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GUIA DE MATERIAIS SUSTENTAVEIS

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Apresentação em tema: "GUIA DE MATERIAIS SUSTENTAVEIS"— Transcrição da apresentação:

1 GUIA DE MATERIAIS SUSTENTAVEIS
G R U P O D E T R A B A L H O D E S U S T E N T A B I L I D A D E GUIA DE MATERIAIS SUSTENTAVEIS 1

2 ESTRUTURAÇÃO Uma ferramenta virtual que orienta projetistas na especificação de materiais para a construção civil com foco na sustentabilidade e estimula a qualificação e competitividade da industria. Disponibilizar informações sobre os materiais para que os especificadores possam ampliar seu conhecimento sobre o processo de produção. Disponibilidade das informações dentro de um padrão possibilitando a analise comparativa entre produtos de uma mesma categoria. Ferramenta de uso publico, pode ser utilizada tanto pelo profissional especializado quanto pelo leigo. O Guia não será um certificador de materiais. 2

3 ESTRUTURAÇÃO Funcionar como um portal que centraliza as informações e direciona através de links para trabalhos de relevância já realizados sobre materiais. A principio foram adotados dois trabalhos de referencias que direcionam o conteúdo que deve ser disponibilizado sobre todos os materiais: 6 Passos do CBCS Programa Setorial da Qualidade Outras referencias devem ser usadas ao longo do desenvolvimento do trabalho. Estas podem ser de ordem geral para todos os materiais, ou para produtos específicos. 3

4 CONTEÚDO de REFERÊNCIA
Os 6 Passos do CBCS 1 – Verificação da formalidade da Empresa Fornecedora; 2 – Verificação da Licença Ambiental da Unidade Fabril; 3 – Respeito as normas Técnicas que garantem a qualidade do produto; 4 – Consultar o perfil de responsabilidade sócio-ambiental da empresa; 5 – Identificar a existência do Verniz Verde (greenwash); 6 – Análise da durabilidade do produto 4

5 CONTEÚDO de REFERÊNCIA
PROGRAMA SETORIAL DE QUALIDADE (PSQ) Documento elaborado por entidades representativas dos diferentes agentes da construção civil, envolvidos na produção do habitat, que contém um programa setorial da qualidade específico. Faz parte do programa a avaliação do atendimento às normas técnicas brasileiras. O site do Ministério das Cidades apresenta a situação dos materiais atualizada trimestralmente. Fonte: Critérios específicos estabelecidos para cada material nas fichas técnicas elaboradas pelo GTS AsBEA e validadas pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. 5

6 PRINCIPAIS OBJETIVOS A disponibilidade das informações tende a aprimorar as especificações. Estimular as industrias para competitividade do mercado em busca de processos de produção mais sustentáveis. Processo continuo na busca por melhores padrões. Iniciar com algumas categorias para que o trabalho comece por setores. 6

7 IMPLANTAÇÃO Escolher dentro da categoria de materiais estabelecida:
Produtos mais especificados na cadeia produtiva Alta taxa de adesão ao PSQ Produtos escolhidos para a primeira etapa: Cimento Aço Vidro Tintas Metais 7

8 PARCEIROS A AsBEA na busca de fortalecer uma posição ética na construção dos critérios que nortearão o guia, acredita na importância do envolvimento das principais entidades envolvidas no mercado da construção civil. AsBEA Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura CBCS Conselho Brasileiro de Construção Sustentável SindusCon-SP Sindicato da Industria da Construção Civil do Estado de São Paulo Secovi-SP Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo Ces- FGV Centro de Estudo de Sustentabilidade + GHG Protocol ABRAMAT Associação Brasileira da Industria de Materiais de Construção IBPSA Brasil Associação Nacional para Simulação de Desempenho de Edificações “Entidade BIM” (como IFC – Industry Foundation Classes) 8

9 PARCEIROS Analisar a possibilidade de entrada também de órgão governamental, como: MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior Estabelecer papeis específicos para cada um dos envolvidos, dentro do expertise de cada entidade. O guia será vinculado aos sites de todas as entidades parceiras. 9

10 OUTROS COLABORADORES Além das entidades parceiras, de acordo com as necessidades especificas de algumas categorias de produtos, poderão ser envolvidas outras entidades, laboratórios ou especialistas, para uma avaliação pontual. ASBAI ABAP AFEAL ABCP ..... e outros 10

11 ORGANOGRAMA

12 FLUXOGRAMA

13 PROTÓTIPO do SITE O Guia de Materiais Sustentáveis está disponível para testes no endereço: 13

14 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
Reuniões semanais do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade Materiais desde janeiro|2008 Estrutura de um arquiteto e um engenheiro de materiais com dedicação parcial, além do apoio das secretarias da AsBEA. Colaboração das regionais dos GTS_AsBEA Dinâmica de trabalho acompanhada semanalmente com planejamento das atividades. 14

15 MATERIAL REFERÊNCIA INICIADO
CIMENTO Texto Introdutório Texto Curiosidades Pré aprovação Ficha Técnica 15

16 PAPEL DOS PARCEIROS CBCS AsBEA Coordenação geral dos trabalhos
Centralização de todas as informações Estruturação do guia e layout do site Coordenação dos textos e de todo o conteúdo do site Domínio do site por período pré-determinado até atingir sua autonomia financeira Definição conjunta com CBCS das categorias de materiais a serem desenvolvidas Estabelecer em conjunto com CBCS o conteúdo de analise dos materiais Coordenar a empresa terceirizada responsável pela busca de recursos CBCS Definição conjunta com AsBEA das categorias de materiais a serem desenvolvidas Estabelecer em conjunto com AsBEA e aprovar o conteúdo de analise dos materiais Estabelecer os parâmetros para introdução posterior da ACV 16

17 Centro de Estudos de Sustentabilidade da FGV
PAPEL DOS PARCEIROS SindusCon Envolver a industria Planejar reuniões com industria Orientação, divulgação e informação para a indústria / fornecedor Secovi Orientação, divulgação e informação para o incorporador e usuário Analise das questões legais Centro de Estudos de Sustentabilidade da FGV Elaborar o plano financeiro do guia Elaborar o plano de negocio do guia 17

18 PAPEL DOS PARCEIROS GHG Protocol Brasil ABRAMAT IBPSA
Definição das diretrizes para quantificação das emissões de CO2 ABRAMAT Envolver a industria Orientação, divulgação e informação para a indústria / fornecedor IBPSA Dados a serem incorporados na ficha para permitir uma fácil associação com dados utilizados nas simulações das edificações 18

19 PAPEL DOS PARCEIROS “Entidade BIM” APOIO
Dados a serem incorporados na ficha para permitir uma fácil associação com ferramentas BIM APOIO Green Building Council Brasil Secretaria de Verde e Meio Ambiente Secretaria da Habitação CETESB E outros a serem prospectados pelos parceiros 19

20 DOMÍNIO DO SITE FASE DE IMPLANTAÇÃO
Domínio sob responsabilidade da AsBEA Domínio do site por período pré-determinado até atingir sua autonomia financeira CONSOLIDAÇÃO Criar uma entidade com personalidade jurídica própria com participação igualitária de todos os parceiros Domínio do site passa a estar sob responsabilidade desta entidade 20

21 QUESTÕES FINANCEIRAS 1. PASSIVO
Montante já investido pela AsBEA para elaboração do Guia de Materiais 2. IMPLANTAÇÃO DO GUIA DE MATERIAIS Montante a ser investido para finalização do Guia de Materiais 3. ADMINISTRAÇÃO APÓS GUIA IMPLANTADO Plano financeiro do Guia de Materiais em funcionamento 21

22 QUESTÕES FINANCEIRAS 1. PASSIVO
CONSTITUIÇÃO DO GUIA DE MATERIAIS Período 28/04/2008 à 31/10/2009 (18 meses) Alimentação | Estacionamento | Site | Custos Operacionais | Prestadores de serviço (engenheiro de materiais e arquiteto) TOTAL R$ ,00 Horas técnicas (*) horas (*) Foram realizadas 5 reuniões por mês com duração de duas horas com seis profissionais por 18 meses. As horas técnicas aqui computadas não foram remuneradas aos profissionais e sim doadas a AsBEA.

23 QUESTÕES FINANCEIRAS 2. IMPLANTAÇÃO
IMPLANTAÇÃO DO GUIA Período: 04 meses Custos Operacionais de cada entidade | Site | Alimentação | Estacionamento Prestadores de serviço | Consultoria jurídica | Criação da marca | Busca por patrocínio Sub-Total Estimar estes custos em conjunto com as entidade parceiras Aluguel do conjunto por três meses R$ ,00 Reforma de conjunto R$ ,00 Sub-Total 2 R$ ,00 TOTAL Sub-Total 1 + Sub-Total 2 Horas técnicas (*) Estimar horas técnicas de todos os envolvidos através das entidades parceiras (*) As horas técnicas computadas não serão remuneradas aos profissionais e sim doadas ao Guia.

24 QUESTÕES FINANCEIRAS 3. ADMINISTRAÇÃO
Funcionários R$ ,00 Prestadores de serviço R$ ,00 Despesas Administrativas R$ ,00 Reunião Conselho Curador R$ ,00 (1 x 5 pessoas) Reunião Conselho Técnico R$ ,00 (4 x 5 pessoas) Subtotal 1 R$ ,00 Horas técnicas (*) horas/mês a R$180/hora Subtotal 2 R$ ,00 TOTAL R$ ,00 (*) As horas técnicas aqui computadas são de especialistas que darão suporta na analise dos materiais.

25 QUESTÕES FINANCEIRAS 3. ADMINISTRAÇÃO
CUSTO DE ANÁLISE Custo mensal de operação R$ ,00 Quantidade de fichas avaliadas por mês 20 Custo de análise (por ficha) R$ 3.343,00 Revalidação Anual (50 %) R$ 1.671,00

26 PATROCINIO BENEFICIOS Exposição no site
Valor do posicionamento da marca frente a questões de sustentabilidade Representatividade e Idoneidade das entidades envolvidas Divulgação da Logomarca em todos os eventos das 5 entidades relacionados ao Guia de Materiais Sustentáveis 26

27 PATROCINIO Tipo PLATINA
Espaço dividido entre duas empresas pelo prazo de 1 ano a partir do lançamento Full Banner Randômico em topo de página Logomarca nas fichas técnicas Logomarca nos eventos do Guia Valor do contrato anual por empresa: R$ ,00 27

28 PATROCINIO Tipo OURO Espaço exclusivo de uma empresa pelo prazo de 1 ano a partir do lançamento Banner Fixo em topo de página Logomarca nos eventos do Guia Valor do contrato anual por empresa: R$ ,00 28

29 PATROCINIO Tipo PRATA Espaço dividido entre cinco empresas pelo prazo de 1 ano a partir do lançamento Logomarca randômica Logomarca nos eventos do Guia Valor do contrato anual por empresa: R$ ,00 29

30 CRONOGRAMA 30

31 31

32 Grupo de Trabalho de Sustentabilidade da AsBEA (GTS)
Subgrupo do Guia de Materiais Milene S. Abla Scala (Coordenadora do Trabalho) Ana Lucia Siciliano Eloise Amado Guinter Parschalk Marcio Porto 32


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