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Perceber a nossa dignidade de participantes do Sacerdócio de Cristo Tomar consciência de que toda a vida do cristão deve ser um sacrifício espiritual.

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Apresentação em tema: "Perceber a nossa dignidade de participantes do Sacerdócio de Cristo Tomar consciência de que toda a vida do cristão deve ser um sacrifício espiritual."— Transcrição da apresentação:

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2 Perceber a nossa dignidade de participantes do Sacerdócio de Cristo Tomar consciência de que toda a vida do cristão deve ser um sacrifício espiritual

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4 Cântico: Fizestes de nós, Senhor, para Deus, um reino de sacerdotes Ap 4,11; 5, (Liturgia das Horas – Solenidade de Cristo Rei) 11 «Sois digno, Senhor nosso Deus,* de receber a glória, a honra e o poder; de receber a glória, a honra e o poder; porque fizestes todas as coisas,* e pela vossa vontade existiram e pela vossa vontade existiram e foram criadas. e foram criadas. 9 Sois digno de receber o livro e de abrir suas páginas seladas,* porque fostes imolado, porque fostes imolado, e nos remistes para Deus com o vosso sangue,* homens de toda a tribo, língua, povo e nação, homens de toda a tribo, língua, povo e nação,

5 Cântico: Fizestes de nós, Senhor, para Deus, um reino de sacerdotes Ap 4,11;5, (Liturgia das Horas – Solenidade de Cristo Rei) 10 e fizestes de nós, para Deus, um reino de sacerdotes,* que reinarão sobre a terra. que reinarão sobre a terra. 12 É digno o Cordeiro que foi imolado* de receber o poder e a riqueza, de receber o poder e a riqueza, a sabedoria e a força, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor.» a honra, a glória e o louvor.»

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7 Diz o Código do Direito Canónico, Cân. 204, § 1: Fiéis são os que, incorporados em Cristo pelo Baptismo, foram constituídos como povo de Deus e se tornaram a seu modo participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, e, segundo a condição própria de cada um, são chamados a exercer a missão que Deus confiou à Igreja para esta realizar no mundo (Cfr. LG, 31).

8 Jesus foi constituído por Deus Pai como Sacerdote, Profeta e Rei. E como Ele Se fez, pela Encarnação, a Cabeça da Igreja, todo o Povo de Deus, por Ele, passou a participar dessas três funções do Salvador; consequentemente, assumimos com Ele a responsabilidade da missão salvífica da humanidade, com todo o serviço do Reino

9 Inseridos ou incorporados em Cristo pelo Baptismo, nós somos um com Ele e, portanto, co-responsáveis pela Sua missão redentora.

10 Cristo é oúnico e verdadeiro Sacerdote. Cristo é o único e verdadeiro Sacerdote. Cada baptizado é chamado a participar no Seu Sacerdócio. A missão sacerdotal de Cristo é também nossa.

11 A Sagrada Escritura recorda, em diversas passagens, esta nossa condição sacerdotal: Ele fez de nós um reino, sacerdotes para Deus e seu Pai (Ap 1,6); A Sagrada Escritura recorda, em diversas passagens, esta nossa condição sacerdotal: Ele fez de nós um reino, sacerdotes para Deus e seu Pai (Ap 1,6);

12 Vós sois linhagem escolhida, sacerdócio régio, nação santa, povo adquirido em propriedade, a fim de proclamardes as maravilhas daquele que vos chamou das trevas para a sua luz admirável (1Pe 2,9);

13 também vós - como pedras vivas - entrais na construção de um edifício espiritual, em função de um sacerdócio santo, cujo fim é oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por Jesus Cristo (1Pe 2,5).

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15 O antigo culto, privilégio de alguns apenas, está agora ao alcance de todos e não apenas do Sumo- sacerdote O antigo culto, privilégio de alguns apenas, está agora ao alcance de todos e não apenas do Sumo- sacerdote.

16 O novo culto é concedido a todos e em todo o tempo, desde que incorporados em Cristo pelo Baptismo e pelo esforço de viver permanentemente unidos a Ele e aos outros.

17 Não basta ter sido baptizado; é preciso viver a nossa condição de pedras vivas, sempre dispostas a edificar aquele edifício espiritual de que Cristo é a Pedra angular, no qual todos somos participantes, onde cada um tem o seu lugar único e especial, sempre em comunhão com os outros, para que o edifício seja firme sobre a Pedra angular. Não basta ter sido baptizado; é preciso viver a nossa condição de pedras vivas, sempre dispostas a edificar aquele edifício espiritual de que Cristo é a Pedra angular, no qual todos somos participantes, onde cada um tem o seu lugar único e especial, sempre em comunhão com os outros, para que o edifício seja firme sobre a Pedra angular.

18 Todos os Baptizados são, por Cristo, com Cristo, em Cristo, um sacerdócio santo, oferecendo-se com Ele, como Ele como vítimas ao Pai.

19 S. Paulo diz-nos (Rom 12,1) : Eu vos exorto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a oferecerdes os vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus:

20 Tudo isto não no temor, mas na confiança e na alegria (Heb 4,16; 10,19-22; 13,15). Tudo isto não no temor, mas na confiança e na alegria (Heb 4,16; 10,19-22; 13,15).

21 Podemos perguntar: Como viver este sacerdócio assim? Como viver este sacerdócio assim? Uma das respostas é-nos dada pelo exemplo dos primeiros cristãos em Act 2, 42-47, Uma das respostas é-nos dada pelo exemplo dos primeiros cristãos em Act 2, 42-47, mostrando uma comunidade de cristãos unida na caridade e na fidelidade aos ensinamentos de Jesus: mostrando uma comunidade de cristãos unida na caridade e na fidelidade aos ensinamentos de Jesus: Podemos perguntar: Como viver este sacerdócio assim? Como viver este sacerdócio assim? Uma das respostas é-nos dada pelo exemplo dos primeiros cristãos em Act 2, 42-47, Uma das respostas é-nos dada pelo exemplo dos primeiros cristãos em Act 2, 42-47, mostrando uma comunidade de cristãos unida na caridade e na fidelidade aos ensinamentos de Jesus: mostrando uma comunidade de cristãos unida na caridade e na fidelidade aos ensinamentos de Jesus:

22 ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção do pão e às orações. ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção do pão e às orações. Act 2, 42-47

23 e oferecer no altar do coração a hóstia imaculada da nossa piedade? Não será função sacerdotal consagrar ao Senhor uma consciência puraNão será função sacerdotal consagrar ao Senhor uma consciência puraNão será função sacerdotal consagrar ao Senhor uma consciência pura (S. Leão Magno, séc V - Sermões 4,1).

24 Do mesmo modo que oferecemos no altar do coração esse sacrifício de que fala S. Leão Magno, oferecemos no altar da vida de todos os dias o nosso esforço de nos santificarmos e de santificarmos o mundo em que vivemos. Do mesmo modo que oferecemos no altar do coração esse sacrifício de que fala S. Leão Magno, oferecemos no altar da vida de todos os dias o nosso esforço de nos santificarmos e de santificarmos o mundo em que vivemos.

25 Tudo quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai.Tudo quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai. Em Col 3,17 S. Paulo resume esta nossa missão sacerdotal nas recomendações que faz aos cristãos:

26 assumimos a nossa comum vocação sacerdotal ao oferecermo-nos com Cristo, na hóstia consagrada, ao Pai do Céu. Mas é nos sacramentos, especialmente na Eucaristia, que todos nós, de modo ainda mais íntimo unidos a Cristo e aos irmãos, juntamente com o sacerdócio ministerial,

27 1 – Se Cristo é o único sacerdote, porque podemos dizer que todos os baptizados são sacerdotes também? 2 – Em que consiste o nosso sacerdócio? (ler as passagens bíblicas indicadas no texto e completar com mais algumas) 3 – Como expressamos na Eucaristia a nossa condição sacerdotal? 1 – Se Cristo é o único sacerdote, porque podemos dizer que todos os baptizados são sacerdotes também? 2 – Em que consiste o nosso sacerdócio? (ler as passagens bíblicas indicadas no texto e completar com mais algumas) 3 – Como expressamos na Eucaristia a nossa condição sacerdotal?

28 1Pe 2,9 - Vós, porém, sois linhagem escolhida, sacerdócio régio, nação santa, povo adquirido em propriedade, a fim de proclamardes as maravilhas daquele que vos chamou das trevas para a sua luz admirável; Ap 1,6 - e fez de nós um reino, sacerdotes para Deus e seu Pai; 1Pe 2,5 - também vós - como pedras vivas - entrais na construção de um edifício espiritual, em função de um sacerdócio santo, cujo fim é oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.

29 Heb 13,15 - Por meio dele, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. Heb 10, Temos, pois, irmãos, plena liberdade para a entrada no santuário por meio do sangue de Jesus. Ele abriu para nós um caminho novo e vivo através do véu, isto é, da sua humanidade e, tendo um Sumo Sacerdote à frente da casa de Deus, aproximemo-nos dele com um coração sincero, com a plena segurança da fé, com os corações purificados da má consciência e o corpo lavado com água pura. Heb 4,16 - Aproximemo-nos, então, com grande confiança, do trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e encontrar graça para uma ajuda oportuna.

30 Declamar com unção o poema, seguido de breves instantes de silêncio. Ou então outra oração à escolha. Ofertório Aceita, Senhor, a cor cinzenta deste fim de tarde Aceita o rumor de fundo donde Te chamamos Aceita o pão e as dores do nosso mundo O vinho e as mãos que são de sangue e são de festa Aceita o dom que Te oferecemos O dom maior e mais perfeito: Jesus Cristo, nossa aliança No Espírito, Que nos sustenta os braços E em nós clama: Pai! (Ofertório, de José Augusto Mourão. In: Dizer Deus ao (des)abrigo do Nome)

31 Siglas usadas neste texto: Ap = Apocalipse Act = Actos dos Apóstolos LG = Lumen Gentium = Constituição Dogmática sobre a Igreja Mt = Mateus 1Pe = Primeira Carta de Pedro Rom = Carta de São Paulo aos Romanos Heb = Carta aos Hebreus Siglas usadas neste texto: Ap = Apocalipse Act = Actos dos Apóstolos LG = Lumen Gentium = Constituição Dogmática sobre a Igreja Mt = Mateus 1Pe = Primeira Carta de Pedro Rom = Carta de São Paulo aos Romanos Heb = Carta aos Hebreus

32 Texto – Escolhidos e Enviados Imagens – Internet Realização – Maria Rosária Nunes Franciscana Missionária de Maria


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