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SEGURANÇA EM REDES SEGURANÇA EM REDES. INFRA-ESTRUTURA DA INSTALAÇÃO CONDIÇÕES AMBIENTAIS CONTROLE DE ACESSO FÍSICO CONDIÇÕES OPERACIONAIS HACKERS.

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1 SEGURANÇA EM REDES SEGURANÇA EM REDES

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3 INFRA-ESTRUTURA DA INSTALAÇÃO CONDIÇÕES AMBIENTAIS CONTROLE DE ACESSO FÍSICO CONDIÇÕES OPERACIONAIS HACKERS

4 INFRA-ESTRUTURA DA INSTALAÇÃO QUALIDADE DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA MENOR EXIGÊNCIA EM MICROINFORMÁTICA SOBRECARGA FONTE ESTABILIZADA ATERRAMENTO FILTROS DE LINHA NO-BREAKS AR CONDICIONADO ASPECTOS ERGONOMÉTRICOS

5 INFRA-ESTRUTURA DA INSTALAÇÃO (1) SEGURANÇA FÍSICA SALA DO HUB E SERVIDOR AR CONDICIONADO REDE ELÉTRICA EQUIPAMENTOS DO USUÁRIO MENOR EXIGÊNCIA EM MICROINFORMÁTICA

6 CONDIÇÕES AMBIENTAIS ARRANJO FÍSICO TRÂNSITO VENTILAÇÃO POSIÇÃO DO MONITOR DE VÍDEO REDES - CONDIÇÕES DE PASSAGEM DOS CABOS FÍSICOS ILUMINAÇÃO COMBATE AO FOGO QUALIDADE DO AR, TEMPERATURA E UMIDADE

7 CUIDADOS - MANUSEIO DOS EQUIPAMENTOS EVITAR INCIDÊNCIA DIRETA DE LUZ SOLAR EVITAR LIGAR/DESLIGAR CONSTANTEMENTE O EQUIPAMENTO EVITAR PROXIMIDADE DE BEBIDAS/ALIMENTOS/FUMO EVITAR DESLIGAR EQUIPAMENTO QUANDO LED ACESO EVITAR VIBRAÇÕES NO MÓVEL QUE SUSTENTA O MICRO MANTER DRIVES FECHADOS DESLIGAR EQUIPAMENTOS AO FINAL DA OPERAÇÃO NÃO OBSTRUIR ENTRADAS DE AR/VENTILAÇÃO DO EQUIPAMENTO

8 MICROCOMPUTADORES NO INTERIOR DE FÁBRICAS BLINDAGEM FIBRA ÓTICA

9 SEGURANÇA EM REDES (2) SEGURANÇA LÓGICA USERCODE + PASSWORD DE SOFTWARE BACKUP DE HARDWARE VIRUS ANTIVIRUS

10 BACKUP VISA FACILITAR A RECUPERAÇÃO DAS INFORMAÇÕES UMA OU MAIS CÓPIAS DE SEGURANÇA ?

11 BACKUP RECOMENDAÇÕES DE ORDEM PRÁTICA basta fazer cópias dos arquivos gerados pelo usuário programas poderão ser recuperados a partir dos disquetes originais importante são os dados variáveis PLANILHASTEXTOSBANCOS DE DADOS procedimento altamente recmendável é separar os arquivos de dados em subdiretórios CRITÉRIO DE BACKUP TOTALPARCIALX

12 BACKUP EM REDES LOCAIS AMBIENTESAMBIENTES (1) OPERACIONAL (2) CORPORATIVO (3) DO USUÁRIO FINAL

13 BACKUP EM REDES LOCAIS (1) AMBIENTE OPERACIONAL ambiente estável compreende: S.O. de micro e de rede utilitários processadores de texto planilhas geradores de gráficos compiladores BACKUP de responsabilidade do ADMINISTRADOR DE REDE

14 (2) AMBIENTE CORPORATIVO ambiente de produção da empresa compreende: módulos executáveis bases de dados utilitários de acesso e manutenção BACKUP de responsabilidade do ADMINISTRADOR DE REDE ou do RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO DO SERVIDOR ou de um USUÁRIO ENCARREGADO PELA MANUTENÇÃO DO SISTEMA BACKUP EM REDES LOCAIS

15 (3) AMBIENTE DO USUÁRIO FINAL ambiente das aplicações dos usuários compreende: arquivos de textos planilhas sistemas em desenvolvimento periodicidade depende do usuário, em conjunto com o ADMINISTRADOR DA REDE, muitas das vezes realizado diariamente BACKUP de responsabilidade do ADMINISTRADOR DE REDE ou por ele delegada BACKUP EM REDES LOCAIS

16 VÍRUS – Network Associates HACKERs X CRACKERs Forrester Research – New York Times Fraudes em comércio eletrônico pela Internet são de U$1 para cada US1.000

17 V I R U S CONCEITO pequeno programa OBJETIVO INSTALAR-SE REPRODUZIR-SE DOMINAR O ORGANISMO QUE O ALOJA

18 CATEGORIAS DE VIRUS VENDEDOR ( incentivar o usuário a comprar vacinas) INOFENSIVO ( não estraga os dados ou programas gravados) PING-PONG MADDONA AVISA QUE VAI FORMATAR O DISCO APARENTEMENTE INOFENSIVO ( envia mensagem em tom de brincadeira e estraga as informações) TERRORISTA (estraga as informações sem aviso prévio) SEXTA FREIRA 13 TERRORISTA DE HARDWARE (reduz o ritmo do relógio interno, provoca acesso anroam e excessivo de discos, gerando desgaste nos mecanismos internos) FALSAS VACINAS (ao invés de vacinar, contaminam os discos. São obtidas principalnete por meio de REDES PÚBLICAS)

19 FORMAS DE INFESTAÇÃO DO VIRUS CRIAÇÃO ATAQUE DISSEMINAÇÃO CONTÁGIO alguém escreve um programa, objetivo é inserir-se em outros programas CAVALO DE TRÓIA - troca de disquetes quanto mais o programa se propaga, mais o virus se reproduz numa determinada época, o virus desperta

20 CONTAMINAÇÃO POR VIRUS arquivos com extensões. EXE OU. COM VIRUS GENÉRICOS OU PARASITAS arquivos com extensões. EXE OU. COM VIRUS DE boot sector VIRUS que atacam o interpretador de comandos COMAND.COM FILES VIRUSES que ficam incorporados aos arquivos e executados em conjunto com o programa VIRUS MUTANTES ou POLIMORFOS que ficam adormecidos em um arquivo esperando para agir quando este for transferido para a memória para ser executado FILES RECOMBINANTES que trocam seus códigos quando se encontram em ambiente infectado, criando a partir daí outros novos virus

21 Vírus Vírus é um programa de computador que se reproduz e embute-se em outros programas. Quando eles são executados, o vírus é ativado e pode se espalhar ainda mais e danificar sistemas e arquivos onde se encontra. Para ativar o vírus, é necessário abrir o arquivo infectado. Se você não abrir, ele ficará inativo.

22 Trojans l Trojans são programas que permitem a invasão de computadores com facilidade. É um programa, que quando executado, atua de forma diferente do esperado. Ele tem o intuito de roubar informações mantidas no computador da vítima. Quando a máquina contaminada conectar-se à Internet, poderá enviar as informações a algum ou outro lugar sem que a vítima perceba.

23 Spoofing Spoofing consiste em o invasor convencer o sistema ou alguém que ele é outra pessoa para acessar informações sem permissão. Ele falsifica seu endereço de origem. Exemplo: O computador A finge ser B para acessar informações do computador C.

24 Sniffers Sniffers são programas para monitoramento de tráfego na rede. Ele pode ser utilizado pelos administradores de rede para verificar problemas ou por intrusos para roubar nomes de usuários e senhas. Esse tipo de programa explora o fato que os pacotes das aplicações TCP/IP não serem criptografados. Para utilizar Sniffers, é necessário que ele esteja instalado em um ponto da rede onde passe tráfego de pacotes de interesse para o invasor ou administrador.

25 Ataque DoS Ataque DoS (Denial of Service) é um ataque de recusa de serviço. Eles são capazes de tirar sites do ar. São baseados na sobrecarga da capacidade ou uma falha não prevista. Normalmente são erros básicos de programadores na hora de testar o sistema. Eles não testam se o sistema for forçado a dar erro e receber muitos pacotes ao mesmo tempo ou com erros. Esse tipo de ataque não causam perda ou roubo de informações, mas os serviços ficarão indisponíveis por tempo indeterminado. De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, Crackers tentam realizar em torno de 15 mil ataques do tipo DoS por semana. Os alvos mais comuns são grandes empresas.

26 Ataque DDoS Ataque DDoS (Distributed Denial of Service) tem como origem diversos pontos disparando ataques DoS para um ou mais sites determinados. O invasor coloca agentes para dispararem o ataque em uma ou mais vítimas. As vítimas são escolhidas pelo invasor por possuírem alguma vulnerabilidade. Os agentes se transformam em um ataque DoS de grande escala. Uma ferramenta chamada DDoS Attack, desenvolvida pelo programador brasileiro que se intitula OceanSurfer, é capaz de causar negação de serviços em computadores na Internet através de uma inundação de conexões em determinada porta.

27 Quebra de Senhas l Existem várias técnicas para Quebra de Senhas, como: tentar senhas padrões, senhas simples com nomes pessoas; da empresa ou datas e outras. Para facilitar a descoberta de senhas, existem programas com dicionários de senhas e programas para testar todas as combinações possíveis de caracteres para descobrir a senha.

28 SINTOMAS DA EXISTÊNCIA DE VIRUS arquivo com 0 bytes ou número exagerado data anterior a 01/01/80 hora acima de 24:00:00 alteração de tamanho nos arquivos.EXE aparecimento de arquivos escondidos programas residentes características suspeitas interferência no vídeo lentidão no processamento arquivos desaparecidos HARD DISK formatado redução de memória disponível

29 Conclusão Quando o acesso a componentes vulneráveis da rede é obtido, o cracker pode: l criar backdoors, caso queira acessar novamente a máquina l explorar os arquivos l instalar sniffers ou outros programas l limpar os rastros para que não descubram quem acessou o sistema. Devemos proteger e monitorar constantemente redes para que crackers/hackers não a tomem temporariamente. Nada é 100% seguro.

30 PROGRAMAS ANTIVIRUS ou VACINAS NENHUM PRODUTO ANTIVÍRUS REDUZ O RISCO DE INFECÇÃO A ZERO McAffeeVirusGuard Norton IBM AntiVirus

31 COMO EVITAR A CONTAMINAÇÃO POR VIRUS evitar programas de origem desconhecida ou pirata utilizar programas originais de procedência oficial restringir acesso à rede a operadores autorizados, por meio de software de segurança esenhas individuais secretas manter sempre cópia de segurancá das informações no caso de necessidade de reinstalar software, utilizar sempre software original evitar troca indiscriminada de disquetes utilizar WRITE PROTECT alterar localização do COMMAND.COM fora do diretório RAIZ alterar atributos dos arquivos.EXE ou.COM software de demonstração - manter em micro isolado para limpar disquete, preferir FORMAT em vez de DEL ou ERASE ambiente trancado após o expediente se emprestar disquetes, fazer cópia antes e formatá-los ao recebê- los de volta não utilizar micro para jogos cuja origem seja desconhecida

32 PROTEÇÃO DA REDE AMBIENTE FÍSICO ? TEMPERATURA CORES CLARAS PISO QUALIDADE DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONDICIONAMENTO DO AR ASPECTOS ERGONOMÉTRICOS 1) ALTURA DO TECLADO 2) CADEIRAS 3) USO DE RÉGUA GUIA PARA DIGITAÇÃO DE DOCUMENTOS

33 COMO PROTEGER A REDE CONTRA PROBLEMAS ELÉTRICOS ? NO-BREAK FILTRO DE LINHA COMO PROTEGER OS CABOS DE REDE ? CALHAS DISTÂNCIA DA REDE ELÉTRICA DUTOS QUADROS DE FIAÇÃO PROTEÇÃO DA REDE

34 ATERRAMENTO

35 BACKUP RECOMENDAÇÕES DE ORDEM PRÁTICA basta fazer cópias dos arquivos gerados pelo usuário programas poderão ser recuperados a partir dos disquetes originais importante são os dados variáveis PLANILHASTEXTOSBANCOS DE DADOS procedimento altamente recmendável é separar os arquivos de dados em subdiretórios CRITÉRIO DE BACKUP TOTALPARCIALX

36 PROTEÇÃO DA REDE COMO PROTEGER OS CABOS DE REDE ? USO DE CALHAS / DUTOS DISTÂNCIA DA REDE ELÉTRICA QUADROS DE FIAÇÃO COMO PROTEGER OS EQUIPAMENTOS ? SALA TRANCADA (DANOS ACIDENTAIS OU INTENCIONAIS) COMO PROTEGER OS USUÁRIOS ?

37 Firewall IMPRESCINDÍVEL PARA REDES CORPORATIVAS, PARTICULARMENTE INTRANETs PROTEÇÃO CONTRA ACESSO NÃO AUTORIZADO SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DADOS SEGURANÇA DE ACESSO AUTORIZAÇÃO AUTENTICAÇÃO ASSINATURAS DIGITAIS IDENTIFICAÇÃO + SENHA + POLÍTICA DE SEGURANÇA (ANTIVÍRUS,...)

38 NÃO DEIXE UM MICRO COM SUA CONTA LOGADO... UMA FORMA USADA PELOS CRACKERs E HACKERs PARA INVADIR SEU MICRO NUMA REDE LOCAL É O SPOOFING (USO DE UM ENDEREÇO IP FALSO)... USAR O SOFTWARE BlackICE Defender, da Nework ICE que cria um escudo contra esse tipo de invasão SEGURANÇA NOS BROWSERs O QUE FAZER COM BUGS DE SEGURANÇA PARA OS QUAIS AINDA NÃO EXISTE CORREÇÃO ? CUIDADO COM PROGRAMAS DE ICQ, PERMITINDO QUE USUÁRIOS TORNEM PÚBLICO O SEU ENDEREÇO IP

39 SEMPRE BUSQUE A ATUALIZAÇÃO DOS ANTIVÍRUS CUIDADO AO BAIXAR (DOWNLOAD) PROGRAMAS DE ORIGEM DESCONHECIDA --- CAVALOS DE TRÓIA --- CHERNOBYL (APAGA O HD ou O WORM.EXPLORE.ZIP QUE DESTRUA SEUS DOCS DE TEXTO E PLANILHAS) CUIDADO COM CARTÕES ANEXOS A Ex: Vírus Happy99 Guia ANTI-HOAX (vírus que não existem --- HOAX --- vírus que não passam de boato ameaçador --- um dos mais recentes (Lump of Coal --- Monte de carvão --- para o dia 25 de dezembro). Outro: msg Microsoft que iria falhar em 01/Jan

40 SENHAS : 8 CARACTERES – LETRAS E NÚMEROS – TROCAR UMA VEZ POR MÊS – SENHA ANTIGAS NÃO DEVEM SER REUTILIZADAS Uso de frases --- Gosto de ira à praia com Maria e José Senha: GdiapcMeJ --- É seguro!!!!! Programas Gerenciadores de Senhas (criptografadas) Envio de criptografados --- algoritmo Blowfish --- até hoje não quebrado Outlook --- mensagens criptografadas padrão MIME – Certificado de Identidade Digital (Verisign) Custa US$14,95 por ano e pode ser experimentado gratuitamente Opção versão gratuita do PGP que funciona com Outlook Express, Netscape e Eudora

41 Uso de tranca para o HD --- Utilitário PGPdisk --- cria uma área protegida no disco rígido e tudo que ali é gravado é criptografado e só pode ser decifrado com a senha correta Cuidado com os Applet Java – Páginas HTML / Scripts Java – podem causar estragos / Cookies COMÉRCIO ELETRÔNICO --- COMPRAS NA Web Modo de Segurança Secure Socket Layer (SSL) – padrão de fato para criptografia de comércio eletrônico na Internet Internet Explorer (CADEADO) Protocolo de Segurança SET (Secure Electronic Transaction) criado parceria VISA/MASTERCARD, evita que os dados do usuário sejam transmitidos para o lojista, somente a autorização para a venda --- é seguro, mas complicado!!!

42 BACKUP – SEMPRE IMPORTANTE FAZER... CD-R e CD-RW / DVD / Pendrive / HD SISTEMAS DE SEGURANÇA BASEADOS NA LEITURA DAS CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS DEIXARAM DE SER FICÇÃO CIENTÍFICA... Dispositivos para leitura da impressão digital já existes à venda no Brasil --- pessoa só precisa colocar a ponta do dedo no sensor óptico para que sua impressão digital seja lida e o acesso ao micro liberado.

43 CONDIÇÕES AMBIENTAIS E CONTROLE DO ACESSO FÍSICO ARRANJO FÍSICO TRÂNSITO VENTILAÇÃO POSIÇÃO DO MONITOR DE VÍDEO REDES - CONDIÇÕES DE PASSAGEM DOS CABOS FÍSICOS ILUMINAÇÃO COMBATE AO FOGO QUALIDADE DO AR, TEMPERATURA E UMIDADE Sala de Hub/Switch e do SERVIDOR

44 MICROCOMPUTADORES NO INTERIOR DE FÁBRICAS BLINDAGEM SOFTWARE DE AUTO-DIAGNÓSTICO FIBRA ÓTICA

45 CONDIÇÕES OPERACIONAIS PADRONIZAÇÃO DE SENHAS, PROGRAMAS, ARQUIVOS, FORMATOS DE TELAS/RELATÓRIOS SEGURANÇA DE NÍVEL LÓGICO CONTA (USERCODE) + SENHA

46 Segurança na Internet O termo HACKER VARREDURA de ping de portas para descoberta de S.O.

47 Segurança na Internet ENUMERAÇÃO Windows Senhas Robustas Linux Unix ATAQUES DE RECUSA DE SERVIÇO

48 Firewall IMPRESCINDÍVEL PARA REDES CORPORATIVAS, PARTICULARMENTE INTRANETs PROTEÇÃO CONTRA ACESSO NÃO AUTORIZADO SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DADOS IDENTIFICAÇÃO + SENHA + POLÍTICA DE SEGURANÇA (ANTIVÍRUS,...)

49 GERENCIAMENTO DE REDES

50 HARDWARE SOFTWARE MEIOS DE COMUNICAÇÃO MEIOS DE TRANSMISSÃO GERENCIAMENTO EM REDES ESTÁ ASSOCIADO À TAREFA DO ADMINISTRADOR DE REDE

51 GERENCIAMENTO EM REDES GERÊNCIA TOTAL GERÊNCIA DE FALHAS GERÊNCIA DE CONFIGURAÇÃO GERÊNCIA DE DESEMPENHO GERÊNCIA DE SEGURANÇA GERÊNCIA DE CONTABILIZAÇÃO INFORMAÇÃO É A BASE

52 GERENCIAMENTO DE FALHAS compreende a detecção de problemas e as etapas necessárias ao seu isolamento GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO fornece mensagens com a descrição das conexões e equipamentos ativos está intimamente relacionado com o GERENCIAMENTO DE FALHAS, pois a alteração de configurações é uma técnica básica para isolar falhas na rede

53 GERENCIAMENTO DE CONTABILIZAÇÃO cobrança pelos serviços utilizados por cada pessoa GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA alerta aos gerentes referente às tentativas de acesso não autorizado nos níveis de cabo, da rede, do servidor de arquivos e dos recursos GERENCIAMENTO DE DESEMPENHO contagem de pacotes, solicitações de acesso a disco e acesso a programas específicos

54 GERENCIAMENTO EM REDES P R O C E S S O COLETATRATAMENTOANÁLISEAÇÃO O GERENCIAMENTO DE REDE ESTÁ INTIMAMENTE LIGADO A UM PROCESSO DE EXECUTAR AÇÕES COM BASE EM DADOS COLETADOS

55 GERENCIAMENTO EM REDES RMON Remote MONitoring pacotes como Norton Administrator for Networks, ManageWise e o Single Point Visinet WAN Cada um desses produtos incorpora um BDD ou funcionalidade RMON, que elimina a necessidade de duplicar funções de gerenciamento em cada site. RMON, como extensão para SNMP, exige o uso de agentes de gerenciamento, chamados probes remotos, em locais críticos de toda a rede, que recolhem estatísticas de rede e informação histórica e registram um subconjunto de detalhes para console de gerenciamento central

56 GERENCIAMENTO EM REDES SNMP Simple Nertwork Management Protocol desenvolvido pelos órgãos governamentais e entidades universitárias que lançaram o TCP/IP determina uma forma de armazenar informações em um tipo de Management Information Base (MIB), que armazena todos os dados coletados pelos agentes, log de erros, etc...

57 GERENCIAMENTO EM REDES NetView, da IBM GERENCIAMENTO DE REDE LOCAL GERAÇÃO DE RELATÓRIOS E CONTROLE DE TODA REDE GERAÇÃO DE RELATÓRIOS E CONTROLE DO HUB DE FIAÇÃO ANÁLISE DE PROTOCOLO E MEDIÇÃO DO TRÁFEGO ANÁLISE ESTATÍSTICA

58 GERENCIAMENTO EM REDES SPECTRUM, da Cableton Systems NetDirector, da UB Networks Cisco Works, da Cisco Systems BrightWorks v2.1, da McAfee Seagate Frye Management, da Seagate Transcend Enterprise Manager, da 3Com Norton Administrator for Network, da Symantec Corporation Optivity Enterprise, da Bay Networks Openview, da Hewlett Packard (HP) System View for AIX, da IBM

59 ADMINISTRAÇÃO DA LAN APÓS TER SIDO INSTALADO TODO O HW, O S.O.R. E OS SW DE APLICAÇÕES NO SERVIDOR E WS, A TAREFA DO ADMINISTRADOR APENAS COMEÇA AS LANs EXIGEM AÇÕES CONSTANTES DE SUPORTE E ADMINISTRAÇÃO SERÁ NECESSÁRIO UM HD DE MELHOR DESEMPENHO ? É POSSÍVEL ALTERAR AS OPÇÕES DE CACHE DO DISCO PARA MELHORAR O TEMPO DE RESPOSTA ? SERÁ MAIS ADEQUADO UTILIZAR UM OUTRO SGBD ?

60 ALGUÉM PRECISA SABER COMO TUDO FUNCIONA PARA SANAR OS PROBLEMAS TANTO O HARDWARE COMO O SOFTWARE PODEM APRESENTAR FALHAS HD CABO PARTIDO COMANDO QUE TRAVA A WS MENSAGEM DE ERRO ADMINISTRAÇÃO DA LAN

61 O ADMINISTRADOR DA REDE É O RESPONSÁVEL PELO BOM FUNCIONAMENTO DA LAN COMO DEVE SER CONFIGURADA A APLICAÇÃO DE BD, PARA QUE TODOS POSSAM COMPARTILHÁ-LA ? QUEM DEVE SUBSTITUIR OS CARTUCHOS DE TONER DA IMPRESSORA LASER ? QUEM ELIMINA OS ARQUIVOS OBSOLETOS QUANDO O HD COMPATILHADO ESTIVER FULL ? QUEM GARANTE AS CÓPIAS DIÁRIAS OU SEMANAIS DE SEGURANÇA (BACKUP) ? ADMINISTRAÇÃO DA LAN

62 QUE CONHECIMENTOS DEVE TER UM BOM ADMINISTRADOR DE REDE ? É TAREFA DE GERENCIAMENTO INSTALAR S.O.R. CADASTRO DE CONTAS, RECURSOS INSTALAR SOFTWARE APLICATIVO INSTALAR PLACA DE REDE / CONECTORES NORMAS E REGRAS DE SEGURANÇA SUPORTE /APOIO AO USUÁRIO ADMINISTRAÇÃO DA LAN

63 A TAREFA DE MANUTENÇÃO DA REDE EXECUTAR BACKUPs VERIFICAR PRESENÇA DE VIRUS NA REDE AVALIAR NOVOS PRODUTOS MONITORAR O USO E ANTECIPAR PROBLEMAS NA REDE ESPAÇOS EM DISCO VELOCIDADE DE ACESSO AOS DISCOS VELOCIDADE DA IMPRESSORA GERAR PLANOS E ORÇAMENTOS FUTUROS ADMINISTRAÇÃO DA LAN


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