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Aspectos Organizacionais de Tecnologia da Informação Profa. Vivian Borim Borges Faculdades Alves Faria.

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1 Aspectos Organizacionais de Tecnologia da Informação Profa. Vivian Borim Borges Faculdades Alves Faria

2 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Apresentações Do Time de Trabalho – Professora; – Alunos.

3 Bibliografia ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio Eletrônico. São Paulo:Atlas, JÚLIO, Carlos Alberto; SALIBI NETO, José. E- business e tecnologia. São Paulo: Publifolha, (Coletânea HSM management). LAUDON, Kenneth C., Loundon, Jane P.. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

4 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS Módulo 01 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

5 Desafios da Major League Baseball Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Pessoas Organização Tecnologia Sistemas de Informação Solução organizacional Problemas Organizacionais -Formular a estratégia empresarial -Monitorar a venda de ingressos -Expandir os canais de venda -Formar comunidade on- line de torcedores -Emissor de ingressos por celular -Vender Ingressos eletronicamente -Identificar boas oportunidades de vendas -Fornecer informações on-line para torcedores -Oferecer jogos on-line -Queda na receita dos canais de venda tradicionais -Queda na base de clientes -Aumento dos custos - Aumentar as vendas

6 O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios conteporâneo. Transformação do ambiente de negócio –2005: contas de celulares ultrapassa telefone fixo; –2005: mais de 40 milhões de empresas com registro de domínio; –2005: a Fedex transportou aproximadamente 100 milhões de encomendas, e a United Parcel Service (UPS) mais de 380 milhões; –Mais de 35 milhões de pessoas recebem notícias on-line. –32 milhões de norte-americanos lêem blogs, e mais de 8 milhões os escrevem; –As receitas de publicidade on-line do Google ultrapassam os 6 bilhões de dólares em 2005; –Publicidade na web cresce 30 por cento ao ano, rendendo mais de 11 bilhões de dólares em Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

7 Objetivos organizacionais dos sistemas de informação Excelência Operacional; Novos produtos, serviços e modelos de negócio; Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores; Vantagem competitiva; Sobrevivência; Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim No site da Dell Computer, os clientes podem selecionar as opções desejadas e encomendar seu computador customizado. O sistema de montagem sob medida da empresa é importante fonte de vantagem competitiva.

8 E-BUSINESS: COMO AS EMPRESAS USAM OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Módulo 2 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

9 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim O ambiente empresarial competitivo e a empresa digital emergente Quatro grandes mudanças de âmbito mundial que alteraram o ambiente empresarial : 1.A emergência da economia global 2.A transformação das economias insdustriais 3.A transformação da empresa 4.A emergência da empresa digital

10 A experiência da Kia Motors Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Pessoas Organização Tecnologia Sistemas de Informação Solução organizacional Problemas Organizacionais -Monitorar queixas de clientes -Desenvolver soluções de melhoria da qualidade -Monitorar defeitos -Implantar os software da Infogain -Fazer interface com o sistema do CRM -Identificar defeitos e problemas de qualidade -Alta incidência de defeitos; -Novas exigências governamentais de prestação de informações; -Reduzir custos -Aumentar as vendas

11 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Síntese de Administração Organização –A nova infra-estrutura de tecnologia de informação pode aprimorar o desempenho organizacional, fazendo com que a informação flua mais suavemente entre diferentes partes da organização e seus clientes, fornecedores e outros parceiros de valor.

12 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Síntese da Administração Tecnologia –A tecnologia da Internet está provendo a conectividade para a nova infra-estrutura de tecnologia de informação e para a empresa digital utilizando o modelo de referência TCP/IP e outros padrões para extrair, formatar e exibir informações.

13 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Para discutir Comenta-se que desenvolver uma infra-estrutura de TI para comércio e negócios eletrônicos é, acima de tudo, uma decisão empresarial, e não uma decisão tecnológica. Discuta. Uma estrutura de TI totalmente integrada é essencial para o sucesso da empresa. Você concorda? Justifique sua resposta.

14 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim A Internet e a Nova-Estrutura da Tecnologia da Informação O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação (IT) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra- estrutura? Como a Internet funciona? Quais são seus principais recursos? Como as organizações podem se beneficiar da Internet?

15 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Redes Empresariais e Redes Integradas Redes empresariais Organização dos recursos de hardware, software, redes e dados da empresa Cria uma rede de âmbito empresarial que conecta muitas redes menores Redes integradas (internetworking) Conecta redes separadas em uma rede interconectada

16 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

17 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Intranet É um sistema de informação implementado em uma rede local, que utiliza a mesma tecnologia disponível para a Internet (FTP, , WWW, etc); Disponibilização e a visualização de documentos multimídia; Servidor exclusivo; Acesso controlado por senhas;

18 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Intranet Infra-estrutura geralmente é uma rede de microcomputadores interna na empresa, interligados entre si por algum padrão de redes; Internet particular.

19 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Extranet Quando a intranet extrapola os limites geográficos da organização, e se estende a distâncias maiores (interligando filiais geograficamente distantes), ela passa a ser denominada de extranet; Algumas intranets e extranets operam apoiadas na própria Internet.

20 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Extranet É um processo inverso da Intranet: garante a comunicação entre a empresa e o público externo, como revendedores, distribuidores, acionistas, franquias, fornecedores e terceirizados; Oferece acesso restrito

21 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Extranet - Benefícios Acompanhamento de processos, produtos e projetos elaborados; Processamento de encomendas; Acesso ás promoções; Colaboração com sugestões e críticas; Interação com todos os departamentos da empresa; Aplicações business-to-business. Fonte:

22 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim As Bases da Internet Conectividade: a base de conexão dos computadores ligados através de uma rede, e que podem transferir qualquer tipo de informação digital entre si; Heterogeneidade: diferentes tipos de computadores e sistemas operacionais podem ser conectados de forma transparente; Navegação: é possível passar de um documento a outro através de referências ou vínculos de hipertexto, que facilitam o acesso não linear aos documentos; Execução distribuída: determinadas tarefas de acesso ou manipulação na intranet só podem ocorrer graças à execução de programas aplicativos, que podem estar no servidor, ou nos microcomputadores que acessam a rede; Os programas são ativados através da WWW, permitindo grande flexibilidade.

23 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Características da Internet Investimento inicial para montar uma Internet é relativamente baixo; Razoável custo de manutenção e expansão; Maior atualidade da informação disponível; Maior variedade de formatos e tipos de informação; Uso eficiente dos recursos de informática da organização; Uso de arquiteturas abertas. Fonte:

24 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Benefícios organizacionais das tecnologias de Internet e Web Conectividade e alcance global Custos de comunicação reduzidos Custos de transação mais baixos Custos de agência reduzidos Interatividade, flexibilidade e customização Distribuição acelerada de conhecimento

25 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim O desafio de gerenciar a nova infra- estrutura de tecnologia de informação Perda de controle da administração Desafios de conectividade e integração de aplicações Requisitos de mudança organizacional Custos ocultos da computação empresarial integrada Escalabilidade, confiabilidade, segurança

26 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim Questões e Decisões de Administração Gestão da mudança Educação e treinamento Disciplinas de gerenciamento de dados Planejamento de conectividade e de integração de aplicações

27 COMÉRCIO ELETRÔNICO Módulo 3 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

28 Comércio Eletrônico A economia na Internet Comércio eletrônico e o Ambiente Empresarial

29 Objetivos Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios? O que é comércio eletrônico? Como esse tipo de comércio mudou o varejo ao consumidor e as transações entre empresas? Quais são os principais sistemas de pagamento do comércio eletrônico?

30 Objetivos Como a tecnologia da Internet pode apoiar os negócios eletrônicos e o gerenciamento da cadeia de suprimento? Quais são os maiores desafios gerenciais e organizacionais apresentados pelo comércio eletrônico e pelos negócios eletrônicos?

31 Tecnologia de Internet e a empresa digital Infra-estrutura de tecnologia da informação: Provê um conjunto de tecnologias universal e fácil de usar e padrões tecnológicos que podem ser adotados por todas as organizações Comunicação direta entre parceiros de negócios: Desintermediação remove camadas intermediárias e tornando os processos mais eficientes

32 Tecnologia de Internet e a empresa digital Serviço contínuo: Sites Web disponíveis aos consumidores 24 horas por dia Canais de distribuição expandidos: Lojas criadas para atrair clientes que caso contrário não escolheriam a empresa Custos de transação reduzidos: Custos menores para buscar compradores, vendedores etc.

33 Como a Internet Reduz custos de Transação TransaçãoTradicional (em dólares) Internet (em dólares) Verificar Saldo de Conta Bancária1,080,13 Responder a uma pergunta do Cliente10 a 200,10 a 0,20 Negociar Cem Ações1009,95 Atualizar o registro de um funcionário1282,32 Processar um Pedido150,80 Enviar o folder de Propaganda0,75-10,000-0,25 Pagar uma conta2,22-3,320,65-1,10

34 Infra- estrutura genérica para CE

35 Modelo Integrado de CE (1)

36 Modelo Integrado de CE (2) Políticas e regras públicas –Aspectos legais, regulamentação dos setores e mercadores e normas oficiais. Políticas e padrões técnicos –Aspectos de padronização para a compatibilização dos componentes do ambiente técnico, políticas de tratamento e comunicação de informações, interfaces. Infovia pública –Rede mundial + serviços on-line apoiados na rede; –Ênfase no acesso livre e de baixo custo; –Integração dos vários ambientes sem nenhuma restrição. Aplicações e serviços genéricos –Oferecidos pelos servidores como: correio eletrônico, transferência de arquivos, salas virtuais, algoritmos e softwares de criptografia Aplicações de Comércio Eletrônico –Baseadas nas camadas anteriores visando atender às necessidades de uma organização ou grupo como: home banking, vídeo sob demanda, shopping centers virtuais Fonte: ALBERTIN, A. L. Comércio Eletrônico: modelos, aspectos e contribuições de sua aplicação. - São Paulo: Atlas, 1999.

37 A Estratégia em e-Business 1.1 e-Business: Evolução, Revolução ou Moda?

38 O cenário em Não havia dúvida que estávamos no meio da revolução do E-Business. Crescimento exponencial, com o comércio eletrônico alcançando trilhões de dólares de resultado. Empresários da Internet sendo entrevistados em talk-shows, aparecendo em capa de revistas...

39 Alguns diziam que era um milagre econômico, e vários acreditaram nisso - daí a hiper valorização das chamadas empresas virtuais. Fundos de investimento canalizando bilhões para empresas start-up, e todos os empreendimentos visando o IPO(Initial Public Offer) O cenário em

40 Só que em abril de a bolha explodiu!

41 O que aconteceu? A visão se tornou extremamente pessimista, até mais do que era razoável. Há razão para todo este pessimismo ou a reação se tornou exagerada?

42 Razões para se opor ao pessimismo O uso da Internet não para de crescer em todo o mundo. Empresas tradicionais migram em massa para a nova tecnologia. Das 400 maiores empresas americanas, mais de 20% já implementou, com sucesso, aplicações baseadas na Web.

43 Questões a serem analisadas hoje O que está em questão não é se a Internet facilita as comunicações ou proporciona acesso à informação e ao entretenimento. Ela faz isso tudo e mais. O que ainda não há consenso é se as tecnologias de E-Business representam uma revolução na forma de se conduzir os negócios ou são somente uma aplicação restrita a um nicho/segmento de mercado.

44 Revolução ou Evolução É definida em função do impacto e da profundidade das mudanças na vida dos indivíduos. Desta forma, em relação às atividades empresariais, dificilmente pode-se dizer que houve uma mudança radical no cotidiano da grande maioria das empresas. Neste caso, seria mais prudente falar em evolução...

45 A (r)evolução do B2C Do que era falado: que a Internet teria um impacto profundo em todos os mercados, mas que a grande oportunidade seria o de vendas ao consumidor final (B2C), que seria atraído pela conveniência de se fazer compras a qualquer instante (24 x 7) e com preços menores, além de estabelecer relações personalizadas com as lojas virtuais.

46 A (r)evolução do B2C No entanto, para o consumidor, a Internet é mais uma adição para suas vidas do que algo que seja indispensável. Desta forma, somente uma pequena proporção (em média, 2 a 3%) das compras do consumidor final migrou para a Internet (livros chegam a 6%) No entanto, em alguns setores, a migração foi maciça. No setor de passagens aéreas nos EUA, hoje a proporção de vendas online chega a 58%.

47 A realidade do B2B A visão que o grande mercado eletrônico era o interempresarial (B2B) veio depois, com a constatação que o grande ganho estaria na integração das cadeias de valor e na redução de custos das transações.

48 A nova fase do E-Business Nesta nova fase pós-bolha, o foco migra das estratégias de startup das Empresas Virtuais (Amazon, E-bay, Submarino, etc) para estratégias que permitam obter vantagens competitivas sustentáveis para as Empresas Reais.

49 Adaptação As empresas estão se adaptando para a Nova Economia ou melhor: As empresas estão se adaptando para tirar proveito de novas oportunidades proporcionadas por novas formas de fazer de negócio.

50 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET # Pais Usuários da Internet (milhões) População ( milhões) Adoção da Internet Fonte 1 United States %Nielsen//NR 2 China %CNNIC 3 Japan %eTForecasts 4 Germany %C.I.Almanac India %C.I.Almanac 6 United Kingdom %ITU 7 Korea (South) %eTForecast 8 Italy %ITU 9 France %Nielsen//NR 10 Brazil %eTForecasts TOP 20 Countries %IWS Total World - Users1,0766, % IWS PAÍSES COM MAIOR NÚMERO DE INTERNAUTAS Fonte: e institutos diversos

51 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET QUANTIDADE DE PESSOAS CONECTADAS A WEB NO BRASIL Fonte: e institutos diversos Data da Pesquisa População total IBGE Internautas (milhões) % da População Brasileira Nº de Meses (base=j an/96) Cresciment o Acumula do (base=jul/97 ) Fontes de pesquisa Internautas 2006 /dez188,630,0116% %InternetWorldStats 2005 /jan185,625,9013,9% %InternetWorldStats 2004 /jan178,420,0511,5% %Nielsen NetRatings 2003 /jan176,014,328,1% %Nielsen NetRatings 2002/ago175,013,987.9% %Nielsen NetRatings 2001/set172,312,047.0%67 947%Nielsen NetRatings 2000/nov169,7 9,84 5.8%59756%Nielsen NetRatings 1999/dez166,46,79 7.1%48490% Computer Ind. Almanac 1998/dez163,22,35 1.4%36104%IDC 1997/dez160,11,30 0.8%2413%Brazilian ISC 1997/jul160,11,15 0.7%18-Brazilian ISC

52 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET ACESSO A INTERNET NO BRASIL - Indicadores Gerais Fonte NielsenNetratings / Compilação Internautas refere-se a quantidade de pessoas que tem acesso à Internet nas residências. Usuários ativos: que tiveram pelo menos um acesso à Internet no mês anteriorwww.e-commerce.org.br Brasil Internautas c/ acesso doméstico - (milhões) 22,1 Usuários Ativos (milhões) 14,4 Número médio de sessões na Internet por mês 32 Número de sites visitados por mês 57 Tempo de navegação no mês (hs) 21:38 Tempo médio gasto em cada página visualizada (seg) 00:47

53 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET EVOLUÇÃO VAREJO ON-LINE Pesquisa e-Bit Fonte eBit Compilação I Não considera as vendas de automóveis, passagens aéreas e leilões on-line.www.e-commerce.org.br

54 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET Dezembro Data da Pesquisa FATURAMENTO (R$ milhões) Variação em relação ao mesmo período do ano anterior Faturamento acumulado no ano (R$ milhões) Ticket Médio NATAL 2005 (15/11 a 23/12) 458,061%2.500,0272,00 NATAL 2004 (15/11 a 23/12) 284,039%1.750,0320,00 NATAL 2003 (15/11 a 23/12) 204,055%1.180,0315,00 Fonte: Levantamento realizado pela empresa e-Bit / Compilação: Nota: não estão incluídos neste indicador o faturamento de sites de leilão, as vendas de passagens aéreas e vendas de automóveis.www.ebitempresa.com.brwww.e-commerce.org.br Evolução da Vendas no Natal e Ticket médio

55 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit / Compilação: Produto CD´s e DVD´s 32% 26% 21% Livros e Revistas 26% 24% 18% Eletrônicos 9% Saúde e Beleza 3,3% 7,2% 8% Informática 4,7% 6,0% 7% Outros 37% PRODUTOS MAIS VENDIDOS NO VAREJO ON-LINE NO BRASIL Pesquisa eBit

56 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit / Compilação: consumid ores na Internet cresc. % -81%30%31%41%46%36% Quantidade de e-consumidores no Brasil - eBit (em milhões)

57 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit / Compilação: PERFIL DO CONSUMIDOR - PESQUISA e-Bit Idade - Quantidade de Transações:Renda Familiar – Quantidade de Transações:

58 E HOJE? PESQUISAS SOBRE O MERCADO DA INTERNET Fonte: Levantamento mensal realizado pela empresa e-Bit / Compilação: PERFIL DO CONSUMIDOR - PESQUISA e-Bit Grau de Escolaridade – Quantidade de Transações:

59 Uma (r)evolução no Varejo A Amazon transforma o varejo.Amazon

60 Uma (r)evolução no Varejo

61 GOL – Internet para reduzir custos Empresa area low-fare Usa a Internet e a tecnologia para reduzir os custos na venda de passagens. Em apenas 15 dias atingiu a meta de ter ocupação de média 50% nos voôs A venda de bilhetes pela Internet chega a 46% do total de vendas e espera-se que este número suba para 60%

62 Gol – Venda On-Line

63 M-COMMERCE Módulo 5 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

64 Europa Mais de 8 bilhões de mensagens via SMS por mês Europa Ocidental: $62 bilhões em receita em % de tráfego de dados será Mensagens e 28% Information services e M-commerce services Source: Yankee Group / Forrester Research

65 Percentage of Ownership Electricity (1873) Telephone (1876) Automobile (1886) Television (1926) Radio (1905) VCR (1952) Microwave (1953) Cell Phone (1983) PC (1975) Internet (1975) Years since introduction Source: Forbes Magazine, July 7, 1997 Velocidade de Adesão

66 Necessidade de soluções próprias Internet sem fio necessita soluções próprias quando comparadas com a Internet tradicional: O mercado é diferente O dispositivo é diferente A necessidade do usuário é diferente!!

67 Wireless Serviços baseados em localização –Relatórios de tráfego em tempo real –Recomendação de eventos e restaurantes –Propaganda altamente customizada –Serviços de mensagem para localização de parceiros Soluções Empresariais –Acesso a –Acesso a bases de dados –Intranet Global –Informação atualizada através de tecnologia push

68 Wireless Serviços Financeiros –Saldos e Extratos bancários –Pagamento de contas –Compra e venda de ações –Transferência de fundos Serviços de Viagem e Turismo –Aquisição e troca de cartões de embarque –Agendamento –Reservas

69 Wireless Jogos, Apostas e Entretenimento –Jogos multi-player online em tempo real –Download de horóscopos, tiras de HQ M- Commerce –Comparação de preços instantânea –Compra por impulso –Ofertas especiais e vendas baseadas na localização

70 Microbrowser Conteúdo (baseado em texto) Organizer SMS Acesso à Internet (limitado) Seviços de infor. pessoal Streaming Audio E-Commerce Imagem paradas Acesso à Intenet (browsing) Aparelhos / Aplicações Portais Web customizados Video Conferência Streaming Video Thin Client Computing Video remoto Fotografia remota Taxa de transmissão 9.6Kbps14.4 Kbps64 Kbps144 Kbps384 Kbps VoxML Aplicações de Dados 1998/ / / /2004 2G2,5G 3G

71 ,000 1G2G 3G Voz Mensagens Texto Video Streaming Imagens Paradas Audio Streaming Velocidade de Tx de Dados - kbps E-Commerce Tendências para o futuro - Visão 3G

72 Novos tipos de terminais e a convergência dos dispositivos

73 BUSINESS TO BUSINESS Módulo 6 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

74 Mercados B2B Conceito: comunidade de empresas compradoras e empresas fornecedoras realizando transações comerciais suportadas por uma infra-estrutura de serviços de e- business.

75 O Paradigma da Liquidez (Efeito Tostines) Quanto mais compradores e vendedores forem agregados em um mercado B2B, mais líquido ele se torna, causando um aumento da eficiencia do seu mecanismo de fixação de preços, criando uma realimentação onde os vendedores são atraídos para o mercado com os compradores mais potencialmente valiosos e o aumento no número de vendedores torna o mercado mais atraente para os compradores, resultando em mais transações no mercado.

76 Requisitos de um Mercado B2B Neutralidade e Confidencialidade Transparência Contratos, documentos e produtos padronizados Pré-qualificação dos usuários Disseminação de preços e informações sobre os produtos

77 Mecanismos de fixação dinâmica de preços O objetivo é juntar todos as potenciais ordens de compra e venda e permitir que estas ordens otimizem os preços Basicamente os sistemas de leilões funcionam desta forma.

78 Leilões Reversos Os compradores especificam os itens que querem adquirir e diversos vendedores competem para fechar o negócio. Esta abordagem claramente favorece os compradores, especialmente se existem diversos vendedores aptos a fornecer itens de acordo com os requisitos estabelecidos.

79 Leilões Reversos Nos leilões reversos o preço tende a cair à medida em que se aproxima o encerramento do leilão. Tempo Preço Este tipo de leilão é o adotado pelos mercados B2B horizontais, como o FreeMarkets e o VerticalNet, bem como nas extranets das empresas.

80 Leilões Reversos Detalhes Interessantes Os itens em que serão feitas ofertas são normalmente agrupados em lotes e são convidados fornecedores em número suficiente para que haja competição. O mercado pré-qualifica os fornecedores de forma a garantir que sejam aceitáveis para o comprador e fornece informações completas (ex. requisitos de qualidade) para o vendedor. O comprador não é obrigado a aceitar os menores preços.

81 Durante um leilão reverso, os fornecedores permanecem anônimos uns para os outros, mas estes podem ver as ofertas que estão sendo realizadas. Já o comprador tem acesso tanto à identidade quanto à oferta. Normalmente um leilão deste tipo demora de 1 a 3 horas. Leilões Reversos Detalhes Interessantes

82 Formas de Obtenção de Receita para um Mercado B2B Taxas por transação % do ganho obtido Taxas por postagem Assinatura Hospedagem Venda ou Licenciamento de Informações Publicidade e Marketing Outros serviços de valor agregado

83 Ambiente Mediado por Computador Aspectos da Comunicação de Marketing: - Muitos para Muitos: Cliente não se comunica apenas com a empresa fornecedora mas também outros clientes e com os concorrentes da empresa fornecedora. -Ambiente Mediador: A informação e o conteúdo não são transmitidos diretamente de um emissor para um receptor. -Interatividade com o meio: os usuários podem modificar a forma e o conteúdo.

84 Modelos B2B 1) Um para Muitos 2) Alguns para Muitos 3) Muitos para Muitos 4) Muitos para Alguns 5) Muitos para Um 6) Um para Um

85 Modelos B2B 1) Um para Muitos 2) Alguns para Muitos 3) Muitos para Muitos 4) Muitos para Alguns 5) Muitos para Um 6) Um para Um Orientados à Venda Orientados ao Intermediário Orientados à Compra Orientados à Cadeia

86 1) Um para Muitos Também chamados de portais corporativos de venda ou catálogos online. Estes sites hospedam um único fornecedor, que exibe o seu catálogo de produtos e respectivos preços, geralmente fixos. Exemplos clássicos: Cisco.com, Dell.com

87 Um Fornecedor Muitos Compradores 1) Um para Muitos Canal complementar ou exclusivo de vendas Compradores utilizam múltiplos web sites de fornecedores Clientes são, principalmente, pequenas e médias empresas Características: Marca forte; utilizado para especificação dos produtos. Fonte: Mercado Eletrônico Empresa A Empresa B Empresa C

88 2) Alguns para Muitos São também chamados de Shoppings B2B ou e-Distribution Estes portais agregam diversos catálogos de diversos fornecedores de forma a atrair uma maior audiência, utilizando um único formato. Ex. Cportal (www.cportal.com.br), Metalsite (http://www.metalsite.com)

89 3) Muitos para Muitos Portais como o FreeMarkets ou o Webb criam uma ampla rede de compradores e vendedores. Normalmente, os esquemas de preço são dinâmicos, fazendo com que estes mercados sejam os mais eficientes possíveis.

90 Vantagens para os vendedores: uma loja eletrônica pronta. 3) Muitos para Muitos n Vantagens para os compradores: acesso a vários fornecedores, produtos, novidades, informações técnicas, reportagens, teste de produtos, logística e outros serviços de valor agregado (clearing, financiamento, etc).

91 Fornecedores do Mesmo Segmento Compradores do Mesmo Segmento 3) Muitos para Muitos - Verticais n Atuação em setores industriais específicos n Produtos/Serviços especializados n Tendências: Globalização em segmentos concentrados. Regionalização em segmentos fragmentados n Conhecimento profundo do setor industrial de atuação

92 Fornecedores de Diversos Segmentos Compradores de Diversos Segmentos 3) Muitos para Muitos - Horizontais n Atende a diversos setores da indústria n Produtos/serviços padronizados n Criados para facilitar a compra e venda de produtos/serviços de numerosos fornecedores & clientes n Os benefícios percebidos são praticidade e funcionalidade

93 4) Muitos para Alguns Portais como o Covisint (formados por GM, Ford DaimlerChrysler, Renault, Nissan, Peugeot) ou o Agrega (Souza Cruz e Ambev) são formados por gigantes industriais que criam catálogos conjuntos de compra.

94 4) Muitos para Alguns O seu poder de barganha chega a ser ameaçador. O FTC (Federal Trade Comission) criou uma comissão para monitorar o seu funcionamento. Muitos Fornecedores Alguns Compradores

95 5) Muitos para Um Estes sites corporativos de compras são normalmente baseados em extranets. Atraem diversos fornecedores para um único comprador de grande porte, para Produtos ou serviços especializados ou específicos Muitos Fornecedores Um Comprador

96 6) Um para Um Objetivam a criação de Corporações Virtuais aprimorando Comunicação e Colaboração Não obrigatoriamente unem apenas duas empresas, podendo reunir vários parceiros Objetivos de negócio: –Excelência: Cada parceiro traz sua competência central –Eficiência: Melhor utilização de recursos –Oportunismo: Maior agilidade

97 6) Um para Um Exemplo: IBM montou um Corporação Virtual objetivando combater os Clones de PCs Cada uma das cinco empresas executou sua parte: –Desenho e Projeto –Montagem (build-to-order) –Telemarketing –Order fulfillment / Entrega –Serviços e Suporte ao Cliente

98 Ambiente Mediado por Computador -Telepresença: Grau em que o usuário sente-se envolvido na web, transportando- se para o mundo real. -Controle sobre o processo de comunicação. -Mundo Virtual: a web não é uma simulação do mundo real; - Habilidade para interagir

99 Os novos modelos de negócio na internet Loja Virtual; Infomediário; Brokers ou Intermediários de negócio; Capacitadoras de e-business; Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces.

100 Loja Virtual Vendas pela internet para seus clientes, oferecendo produtos, serviços e informações, tanto no mercado B2B quanto no B2C; -Atrair público para a sua loja; -Criar oferta atraente e exclusiva, de modo a gear a compra por parte do cliente; -Coordenar rede de parceiros que alavancaram negócios e colaboram na criação de relacionamento com os clientes; -Gerenciar múltiplos relacionamentos, assim como formá-los e dissolvê-los rapidamente; -Possuir uma infra-estrutura flexível, robusta e planejamento para crescer em pouco tempo; -Inovar continuamente produtos e serviços;

101 Infomediário São empresas que atuam como intermediárias na distribuição e na venda de conteúdo, também conhecido como agregadores de conteúdo, gateways ou portais. Sites de grande táfego e que funcionam como porta de entrada na internet, atraindo bastante público pela oferta gratuita de conteúdo e outros serviços. Parceiros de lojas virtuais, indicam clientes para elas e recebem um pagamento por cada usuário indicado, ou comissões sobre as intermediações e as vendas realizadas pelos usuários.

102 Brokers ou intermediários de negócio Facilitam as transações de negócio aproximando compradores e vendedores. Os brokers não tem a posse de produtos, dependendo de parcerias para fechar negócios.

103 Tipos de Brokers - Intermediários de compra: e a PackageNet.com, que oferecem serviços para grupos de compradores, reduzindo os custos e aumentando a eficiência dos processos de procura e transação.

104 Tipos de Brokers -Intermediários de venda: como a Autobytel.com, que presta serviços para grupos de vendedores. -Intermediários de Transação: como a Travelocity, que presta serviço para compradores e vendedores simultaneamente, Leilões Virtuais – Ebay, Arremate.com.br.

105 Tipos de Brokers - COINS – Comunidades de interesse: como a empresa VerticalNet.com que presta serviço para compradores e vendedores de uma área particular de interesse e negócios; : 13 mil fornecedoras de suprimentos para hospitais e médicos e 70 mil compradores de organizações de saúde.

106 Avalista de Confiança São empresas que viabilizam uma atitude de confiança entre vendedores e compradores, oferecendo um ambiente seguro e auditável. Dois tipos: –Avalistas de pagamentos –Avalistas de confiança

107 Avalistas de Pagamento -É a empresa que garante transações de pagamento seguras, reduzindo o risco de fraude tanto para compradores quanto para vendedores. Ex: -Verifone, Verisign,Paypal -Visanet, os pagamentos com cartão de crédito são garantidos pela Visa.

108 Avalistas de Confiança -TradeSafe/AmbironTrustWave, é uma organização que oferece um ambiente autenticado e de confiança, no qual os compradores e vendedores podem realizar transações seguras. -www.truste.orgwww.truste.org

109 Capacitadores de e-business São organizações que criam e mantêm uma infra-estrutura no qual provedores de produtos e serviços podem realizar negócios, de modo confiável na internet. Oferecem tecnologia para e-commerce e serviços como suporte técnico, manutenção de software e hardware, gerenciamento de centros de processamento, redes corporativas e call centers, serviços de gerenciamento de logística. Ex: Federal Express, AuctionServices –

110 Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces Agregam comunidades de interesse em torno de uma infra-estrutura comum por meio da internet, disponibilizando serviços que viabilizam as transações entre compradores e vendedores. Exemplo: mais de revendas de automóveis,250 brokers, fornecedores de crédito, 30 bancos comerciais, 500 administradoras de frotas e 250 contas de leasing.www.chrome.com

111 Provedores de infra-estrutura ou e-marketplaces No Brasil: –www.embratel.com.brwww.embratel.com.br –www.me.com.br – Mercado Eletrônicowww.me.com.br Receitas de R$ 25 bilhões, com 38 mil fornecedores e cerca de 28 mil transações diárias com cotações e pedidos de compras. –www.aerochain.com – Iniciativa da Embraerwww.aerochain.com

112 GERENCIANDO PROJETOS DE E-BUSINESS Módulo 4 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

113 A partir do momento que o usuário aterrisa no Site, o tempo máximo que ele tolerará é: 10 segundos para exibir algo na tela 20 segundos para completar a Home Page 6 segundos para decidir se permanece 3 cliques encontrar a informação desejada 6 minutos até o usuário padrão deixar o site Porque construir Web Sites de forma eficiente? … e a expectativa só tende a aumentar… Fonte: Gartner Group

114 Construindo um Web Site de forma eficiente Fases de um método de construção: O Briefing e Visão Estratégica Estruturação Lógica Projeto gráfico Montagem e Programação Simulação, controle de qualidade e auditoria Lançamento e divulgação

115 O Briefing O Briefing é uma reunião preliminar de levantamento de dados e necessidades com o cliente. Nesta fase são definidas as exigências e metas do projeto.

116 Técnicas para tornar o briefing mais eficiente Todo site necessita de um propósito básico: uma missão que direcionará a sua equipe, focará o seu site e eventualmente atrairá seus usuários. Esta é uma tarefa aparentemente estafante, mas é possível estabelecer seus objetivos através da resposta a uma série de questões.

117 No início da Web... Uma única pessoa era responsável por todos os processos de construção de um website (daí o nome WebMaster) Hoje, equipes multidisciplinares são necessárias para gerenciar este processo. Quem participa desta tarefa?

118 Código ImagensPalavras Fonte: Jeffrey Veen Equipe de Projeto

119 Recursos Código Imagens Apresentação Palavras Estrutura Fonte: Jeffrey Veen Equipe de Projeto

120 Analistas de Sistemas, Programadores Recursos Código Imagens Apresentação Designers Palavras Estrutura Arquitetos da Informação Equipe de Projeto

121 A colaboração é crítica para o sucesso A equipe é interdisciplinar - quanto mais cada participante souber da outra área melhor. Fonte: Jeffrey Veen Equipe de Projeto

122 Habilidades necessárias à Equipe Visão global Organização Integração

123 No início da Web... Uma única pessoa era responsável por todos os processos de construção de um website (daí o nome WebMaster) Hoje, equipes multidisciplinares são necessárias para gerenciar este processo. Quem participa desta tarefa?

124 Arquitetos da Informação: Estes profissionais focam no projeto da organização, indexação, nomeação e sistemas de informação para apoiar a navegação e a busca no site. Quem participa desta tarefa?

125 Marketing: Estes profissionais focam no Mercado, entendendo suas necessidades e as audiências planejadas para o site. Eles devem planejar o que trará audiência e o que fará o usuário voltar ao site.

126 Quem participa desta tarefa? Gerentes de Negócio Estes profissionais definem principalmente as estratégias, objetivos e metas do canal eletrônico. Estas informações servirão de norte para o projeto e para avaliar seu sucesso.

127 Designers: São responsáveis pelo projeto gráfico do site e pelo layout das páginas que definem a identidade e a aparência do site. O objetivo final é implementar uma filosofia de design que harmonize forma e função. Quem participa desta tarefa?

128 Redatores (webwriters): Focam na linguagem do site. Suas tarefas incluem revisão e editoração, gerando conteúdo para as páginas do site. Hoje existe uma forte demanda para jornalistas especializados na linguagem da Web, mais direta e objetiva. Quem participa desta tarefa?

129 Profissionais de TI: Os analistas e programadores são responsáveis pela administração dos servidores, pelo desenvolvimento e a integração de ferramentas de produção e aplicações. A equipe técnica deve aconselhar as outras equipes sobre novas oportunidades tecnológicas ou limitações técnicas. Quem participa desta tarefa?

130 Gerentes de Projeto: A tarefa do gerente é manter o projeto dentro do prazo e orçamento previstos. Ele deve facilitar a comunicação entre as equipes e os clientes. Quem participa desta tarefa?

131 A transformação da Web em uma parte integral da infraestrutura corporativa de tecnologia da informação resultou na transformação de suas características básicas: todas as aplicações agora são 24 x 7 todas as aplicações agora são de missão crítica todas as premissas sobre capacity planning se tornaram obsoletas os riscos de segurança são amplificados Infra-estrutura para e-Business

132 Um site fora do ar pode significar milhões em prejuízos. Para implementar Alta Disponibilidade em e- Business, é necessário investir em equipamento, conexão e competência. Características importantes

133 Custo Médio de Downtime Segmento (mercado norte-americano) Custo Médio /hora (US$) Venda de bilhetes de entretenimento Reservas de passagens de avião Home Shopping Vendas via Cartões de Credito Mercados Financeiros

134 Redundância é a palavra-chave quando se pensa em uma boa infraestrutura para Websites comerciais. Deve ser implementada em Conectividade, CPUs, Fontes de Energia, No-breaks e Geradores, Espelhamento de Discos (RAID), Backup, e até mesmo de Servidores e Bancos de Dados. Redundância Pessosas Tecnologia Processos

135 Dividem o tráfego da Internet por um banco de servidores. Novos servidores podem ser adicionados com o aumento da demanda. Se um servidor apresenta problemas, o balanceador o retira do ar e redistribui a sua carga pelos outros. Podem ser implementados por hardware ou por software. Balanceadores de Carga

136 Insourcing vs Outsourcing Por que um Internet Datacenter ? Necessidade de Infra-estrutura confiável Necessidade de capacidade computacional –Poder de processamento –Disponibilidade –Escalabilidade Infra-estrutura complexa e cara –Equipamentos de informática e telecomunicações, ar condicionado, operação, administração e suporte 24x7

137 Infra-estrutura de um bom Datacenter –Sensores de movimentação eletrônica –Supervisão permanente de vídeo –Acesso biométrico com sensores de saída –Alarmes –Corpo de seguranças –Racks de servidores –Backup de geradores –Controle de redundância –Sistema de prevenção e combate a incêndios –Monitoramento de Operações dos servidores e tráfego –Sistemas de ar condicionado –Alimentação elétrica redundante –Controle de interferência e emissão eletromagnética –Redundância no backbone de dados e telefônico –Balanceamento de carga –Sistemas de firewall

138 IDC : Serviços Oferecidos Hospedagem de websites –Hosting Espaço lógico nos servidores –Hosting Dedicado Servidores dedicados para hospedar e rodar aplicações – O equipamento é do provedor –Colocation Aluguel da infra-estrutura tecnológica e de telecomunicações – O equipamento é do cliente Soluções de Conectividade Soluções de Segurança Serviços de Gerenciamento

139 Potenciais Vantagens Custo da tecnologia pode ser dividido entre várias empresas Proteção de investimento Acesso a recursos escaláveis Maior segurança Estrutura mais ágil e enxuta da empresa, focada na sua atividade fim Ambiente de cooperação tecnológica entre desenvolvedores de soluções, sites de comércio eletrônico e provedores de aplicações

140 Corrida para a construção … … corrida para consolidaçao Vultosos investimentos (10 a 100 M US$) Envolvimento de agentes financeiros Empresas no Brasil –Optiglobe –Embratel –Telefônica –.comDominio –Dedalus.com –Diveo –… Principais Cidades do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre !

141 Business-to-Consumer Meios de Pagamento

142 Meios de pagamento Cartões de crédito: através de processo manual, manual eletrônico, eletrônico ou EDI Carteira eletrônica (ex. Bradesco, Visa) Transferência Eletrônica de Fundos Invenções tipicamente brasileiras: Boleto bancário eletrônico, Depósito em conta, Dinheiro, cheque e vale-alimentação contra a entrega

143 Meios utilizados vs. frequência de compra Quanto maior a experiência de compra online, maior a preferência pela utilização de cartão de crédito e menor pelo boleto bancário Meio de pagamento utilizado Frequência de compra Fonte: e-bit

144 Processos de Autorização para Cartões de Crédito Manual Manual eletrônico (POS) Eletrônico (MOSET ou outros gateways de pagamento MOSET: Transação realizada com digitação do n.º do cartão em ambiente seguro (SSL), comandada por uma loja certificada, ou seja, o número do cartão não é conhecido e/ou armazenado pela loja e navega criptografado) EDI (Electronic Data Interchange)

145

146 Boleto bancário eletrônico

147 Business-to-Consumer Segurança no B2C

148 Pagamento na Internet Uma boa parte dos usuários brasileiros ainda tem receio de utilizar cartões de crédito na Internet… A principal causa é o medo relacionado com a segurança… Hackers, crackers, etc, ainda assustam.

149 O Problema da Segurança Quando uma conexão é estabelecida entre dois computadores na Internet, os dados trafegados podem passar por diversos computadores até chegar ao seu destino. Neste trajeto, pessoas que têm acesso aos computadores utilizados como rota poderiam teoricamente ler, modificar ou mesmo interromper os dados.

150 Na maioria das vezes, isto é bastante improvável ou mesmo inviável, já que diariamente circulam milhões de mensagens pela Internet. Caso possível: programas farejadores de senhas, instalados em nós roteadores, podem interceptar as mensagens. O Problema da Segurança

151 Como resolver este problema? Para lidar com este problema, os esquemas de segurança aplicados às transações eletrônicas na rede se baseiam em três importantes fatores: Criptografia dos dados Autenticação do servidor Integridade das mensagens

152 Criptografia Esquemas: Chave Secreta (DES, etc.) Chave Pública (RSA, ElGamal, etc).

153 Chave Secreta O remetente e o destinatário possuem a mesma chave secreta (a "senha"). O remetente utiliza a chave secreta para criptografar, e o destinatário a utiliza para descriptografar a mensagem. Texto Cripto Texto Claro

154 Chave Secreta Como o remetente e o destinatário têm que possuir a mesma chave, torna-se necessário que estes a determinem, ou que um determine a senha e envie para o outro. Se os dois lados estiverem fisicamente separados, pode-se ter problemas de segurança relacionados com esta remessa. O esquema de chave secreta mais utilizado é o DES(Data Encryption Standart, criado pela IBM,usa chaves de 56 bits,correponde a 72 quadrilhões de combinações)

155 Chave Pública A criptografia é implementada pelo uso de dois números, chamados de chaves pública e privada. A chave privada fica no seu computador, e você não a mostra para ninguém. Já a sua chave pública é distribuída para quem você quiser. Você necessita de ambas as chaves porque elas são fundamentalmente ligadas.

156 Chave Privada (Manter em local seguro) Chave Pública (Divulgar) Relação Matemática Chaves Pública e Privada(Chave Assimétrica)

157 Privacidade As chaves pública e privada têm a habilidade de criptografar e descriptografar informação, funcionando da seguinte forma: Outros usuários podem criptografar informações com a sua chave pública e enviar estas informações seguramente para você. Somente você, com a sua chave privada, pode descriptografar a mensagem recebida. O remetente tem a certeza que a mensagem será lida somente por você e não será alterada.

158 Criptografia A B (somente B pode ler) Texto Claro Chave Publ B Texto Cripto Internet Texto Cripto Chave Prv B Texto Claro

159 Autenticação Você pode criptografar informações com a sua chave privada e enviar a informação através da rede. Qualquer um que tenha a sua chave pública (que você distribuiu livremente) pode descriptografar a sua mensagem, e ter certeza que foi você que enviou (autenticada com a sua assinatura digital) e não foi alterada.

160 Texto Claro Chave Prv A Texto Assinado Internet Texto Assinado Chave Publ A Texto Ass OK Criptografia B A ( B tem certeza que foi A que enviou )

161 Texto Claro Texto Cripto Ass Internet Texto Cripto Ass Texto Claro Ass OK Publ B Prv A Prv B Publ A Criptografia + Autenticação A B (somente B pode ler e tem certeza que foi A que enviou)

162 Como? As chaves pública e privada são ligadas por um poderoso algoritmo que requer enormes recursos computacionais para ser quebrado, de forma que ninguém pode decifrar mensagens enviadas para você criptografadas com a sua chave pública e a nenhuma chave pode ser utilizada para simular o envio de mensagens criptografadas com a sua chave privada.

163 Certificados de Site Os certificados de site são documentos eletrônicos, emitidos pela chamada Autoridade Certificadora, que identificam univocamente o site em questão. Sem um certificado eletrônico, não é possível estabelecer um site seguro.

164 Autoridade Certificadora Os certificados são obtidos através do envio da documentação apropriada à Autoridade Certificadora. Após a sua aprovação, o certificado (um arquivo) é enviado à empresa e poderá ser utilizado para a configuração do servidor seguro.

165 Exemplos de Autoridades Certificadoras Verisign (www.verisign.com) Certisign (www.certisign.com.br) Módulo Entrust (www.modulo.com.br) Unicert (www.unicert.com.br)

166 Como o browser implementa conexões seguras: O servidor possui um par de chaves pública e privada, autenticados pela Autoridade Certificadora. Quando o browser se conecta ao servidor Web, é gerado um par de chaves. Cada uma das pontas envia para a outra sua chave pública, que é utilizada para criptografar a sessão.

167 PLANEJAMENTO DE MARKETING NA WEB Módulo 8 Gestão T.I. – ALFA Vivian Borim

168 Roteiro para o Plano Estratégico de Marketing – Fabricante de Eletrodomésticos Objetivos de Marketing: Vendas de unidades físicas e monetárias por linha de produto, participação de mercado, índice de retenção e fidelidade de clientes, Estratégia de Diferenciação de Produto e Poscionamento: Posicionar os produtos como modernos, práticos e funcionais, de qualidade superior à concorrência, para as donas de casa que desejam renovar sua cozinha e obter praticidade e economia durante o uso. Estratégia de Preço: O Preço pode ser posicionado como igual, inferior ou superior à concorrência. Estratégia de Canal de Vendas: Distribuir os produtos por meio dos canais de lojas de departamento, lojas de eletrodomésticos e supermercados. Estratégia de Comunicação: Comunicar pelos veículos de massa como televisão e revistas femininas, o lançamento dos produtos, distribuir cartazes e folhetos nas lojas; comuniar em Sites da internet como portais e lojas virtuais.

169 Roteiro para o Plano Estratégico de Marketing – Fabricante de Eletrodomésticos Detalhamento do Plano Operacional de Marketing: Indicar quando serão iniciadas as vendas para os lojistas e o abastecimento das lojas; qual o programa de treinamento de vendedores das lojas; quando será iniciada a propaganda para o consumidor; quantos anúncios serão veiculados; quais os incentivos a serem oferecidos aos consumidores e aos vendedores; em que websites e lojas virtuais será feita a propaganda dos produtos; quanto deverá ser pago por isso. Definição dos investimentos e orçamentos: Detalhar os orçamentos para as despesas de vendas, promoções e propaganda e os investimentos em desenvolvimento de produtos; Definição dos meios de avaliação e controle: Definir quais pesquisas serão realizadas para obter os resultados de intenção de compra, ou grau de satisfação do consumidor; que relatórios serão utilizados para medir vendas e participação de mercado.

170 Roteiro para o Plano de Comunicação na Internet Objetivos da Comunicação: Qual o alcance da comunicação, quantas pessoas deverão ser expostas à comunicação; Qual a audiência esperada para cada anúncio? Quantos ad views são esperados? Quantas indicações de novos clientes potenciais são esperadas? Que imagem se espera que o cliente tenha da empresa? Público-alvo da comunicação: Qual o perfil do público a ser atingido (faixa etária, nível de renda, tipo de ocupação, nível educacional, estilos de vida, estado civil, personalidade, etc). Mensagem a ser comunicada: O que deverá ser comunicado sobre os produtos, com base no posicionamento de marca/produto ou empresa?

171 Roteiro para o Plano de Comunicação na Internet Meios de Comunicação (mídia): Que tipos de website e de lojas virtuais deverão ser selecionadas para veicular a comunicação? Qual o perfil do público de cada website e cada loja virtual? Será feita comunicação por ? Plano Operacional-Tático: Que empresa será contratada para criar as peças de comunicação (textos, anúncios)? Qual a quantidade e o tamanho dos anúncios a serem veiculados? Qual a duração da campanha de comunicação? Quais as respostas para as perguntas mais frequentes dos clientes? E como será feita a resposta aos s recebidos? Quanto será pago para os intermediários por cliente indicado e por venda realizada ? Orçamento: Qual o montante dos gastos a serem realizados na produção e na veiculação da comunicação?

172 GOOGLE MARKETING Usabilidade -Charles Mingus tornar o simples complicado é fácil, tornar o complicado o simples é criatividade; - Navegação intuitiva, layout agradável, todos os links funcionando, linguagem que o internauta entenda; -O Google aprendeu esta lição, simplicidade e objetividade trazem o que a nossa dinâmica cotidiana atual exige; -O trabalho interdisciplinar de tecnologia, marketing, conteúdo e design é esquecido em 99,9% dos sites no Brasil e no mundo -Segundo a ISO , usabilidade é a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico

173 GOOGLE MARKETING Usabilidade -Uma pesquisa do site shop.org, 2007, pesquisou sobre a usabilidade e vendas: -Taxa de abandono de compras fica entre 47% e 53%; -Se 10% for pela interface representaria 17,4 bilhões de reais em 2007; -3,1% das visitas transformam-se em vendas; Reflitam: Como transformar um site mais usável, quais ferramentas utilizar e as que não devem ser utilizadas?

174 GOOGLE MARKETING Encontrabilidade -Para reter e vender para o usuário, primeiro é preciso que ele chegue até você; -As 22 leis do marketing, Ries, É preferível ser o primeiro a ser o melhor -Modelo AIDAS (Adaptado de Elmo Lewis, 1898) - Atenção, Interesse, Desejo, Ação e Satisfação é válido no marketing digital. -Chamar a atenção e gerar o interesse fazem parte da estratégia da encontrabilidade; -O que não pode ser encontrado, não pode ser clicado nem comprado.

175 GOOGLE MARKETING Encontrabilidade -Busca Natural – Quanto mais cliques recebe o google considera como anúncio altamente relevante para o público-alvo, e o colocou no lado esquerdo da busca; -Links Patrocinados – Leonardo Grinstein, 2000, corpoperfeito.com.br, pioneiros a anunciar no Google AdWords. Desde 2000 a empresa cresceu 50 vezes, só em 2005 seu faturamento cresceu 350% e hoje vendem mais de três mil produtos. Investimento de R$ 200,00 mensais nos links patrocinados;

176 GOOGLE MARKETING 1 – Descubra as palavras-chave que seu público-alvo mais digita ao procurar o seu produto ou serviço; 2 – Otimize seu site para que seja o primeiro colocado nessas palavras-chave na busca natural; 3 – Faça a campanha de links patrocinados com as palavras-chave certas, para que sua marca esteja sempre presente na lembrança do usuário; 4 – Trabalhe a usabilidade do seu site para que o usuário, depois de encontrá-lo, permaneça nele e faça a compra desejada; 5 – Dê motivos para ele voltar e falar do site para outros usuários; 6 – Trabalhe a otimização de seu site sempre.

177 GOOGLE MARKETING A internet não é uma rede de computadores. É uma rede de pessoas; -Orkut, Firck, Linkedin.... -Conteúdo Colaborativo – Wikipedia -Novos Veículos – Youtube -We Blog -Google Maps

178 GOOGLE MARKETING Novas Ferramentas: -8apps – hhtp://8apps.com/ - permite conhecer outros usuários com interesses profissionais semelhantes e que permite o gerenciamento de projetos por meio de diversos recursos e ferramentas; -Ajax13 – – permite editar textos ou fazer cálculos rápidos em uma planilha sem precisar de login e senha.www.ajax13.com -AjaxWrite – - Identico à de editor de texto par o desktops;http://us.ajax13.com/en/ajaxwrite -Aprex – - Primeiro brasileiro da web 2.0;www.aprex.com.br/ -Google Calendar e Google Docs – Agenda on-line e Gerenciamento de Documentos;

179 GOOGLE MARKETING Novas Ferramentas: -Podcast: podcastOne – -RSS: Bloglines – -Web 2.0 Validator – – Serviço que informa se o site está nos moldes da web 2.0.http://web2.0validador.com -1CRM –

180 Erro comum... Foco na Tecnologia A Internet e as tecnologias baseadas na Web são hoje onipresentes. O sucesso de uma solução B2B deriva, necessariamente, do foco em mercados específicos e na solução de negócios adotada.

181 Até a próxima… Vivian Borim Borges


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