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Aspectos Organizacionais de Tecnologia da Informação

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Apresentação em tema: "Aspectos Organizacionais de Tecnologia da Informação"— Transcrição da apresentação:

1 Aspectos Organizacionais de Tecnologia da Informação
Profa. Vivian Borim Borges Faculdades Alves Faria

2 Apresentações Do Time de Trabalho Professora; Alunos.
Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

3 Bibliografia ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio Eletrônico. São Paulo:Atlas, 1999. JÚLIO, Carlos Alberto; SALIBI NETO, José. E-business e tecnologia. São Paulo: Publifolha, (Coletânea HSM management). LAUDON, Kenneth C., Loundon, Jane P.. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

4 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS
Módulo 01 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

5 Desafios da Major League Baseball
Problemas Organizacionais Queda na receita dos canais de venda tradicionais Queda na base de clientes Aumento dos custos Formular a estratégia empresarial Monitorar a venda de ingressos Expandir os canais de venda Formar comunidade on-line de torcedores Emissor de ingressos por celular Pessoas Sistemas de Informação Solução organizacional Organização Vender Ingressos eletronicamente Identificar boas oportunidades de vendas Fornecer informações on-line para torcedores Oferecer jogos on-line - Aumentar as vendas Tecnologia Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

6 Transformação do ambiente de negócio
O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios conteporâneo. Transformação do ambiente de negócio 2005: contas de celulares ultrapassa telefone fixo; 2005: mais de 40 milhões de empresas com registro de domínio; 2005: a Fedex transportou aproximadamente 100 milhões de encomendas, e a United Parcel Service (UPS) mais de 380 milhões; Mais de 35 milhões de pessoas recebem notícias on-line. 32 milhões de norte-americanos lêem blogs, e mais de 8 milhões os escrevem; As receitas de publicidade on-line do Google ultrapassam os 6 bilhões de dólares em 2005; Publicidade na web cresce 30 por cento ao ano, rendendo mais de 11 bilhões de dólares em 2005. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

7 Objetivos organizacionais dos sistemas de informação
Excelência Operacional; Novos produtos, serviços e modelos de negócio; Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores; Vantagem competitiva; Sobrevivência; No site da Dell Computer, os clientes podem selecionar as opções desejadas e encomendar seu computador customizado. O sistema de montagem sob medida da empresa é importante fonte de vantagem competitiva. No site da Dell Computer, os clientes podem selecionar as opções desejadas e encomendar seu computador customizado. O sistema de montagem sob medida da empresa é importante fonte de vantagem competitiva. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

8 E-BUSINESS: COMO AS EMPRESAS USAM OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Módulo 2 E-BUSINESS: COMO AS EMPRESAS USAM OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

9 O ambiente empresarial competitivo e a empresa digital emergente
Quatro grandes mudanças de âmbito mundial que alteraram o ambiente empresarial: A emergência da economia global A transformação das economias insdustriais A transformação da empresa A emergência da empresa digital Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

10 A experiência da Kia Motors
Problemas Organizacionais Alta incidência de defeitos; Novas exigências governamentais de prestação de informações; Monitorar queixas de clientes Desenvolver soluções de melhoria da qualidade Monitorar defeitos Implantar os software da Infogain Fazer interface com o sistema do CRM Pessoas Sistemas de Informação Solução organizacional Organização Identificar defeitos e problemas de qualidade Reduzir custos Aumentar as vendas Tecnologia Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

11 Síntese de Administração
Organização A nova infra-estrutura de tecnologia de informação pode aprimorar o desempenho organizacional, fazendo com que a informação flua mais suavemente entre diferentes partes da organização e seus clientes, fornecedores e outros parceiros de valor. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

12 Síntese da Administração
Tecnologia A tecnologia da Internet está provendo a conectividade para a nova infra-estrutura de tecnologia de informação e para a empresa digital utilizando o modelo de referência TCP/IP e outros padrões para extrair, formatar e exibir informações. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

13 Para discutir Comenta-se que desenvolver uma infra-estrutura de TI para comércio e negócios eletrônicos é, acima de tudo, uma decisão empresarial, e não uma decisão tecnológica. Discuta. Uma estrutura de TI totalmente integrada é essencial para o sucesso da empresa. Você concorda? Justifique sua resposta. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

14 A Internet e a Nova-Estrutura da Tecnologia da Informação
O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação (IT) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura? Como a Internet funciona? Quais são seus principais recursos? Como as organizações podem se beneficiar da Internet? Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

15 Redes Empresariais e Redes Integradas
Organização dos recursos de hardware, software, redes e dados da empresa Cria uma rede de âmbito empresarial que conecta muitas redes menores Redes integradas (internetworking) Conecta redes separadas em uma rede interconectada Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

16 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

17 Intranet É um sistema de informação implementado em uma rede local, que utiliza a mesma tecnologia disponível para a Internet (FTP, , WWW, etc); Disponibilização e a visualização de documentos multimídia; Servidor exclusivo; Acesso controlado por senhas; Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

18 Intranet Infra-estrutura geralmente é uma rede de microcomputadores interna na empresa, interligados entre si por algum padrão de redes; “Internet particular”. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

19 Extranet Quando a intranet extrapola os limites geográficos da organização, e se estende a distâncias maiores (interligando filiais geograficamente distantes), ela passa a ser denominada de extranet; Algumas intranets e extranets operam apoiadas na própria Internet. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

20 Extranet É um processo inverso da Intranet: garante a comunicação entre a empresa e o público externo, como revendedores, distribuidores, acionistas, franquias, fornecedores e terceirizados; Oferece acesso restrito Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

21 Extranet - Benefícios Acompanhamento de processos, produtos e projetos elaborados; Processamento de encomendas; Acesso ás promoções; Colaboração com sugestões e críticas; Interação com todos os departamentos da empresa; Aplicações business-to-business. Fonte: Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

22 As Bases da Internet Conectividade: a base de conexão dos computadores ligados através de uma rede, e que podem transferir qualquer tipo de informação digital entre si; Heterogeneidade: diferentes tipos de computadores e sistemas operacionais podem ser conectados de forma transparente;   Navegação: é possível passar de um documento a outro através de referências ou vínculos de hipertexto, que facilitam o acesso não linear aos documentos;   Execução distribuída: determinadas tarefas de acesso ou manipulação na intranet só podem ocorrer graças à execução de programas aplicativos, que podem estar no servidor, ou nos microcomputadores que acessam a rede; Os programas são ativados através da WWW, permitindo grande flexibilidade. Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

23 Características da Internet
Investimento inicial para montar uma Internet é relativamente baixo; Razoável custo de manutenção e expansão; Maior atualidade da informação disponível; Maior variedade de formatos e tipos de informação; Uso eficiente dos recursos de informática da organização; Uso de arquiteturas abertas. Fonte: Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

24 Benefícios organizacionais das tecnologias de Internet e Web
Conectividade e alcance global Custos de comunicação reduzidos Custos de transação mais baixos Custos de agência reduzidos Interatividade, flexibilidade e customização Distribuição acelerada de conhecimento Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

25 O desafio de gerenciar a nova infra-estrutura de tecnologia de informação
Perda de controle da administração Desafios de conectividade e integração de aplicações Requisitos de mudança organizacional Custos ocultos da computação empresarial integrada Escalabilidade, confiabilidade, segurança Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

26 Questões e Decisões de Administração
Gestão da mudança Educação e treinamento Disciplinas de gerenciamento de dados Planejamento de conectividade e de integração de aplicações Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

27 COMÉRCIO ELETRÔNICO Módulo 3 Gestão T.I. – ALFA viborim@uol.com.br
Vivian Borim

28 Comércio Eletrônico A economia na Internet
Comércio eletrônico e o Ambiente Empresarial

29 Objetivos Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios? O que é comércio eletrônico? Como esse tipo de comércio mudou o varejo ao consumidor e as transações entre empresas? Quais são os principais sistemas de pagamento do comércio eletrônico?

30 Objetivos Como a tecnologia da Internet pode apoiar os negócios eletrônicos e o gerenciamento da cadeia de suprimento? Quais são os maiores desafios gerenciais e organizacionais apresentados pelo comércio eletrônico e pelos negócios eletrônicos?

31 Tecnologia de Internet e a empresa digital
Infra-estrutura de tecnologia da informação: Provê um conjunto de tecnologias universal e fácil de usar e padrões tecnológicos que podem ser adotados por todas as organizações Comunicação direta entre parceiros de negócios: Desintermediação remove camadas intermediárias e tornando os processos mais eficientes

32 Tecnologia de Internet e a empresa digital
Serviço contínuo: Sites Web disponíveis aos consumidores 24 horas por dia Canais de distribuição expandidos: Lojas criadas para atrair clientes que caso contrário não escolheriam a empresa Custos de transação reduzidos: Custos menores para buscar compradores, vendedores etc.

33 Como a Internet Reduz custos de Transação
Tradicional (em dólares) Internet Verificar Saldo de Conta Bancária 1,08 0,13 Responder a uma pergunta do Cliente 10 a 20 0,10 a 0,20 Negociar Cem Ações 100 9,95 Atualizar o registro de um funcionário 128 2,32 Processar um Pedido 15 0,80 Enviar o folder de Propaganda 0,75-10,00 0-0,25 Pagar uma conta 2,22-3,32 0,65-1,10

34 Infra-estrutura genérica para CE

35 Modelo Integrado de CE (1)

36 Modelo Integrado de CE (2)
Políticas e regras públicas Aspectos legais, regulamentação dos setores e mercadores e normas oficiais. Políticas e padrões técnicos Aspectos de padronização para a compatibilização dos componentes do ambiente técnico, políticas de tratamento e comunicação de informações, interfaces. Infovia pública Rede mundial + serviços on-line apoiados na rede; Ênfase no acesso livre e de baixo custo; Integração dos vários ambientes sem nenhuma restrição. Aplicações e serviços genéricos Oferecidos pelos servidores como: correio eletrônico, transferência de arquivos, salas virtuais, algoritmos e softwares de criptografia Aplicações de Comércio Eletrônico Baseadas nas camadas anteriores visando atender às necessidades de uma organização ou grupo como: home banking, vídeo sob demanda, shopping centers virtuais Fonte: ALBERTIN, A. L. Comércio Eletrônico: modelos, aspectos e contribuições de sua aplicação. - São Paulo: Atlas, 1999.

37 A Estratégia em e-Business 1.1 e-Business: Evolução, Revolução ou Moda?

38 O cenário em Não havia dúvida que estávamos no meio da revolução do E-Business. Crescimento exponencial, com o comércio eletrônico alcançando trilhões de dólares de resultado. Empresários da Internet sendo entrevistados em “talk-shows”, aparecendo em capa de revistas...

39 O cenário em Alguns diziam que era um milagre econômico, e vários acreditaram nisso - daí a hiper valorização das chamadas empresas virtuais. Fundos de investimento canalizando bilhões para empresas start-up, e todos os empreendimentos visando o IPO(Initial Public Offer)

40 Só que em abril de ... a “bolha” explodiu!

41 O que aconteceu? A visão se tornou extremamente pessimista, até mais do que era razoável. Há razão para todo este pessimismo ou a reação se tornou exagerada?

42 Razões para se opor ao pessimismo
O uso da Internet não para de crescer em todo o mundo. Empresas tradicionais migram em massa para a nova tecnologia. Das 400 maiores empresas americanas, mais de 20% já implementou, com sucesso, aplicações baseadas na Web.

43 Questões a serem analisadas hoje
O que está em questão não é se a Internet facilita as comunicações ou proporciona acesso à informação e ao entretenimento. Ela faz isso tudo e mais. O que ainda não há consenso é se as tecnologias de E-Business representam uma revolução na forma de se conduzir os negócios ou são somente uma aplicação restrita a um nicho/segmento de mercado.

44 Revolução ou Evolução É definida em função do impacto e da profundidade das mudanças na vida dos indivíduos. Desta forma, em relação às atividades empresariais, dificilmente pode-se dizer que houve uma mudança radical no cotidiano da grande maioria das empresas. Neste caso, seria mais prudente falar em evolução...

45 A (r)evolução do B2C Do que era falado: que a Internet teria um impacto profundo em todos os mercados, mas que a grande oportunidade seria o de vendas ao consumidor final (B2C), que seria atraído pela conveniência de se fazer compras a qualquer instante (24 x 7) e com preços menores, além de estabelecer relações personalizadas com as lojas virtuais.

46 A (r)evolução do B2C No entanto, para o consumidor, a Internet é mais uma adição para suas vidas do que algo que seja indispensável. Desta forma, somente uma pequena proporção (em média, 2 a 3%) das compras do consumidor final migrou para a Internet (livros chegam a 6%) No entanto, em alguns setores, a migração foi maciça. No setor de passagens aéreas nos EUA, hoje a proporção de vendas online chega a 58%.

47 A realidade do B2B A visão que o grande mercado eletrônico era o interempresarial (B2B) veio depois, com a constatação que o grande ganho estaria na integração das cadeias de valor e na redução de custos das transações.

48 A nova fase do E-Business
Nesta nova fase pós-bolha, o foco migra das estratégias de startup das “Empresas Virtuais” (Amazon, E-bay, Submarino, etc) para estratégias que permitam obter vantagens competitivas sustentáveis para as “Empresas Reais”.

49 Faculdades Alves Faria
Adaptação As empresas estão se adaptando para a Nova Economia ou melhor: As empresas estão se adaptando para tirar proveito de novas oportunidades proporcionadas por novas formas de fazer de negócio. Profa. Vivian Borim

50 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
PAÍSES COM MAIOR NÚMERO DE INTERNAUTAS # Pais Usuários da Internet (milhões) População ( milhões) Adoção da Internet Fonte   1 United States 209 299 70 % Nielsen//NR 2 China 123 1.306 9 % CNNIC 3 Japan 86 128 67 % eTForecasts 4 Germany 51 83 61 % C.I.Almanac India 40 1.112 4 % 6 United Kingdom 38 60 63 % ITU 7 Korea (South) 34 eTForecast 8 Italy 31 59 52 % 9 France 30 61 48 % 10 Brazil 188 16 % TOP 20 Countries 836 4.064 19.9 % IWS  Total World - Users 1,076 6,499 15.7 %    Fonte: e institutos diversos

51 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
QUANTIDADE DE PESSOAS CONECTADAS A WEB NO BRASIL Data da Pesquisa População total  IBGE Internautas (milhões)   %  da População Brasileira  Nº de Meses (base=jan/96) Crescimento  Acumulado (base=jul/97) Fontes de pesquisa Internautas 2006 /dez 188,6 30,01 16% 106 2.508% InternetWorldStats 2005 /jan 185,6 25,90 13,9% 2.152% 2004 /jan 178,4 20,05 11,5% 95 1.686% Nielsen NetRatings 2003 /jan 176,0 14,32 8,1% 83 1.143% 2002/ago 175,0 13,98 7.9% 78 1.115% 2001/set 172,3 12,04 7.0% 67  947% 2000/nov 169,7  9,84  5.8% 59 756% 1999/dez 166,4 6,79  7.1% 48 490%  Computer Ind. Almanac 1998/dez 163,2 2,35  1.4% 36 104% IDC 1997/dez 160,1 1,30  0.8% 24 13% Brazilian ISC 1997/jul 1,15  0.7% 18 - Fonte: e institutos diversos

52 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
ACESSO  A INTERNET NO BRASIL  - Indicadores Gerais  Brasil Internautas c/ acesso doméstico - (milhões) 22,1 Usuários Ativos  (milhões) 14,4  Número médio de sessões na Internet por mês 32 Número de sites visitados por mês 57 Tempo de navegação no mês  (hs) 21:38 Tempo médio gasto em cada página visualizada (seg) 00:47 Fonte NielsenNetratings  /  Compilação Internautas refere-se a quantidade de pessoas que tem acesso à Internet nas residências. Usuários ativos: que tiveram pelo menos um acesso à Internet no mês anterior

53 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
EVOLUÇÃO VAREJO ON-LINE   Pesquisa e-Bit Fonte eBit   Compilação I Não considera as vendas de automóveis, passagens aéreas e leilões on-line.

54 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
Evolução da Vendas no  Natal e Ticket médio Dezembro Data da Pesquisa FATURAMENTO (R$ milhões)  Variação em relação ao mesmo período do ano anterior Faturamento acumulado no ano    (R$ milhões)   Ticket Médio NATAL 2005 (15/11 a 23/12) 458,0 61% 2.500,0 272,00 NATAL 2004 (15/11 a 23/12) 284,0 39% 1.750,0 320,00 NATAL 2003 (15/11 a 23/12) 204,0 55% 1.180,0 315,00 Fonte: Levantamento realizado pela empresa e-Bit  /  Compilação:  Nota: não estão incluídos  neste indicador o faturamento de sites de leilão, as vendas de passagens aéreas e vendas de automóveis.

55 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
PRODUTOS MAIS VENDIDOS NO VAREJO ON-LINE NO BRASIL       Pesquisa eBit Produto 2003 2004 2005 CD´s e DVD´s 32% 26% 21% Livros e Revistas 24% 18% Eletrônicos 9%  Saúde e Beleza 3,3% 7,2% 8% Informática 4,7% 6,0% 7% Outros 37% Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit  Compilação: 

56 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
Quantidade de e-consumidores no Brasil - eBit (em milhões) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 consumidores na Internet 1.1 2.0 2.6 3.4 4.8 7.0 9.5  cresc. % - 81% 30% 31% 41% 46% 36% Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit  Compilação: 

57 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
PERFIL DO CONSUMIDOR - PESQUISA  e-Bit Renda Familiar – Quantidade de Transações: Idade - Quantidade de Transações: Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit  Compilação: 

58 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET
PERFIL DO CONSUMIDOR - PESQUISA  e-Bit Grau de Escolaridade – Quantidade de Transações: Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit  Compilação: 

59 Uma (r)evolução no Varejo
Faculdades Alves Faria Uma (r)evolução no Varejo A Amazon transforma o varejo. Profa. Vivian Borim

60 Uma (r)evolução no Varejo
Faculdades Alves Faria Uma (r)evolução no Varejo Profa. Vivian Borim

61 GOL – Internet para reduzir custos
Faculdades Alves Faria GOL – Internet para reduzir custos Empresa area low-fare Usa a Internet e a tecnologia para reduzir os custos na venda de passagens. Em apenas 15 dias atingiu a meta de ter ocupação de média 50% nos voôs A venda de bilhetes pela Internet chega a 46% do total de vendas e espera-se que este número suba para 60% Profa. Vivian Borim

62 Gol – Venda On-Line

63 Módulo 5 M-cOMMERCE Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

64 Europa Mais de 8 bilhões de mensagens via SMS por mês
Europa Ocidental: $62 bilhões em receita em 2005 60% de tráfego de dados será Mensagens e 28% Information services e M-commerce services Source: Yankee Group / Forrester Research

65 Percentage of Ownership Years since introduction
Velocidade de Adesão Television (1926) Electricity (1873) 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 Radio (1905) VCR (1952) Microwave (1953) Telephone (1876) Automobile (1886) Cell Phone (1983) PC (1975) Internet (1975) Percentage of Ownership 1 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 Years since introduction Source: Forbes Magazine, July 7, 1997

66 Necessidade de soluções próprias
Internet sem fio necessita soluções próprias quando comparadas com a Internet tradicional: O mercado é diferente O dispositivo é diferente A necessidade do usuário é diferente!!

67 Wireless Serviços baseados em localização
Relatórios de tráfego em tempo real Recomendação de eventos e restaurantes Propaganda altamente customizada Serviços de mensagem para localização de parceiros Soluções Empresariais Acesso a Acesso a bases de dados “Intranet Global” Informação atualizada através de tecnologia “push”

68 Serviços de Viagem e Turismo
Wireless Serviços Financeiros Saldos e Extratos bancários Pagamento de contas Compra e venda de ações Transferência de fundos Serviços de Viagem e Turismo Aquisição e troca de cartões de embarque Agendamento Reservas

69 Wireless Jogos, Apostas e Entretenimento
Jogos multi-player online em tempo real Download de horóscopos, tiras de HQ “M”- Commerce Comparação de preços instantânea Compra por impulso Ofertas especiais e vendas baseadas na localização

70 Aplicações de Dados 2G 2,5G 3G Aparelhos / Aplicações
Portais Web customizados Video Conferência Streaming Video Thin Client Computing Video remoto Fotografia remota 2G 2,5G Seviços de infor. pessoal Streaming Audio E-Commerce Imagem paradas Acesso à Intenet (browsing) Aparelhos / Aplicações 3G Microbrowser Conteúdo (baseado em texto) Organizer SMS Acesso à Internet (limitado) 9.6Kbps 14.4 Kbps 64 Kbps 144 Kbps 384 Kbps VoxML 1998/1999 1999/2000 2001/2002 2002/2004 Taxa de transmissão

71 Velocidade de Tx de Dados -
Tendências para o futuro - Visão 3G 32 64 9.6 128 144 384 2,000 1G 2G 3G Voz Mensagens Texto Video Streaming Imagens Paradas Audio Streaming Velocidade de Tx de Dados - kbps E-Commerce

72 Novos tipos de terminais e a convergência dos dispositivos

73 Business to business Módulo 6 Gestão T.I. – ALFA viborim@uol.com.br
Vivian Borim

74 Mercados B2B Conceito: comunidade de empresas compradoras e empresas fornecedoras realizando transações comerciais suportadas por uma infra-estrutura de serviços de e-business.

75 O Paradigma da Liquidez (Efeito Tostines)
Quanto mais compradores e vendedores forem agregados em um mercado B2B, mais “líquido” ele se torna, causando um aumento da eficiencia do seu mecanismo de fixação de preços, criando uma realimentação onde os vendedores são atraídos para o mercado com os compradores mais potencialmente valiosos e o aumento no número de vendedores torna o mercado mais atraente para os compradores, resultando em mais transações no mercado.

76 Requisitos de um Mercado B2B
Neutralidade e Confidencialidade Transparência Contratos, documentos e produtos padronizados Pré-qualificação dos usuários Disseminação de preços e informações sobre os produtos

77 Mecanismos de fixação dinâmica de preços
O objetivo é juntar todos as potenciais ordens de compra e venda e permitir que estas ordens otimizem os preços Basicamente os sistemas de leilões funcionam desta forma.

78 Leilões Reversos Os compradores especificam os itens que querem adquirir e diversos vendedores competem para fechar o negócio. Esta abordagem claramente favorece os compradores, especialmente se existem diversos vendedores aptos a fornecer itens de acordo com os requisitos estabelecidos.

79 Preço Leilões Reversos Nos leilões reversos o preço tende a cair à medida em que se aproxima o encerramento do leilão. Tempo Este tipo de leilão é o adotado pelos mercados B2B horizontais, como o FreeMarkets e o VerticalNet, bem como nas extranets das empresas.

80 Leilões Reversos Detalhes Interessantes
Os itens em que serão feitas ofertas são normalmente agrupados em lotes e são “convidados” fornecedores em número suficiente para que haja competição. O mercado pré-qualifica os fornecedores de forma a garantir que sejam aceitáveis para o comprador e fornece informações completas (ex. requisitos de qualidade) para o vendedor. O comprador não é obrigado a aceitar os menores preços.

81 Leilões Reversos Detalhes Interessantes
Durante um leilão reverso, os fornecedores permanecem anônimos uns para os outros, mas estes podem ver as ofertas que estão sendo realizadas. Já o comprador tem acesso tanto à identidade quanto à oferta. Normalmente um leilão deste tipo demora de 1 a 3 horas.

82 Formas de Obtenção de Receita para um Mercado B2B
Taxas por transação % do ganho obtido Taxas por postagem Assinatura Hospedagem Venda ou Licenciamento de Informações Publicidade e Marketing Outros serviços de valor agregado

83 Ambiente Mediado por Computador
Aspectos da Comunicação de Marketing: - Muitos para Muitos: Cliente não se comunica apenas com a empresa fornecedora mas também outros clientes e com os concorrentes da empresa fornecedora. Ambiente Mediador: A informação e o conteúdo não são transmitidos diretamente de um emissor para um receptor. Interatividade com o meio: os usuários podem modificar a forma e o conteúdo.

84 Modelos B2B 1) Um para Muitos 2) Alguns para Muitos
3) Muitos para Muitos 4) Muitos para Alguns 5) Muitos para Um 6) Um para Um

85 Modelos B2B 1) Um para Muitos 2) Alguns para Muitos
3) Muitos para Muitos 4) Muitos para Alguns 5) Muitos para Um 6) Um para Um Orientados à Venda Orientados ao Intermediário Orientados à Compra Orientados à Cadeia

86 1) Um para Muitos Sell Side
Também chamados de portais corporativos de venda ou catálogos online. Estes sites hospedam um único fornecedor, que exibe o seu catálogo de produtos e respectivos preços, geralmente fixos. Exemplos clássicos: Cisco.com, Dell.com Sell Side

87 1) Um para Muitos Canal complementar ou exclusivo de vendas
Compradores utilizam múltiplos web sites de fornecedores Clientes são, principalmente, pequenas e médias empresas Características: Marca forte; utilizado para especificação dos produtos. Muitos Compradores Um Fornecedor Empresa A Empresa B Empresa C Fonte: Mercado Eletrônico

88 e-Distribution 2) Alguns para Muitos
São também chamados de “Shoppings B2B ou e-Distribution” Estes portais agregam diversos catálogos de diversos fornecedores de forma a atrair uma maior audiência, utilizando um único formato. Ex. Cportal (www.cportal.com.br), Metalsite (http://www.metalsite.com) e-Distribution

89 e-Marketplaces 3) Muitos para Muitos
Portais como o FreeMarkets ou o Webb criam uma ampla rede de compradores e vendedores. Normalmente, os esquemas de preço são dinâmicos, fazendo com que estes mercados sejam os mais eficientes possíveis. e-Marketplaces

90 3) Muitos para Muitos Vantagens para os vendedores: uma “loja” eletrônica pronta. Vantagens para os compradores: acesso a vários fornecedores, produtos, novidades, informações técnicas, reportagens, teste de produtos, logística e outros serviços de valor agregado (clearing, financiamento, etc).

91 3) Muitos para Muitos - Verticais
Atuação em setores industriais específicos Produtos/Serviços especializados Tendências: Globalização em segmentos concentrados. Regionalização em segmentos fragmentados Conhecimento profundo do setor industrial de atuação Fornecedores do Mesmo Segmento Compradores do

92 3) Muitos para Muitos - Horizontais
Atende a diversos setores da indústria Produtos/serviços padronizados Criados para facilitar a compra e venda de produtos/serviços de numerosos fornecedores & clientes Os benefícios percebidos são praticidade e funcionalidade Fornecedores de Diversos Segmentos Compradores de Diversos Segmentos

93 MRO 4) Muitos para Alguns
Portais como o Covisint (formados por GM, Ford DaimlerChrysler, Renault, Nissan, Peugeot) ou o Agrega (Souza Cruz e Ambev) são formados por gigantes industriais que criam catálogos conjuntos de compra. MRO

94 4) Muitos para Alguns O seu poder de barganha chega a ser ameaçador.
O FTC (Federal Trade Comission) criou uma comissão para monitorar o seu funcionamento. Muitos Fornecedores Alguns Compradores

95 e-procurement 5) Muitos para Um
Estes sites corporativos de compras são normalmente baseados em extranets. Atraem diversos fornecedores para um único comprador de grande porte, para Produtos ou serviços especializados ou específicos Muitos Fornecedores Um Comprador

96 6) Um para Um Objetivam a criação de “Corporações Virtuais” aprimorando Comunicação e Colaboração Não obrigatoriamente unem apenas duas empresas, podendo reunir vários parceiros Objetivos de negócio: Excelência: Cada parceiro traz sua competência central Eficiência: Melhor utilização de recursos Oportunismo: Maior agilidade

97 6) Um para Um Exemplo: IBM montou um Corporação Virtual objetivando combater os “Clones” de PC’s Cada uma das cinco empresas executou sua parte: Desenho e Projeto Montagem (build-to-order) Telemarketing Order fulfillment / Entrega Serviços e Suporte ao Cliente

98 Ambiente Mediado por Computador
Telepresença: Grau em que o usuário sente-se envolvido na web, transportando-se para o mundo real. Controle sobre o processo de comunicação. Mundo Virtual: a web não é uma simulação do mundo real; - Habilidade para interagir

99 Os novos modelos de negócio na internet
Loja Virtual; Infomediário; Brokers ou Intermediários de negócio; Capacitadoras de e-business; Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces.

100 Loja Virtual Vendas pela internet para seus clientes, oferecendo produtos, serviços e informações, tanto no mercado B2B quanto no B2C; Atrair público para a sua loja; Criar oferta atraente e exclusiva, de modo a gear a compra por parte do cliente; Coordenar rede de parceiros que alavancaram negócios e colaboram na criação de relacionamento com os clientes; Gerenciar múltiplos relacionamentos, assim como formá-los e dissolvê-los rapidamente; Possuir uma infra-estrutura flexível, robusta e planejamento para crescer em pouco tempo; Inovar continuamente produtos e serviços;

101 Infomediário São empresas que atuam como intermediárias na distribuição e na venda de conteúdo, também conhecido como agregadores de conteúdo, gateways ou portais. Sites de grande táfego e que funcionam como porta de entrada na internet, atraindo bastante público pela oferta gratuita de conteúdo e outros serviços. Parceiros de lojas virtuais, indicam clientes para elas e recebem um pagamento por cada usuário indicado, ou comissões sobre as intermediações e as vendas realizadas pelos usuários.

102 Brokers ou intermediários de negócio
Facilitam as transações de negócio aproximando compradores e vendedores. Os brokers não tem a posse de produtos, dependendo de parcerias para fechar negócios.

103 Tipos de Brokers - Intermediários de compra: e a PackageNet.com, que oferecem serviços para grupos de compradores, reduzindo os custos e aumentando a eficiência dos processos de procura e transação.

104 Tipos de Brokers Intermediários de venda: como a Autobytel.com, que presta serviços para grupos de vendedores. Intermediários de Transação: como a Travelocity, que presta serviço para compradores e vendedores simultaneamente, Leilões Virtuais – Ebay, Arremate.com.br.

105 Tipos de Brokers - COINS – Comunidades de interesse: como a empresa VerticalNet.com que presta serviço para compradores e vendedores de uma área particular de interesse e negócios; : 13 mil fornecedoras de suprimentos para hospitais e médicos e 70 mil compradores de organizações de saúde.

106 Avalista de Confiança São empresas que viabilizam uma atitude de confiança entre vendedores e compradores, oferecendo um ambiente seguro e “auditável”. Dois tipos: Avalistas de pagamentos Avalistas de confiança

107 Avalistas de Pagamento
É a empresa que garante transações de pagamento seguras, reduzindo o risco de fraude tanto para compradores quanto para vendedores. Ex: Verifone, Verisign,Paypal Visanet, os pagamentos com cartão de crédito são garantidos pela Visa.

108 Avalistas de Confiança
TradeSafe/AmbironTrustWave, é uma organização que oferece um ambiente autenticado e de confiança, no qual os compradores e vendedores podem realizar transações seguras.

109 Capacitadores de e-business
São organizações que criam e mantêm uma infra-estrutura no qual provedores de produtos e serviços podem realizar negócios, de modo confiável na internet. Oferecem tecnologia para e-commerce e serviços como suporte técnico, manutenção de software e hardware, gerenciamento de centros de processamento, redes corporativas e call centers, serviços de gerenciamento de logística. Ex: Federal Express, AuctionServices –

110 Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces
Agregam comunidades de interesse em torno de uma infra-estrutura comum por meio da internet, disponibilizando serviços que viabilizam as transações entre compradores e vendedores. Exemplo: mais de revendas de automóveis ,250 brokers, fornecedores de crédito, 30 bancos comerciais, 500 administradoras de frotas e 250 contas de leasing.

111 Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces
No Brasil: – Mercado Eletrônico Receitas de R$ 25 bilhões, com 38 mil fornecedores e cerca de 28 mil transações diárias com cotações e pedidos de compras. – Iniciativa da Embraer

112 Gerenciando projetos de e-business
Módulo 4 Gerenciando projetos de e-business Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

113 Faculdades Alves Faria
Porque construir Web Sites de forma eficiente? … e a expectativa só tende a aumentar… A partir do momento que o usuário “aterrisa” no Site, o tempo máximo que ele tolerará é: 10 segundos para exibir algo na tela 20 segundos para completar a Home Page 6 segundos para decidir se permanece 3 cliques encontrar a informação desejada 6 minutos até o usuário “padrão” deixar o site Fonte: Gartner Group Profa. Vivian Borim

114 Construindo um Web Site de forma eficiente
Faculdades Alves Faria Construindo um Web Site de forma eficiente Fases de um método de construção: O Briefing e Visão Estratégica Estruturação Lógica Projeto gráfico Montagem e Programação Simulação, controle de qualidade e auditoria Lançamento e divulgação Profa. Vivian Borim

115 Faculdades Alves Faria
O Briefing O Briefing é uma reunião preliminar de levantamento de dados e necessidades com o cliente. Nesta fase são definidas as exigências e metas do projeto. Profa. Vivian Borim

116 Técnicas para tornar o briefing mais eficiente
Faculdades Alves Faria Técnicas para tornar o briefing mais eficiente Todo site necessita de um propósito básico: uma missão que direcionará a sua equipe, focará o seu site e eventualmente atrairá seus usuários. Esta é uma tarefa aparentemente estafante, mas é possível estabelecer seus objetivos através da resposta a uma série de questões. Profa. Vivian Borim

117 Faculdades Alves Faria
No início da Web... Uma única pessoa era responsável por todos os processos de construção de um website (daí o nome WebMaster) Hoje, equipes multidisciplinares são necessárias para gerenciar este processo. Quem participa desta tarefa? Profa. Vivian Borim

118 Equipe de Projeto Código Imagens Palavras Fonte: Jeffrey Veen

119 Equipe de Projeto Recursos Código Imagens Apresentação Palavras
Estrutura Fonte: Jeffrey Veen

120 Analistas de Sistemas, Programadores Arquitetos da Informação
Recursos Código Equipe de Projeto Imagens Apresentação Designers Palavras Estrutura Arquitetos da Informação

121 Equipe de Projeto A colaboração é crítica para o sucesso
A equipe é interdisciplinar - quanto mais cada participante souber da outra área melhor. Fonte: Jeffrey Veen

122 Habilidades necessárias à Equipe
Faculdades Alves Faria Habilidades necessárias à Equipe Visão global Organização Integração Profa. Vivian Borim

123 Faculdades Alves Faria
No início da Web... Uma única pessoa era responsável por todos os processos de construção de um website (daí o nome WebMaster) Hoje, equipes multidisciplinares são necessárias para gerenciar este processo. Quem participa desta tarefa? Profa. Vivian Borim

124 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Arquitetos da Informação: Estes profissionais focam no projeto da organização, indexação, nomeação e sistemas de informação para apoiar a navegação e a busca no site. Profa. Vivian Borim

125 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Marketing: Estes profissionais focam no Mercado, entendendo suas necessidades e as audiências planejadas para o site. Eles devem planejar o que trará audiência e o que fará o usuário voltar ao site. Profa. Vivian Borim

126 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Gerentes de Negócio Estes profissionais definem principalmente as estratégias, objetivos e metas do canal eletrônico. Estas informações servirão de ‘norte’ para o projeto e para avaliar seu sucesso. Profa. Vivian Borim

127 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Designers: São responsáveis pelo projeto gráfico do site e pelo layout das páginas que definem a identidade e a aparência do site. O objetivo final é implementar uma filosofia de design que harmonize forma e função. Profa. Vivian Borim

128 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Redatores (webwriters): Focam na linguagem do site. Suas tarefas incluem revisão e editoração, gerando conteúdo para as páginas do site. Hoje existe uma forte demanda para jornalistas especializados na linguagem da Web, mais direta e objetiva. Profa. Vivian Borim

129 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Profissionais de TI: Os analistas e programadores são responsáveis pela administração dos servidores, pelo desenvolvimento e a integração de ferramentas de produção e aplicações. A equipe técnica deve aconselhar as outras equipes sobre novas oportunidades tecnológicas ou limitações técnicas. Profa. Vivian Borim

130 Quem participa desta tarefa?
Faculdades Alves Faria Quem participa desta tarefa? Gerentes de Projeto: A tarefa do gerente é manter o projeto dentro do prazo e orçamento previstos. Ele deve facilitar a comunicação entre as equipes e os clientes. Profa. Vivian Borim

131 Infra-estrutura para e-Business
A transformação da Web em uma parte integral da infraestrutura corporativa de tecnologia da informação resultou na transformação de suas características básicas: todas as aplicações agora são 24 x 7 todas as aplicações agora são de missão crítica todas as premissas sobre capacity planning se tornaram obsoletas os riscos de segurança são amplificados

132 Características importantes
Um site fora do ar pode significar milhões em prejuízos. Para implementar Alta Disponibilidade em e-Business, é necessário investir em equipamento, conexão e competência.

133 Custo Médio de Downtime
Segmento (mercado norte-americano) Custo Médio /hora (US$) Venda de bilhetes de entretenimento 69.000 Reservas de passagens de avião 89.000 Home Shopping Vendas via Cartões de Credito Mercados Financeiros

134 Redundância Pessosas Processos Redundância é a palavra-chave quando se pensa em uma boa infraestrutura para Websites comerciais. Deve ser implementada em Conectividade, CPUs, Fontes de Energia, No-breaks e Geradores, Espelhamento de Discos (RAID), Backup, e até mesmo de Servidores e Bancos de Dados. Tecnologia

135 Balanceadores de Carga
Dividem o tráfego da Internet por um banco de servidores. Novos servidores podem ser adicionados com o aumento da demanda. Se um servidor apresenta problemas, o balanceador o retira do ar e redistribui a sua carga pelos outros. Podem ser implementados por hardware ou por software.

136 Insourcing vs Outsourcing Por que um Internet Datacenter ?
Necessidade de Infra-estrutura confiável Necessidade de capacidade computacional Poder de processamento Disponibilidade Escalabilidade Infra-estrutura complexa e cara Equipamentos de informática e telecomunicações, ar condicionado, operação, administração e suporte 24x7

137 Infra-estrutura de um bom Datacenter
Sensores de movimentação eletrônica Supervisão permanente de vídeo Acesso biométrico com sensores de saída Alarmes Corpo de seguranças Racks de servidores Backup de geradores Controle de redundância Sistema de prevenção e combate a incêndios Monitoramento de Operações dos servidores e tráfego Sistemas de ar condicionado Alimentação elétrica redundante Controle de interferência e emissão eletromagnética Redundância no backbone de dados e telefônico Balanceamento de carga Sistemas de firewall

138 IDC : Serviços Oferecidos
Hospedagem de websites Hosting Espaço lógico nos servidores Hosting Dedicado Servidores dedicados para hospedar e rodar aplicações – O equipamento é do provedor Colocation Aluguel da infra-estrutura tecnológica e de telecomunicações – O equipamento é do cliente Soluções de Conectividade Soluções de Segurança Serviços de Gerenciamento

139 Potenciais Vantagens Custo da tecnologia pode ser dividido entre várias empresas Proteção de investimento Acesso a recursos escaláveis Maior segurança Estrutura mais ágil e “enxuta” da empresa, focada na sua atividade fim Ambiente de cooperação tecnológica entre desenvolvedores de soluções, sites de comércio eletrônico e provedores de aplicações

140 Corrida para a construção … … corrida para consolidaçao
Vultosos investimentos (10 a 100 M US$) Envolvimento de agentes financeiros Empresas no Brasil Optiglobe Embratel Telefônica .comDominio Dedalus.com Diveo Principais Cidades do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre !

141 Business-to-Consumer Meios de Pagamento

142 Faculdades Alves Faria
Meios de pagamento Cartões de crédito: através de processo manual, manual eletrônico, eletrônico ou EDI Carteira eletrônica (ex. Bradesco, Visa) Transferência Eletrônica de Fundos Invenções tipicamente brasileiras: Boleto bancário eletrônico, Depósito em conta, Dinheiro, cheque e vale-alimentação contra a entrega Profa. Vivian Borim

143 Meios utilizados vs. frequência de compra
Meio de pagamento utilizado Quanto maior a experiência de compra online, maior a preferência pela utilização de cartão de crédito e menor pelo boleto bancário Frequência de compra Fonte: e-bit

144 Processos de Autorização para Cartões de Crédito
Faculdades Alves Faria Processos de Autorização para Cartões de Crédito Manual Manual eletrônico (POS) Eletrônico (MOSET ou outros gateways de pagamento MOSET: Transação realizada com digitação do n.º do cartão em ambiente seguro (SSL), comandada por uma loja certificada, ou seja, o número do cartão não é conhecido e/ou armazenado pela loja e navega criptografado) EDI (Electronic Data Interchange) Profa. Vivian Borim

145

146 Boleto bancário eletrônico

147 Business-to-Consumer Segurança no B2C

148 Pagamento na Internet Uma boa parte dos usuários brasileiros ainda tem receio de utilizar cartões de crédito na Internet… A principal causa é o medo relacionado com a segurança… Hackers, crackers, etc, ainda assustam.

149 O Problema da Segurança
Quando uma conexão é estabelecida entre dois computadores na Internet, os dados trafegados podem passar por diversos computadores até chegar ao seu destino. Neste trajeto, pessoas que têm acesso aos computadores utilizados como rota poderiam teoricamente ler, modificar ou mesmo interromper os dados.

150 O Problema da Segurança
Na maioria das vezes, isto é bastante improvável ou mesmo inviável, já que diariamente circulam milhões de mensagens pela Internet. Caso possível: programas “farejadores de senhas”, instalados em nós roteadores, podem interceptar as mensagens.

151 Como resolver este problema?
Para lidar com este problema, os esquemas de segurança aplicados às transações eletrônicas na rede se baseiam em três importantes fatores: Criptografia dos dados Autenticação do servidor Integridade das mensagens

152 Criptografia Esquemas: Chave Secreta (DES, etc.)
Chave Pública (RSA, ElGamal, etc).

153 Chave Secreta Texto Claro
Texto Cripto Texto Claro Chave Secreta O remetente e o destinatário possuem a mesma chave secreta (a "senha"). O remetente utiliza a chave secreta para criptografar, e o destinatário a utiliza para descriptografar a mensagem.

154 Chave Secreta Como o remetente e o destinatário têm que possuir a mesma chave, torna-se necessário que estes a determinem, ou que um determine a senha e envie para o outro. Se os dois lados estiverem fisicamente separados, pode-se ter problemas de segurança relacionados com esta remessa. O esquema de chave secreta mais utilizado é o DES(Data Encryption Standart, criado pela IBM,usa chaves de 56 bits,correponde a 72 quadrilhões de combinações)

155 Chave Pública A criptografia é implementada pelo uso de dois números, chamados de chaves pública e privada. A chave privada fica no seu computador, e você não a mostra para ninguém. Já a sua chave pública é distribuída para quem você quiser. Você necessita de ambas as chaves porque elas são fundamentalmente ligadas.

156 (Manter em local seguro)
Chaves Pública e Privada(Chave Assimétrica) Chave Privada (Manter em local seguro) Chave Pública (Divulgar) Relação Matemática

157 Privacidade As chaves pública e privada têm a habilidade de criptografar e descriptografar informação, funcionando da seguinte forma: Outros usuários podem criptografar informações com a sua chave pública e enviar estas informações seguramente para você. Somente você, com a sua chave privada, pode descriptografar a mensagem recebida. O remetente tem a certeza que a mensagem será lida somente por você e não será alterada.

158 Criptografia A B (somente B pode ler)
Texto Claro Chave Publ B Texto Cripto Internet Texto Cripto Chave Prv B Texto Claro

159 Autenticação Você pode criptografar informações com a sua chave privada e enviar a informação através da rede. Qualquer um que tenha a sua chave pública (que você distribuiu livremente) pode descriptografar a sua mensagem, e ter certeza que foi você que enviou (autenticada com a sua assinatura digital) e não foi alterada.

160 Criptografia B A (B tem certeza que foi A que enviou)
Texto Claro Chave Prv A Texto Assinado Internet Texto Assinado Chave Publ A Texto Ass OK

161 Internet Publ B Texto Claro Texto Cripto Ass Prv A Prv B Texto
Criptografia + Autenticação A B (somente B pode ler e tem certeza que foi A que enviou) Publ B Texto Claro Texto Cripto Ass Prv A Internet Prv B Texto Cripto Ass Texto Claro Ass OK Publ A

162 Como? As chaves pública e privada são ligadas por um poderoso algoritmo que requer enormes recursos computacionais para ser quebrado, de forma que ninguém pode decifrar mensagens enviadas para você criptografadas com a sua chave pública e a nenhuma chave pode ser utilizada para simular o envio de mensagens criptografadas com a sua chave privada.

163 Certificados de Site Os certificados de site são documentos eletrônicos, emitidos pela chamada Autoridade Certificadora, que identificam univocamente o site em questão. Sem um certificado eletrônico, não é possível estabelecer um site seguro.

164 Autoridade Certificadora
Os certificados são obtidos através do envio da documentação apropriada à Autoridade Certificadora. Após a sua aprovação, o certificado (um arquivo) é enviado à empresa e poderá ser utilizado para a configuração do servidor seguro.

165 Exemplos de Autoridades Certificadoras
Verisign (www.verisign.com) Certisign (www.certisign.com.br) Módulo Entrust (www.modulo.com.br) Unicert (www.unicert.com.br)

166 Como o browser implementa conexões seguras:
O servidor possui um par de chaves pública e privada, autenticados pela Autoridade Certificadora. Quando o browser se conecta ao servidor Web, é gerado um par de chaves. Cada uma das pontas envia para a outra sua chave pública, que é utilizada para criptografar a sessão.

167 Planejamento de marketing na web
Módulo 8 Planejamento de marketing na web Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

168 Roteiro para o Plano Estratégico de Marketing – Fabricante de Eletrodomésticos
Objetivos de Marketing: Vendas de unidades físicas e monetárias por linha de produto, participação de mercado, índice de retenção e fidelidade de clientes, Estratégia de Diferenciação de Produto e Poscionamento: Posicionar os produtos como modernos, práticos e funcionais, de qualidade superior à concorrência, para as donas de casa que desejam renovar sua cozinha e obter praticidade e economia durante o uso. Estratégia de Preço: O Preço pode ser posicionado como igual, inferior ou superior à concorrência. Estratégia de Canal de Vendas: Distribuir os produtos por meio dos canais de lojas de departamento, lojas de eletrodomésticos e supermercados. Estratégia de Comunicação: Comunicar pelos veículos de massa como televisão e revistas femininas, o lançamento dos produtos, distribuir cartazes e folhetos nas lojas; comuniar em Sites da internet como portais e lojas virtuais.

169 Roteiro para o Plano Estratégico de Marketing – Fabricante de Eletrodomésticos
Detalhamento do Plano Operacional de Marketing: Indicar quando serão iniciadas as vendas para os lojistas e o abastecimento das lojas; qual o programa de treinamento de vendedores das lojas; quando será iniciada a propaganda para o consumidor; quantos anúncios serão veiculados; quais os incentivos a serem oferecidos aos consumidores e aos vendedores; em que websites e lojas virtuais será feita a propaganda dos produtos; quanto deverá ser pago por isso. Definição dos investimentos e orçamentos: Detalhar os orçamentos para as despesas de vendas, promoções e propaganda e os investimentos em desenvolvimento de produtos; Definição dos meios de avaliação e controle: Definir quais pesquisas serão realizadas para obter os resultados de intenção de compra, ou grau de satisfação do consumidor; que relatórios serão utilizados para medir vendas e participação de mercado.

170 Roteiro para o Plano de Comunicação na Internet
Objetivos da Comunicação: Qual o alcance da comunicação, quantas pessoas deverão ser expostas à comunicação; Qual a audiência esperada para cada anúncio? Quantos ad views são esperados? Quantas indicações de novos clientes potenciais são esperadas? Que imagem se espera que o cliente tenha da empresa? Público-alvo da comunicação: Qual o perfil do público a ser atingido (faixa etária, nível de renda, tipo de ocupação, nível educacional, estilos de vida, estado civil, personalidade, etc). Mensagem a ser comunicada: O que deverá ser comunicado sobre os produtos, com base no posicionamento de marca/produto ou empresa?

171 Roteiro para o Plano de Comunicação na Internet
Meios de Comunicação (mídia): Que tipos de website e de lojas virtuais deverão ser selecionadas para veicular a comunicação? Qual o perfil do público de cada website e cada loja virtual? Será feita comunicação por ? Plano Operacional-Tático: Que empresa será contratada para criar as peças de comunicação (textos, anúncios)? Qual a quantidade e o tamanho dos anúncios a serem veiculados? Qual a duração da campanha de comunicação? Quais as respostas para as perguntas mais frequentes dos clientes? E como será feita a resposta aos s recebidos? Quanto será pago para os intermediários por cliente indicado e por venda realizada? Orçamento: Qual o montante dos gastos a serem realizados na produção e na veiculação da comunicação?

172 GOOGLE MARKETING Usabilidade
Charles Mingus “tornar o simples complicado é fácil, tornar o complicado o simples é criatividade”; Navegação intuitiva, layout agradável, todos os links funcionando, linguagem que o internauta entenda; O Google aprendeu esta lição, simplicidade e objetividade trazem o que a nossa dinâmica cotidiana atual exige; “O trabalho interdisciplinar de tecnologia, marketing, conteúdo e design é esquecido em 99,9% dos sites no Brasil e no mundo” Segundo a ISO , usabilidade é “a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico”

173 GOOGLE MARKETING Usabilidade
Uma pesquisa do site shop.org, 2007, pesquisou sobre a usabilidade e vendas: Taxa de abandono de compras fica entre 47% e 53%; Se 10% for pela interface representaria 17,4 bilhões de reais em 2007; 3,1% das visitas transformam-se em vendas; Reflitam: Como transformar um site mais usável, quais ferramentas utilizar e as que não devem ser utilizadas?

174 GOOGLE MARKETING Encontrabilidade
Para reter e vender para o usuário, primeiro é preciso que ele chegue até você; As 22 leis do marketing, Ries, “É preferível ser o primeiro a ser o melhor” Modelo AIDAS (Adaptado de Elmo Lewis, 1898) - Atenção, Interesse, Desejo, Ação e Satisfação é válido no marketing digital. Chamar a atenção e gerar o interesse fazem parte da estratégia da encontrabilidade; O que não pode ser encontrado, não pode ser clicado nem comprado.

175 GOOGLE MARKETING Encontrabilidade
Busca Natural – Quanto mais cliques recebe o google considera como anúncio altamente relevante para o público-alvo, e o colocou no lado esquerdo da busca; Links Patrocinados – Leonardo Grinstein, 2000, corpoperfeito.com.br, pioneiros a anunciar no Google AdWords. Desde 2000 a empresa cresceu 50 vezes, só em 2005 seu faturamento cresceu 350% e hoje vendem mais de três mil produtos. Investimento de R$ 200,00 mensais nos links patrocinados;

176 GOOGLE MARKETING 1 – Descubra as palavras-chave que seu público-alvo mais digita ao procurar o seu produto ou serviço; 2 – Otimize seu site para que seja o primeiro colocado nessas palavras-chave na busca natural; 3 – Faça a campanha de links patrocinados com as palavras-chave certas, para que sua marca esteja sempre presente na lembrança do usuário; 4 – Trabalhe a usabilidade do seu site para que o usuário, depois de encontrá-lo, permaneça nele e faça a compra desejada; 5 – Dê motivos para ele voltar e falar do site para outros usuários; 6 – Trabalhe a otimização de seu site sempre.

177 GOOGLE MARKETING A internet não é uma rede de computadores. É uma rede de pessoas; Orkut, Firck, Linkedin.... Conteúdo Colaborativo – Wikipedia Novos Veículos – Youtube “We Blog” Google Maps

178 GOOGLE MARKETING Novas Ferramentas:
8apps – hhtp://8apps.com/ - permite conhecer outros usuários com interesses profissionais semelhantes e que permite o gerenciamento de projetos por meio de diversos recursos e ferramentas; Ajax13 – – permite editar textos ou fazer cálculos rápidos em uma planilha sem precisar de login e senha. AjaxWrite – - Identico à de editor de texto par o desktops; Aprex – - Primeiro brasileiro da web 2.0; Google Calendar e Google Docs – Agenda on-line e Gerenciamento de Documentos;

179 GOOGLE MARKETING Novas Ferramentas:
Podcast: podcastOne – RSS: Bloglines – Web 2.0 Validator – – Serviço que informa se o site está nos moldes da web 2.0. 1CRM –

180 Faculdades Alves Faria
Erro comum... Foco na Tecnologia A Internet e as tecnologias baseadas na Web são hoje onipresentes. O sucesso de uma solução B2B deriva, necessariamente, do foco em mercados específicos e na solução de negócios adotada. Profa. Vivian Borim

181 Até a próxima… Vivian Borim Borges www.vivianborim.com.br


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