formada em Letras pela Faculdade Paulistana.

116 ENSINO MÉDIO - 1ª à 3ª SÉRIES (manhã) xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em Matemática pela USP, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História e Geografia pela Faculdade Integradas Alcântara Machado e Pedagogo pela Faculdade Botucatu, registro nº 0149-v

117 xxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História pelo Centro Universitário Assunção. Registro em andamento. xxxxxxxxxxxxxxxx Formado em História e Geografia pela Faculdade de Jales, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Letras Inglês/Português pela Universidade Ibirapuera, registro em andamento Cursando Pós Graduação em Inglês – PUC São Paulo

118 xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em letras Português/Espanhol pela UNISA. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Magistério pelo colégio Radial e pedagogia pela UNISA, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Psicologia pela UNISA, registro nº

119 xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Forma em Biomedicina pela UNISA, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Diretora Pedagógica e professora de português, formada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Tibiriçá, registro nº e formada em Letras pela Faculdade Paulistana. xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Psicologia pela Universidade São Marcos, registro nº xxxxxxxxxxxxxxxxxx Formada em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, em 2002.

120 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO INFANTIL8H00 AS 12H00 13H00 AS 17H00 ENSINO FUNDAMENTAL 8H00 AS 12H00 13H00 AS 17H00 ENSINO MÉDIO7H35 AS 12H00 18H30 AS 22H30 E J A I e II 19H00 AS 22H35

121 HORÁRIOS DE AULAS

122 ATIVIDADES DOCENTES – DIVERSAS Para elaboração da aulas, nos norteamos a partir dos objetivos que pretendemos atingir, levando em consideração as reais necessidades de aprendizagem do aluno, seus hábitos sociais e culturais e o conteúdo assimilado por ele anteriormente. Portanto se faz necessário o uso de técnicas diversa tais como:

123 Sala de informática ligada à Internet; Recursos audiovisuais; Dinâmicas de grupo; Aulas expositivas tradicionais. TCS (Trabalho de Conclusão de Série) Dentro deste contexto o aluno é avaliado de forma cumulativa, privilegiando o aspecto qualitativo em detrimento do quantitativo.

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125 VII. TCS - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE SÉRIE

126 TCS – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE SÉRIE No ano de 2007, o corpo docente desenvolverá um projeto de trabalho que mobilizará todos os alunos em torno de um eixo de trabalho organizado e denominado TCS (Trabalho de Conclusão de Série).

127 Importante no desenvolvimento intelectual do aluno, permitirá que expressem suas idéias e aprendam a conhecer e dominar a realidade, orientando-se através do projeto de pesquisa. A partir do processo de criação do aluno, objetivamos levar o aluno a produzir diversos tipos de texto e compreendê-lo, segundo sua visão de mundo.

128 O desenvolvimento do projeto mobilizará os alunos durante todo o ano e será dividido por área de conhecimento agrupando diversas disciplinas. Desta forma, ao final do ano, o aluno terá produzido quatro trabalhos diferentes. Será dividido em módulos, cada um deles, avaliado bimestralmente. Os professores orientarão na formulação do trabalho dividindo em capítulos de acordo com a importância de cada assunto estudado durante o ano.

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130 ATIVIDADES EXTRA CLASSE

131 ATIVIDADES EXTRA – CLASSE Os Projetos de atividades extra classe, abrangem passeios, Festa do dia das Mães, Festa Junina, Festa do Dia dos Pais, Festa da Independência, Festa de Confraternização de Fim de Ano e Formatura, excursão e visitas, participação em jogos e competições, pesquisas e estudos que visam o aprimoramento curricular, exibição de filmes e peças de teatro.

132 A Escola também mantém uma banda, formado por alunos e dirigida por maestro do Corpo de Bombeiros (PM Santo Amaro), que se apresenta em várias ocasiões, tendo como ápice a Festa da Independência, em setembro. A programação das festas é feita minuciosamente dentro de um cronograma, discutido com o corpo docente, levantando a necessidade dos educados e assinalada no Calendário Escolar. As datas e os locais são informados à Diretoria de Ensino – Sul II através de ofícios regulares.

133 Programação: 4 passeios (1 por bimestre) Festa do dia das mães (jantar)* Festa junina Páscoa Festa do dia dos pais (vinho)* Jogos inter-escola Festa da primavera Dia das crianças (jogos) Acampamentos Passeio (turma de formandos) a outro estado. Feira Interdisciplinar Noite do autógrafo Halloweem Show de Talentos

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135 CURRÍCULO

136 OBJETIVO DE CADA CLASSE/SÉRIE Na Educação Infantil:

137 Maternal Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências. Interessar-se pela leitura de estórias.

138 Experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, agindo com progressiva autonomia. Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus limites, suas unidades e sensações. Perceber e interessar-se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo, executando ações simples relacionadas à saúde e higiene.

139 Jardim I Familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais ela se faz necessária, o contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos etc. Escutar textos lidos, apreciando a leitura pelo professor. Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano. Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas.

140 Jardim II Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário. Interessar-se por escrever palavras e frases, ainda que não de forma convencional. Escrever o seu nome, identificando-o nas diversas situações do cotidiano. Identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando seus recursos pessoais, respeitando as outras crianças e adultos, e exigindo a reciprocidade. Adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência.

141 1º Ano Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, fazendo interessar-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas. Escolher livros para ler e apreciar. Escrever palavras, frases e pequenos textos.

142 Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração e compartilhando suas vivências. Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e diversidade que os compõe.

143 O Ensino Fundamental está dividido em quatros ciclos, cada ciclo correspondente a duas séries. 1º Ciclo (2º ao 5º Ano) Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos a alfabetização, a leitura de textos, compreendendo o seu significado. Desenvolver a escrita, a expressão oral, a capacidade de falar e ouvir e a resolução de situações-problema do seu dia-a-dia.

144 2º Ciclo (4º ao 6º Ano) Desenvolver a capacidade de aprender, adquirir o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo, a formação de atitudes e valores. Desenvolver a utilização da linguagem oral e escrita para expressar opiniões e idéias, respeitando o outro e a si mesmo.

145 3º Ciclo (7º ao 8º Ano) Respeitar a individualidade do aluno desenvolvendo a sua criatividade e inteligência; levá-lo a ler e produzir textos diversificados assim como o uso da linguagem oral adequando-a a situações variadas. Usar os conceitos matemáticos aprendidos em diferentes contextos do cotidiano.

146 4º Ciclo (8º ao 9º Ano) Formar um aluno com autonomia no pensar, julgar e argumentar, que saiba agir sobre o mundo físico com responsabilidade, interagindo com outras pessoas. Através da leitura, compreensão e produção de textos diversos, da exploração da linguagem oral e da utilização de procedimentos matemáticos adequados para a resolução de situações do cotidiano.

147 Ensino Médio 1ª Série A primeira série do ensino médio tem como objetivos: Formar alunos com sólidos conhecimentos e habilidades como hábitos intelectuais e técnicas de trabalho que lhes permitam prosseguir os estudos com competência (buscar, selecionar e interpretar criticamente informações).

148 Comunicar idéias por diferentes linguagens, formular e solucionar problemas, utilizando a linguagem como forma de compreensão do mundo físico e social. Desenvolver hábitos de estudos, sabendo trabalhar em grupo e aperfeiçoando qualidades com empenho, organização, flexibilidade e tolerância.

149 2ª Série A proposta para a segunda série do ensino médio tem como objetivo: A relação entre teoria e prática, competências gerais trabalhadas pela mobilização dos conhecimentos em situações ou contextos. Entender os princípios das tecnologias associadas ao conhecimento do indivíduo e da sociedade, assim como o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais, na sua vida pessoal, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.

150 Colocar-se como protagonista no processo de produção/recepção, criando situações de aprendizagem que envolvam o conteúdo didaticamente aplicado, avaliando e organizando situações de aprendizagem. Desenvolver o conhecimento de suas características físicas, cognitivas e emocionais, aperfeiçoando sua capacidade de resistir a frustrações, análise de seus atos e realização de projetos pessoais.

151 3ª Série Última série da educação básica, a prática pedagógica nesta série tem como objetivo: A preparação adequada para o prosseguimento do estudo no ensino superior, preparando os alunos para os desafios do vestibular, através da aquisição de sólidos conhecimentos e habilidades.

152 Formar pessoas que atuem de forma ativa na vida social e cultural, consolidando valores e atitudes, encerrando um ciclo do qual se adquiriram instrumentos básicos para assumir as responsabilidades da vida adulta, elaborando projetos de vida. Conhecer e explorar o mundo do trabalho levando-o a escolha equilibrada de uma carreira e a esboçar um projeto de vida profissional e que se percebam como integrantes do meio social, ao mesmo tempo dependentes e agentes de transformação.

153 OBJETIVO DE CADA COMPONENTE CURRICULAR Antes do objetivo de cada componente curricular é preciso registrar uma orientação geral para todas as disciplinas e que é com relação aos fundamentos filosóficos com relação à educação, o homem, a escola, o professor etc.

154 A educação deve ser considerada como processo para o desenvolvimento humano integral, instrumento gerador das transformações sociais. É base para aquisição da autonomia, fonte de visão prospectiva, fator de progresso econômico, político e social. É o elemento de integração e conquista do sentimento e da consciência de cidadania.

155 Nesta concepção de educação, a finalidade é formar cidadãos capazes de analisar, compreender e intervir na realidade, visando ao bem-estar do homem, no plano pessoal e coletivo. Para tanto, este processo deve desenvolver a criatividade, o espírito crítico, a capacidade para análise e síntese, o autoconhecimento, a sociabilização, a autonomia e a responsabilidade. Desta forma, é possível a formação de um homem com aptidões e atitudes para colocar-se a serviço do bem comum, possuir espírito solidário, sentir o gosto pelo saber, dispor-se a conhecer-se, a desenvolver a capacidade afetiva, possuir visão inovadora.

156 O homem é um ser bio-psico-sócio-cultural que possui necessidades materiais, relacionais e transcendentais. Dentro deste sentido amplo e complexo, o homem deve ser atendido em toda a sua dimensão e deve dispor dos recursos que satisfação a sua necessidade, para que analise, compreenda e intervenha na realidade.

157 É fundamental que se garanta uma formação integral voltada para a capacidade e potencialidade humanas. A formação integral deve ser entendida como o saber essencial, isto é, aquela que proporciona ao ser humano o saber sentir, saber inovar, saber refletir, saber fazer, saber ser crítico e saber ser ético. A escola, como instituição social, deve possibilitar o crescimento humano nas relações interpessoais, bem como propiciar a apropriação do conhecimento, elaborado, tendo como referencia a realidade do aluno.

158 Neste contexto, deve possibilitar ao aluno a aquisição de uma consciência crítica que lhe amplie a visão de mundo. Esta visão de mundo deverá dar-lhe condições de uma leitura interpretativa dos fatos sociais, das relações intra e interpessoais e dos homens com a natureza. O professor, como mediador entre o aluno e o conhecimento, deve se um profissional formador, reflexivo, consciente da importância do seu papel, comprometido com o processo educativo, integrado ao mundo de hoje, responsável socialmente pela formação do cidadão e, principalmente, um eterno aprendiz, aquele que busca inovar e inovar- se.

159 Com base no que já foi colocado, os princípios pedagógicos que nortearão todas as disciplinas são: A aprendizagem se desenvolve a partir da problematização de situações contextualizadas, levando em conta a visão de mundo do aluno. A capacidade de análise e síntese e o espírito crítico propiciam ao cidadão de alternativas para solução de problemas. As inovações à teoria e à tecnologia educacional propiciam a participação cada vez mais consciente e criativa no processo ensino- aprendizagem.

160 A sociabilização do aluno se processa através de atividades em grupo. O saber reflexivo, construído mediante permanente problematização da realidade e busca de soluções, produz conhecimento cada vez mais significativo. A participação ativa e sistemática do aluno em pesquisa resulta na construção e reconstrução do conhecimento.

161 A ação refletida deve se opor ao imediatismo e ao conformismo. As atividades interdisciplinares reorganizam os conteúdos, superando a fragmentação do conhecimento. A educação é responsável pelas mudanças necessárias e constantes da realidade. A prática educativa se realiza por meio do e para o diálogo.

162 Dessa forma o processo avaliativo também merece algumas considerações. Avaliar não é apenas medir, comparar ou julgar. A avaliação tem grande importância social e política, presente em todas as atitudes e estratégias adotadas pela escola. A avaliação deve ser entendida como um meio de se obterem informações e subsídios para favorecer o desenvolvimento integral do aluno. Ao se dispor dessas informações é possível adotar procedimentos para correções e melhorias no processo, planejando e redirecionando o trabalho pedagógico e o projeto educativo da instituição.

163 Sendo a avaliação um dos aspectos fundamentais de um plano pedagógico, é preciso que a forma de avaliar seja dinâmica, justa, criativa e coerente com a proposta pedagógica. Nesta perspectiva de avaliação, devem ser envolvidos professores, alunos, coordenadores, orientadores, diretores, funcionários e pais. Assim, devem ser realizadas reuniões periódicas, observações e registros sistemáticos a respeito do desenvolvimento dos alunos e momentos avaliativos específicos em sala de aula.

164 Finalmente, podemos afirmar que esta proposta pedagógica está voltada para uma educação democrática e para a construção e o exercício da cidadania. Para sua aplicação, é necessário que haja coerência entre o que foi estabelecido e a ação educativa. Assim, se quisermos que os nossos alunos sejam participativos, éticos, críticos, solidários, autônomos, responsáveis e afetivos, devemos agir da mesma forma.

165 COMPONENTES CURRICULARES Língua Portuguesa Concepção da disciplina Auxiliar o aluno a tornar-se um leitor autônomo, desenvolver sua capacidade de expressar-se com competência nas modalidades oral e escrita da língua, proporcionar-lhe condições para que se aproprie dos conhecimentos relativos à produção literária e ao saber historicamente construído são os pressupostos que devem nortear o da Língua Portuguesa.

166 O leitor não é aquele capaz unicamente de decodificar os sinais gráficos, palavras ou expressões, mas sim aquele com condições de integrar os fatores lingüísticos (diversos recursos de construção do texto, significados das palavras, estruturas fraseais etc.) aos mais variados fatores do contexto (tudo aquilo que circunda a situação ou o tempo em que o texto foi produzido), apontando quais os sentidos que devem ser levados em conta e quais os que devem ser rejeitados na interpretação. O contexto nem sempre aparece explícito, isto é, expresso com palavras, mas o bom leitor deve ser capaz de percebê-lo, mesmo quando subentendido na situação em que o texto foi produzido.

167 São os fatores contextuais que permitem perceber quando um texto é de ficção ou de notícia, quando é irônico ou literal, o que está implícito, quais os argumentos que utiliza e assim por diante. Aprender a ler textos mais sofisticados é resultado de prática continua e diversificada de leitura. Há que se refletir também quanto à necessidade de democratização da produção cultural erudita por meio da leitura, possibilitando a um maior contingente de pessoas o acesso ao saber acumulado pela humanidade. É por intermédio da linguagem escrita que se tem acesso às mais diversas áreas do saber. Assim, quanto mais a vontade houver em relação à leitura e à escrita, maior facilidade terá o indivíduo para acompanhar o desenvolvimento do saber nas mais diferentes áreas.

168 Objetivo geral Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

169 Objetivos específicos Ler adequadamente textos diversos produzidos em situações diferentes e sobre temas diferentes, explorando-lhes os diversos significados e distinguindo as varias espécies, funções e estrutura organizacional (jornalístico, informativos, técnicos e literários). Fazer uso competente da modalidade escrita; escrevendo textos adequados a diversas situações e dirigidos a diferentes leitores.

170 Usar com desenvoltura a linguagem oral, em diferentes situações e de acordo com o interlocutor. Reconhecer as variações lingüísticas e saber escolher a adequada a cada tipo de situação de comunicação. Determinar os princípios de constituição de um texto, os fatores responsáveis pela coesão, pela coerência e pela significação. Explicitar as estruturas gramaticais responsáveis pela construção de sentidos dos diferentes textos. Analisar textos literários e reconhecer autores representativos, estilos e características dos movimentos literários brasileiros.

171 História Concepção da disciplina A História, como disciplina de estudo, desenvolveu-se no século XIX. Ela se tornou necessárias para possibilitar o acesso ao passado, que, anteriormente, era permitido pela memória do grupo em relação às experiências por ele vivenciadas. Na medida em que a sociedade se tornou complexa, esse conhecimento se apresentou fragmentado. A Historia não recupera o passado enquanto experiência, mas enquanto conhecimento, e se torna necessária para substituir a memória coletiva.

172 A concepção que embasa o ensino da História tradicional dava enfoque aos grandes fatos, aos vultos históricas, às contribuições do passado, num registro linear. Limitava-se a decorar nomes, fatos, datas, exigindo do aluno apenas capacidade de reprodução, desconsiderando o homem comum como agente da História, dos movimentos de massa e problemas contemporâneos. Hoje, o ensino de História se concebe num processo de constante construção, fruto da ação dos homens enquanto seres sociais, produtores e transformadores de sua existência concreta e sujeitos do processo histórico.

173 A História, enquanto ciência, pesquisa as relações entre os seres humanos, bem como suas realizações ao longo do tempo. Para atingir tal propósito, há a necessidade de uma análise sob os mais diversos aspectos, sejam estes econômicos, sociais, políticos ou culturais. Assim sendo, não podemos estudá-la de maneira isolada e nem nos colocarmos como espectadores dos fatos, pois estamos dentro da História e os fatos se relacionam entre si, neutralizando análises isolados.

174 Na Educação, a aquisição do conhecimento, em História, nutre o indivíduo de uma postura crítica e o estimula a se tornar um agente de transformação sobre a realidade que o cerca, permitindo a concepção dinâmica sobre a construção de uma sociedade, alem de gerar melhores possibilidades para a conquista de sua cidadania. Munido de seu aprendizado, caberá ao aluno edificar seu próprio ponto de vista, cabendo ao professor mostrar os processos de articulação dos fatos históricos estudados, jamais apoiando-se em falsos mitos que impeçam a elaboração de uma análise crítica e concreta no processo ensino-aprendizagem.

175 Objetivo geral Conceder ao aluno o conhecimento básico de História, em nível de Ensino Fundamental e Médio, para que ele possa ultrapassar mais um degrau em sua escolaridade e, conseqüentemente, consiga atingir níveis superiores na sua formação intelectual e profissional.

176 Objetivos específicos Ministrar conhecimentos aos alunos a partir da Grécia Antiga, mostrando as bases da cultura ocidental, até atingir os dias atuais, criando um vinculo de idéias para uma melhor compreensão sobre as transformações ocorridas na vida humana de maneira global. Ministrar conhecimentos aos alunos sobre a formação do Brasil, relatando desde suas origens até a atualidade, sempre provido de um contexto em que o nosso país não estudado de forma isolada,

177 Geografia Concepção da disciplina Em Geografia, o espaço existe na medida em que o homem, por meio do trabalho, estabelece a ligação interdependente entre o meio natural e social, interação existente em cada espaço produzido por ele. Aprendemos quando entramos em contato com as coisas que nos cercam e que vão sendo incorporadas ao nosso acervo cultural. Assim, etimologicamente, Geografia que dizer geo = terra, grafia = escrita, marcas. Portanto, Geografia é um estudo de um povo, de uma civilização sobre um território; em ultima análise, é a relação entre o homem e a Natureza, mediana pelo trabalho, tendo como resultado o espaço geográfico.

178 A Geografia é definida como a ciência que estuda as relações entre sociedade e Natureza. Sendo assim, o espaço geográfico é um produto histórico da atividade humana. Por que o espaço geográfico é um conceito tão importante para a Geografia? O conhecimento geográfico é uma iniciação ao raciocínio espacial, hoje tão necessário na formação do cidadão. A mídia transmite informações procedentes de todos os países do mundo. Dessa maneira, precisamos ter uma visão critica dos fatos, e não somente manifestar uma simples indiferença como espectador.

179 Para que isso seja possível, é preciso dispor de uma representação integrada do Planeta, suficiente precisa e diferenciada. Para que esse mecanismo de desnudamento e desvelamento da realidade seja colocado em funcionamento, o espaço deve ser considerado como um conjunto indissociável de que participam, de um lado certo arranjo de objetos geográficos, objetos naturais e objetos sociais, e, de outro, a vida que os preenche e os anima, ou seja, a sociedade em movimento. As transformações no espaço geográfico, portanto, nem sempre são resultantes da revolução tecnociêntifica, mas provem da intervenção simultânea de redes de influencia que operam ao mesmo tempo em uma multiplicidade de lugares espalhados pela superfície da Terra. Isso vem revolucionando nossa noção de tempo e de velocidade, chegando finalmente a um mundo onde, melhor do que em qualquer outro período histórico, podemos falar de um espaço total em tempo real.

180 Objetivos gerais A Geografia deve criar condições para o aluno: Observar o espaço em que vive, de forma a perceber o modo como esse espaço é ocupado, em função das necessidades do homem, percebendo que sua ação transforma o meio pela apropriação dos recursos oferecidos pela Natureza.

181 Objetivos específicos Caracterizar a formação do espaço geográfico. Recordar características importantes das principais paisagens naturais da superfície terrestre, percebendo como a sociedade humana as aproveita e as altera. Distinguir meio ambiente, paisagem natural e meio social, identificando seus elementos constituintes e reconhecendo suas interdependências.

182 Identificar os diversos tipos de industrialização e suas relações com as estruturas econômico- sociais. Reconhecer a importância das fontes de energia para o mundo contemporâneo, classificando-as em antigas, modernas e alternativas, e discutindo as soluções a esse respeito que se evidenciam em nível nacional e internacional. Reconhecer que as alterações ambientais dependem de fatores econômicos e políticos e que as soluções para o correto uso dos recursos naturais não apenas técnicas.

183 Reconhecer as relações entre crescimento demográfico e estrutura econômico-social. Diferenciar população urbana da rural, identificando os elementos geradores da urbanização e detectando nele suas causas e conseqüências. Compreender que o mundo atual (multipolarização) forma uma unidade que é constituída por diversidades econômico-sociais e rivalidades militares.

184 Compreender que o atual território com suas fronteiras e desigualdades, e o seu povoamento são realidades interligadas e decorrentes de seu processo histórico que teve inicio com a colonização. Analisar a urbanização brasileira como produto de uma forma especifica de desenvolvimento capitalista.

185 Biologia Concepção da disciplina O papel da ciência é o de colaborar para a compreensão do mundo e de suas transformações, situando o ser humano como indivíduo participativo e integrante do Universo. Os conceitos e procedimentos da área contribuem para a ampliação das explicações sobre o fenômeno da Natureza, para o entendimento e o questionamento dos diferentes modos de nela intervir e para a compreensão das mais variadas formas de utilizar os recursos naturais.

186 A palavra Biologia deriva do latim: bios =vida, logus=estudo. É a ciência que se propõe a estudar os seres vivos, a vida e suas manifestações vitais, levando em conta todos os aspectos físicos, químicos, evolutivos, comportamentais, sociais e transformadores. Trata-se do conhecimento sobre nós mesmos e sobre o mundo do qual fazemos parte e no qual atuamos. O estudo dos seres vivo é feito em vários níveis, desde o mais específico - o nível das moléculas que formam os corpos dos seres vivos - até o mais geral - o estudo das relações entre os próprios seres vivos, e entre eles e o mundo não - vivo. Ao estudar os seres vivos, a Biologia procura entender os mecanismos que mantém a vida em nosso planeta.

187 Considerada a ciência do século XXII, a Biologia é hoje um dos ramos do conhecimento humano que mais tem crescido, graças às melhorias das técnicas de laboratório, dos microscópios e de outros aparelhos que nos têm permitido ampliar, interpretar o mundo vivo e interagir com o não - vivo, dando suporte e sustentação aos princípios da vida. Trata-se de uma ciência viva que se renova ano a ano, mostrando cada vez mais um aumento considerável nos conhecimentos já acumulados. diariamente os meios de comunicação fornecem notícias diretamente ligadas à sobrevivência dos seres vivos e à conservação do Planeta.

188 A compreensão dos sistemas vivos dentro de contextos influenciados pelo desenvolvimento tecnológico, social, político e cultural deve se compreendida com a consciência crítica, permitindo que se entenda o fenômeno da vida como um conjunto de processos organizados e integrados e, ainda, que se considere a Biologia como parte do desenvolvimento da humanidade.

189 Objetivos gerais Capacitar o aluno para a compreensão do fenômeno da vida na sua totalidade, isto é, compreender que a vida se manifesta de formas diversas, relacionadas entre si e com o meio; e que todas essas formas estão sujeitas a transformações que ocorrem no tempo e no espaço.

190 Objetivos específicos Compreender a importância do estudo e a aplicação dos conceitos de Ecologia para o equilíbrio das relações entre os seres vivos e o meio ambiente e para que este possa fornecer, à geração atual e às futuras, as matérias-primas - provenientes de recursos naturais - das quais o homem necessita. Obter a visão, por meio do estudo básico da célula e de suas organelas, de que no seu interior ocorrem processos fundamentais e equilibrados, e que a partir disso seja possível perceber a sua função no equilíbrio do ser vivo e deste nos ecossistemas.

191 Perceber que as alterações no meio ambiente, como o uso de drogas, o fumo, o álcool, a má alimentação, o estresse, as radiações etc. podem alterar significativamente a estrutura, fisiologia e relação entre as células, resultando em desequilíbrios reversíveis ou irreversíveis para o organismo. Compreender a natureza química do material hereditário, seu modo de ação e os mecanismos de transmissão ao longo das gerações. Reconhecer as características morfo-fisiológicas dos aparelhos reprodutores masculino e feminino, permitindo a comparação entre os diversos grupos.

192 Compreender que os processos de divisão celular determinam a fabricação dos gametas nos seres vivos, e que essas células são responsáveis pela diversidade biológica do Planeta. Adquirir uma visão geral dos reinos que compõem o mundo vivo, para que compreenda o papel de cada grupo e indivíduo como participante da biosfera, onde todos são necessários para a manutenção do equilíbrio do Planeta. Comparar as funções e estruturas comuns aos vegetais e compreender a sua importância para o papel que esses seres desempenham como base das cadeias alimentares. Entender que as diferentes estruturas vegetais se formam a partir de células que deram origem aos tecidos, os quais se diferenciaram, determinando funções específicas para cada estrutura.

193 Física Concepção da disciplina A palavra Física tem sua origem no termo grego physiké, que significa Natureza. Quando nos ferimos a esse termo, subentende-se nele a palavra episteme, também de origem grega, que pode ser traduzida por conhecimento, ou seja, ciências. Logo, Física é a ciência que estuda a Natureza. Buscando compreender por que os fenômenos naturais ocorriam, o homem antigo procurava entender melhor a estrutura do Universo.

194 As diferentes maneiras de explicar esse Universo, a origem do mundo e as coisas nele contidas, fazem parte da história da ciência, isto é, são a própria historia da ciência. Todo esse processo de descoberta do homem levou ao surgimento da Física, que pode ser considerada uma ciência que nasceu com as primeiras indagações sobre a Natureza e seus fenômenos, pela aplicação de um método regido por determinados princípios gerais e disciplinada por relações entre experimentação e teoria. O campo de ação da Física compreende o estudo das propriedades da matéria, seus aspectos e níveis de organização e as leis de seu movimento e transformações.

195 O grupo de ciências da Natureza é imenso e, com os demais, o campo de estudo da Física encontra- se em constante evolução, graças a novos instrumentos e descobertas. Nos séculos XVII e XVIII a Física progrediu consideravelmente nos campos da Óptica, na investigação da natureza do vácuo, do calor, da eletricidade, e do magnetismo. Nossa proposta é o estudo da Física na educação de jovens e adolescentes, numa abordagem que relacione o aluno como cidadão do mundo em que vive, entendendo como a ciência não é construída de forma linear, trabalhando o resgate da história das ciências e, principalmente, fazendo-o entrar em contato com a cultura científica, pois sabemos que a História destrói mitos e insere o indivíduo no processo de construção do conhecimento.

196 Objetivo geral Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida no mundo de hoje e sua evolução história do pensamento do homem.

197 Objetivos Específicos Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir a partir de elementos das Física, colocando em pratica conceitos desenvolvidos em sala de aula. Dar ênfase às leis gerais, reduzindo substancialmente as informações de caráter específico, utilizando uma linguagem simples, de maneira a torna-la acessível ao estudante. Saber relacionar os conceitos físicos associados à concepção de energia, espaço e tempo. Compreender a tecnologia como meio para subir necessidades básicas do ser humano, distinguindo usos corretos e necessários daqueles prejudiciais ao equilíbrio da Natureza e do homem.

198 Química Concepção da disciplina O homem sempre dependeu e sempre dependerá dos materiais da Natureza, já que sua vida encontra-se intimamente relacionada com ambiente onde vive. Estudar Química é de fundamental importância para a formação do estudante de nível médio, que em conjunto com a Física, a Biologia e a Matemática, garantirá a base para a formação científica.

199 A preocupação do ensino da Química é o de proporcionar subsídios pedagógicos que permitam a compreensão dos conceitos da Química e a sua utilização pelo homem. Observando a trajetória histórica do homem, o primitivo buscava na natureza materiais para sua alimentação, fabricação de utensílios, moradia, vestimentas e medicamentos. Aos poucos, ele foi aprendendo a se utilizar de um número cada vez maior de materiais da Natureza: passou a moldar o barro e a produzir vasilhames, descobriu técnicas de fundir metais e produzir ligas, passou a produzir tecidos em fibras vegetais ou animais, chegando um momento em que ficou quase impossível novas técnicas e novos materiais.

200 Historicamente o homem veio acumulando conhecimentos de geração. A partir desses conhecimentos acumulados, surgiram as ciências e todos os outros conhecimentos do homem atual. As ciências, com métodos de estudo, foram incorporando esses conhecimentos até que, a partir de determinado momento, começaram a caminhar muito rapidamente. Assim, a vida moderna mantém uma estreita relação com as recentes conquistas da Química. As novas substâncias descobertas e sintetizadas nos laboratórios permitem o surgimento de novos produtos fabricados pelas industrias.

201 A conservação dos alimentos, os eficientes produtos de limpeza, os novos tipos de tecidos, os modernos medicamentos, as tintas e vernizes especiais, os fulminantes inseticidas, os herbicidas e muitos outros produtos são resultados dos avanços dos conhecimentos dos químicos e devem ser trabalhados com os alunos do Ensino Médio. Aproximar o aluno e a ciência no dia-a-dia, tirando a ciência do papel e transferindo seus fundamentos para situações do cotidiano, é tarefa dos educadores.

202 Objetivo geral Compreender as ciências como construções humanas, entendendo como elas se desenvolvem por acumulação, continuidade ou ruptura de paradigmas, relacionando o desenvolvimento científico com a transformação da sociedade.

203 Objetivos específicos Sendo assim, no desenvolvimento do trabalho com a Química, devemos: Compreender a Natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformação do mundo em que vive; Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos da Química, colocando em prática conceitos desenvolvidos em sala de aula; Compreender a tecnologia como meio para suprir necessidades básicas do ser humano, distinguindo usos corretos e necessários daqueles prejudiciais ao equilíbrio da Natureza e do homem.

204 Matemática Concepção da disciplina Assim, os currículos devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural, de princípios éticos, e da realidade social e política, especialmente do Brasil. A ação gera conhecimento, gera a capacidade de explicar, de lidar, de manejar, de entender a realidade, gera o matema. Essa capacidade transmite-se e acumula-se horizontalmente, no convívio com os outros, contemporâneos, por meio de comunicações e verticalmente, de cada indivíduo para si mesmo (memória) e de cada geração para as próximas gerações (memória histórica).

205 Indivíduos e povos têm, ao longo de suas existências e ao longo da história, criado e desenvolvido instrumentos de reflexão, de observação, instrumentos teóricos e, associados a esses, técnicas, habilitadas e teorias, (Techbnética) para explicar, entender, conhecer, aprender ( matena), para saber e fazer como resposta a necessidade de sobrevivência e de transcendência, em ambientes naturais, sociais e culturais (etnos) os mais diversos. É dever e responsabilidade dos educadores, direcionar o trabalho pedagógico de forma a permitir que o saber escolar tenha relação com o saber que o aluno já detém.

206 O conhecimento matemático, embora de natureza social, é hoje expresso por meio de uma linguagem altamente elaborada, cuja aparência formalizada parece desprender-se totalmente do mundo em que vivemos. É na interação destes saberes que o aluno poderá ter acesso ao conteúdo construído historicamente, em sua forma mais elaborada, sem desvinculá-lo de sua prática social. Existe, portanto, um corpo de conhecimentos comuns e inúmeras civilizações, compostos por processos de organização, classificação, contagem e medições, mescladas com manifestações que podem ser identificadas com arte, religião, música, técnicas e ciências reconhecido academicamente como matemática.

207 O conhecimento matemático é um bem cultural produzido na relação do homem com a natureza e com os outros homens. assim, são os homens que, ao se relacionarem com o meio e com os outros homens, procurando respostas às suas necessidades, produzem o conhecimento. A natureza da matemática, construída ao longo da história dos homens, é percebida como um instrumento que auxilia a compreender, descrever e modificar a realidade. Esse papel é observado desde os tempos mais remotos.

208 O professor deve tomar contato com o desenvolvimento histórico dos conceitos que pretender ensinar, não para contar a historia desses conceitos, nem para desejar que o aluno reproduza o caminho construído pela humanidade, mas para compreender e valorizar determinadas formas de registros que, muitas vezes, contém traços do registro utilizados por outros povos, em outros tempos e em outros espaços. Se faz necessário interagir com o aluno de forma que ele perceba como esse conhecimento foi sendo produzido, como está colocado hoje e que, possivelmente, sofrerá alterações.

209 O ensino da matemática deve valorizar um planejamento fundamentado nos aspectos históricos, sociais, culturais, éticos e artísticos, nas necessidades dos educandos e, principalmente, propiciar interação entre professores e alunos em todas as suas fases: diagnostica, planejamento, execução e realimentação.

210 Objetivo geral Consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos, aprendendo e se desenvolvendo de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade e preparando-se para o trabalho e cidadania.

211 Objetivos específicos Fazer observações sistemáticas de aspectos qualitativos, quantitativos e geométricos de fatos e/ou objetos, selecionado-os, organizando-os e produzindo informações. Analisar e retirar informações relevantes de uma situação real, para estabelecer o maior número possível de relações entre elas, fazendo uso do conhecimento matemático para interpretá-las e avaliá-las criticamente.

212 Utilizar conceito e procedimentos matemáticos, bem como instrumentos tecnológicos, disponíveis para resolver situações-problema, sabendo avaliar estratégias e resultados. Utilizar a matemática como forma de comunicação, descrevendo, representando, apresentando resultados, controlando a precisão, usando expressões orais, escritas, símbolos ou diagramas na sua vida prática.

213 Educação Artística Concepção da disciplina Esta disciplina vem de encontro ao estimulo da observação, experimentação e formação de conceitos para que o indivíduo seja capas de interpretar, se expressar e buscar soluções de modo criativo e humanitário. Visaremos a Artes como uma maneira de observar e relacionar formas, interpretando e analisando, de modo crítico e construtivo, o espaço que nos rodeia e a infinidade de obras delegadas peles genes da arte.

214 Objetivo geral Proporcionar situações que possibilitem a aplicação da arte, no intuito de incentivar a construção dos principais conceitos criativos.

215 Objetivos específicos Estimular o hábito pela leitura, textual e visual na busca de informações culturais e interpretação do contexto social. Despertar o senso crítico por meio de observação e comparação entre obras de arte. Ilustrar os principais movimentos artísticos, relacionando-os com a Geometria. Conhecer e valorizar a arte brasileira.

216 Educação Física Concepção da disciplina O trabalho na área da Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento.

217 A natureza do trabalho desenvolvido nessa área tem íntima relação com a compreensão que se tem desses dois conceitos. A análise crítica e a busca de superação dessa concepção apontam a necessidade de que, além daqueles, se considere também as dimensões cultural, social, política e afetiva presentes no corpo vivo, isto é, no corpo das pessoas, que interagem e se movimentam como sujeitos sociais e como cidadãos.

218 Objetivo geral Conduzir o aluno a uma consciência corporal, para que através do conhecimento de seu corpo, possa relacionar-se com outras pessoas, objetos e com a realidade que o cerca, podendo contribuir para sua transformação.

219 Objetivos específicos Proporcionar meios de desenvolvimento do aluno em suas condutas motoras de base, através de uma coordenação dinâmica e global com suas implicações. Propiciar ao aluno situar-se em seu espaço, seu tempo, conhecê-los e poder viver dentro deles. Perceber através da visão, tato, audição, olfato, paladar, capacidades perceptivas essenciais ao desenvolvimento do educando nos domínios afetivo, cognitivo e psicomotor.

220 Propiciar ao aluno a aquisição de movimento que lhe permitam estruturas destrezas específicas. Realizar com o aluno vivenciação, expressão e dramatização de situações familiares, histórias lidas e ouvidas, como forma de liberação e possibilidade de transformação. Explorar no aluno as faculdades intelectuais, corporais, gestuais e expressivas.

221 Inglês Concepção da disciplina A língua não é um fim em si própria e sim o inicio de um universo que se abre a nossa frente. O domínio de uma língua supre a realização de um anseio básico e vital em nossas vidas: a comunicação. Ao se ensinar a língua inglesa, não devemos nos esquecer de que mais inserimos o aluno em um mundo novo, no qual ele interage em uma realidade sociocultural completamente diferente.

222 Portanto, devemos criar meios para que o aluno adquira competência comunicativa e não uma ou outra habilidade, de forma fragmentada, o que não se constitui efetivamente em comunicação. Devemos, contudo, levar certos aspectos muito importantes em consideração. O primeiro, e talvez o mais relevante, é o fato de que os alunos em grande parte, adultos. Com isso, devemos tratar de assuntos práticos, funcionais, relevantes e que atendam as necessidades do aluno em sua vida diária. Sendo assim, qualquer material de apoio que venha a suprir e enriquecer o conteúdo será sempre bem- vindo.

223 Outros fatores como: tempo reduzido de exposição das aulas, menor tempo despendido pelo aluno em atividades extra-classe, e até mesmo longos períodos de afastamento dos estudos por parte dos alunos, por inúmeras razões, nos impossibilitam de trabalhar as quatro habilidades que constituem a comunicação de forma completa e efetiva no ensino de qualquer língua estrangeira. Daremos maior ênfase, portanto, na parte escrita e principalmente na leitura e decodificação de textos.

224 Contudo, não deixaremos de lado as duas outras habilidades que são a capacidade de falar e ouvir. Como fator natural de corrente da comunicação em sala de aula, estaremos trabalhando, de fato, as quatro habilidades. Torna-se vital, portanto, que a língua inglesa seja, antes de mais nada, uma ferramenta que propicie ao aluno autoconhecimento e responsabilidade civil e social. Seja ela, primordialmente, um fator adicional para que o aluno constitua-se em um agente ativo de mudanças positivas e progressistas em nossa sociedade. Conclusivamente, trataremos a língua inglesa com ética, humanismo e muita consciência de sua importância em nossa pequena aldeia global.

225 Objetivo geral Partindo do pressuposto de que o conhecimento é o resultado da interação do homem com o seu meio, deve-se proporcionar, ao aluno, condições e atividades que lhe permitam: Ampliar seu conhecimento pessoal, bem como do meio social no qual ele está inserido, possibilitando assim que o aluno adquira uma visão global de tempo e espaço, interagindo de forma adequado com o meio que o cerca, conforme suas necessidades.

226 Objetivos específicos Comunicar-se de maneira eficiente e clara nas diversas situações do dia-a-dia, seja na forma escrita ou oral. Capacitar conhecimentos que lhe proporcione oportunidades de ascensão social e profissional.

227 Ler e interpretar textos de naturezas distintas, não só no campo informativo, mas que lhe permitam também acesso a estudos avançados. Discernir a respeito diferenças culturais, não só em nível de linguagem, mas de relações sociais em países que adotam a língua inglesa como língua oficial ou língua nativa, valorizando sua função social. Produzir discursos próprios.

228 Espanhol Concepção da disciplina Na aprendizagem de uma língua estrangeira é tão necessária a aquisição de uma competência lingüística como a de uma competência cultural, e mais a expressão lingüística não é por si só um fator independente como também, um reflexo das práticas culturais de uma determinada comunidade. Portanto, tentamos relacionar os componentes da língua materna, ou seja, o português com os da língua espanhola.

229 1.trabalho desenvolvido com o aluno se dá através de livros didáticos e paradidáticos aulas com fitas K-7 e, audiovisuais e trabalhos com pesquisas, recortes, dramatizações, etc.

230 Objetivo geral Que o aluno tome uma atitude interativa, que implica em olhar ao outro e olhar a si mesmo, e neste processo comparar, deduzir e interpretar.

231 Objetivo específico Aprender a se exprimir corretamente no espanhol os mais diversos tipos de situações e emoções da vida cotidiana. Desenvolver a compreensão, fluência, habilidade para incorporar novas palavras a seu vocabulário e principalmente, a confiança para expressar-se em espanhol. Habilidade de compreende e construir narrativa que envolva um vocabulário mais extenso e tempos verbais complexos.

232 Informática Concepção da disciplina A Informática tem por objetivo ampliar o raciocínio lógico das pessoas, e com a ampliação do seu raciocínio, usando o computador que é uma máquina que recebe dados e não pensa. Mas para que o computador possa solucionar problemas foram criados os softwares. Os softwares são os programas que são usados no computador como por exemplo o World e o Excel, mas existem uma infinidade de softwares que ajudam na concentração da informação para que essa fique armazenada de maneira mais organizada.

233 O mundo de hoje pede pessoas organizadas e de métodos cada vez mais assimiláveis. Não importa o conteúdo mas sim a maneira com que o indivíduo aplicará o conteúdo. Então, foi deste fato que a informática surgiu, da necessidade de concentração de informação de maneira mais fácil de ser visualizada e de ser armazenada ou estocada. O próprio nome informática já diz: infor=informação + mática+automática. Então, informática significa informação automática por meio de um computador. Com o raciocínio lógico que vem da matemática são feitos os softwares que são usados em empresas para simplificar o trabalho ou apenas para controlar, por exemplo, contas à pagar, receber, controlar estoque, produzir textos e vários outros.

234 Filosofia Concepção da disciplina Antes de entrarmos propriamente no estudo da Filosofia, analisaremos algumas questões fundamentais a título de introdução: Relação entre Filosofia e conhecimento; Importância da Filosofia apara a vida humana; Realização humana e suas relações com a Filosofia; Considerações da Filosofia com o dia a dia; A essência da Filosofia; Reflexão filosófica; Filosofia, Ciências, Filosofia e Educação.

235 Objetivo geral Compreender e aplicar a Filosofia em seu dia a dia.

236 Objetivos específicos Definir filosofia; Reconhecer a importância da Filosofia para a vida humana; Empregar com desenvoltura termos filosóficos; Determinar os princípios de um texto filosófico; Explicar e comparar teoria e prática.

237 Sociologia Concepção da disciplina Transmitir aos alunos o conceito da Sociologia como ciência positiva e com objeto próprio: Objeto da Sociologia; Extensão e variedade do estudo sociológico; divisão da Sociologia; A sociedade e seus elementos; Grupos Sociais e sua composição da sociedade; Graus e e categorias de fenômenos naturais; Processos Sociais; Setores da Atividade Social; Reflexão Sociológica; Sociologia, Ciências, Sociologia e Educação.

238 Objetivo geral Compreender e aplicar a Sociologia em seu dia a dia.

239 Objetivos específicos Definir Sociologia; Reconhecer sua importância na sociedade; Empregar com desenvoltura termos sociológicos; Aplicação dos métodos científicos nos estudos sociológicos; Teorias do Estudo Sociológico, comparando teoria e prática. Explicar e comparar teoria e prática.

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241 X. PLANO DE ENSINO DE CADA COMPONENTE CURRICULAR E OUTRAS ATIVIDADES

242 PLANO DE ENSINO DE CADA COMPONENTE CURRICULAR O Planejamento de cada Professor está à disposição. São aproximadamente 600 páginas. Em função disso, julgamos que não deveriam ser anexadas neste Plano.

243 Em linhas gerais todos os conteúdos serão apresentados pôr unidades, subdivididas em temas. Cada unidade abrangerá um número determinado de aulas, que o professor poderá adequar ao plano de aula, diante do ritmo específico de turma a ser trabalhada. O título da unidade indica o tema abordado, como também fornece referencial e orientação ao professor e ao aluno quanto ao que está sendo desenvolvido.

244 As unidades são compostas de textos explicativos, acompanhados de exercícios contextualizados, que servem como introdução a novos conceitos, conteúdos, extensão de temas, aprofundamento e / ou ampliação dos conhecimentos de testes para verificação da apreensão desses conteúdos. Os textos abordam os conteúdos básicos propostos de forma a introduzir elementos novos, promover informação, trabalhar a autocrítica, formar cidadãos competitivos e críticos, contemplar as reais necessidades das adultos e jovens pertencentes a um contexto social que exige domínio de determinados conhecimentos, que são fundamentais para inserção no mercado de trabalho.

245 Os testes são de três modalidades: elaborados, adaptados e de vestibulares, que servem de referencial ao aluno quanto aos parâmetros exigidos nas disciplinas em nível de provas de vestibulares. De acordo com as especificidade das disciplinas, estão basicamente assim estruturadas as unidades:

246 textos; exercícios contextualizados; textos complementares; testes elaborados, adaptados e de vestibulares. Os professores planejaram trabalhar em cada unidade, a análise e discussão, com os alunos, das soluções dos exercícios propostos, verificando as dificuldades apresentadas pela turma para proceder ao reforço de aprendizagem e fornecer a resolução dos testes apresentados.

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248 PLANO DE ENSINO DE OUTRAS ATIVIDADES CURRICULARES O Ensino Fundamental e Médio, visto de uma forma progressiva, contínua, construtiva, nos conteúdos e valores existenciais aponta para a necessidade de se abandonar o conceito de disciplinas como conhecimentos isolados e sem interatividade humana, adotando outro em que o conhecimento interaja, apoiando-se nas ações praticadas.

249 Um novo enfoque pedagógico, em que não só se trabalhe conteúdos para que sejam memorizados, mas sim desperte a criança e o jovem para a construção de sua cidadania. Não basta mais informar sobre os significados contidos nas disciplinas, o essencial é trabalhar os valores que tais conhecimentos representam na formação de um cidadão do mundo. O sistema educacional Escolas Integradas xxxxxxxxxxxxx, apresentam uma proposta de educação para crianças e jovens voltada à contextualização histórica e social, fundamentada na construção / interação dos conhecimentos, que devem ser produzidos, compreendidos e adquiridos, entendendo que é importante produzir conhecimentos e não apenas adquiri-los.

250 A ação, a utilização e a interação desses conhecimentos devem ser vistos de forma interligada: saber fazer - ação saber usar - utilização saber comunicar - interação. Três tipos de ações devem ser requeridas das crianças, jovens e adultos aos quais dirigimos o trabalho pedagógico:

251 o exercício continuado da crítica; o exercício da criatividade; o uso da liberdade com autonomia, partindo da realidade vivida, da inserção no universo e da inclusão de conhecimento e atitudes orientadas no sentido da cidadania. Ao se propor um trabalho que garanta efetivamente a socialização do saber, há que se considerar uma seleção de conteúdos a serem trabalhados em função de uma metodologia e que se assegurem os fins que a educação de crianças, jovens e adultos deseja alcançar.

252 Como se pretende formar um indivíduo que possa fazer interferência significativas na prática social, conscientemente, é imprescindível que ele domine conteúdos que lhe possibilitem agir criticamente no mundo. A forma de abordagem dos conteúdos objetiva:

253 aconteça a superação do senso comum apresentado pelo aluno, passando à construção da síntese, resultado da apropriação do conhecimento produzido historicamente; se desenvolvam os conteúdos atitudinais, tendo em vista as necessidades e situações reais dos alunos, as características e os interesses pessoais de cada um e do grupo; se proponham atividades que possibilitam o conhecimento dos conhecimentos prévios, que assegurem significância e funcionalidade, num processo gradual e progressivo e que facilite a aprendizagem além da simples repetição; o aluno faça correlações, aplique-as, contextualize-as, construa os significados e elabore esquemas, sabendo utilizá-los quando se apresentar a ocasião;

254 o conhecimento sistematizado não seja tratado de forma dogmática e nem esvaziado de significado, que seja a ser produzido, construído pelo aluno, enquanto sujeito e não objeto da aprendizagem; se proponham questionamentos, desencadeadores de reflexões, textos e ou atividades que se apresentem de forma articulada para produzir diferentes significados e emoções; o aluno aprende a pensar e a questionar o próprio conhecimento, compreende que aprender não é produzir verdades alheias, e que possa olhar para o mundo colhendo dados, interpretando-os, transformando-os e tirando conclusões.

255 TENDÊNCIA PEDAGÓGICA Um ponto de vista realista da relação pedagógica não recusa a autoridade pedagógica expressa na sua função de ensinar. Mas não se deve confundir autoridade com autoritarismo. Este se manifesta no receio do professor em ver sua autoridade ameaçada; na falta de consideração para com o aluno ou na imposição do medo como forma de tornar mais cômodo e menos estafante o ato de ensinar.

256 Além do mais, são incongruentes as dicotomias, tão difundidas por muitos educadores, entre professor- policial e professor-povo, entre métodos diretivos e não diretivos, entre ensino centrado no professor e ensino centrado no estudante. Ao adotar tais dicotomias, amortece-se a presença do professor como mediador pelos conteúdos que explicita, como se eles fossem sempre imposições dogmáticas e que nada trouxessem de novo. Evidentemente que, ao se advogar a intervenção do professor, não se está concluindo pela negação da relação professor-aluno. A relação pedagógica é essencial na pedagogia. Nesse sentido, são bem-vindas as considerações formuladas pela dinâmica de grupo, que ensinam o professor a relacionar-se com a classe; a perceber os conflitos; a saber que está lidando com uma coletividade e não com indivíduos isolados, restringir-se ao malfadado trabalho em grupo, ou cair na ilusão da igualdade professor-aluno.

257 Trata-se de encarar o grupo-classe como uma coletividade onde são trabalhados modelos de interação como a ajuda mútua, o respeito aos outros, os esforços coletivos, a autonomia nas decisões, a riqueza da vida em comum, e ir ampliando progressivamente essa noção (coletividade) para a escola, a cidade, a sociedade toda. Por fim, situar o ensino centrado no professor e o ensino centrado no aluno em extremos opostos e quase negar a relação pedagógica porque não há um aluno ou grupo de alunos, aprendendo sozinho, nem um professor ensinando para as paredes.

258 Há um confronto do aluno entre sua cultura e a herança cultural da humanidade, entre seu modo de viver e o modelos sociais desejáveis para um projeto novo de sociedade. E há um professor que intervém, não para se opor aos desejos e necessidades ou a liberdade e autonomia do aluno, mas para ajudá-lo a ultrapassar suas necessidades e criar outras, para ganhar autonomia, para ajudá-lo no seu esforço de distinguir a verdade do erro, para ajudá-lo a compreender as realidades sociais e sua própria experiência.

259 ATIVIDADES DOCENTES DIVERSAS / EXTRA-CLASSE A Direção da ESCOLA xxxxxxxxxx conta com três pedagogos e uma psicóloga, que dividem o trabalho de promover atividades diversas, sob a Coordenação do Diretor Geral. A psicóloga auxilia a coordenação e os demais profissionais da direção sempre que necessário seja na vida escolar dos alunos ou de acompanhamento aos pais. Também orienta o trabalho do Conselho de Professores e Classe/Série. Também se destaca nesse trabalho a condução dos Grupos de Estudos que a Escola mantém com o seu Corpo Docente, e que é realizado por área de aprendizagem.

260 A direção também trabalha com projeto de intervenção a nível preventivo e remediativo de possíveis dificuldades surgidas no processo de alfabetização e aprendizagem, dando suporte aos alunos em todas as séries. Os Projetos de atividades extra classe, abrangem passeios, Festa do dia das Mães, Festa Junina, Festa do Dia dos Pais, Festa da Independência, Festa de Confraternização de Fim de Ano e Formatura, excursão e visitas, participação em jogos e competições, pesquisas e estudos que visam o aprimoramento curricular, exibição de filmes e peças de teatro.

261 A Escola também mantém uma banda, formado por alunos e dirigida por maestro do Corpo de Bombeiros (PM Santo Amaro), que se apresenta em várias ocasiões, tendo como ápice a Festa da Independência, em setembro. A programação das festas é feita minuciosamente dentro de um cronograma, discutido com o corpo docente, levantando a necessidade dos educados e assinalada no Calendário Escolar. As datas e os locais são informados à Diretoria de Ensino – Sul II através de ofícios regulares.

262

263 MATERIAL DIDÁTICO A xxxxxx adota como material didático: Educação Infantil: Maternal Vai começar a brincadeira Volume Único Editora FTD

264 Jardim I Vai começar a brincadeira Volume I – Matemática Volume I – Língua Portuguesa Volume I – Ciências História e Geografia Editora FTD

265 Jardim IIVai começar a brincadeira Volume II – Matemática Volume II – Língua Portuguesa Volume II – Ciências História e Geografia Editora FTD

266 1º Ano Alfabetização Vida Nova Contextualizando a escrita Editora FTD Vai começar a brincadeira Volume III – Matemática Volume III – Ciências, História e Geografia

267 Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio A Escola, em parceria com a Editora xxxx, desenvolveu material didático que será apresentado através do sistema apostilado de ensino. 1º ao 5º Ano – Apostila semestral 6º Ano ao Ensino Médio – Apostila Bimestral AS CAPAS DOS MATERIAIS UTILIZADOS SEGUEM ANEXAS.

268 ANEXO ALUNOS MATRICULADOS 2007 (ATÉ 17/01/2007)

269 Índice I.INTRODUÇÃO II. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA III.DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR ANÁLISE DO TRABALHO REALIZADO EM ÍNDICE DE PROMOÇÃO E EVASÃO DIAGNÓSTICO DAS EXPECTATIVAS E INTENSÕES DOS EDUCADORES DA ESCOLA.....5

270 IV.DIAGNÓSTICO DA CLIENTELA ESCOLAR V.OBJETIVOS DA ESCOLA OBJETIVOS ESPECÍFICOS VI. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA AGRUPAMENTO DE ALUNOS NÚMERO DE ALUNOS POR CLASSE

271 - GRADES CURRICULARES CALENDÁRIOS ESCOLARES SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM.20 - PROCEDIMENTO DE RECUPERAÇÃO COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS SISTEMA DE PROMOÇÃO

272 - PROCEDIMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO DATAS DE MATRÍCULAS PERÍODOS PARA RECEBIMENTO DE TRANSFERÊNCIA RELAÇÃO DOS NOMES, REGISTROS E DIPLOMAS DOS ESPECIALISTAS DA EDUCAÇÃO HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS.33 - HORÁRIOS DE AULAS

273 - ATIVIDADES DOCENTES VII. TCS VIII. ATIVIDADES EXTRA-CLASSE IX. CURRÍCULO OBJETIVO DE CADA CLASSE/SÉRIE OBJETIVO DE CADA COMPONENTE CURRICULAR

274 - COMPONENTES CURRICULARES PLANO DE ENSINO DE CADA COMPONENTE CURRICULAR E OUTRAS ATIVIDADES PLANO DE ENSINO DE OUTRAS ATIVIDADES TENDÊNDIA PEDAGÓGICA ATIVIDADES DOCENTES DIVERSAS/EXTRA- CLASSE

275 XI. MATERIAL DIDÁTICO ANEXO – ALUNOS MATRICULADOS PARA

276 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO E ENTIDADE MANTENEDORA

277 OBJETIVOS E COMPROMISSOS DA INSTITUIÇÃO

278 FINALIDADES E OBJETIVOS A Escola manterá os seguintes cursos

279 OBJETIVOS No Ensino Fundamental e EJA

280 CARACTERIZAÇÂO DA COMUNIDADE

281 CLIENTELA ESCOLAR

282 AGRUPAMENTOS DE ALUNOS A Escola Paulo Freire atende alunos nas seguintes faixas etárias: Ensino Fundamental de 7 à 14 anos EJA para alunos à partir dos 14 anos de idade.

283 ORGANIZAÇÂO ADMINISTRATIVA E TÉCNICA Constituem as unidades administrativas da Escola: Diretoria, Secretaria, Serviços Auxiliares e Serviço Administrativo Auxiliares.

284 ASPECTOS ADMINISTRATIVOS A secretaria

285 ROTEIRO DE TRABALHO DA DIREÇÃO DA ESCOLA A direção da Escola trabalha com projeto de intervenção a nível preventivo e remediativo de possíveis dificuldades surgidas no processo de alfabetização e aprendizagem, dando suporte aos alunos em todas as séries.

286 RECURSOS HUMANOS PESSOAL ADMINISTRATIVO Nome: RG:Função Horário RECURSOS HUMANOS CORPO DOCENTE Nome: RG:Série

287 DESCRIÇÃO E USO DAS SALAS SALASMATUNINONOTURNO 1Diretoria 2Secretaria 3Biblioteca 4Sala Professores 5Almoxarifado 6Cozinha 71ª série 8 92ª série 102ª série

288 FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS A Educação A educação deve ser considerada como processo para o desenvolver humano integral, instrumento gerador das transformações sociais. É base para aquisição da autonomia, fonte de visão prospectiva, fator de progresso econômico, político e social. É o elemento de integração e conquista do sentimento e da consciência de cidadania.

289 O homem O homem é um ser bio-psico-sócio-cultural que possui necessidades materiais, relacionais e transcendentais. Dentro deste sentido amplo e complexo, o homem deve ser atendido em toda a sua dimensão e deve dispor dos recursos que satisfação a sua necessidade, para que analise, compreenda e intervenha na realidade.

290 A escola A escola, como instituição social, deve possibilitar o crescimento humano nas relações interpessoais, bem como propiciar a apropriação do conhecimento, elaborado, tendo como referencia a realidade do aluno.

291 O professor O professor, como mediador entre o aluno e o conhecimento, deve se um profissional formador, reflexivo, consciente da importância do seu papel, comprometido com o processo educativo, integrado ao mundo de hoje, responsável socialmente pela formação do cidadão e, principalmente, um eterno aprendiz, aquele que busca "inovar e inovar-se".

292 Processo avaliativo Avaliar não é apenas medir, comparar ou julgar. A avaliação tem grande importância social e política, presente em todas as atitudes e estratégicas adotadas pela escola.

293 GRADE CURRICULAR COMPONENTES CURRICULARES TERMO CARGA TOTAL BA SE NA CIO NA L CO MU M LEI FE DE RA L 939 4/9 8 1º2º3º1º2º3ºGERAL LÍNGUA PORTUGUESA HISTÓRIA GEOGRAFIA BIOLOGIA FÍSICA QUÍMICA MATEMÁTICA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 11 TOTAL DA CARGA HORÁRIA BASE NACIONAL COMUM PA RT E DIV ER SIFI CA DA LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA - INGLÊS FILOSOFIA TOTAL DA CARGA HORÁRIA PARTE DIVERSIFICADA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO DIRETOR PARECER SUPERVISOR DIRIGENTE REGIONAL DATA___/___/______DATA___/___/______ DATA___/___/______ ASSINATURA

294 O CEGO E O PUBLICITÁRIO

295 Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego".

296 Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

297 Pela tarde o publicitário voltou ao passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu: - Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e continuou seu caminho.

298 O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la."

299 Mudar a estratégia quando nada nos acontece... pode trazer novas perspectivas.

300 A escola é.... Escola é......O lugar onde se faz amigos. Não se trata só de prédios, quadros, programas, horários, conceitos... Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, gente que estuda, se alegria, se conhecer, se estima. O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a Escola será cada vez melhor, na medida em que cada ser se comporta como colega, como amigo, como irmão. Nada de ilha cercada de gente por todos os lados. Nada de conviver com pessoas e depois, descobrir que não tem amizade a ninguém. Nada de ser tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só. Importante na Escola não é só estudar, é também criar Laços de amizade, é conviver, é se amarrar nela. Ora, é lógico. Numa Escola assim vai ser fácil estudar, crescer, fazer, ser feliz Paulo Freire

301 Há de distinguir a verdadeira e a falsa impossibilidade. A verdadeira recorre dos nossos limites. A falsa decorre do Tabu e da Resignação Celso Vasconcelos (Mestre em Filosofia Da Educação)


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