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Joyce Carlo Roberto Lamberts REGULAMENTAÇÃO DE ETIQUETAGEM DO NÍVEL DE EFICIÊNCIA EM EDIFICAÇÕES ETIQUETA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA DO INMETRO.

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1 Joyce Carlo Roberto Lamberts REGULAMENTAÇÃO DE ETIQUETAGEM DO NÍVEL DE EFICIÊNCIA EM EDIFICAÇÕES ETIQUETA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA DO INMETRO Laboratório de Eficiência Energética em Edificações Universidade Federal de Santa Catarina

2 CONSUMO MUNDIAL DE ENERGIA PRIMÁRIA PER CAPITA INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

3 INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO CONSUMO TOTAL SUL-AMERICANO DE ENERGIA PRIMÁRIA PER CAPITA CONSUMO TOTAL SUL-AMERICANO DE ENERGIA PRIMÁRIA PER CAPITA

4 CONDICIONAMENTO AMBIENTAL

5 The BigHorn Home Improvement Center Silverthorne, Colorado 4 Times Square New York City HIGH PERFORMANCE BUILDINGS

6 Adam Joseph Lewis Center for Environmental StudiesOberlin College Oberlin, Ohio Department of Environmental Protection Cambria Office Building Ebensburg, Pennsylvania HIGH PERFORMANCE BUILDINGS

7 7 MATRIZ ENERGÉTICA INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO BRASIL x MUNDO

8 BRASIL 2006 – matriz energética limpa INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

9 Consumo de Energia Elétrica e PIB em relação ao ano base 1987

10 Fonte: BEN CONSUMO DE ELETRICIDADE POR SETOR INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

11 Diversidade de usos finais Iluminação: 12 a 57% Equipamentos: 6 a 38% Ar-condicionado: 25 a 75% USOS FINAIS – SETOR COMERCIAL INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

12 Avaliação do Mercado de Eficiência Energética no Brasil: Pesquisa Setor Comercial - AT PROCEL-Eletrobras 2007 USOS FINAIS – SETOR COMERCIAL AT INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

13 Fonte: Projeto 6 cidades, Procel DIVERSIDADE DE USOS FINAIS INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

14 Avaliação do Mercado de Eficiência Energética no Brasil: Pesquisa Prédios Públicos AT - PROCEL-Eletrobras 2007 USOS FINAIS – SETOR PÚBLICO INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

15 LEI Nº10285, 17 de outubro de 2001 Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e dá outras providências. Visa desenvolver a eficiência energética no país. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA HISTÓRICOHISTÓRICO

16 Plano Nacional de Energia PNE 2030 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

17 PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM

18 NOVIDADE...NOVIDADE...

19 REGULAMENTAÇÃOMANUAL ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES REGULAMENTAÇÃO EDIFÍCIOS COMERCIAIS

20 CGIEE Secretaria Técnica Comissão Técnica de Edificações GT Edificações Regulamentação para Etiquetagem Voluntária do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos Regulamentação para Etiquetagem Voluntária do Nível de Eficiência Energética de Edificações Residenciais Regulamento de Avaliação de Conformidade (da regulamentação comercial) Regulamento de Avaliação de Conformidade (da regulamentação residencial) ÓRGÃOS ENVOLVIDOS REGULAMENTAÇÃO

21 Fevereiro de 2003, primeira reunião do GT-MME Outubro de 2003, Lançamento do PROCEL EDIFICA Fevereiro de 2006, segunda reunião do GT-MME Setembro de 2006, aprovação do texto da regulamentação de edificações comerciais, públicas e de serviços CGIEE Grupo Técnico Secretaria Técnica Regulamentação de edificações residenciais Regulamentação de edificações comerciais, públicas e de serviços em elaboração

22 Histórico Atividades realizadas no âmbito da regulamentação Levantamento das normas internacionais – EUA, UE Montagem de um arquivo fotográfico das tipologias dos edifícios de várias cidades brasileiras; Definição de protótipos representativos; Medição da energia elétrica em 10 prédios; Inclusão de variáveis arquitetônicas na pesquisa de posse e hábitos; Avaliação e seleção do pacote computacional de simulação (Energyplus) Simulação de mais casos; Montagem das equações paramétricas por região geográfica e tipologia; Validação dos protótipos com diversos parceiros, principalmente com os da rede de apoio.

23 Descrição geral Métodos de cálculo da eficiência Envoltória Sistema de iluminação Sistema de condicionamento de ar Simulação Certificação REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO... para Etiquetagem Voluntária do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos

24 Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE Parciais: Envoltória Envoltória + Iluminação Envoltória + Cond. ar Geral: Edifício completo Envoltória + Iluminação + Cond. Ar + Incentivos VISÃO INTEGRADA ESTRUTURAESTRUTURA REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO

25 Voluntária Para edifícios maiores que 500 m 2 ou Grupos de alta tensão (> 2,3kV - subgrupos A1, A2, A3, A3a, A4 e AS). criar condições para a Etiquetagem Voluntária do nível de eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos. APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO OBJETIVOOBJETIVO

26 Circuito elétrico com possibilidade de medição centralizada por uso final: Facilitar monitoramento durante o uso. Aquecimento de água: Adoção de sistemas mais eficientes de aquecimento de água. Controle inteligente de tráfego: Reduzir o deslocamento dos elevadores. Bombas de água etiquetas: A etiqueta fornece o rendimento das bombas. PRÉ-REQUISITOSPRÉ-REQUISITOS REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO

27 + 1 ponto na classificação geral : Uso racional de água: economia anual mínima de 20%; Aquecimento solar: fração solar mínima de 60%; Fontes renováveis de energia: economia anual mínima de 10%; Cogeração: economia anual mínima de 30%; Inovações que promovam a eficiência energética: economia anual mínima de 30%. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO INCENTIVOSINCENTIVOS

28 MÉTODOS DE CÁLCULO REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO PRESCRITIVO: Por pontuação a partir da equação geral fornecida na introdução; Válido para edifícios condicionados artificialmente, ou parcialmente condicionados. SIMULAÇÃO: Através de simulação computacional do desempenho térmico e/ou energético da edificação; Válidos para edifícios condicionados artificialmente, parcialmente condicionados ou não condicionados.

29 Por pontuação ( Pt ) Iluminação Condicionamento de Ar Envoltória EqNum Equivalente numérico AC área condicionada AU área útil REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO MÉTODO PRESCRITIVO 30% 30% 40% ENV ILUM COND

30 Por pontuação ( Pt ) 95% h ocupadas do ano em conforto REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO MÉTODO PRESCRITIVO parcela sem condicionamento

31 Envoltória o Indicador de Consumo referente a envoltória do edifício proposto deve ser calculado com uma equação considerando: - Área de janelas - Proteções solares - Tipo de vidro - Dimensões da edificação - Zoneamento bioclimático brasileiro Iluminação método de cálculo com limites para a densidade de potência de iluminação (DPI) interna para cada ambiente da edificação. Condicionamento de Ar classificação baseada no Programa Nacional de Etiquetagem do INMETRO (aparelhos e janela e split) ou na eficiência dos resfriadores de líquido para sistemas centrais REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO SISTEMASSISTEMAS

32 Pré-requisitos: aberturas zenitais e componentes opacos; Indicador de Consumo para aberturas verticais; Sua avaliação é obrigatória para obter qualquer outra etiqueta; REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA conteúdo

33 Carga interna Envoltória Transparentes Justificativa

34 A B Cobertura U max α max ilum. (W/m 2 K) (ZB 2 a 8) zenital Cond Não Cond 1,00 2,00 0,4 até 5% ZB 1 a 6 3,70 0,4 3,70 0,4 2,50 (CT80kJ/m 2 K) Parede 1,50 2,00 0,4 2,00 C, D A, B ZB 7 e 8 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA pré-requisitos

35 A eficiência é estabelecida através de um Indicador de Consumo (IC) usando equações fornecidas para cada zona bioclimática e dimensões da edificação: (esta equação é válida para edifícios com área de projeção menor que 500 m 2 localizados nas zonas bioclimáticas 2 - Santa Maria, Pelotas - e 3 - São Paulo, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre). REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA método de cálculo Aberturas

36 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA Há equações para as zonas bioclimáticas: ZB 1 – Curitiba ZB 2 e ZB 3 – Sta Maria, São Paulo e Belo Horizonte ZB 4 e ZB 5 – Brasília Zb 6 e ZB 8 – Campo Grande, Rio de Janeiro ZB 7 – Cuiabá E para edifícios de área de projeção: < 500 m² > 500 m²

37 FA FF PAF FS AVS AHS Fator Altura: A cob /A tot Fator de Forma: A env /V Percentual de Área de Abertura na Fachada Fator Solar Ângulo Vertical de Sombreamento Ângulo Horizontal de Sombreamento razão entre a área da envoltória e o volume do edifício; razão entre a área de projeção da cobertura e a área de piso; Variáveis da equação razão entre a soma das áreas de abertura envidraçada, de cada fachada e a área total de fachada da edificação ; razão entre o ganho de calor que entra num ambiente através de uma abertura e a radiação solar incidente; ângulo que determina a obstrução à radiação solar gerada pela proteção solar horizontal; ângulo que determina a obstrução à radiação solar gerada pela proteção solar vertical. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA método de cálculo

38 FA FF PAF FS AVS AHS Fator Altura: A cob /A tot Fator de Forma: A env /V Percentual de Área de Abertura na Fachada Fator Solar Ângulo Vertical de Sombreamento Ângulo Horizontal de Sombreamento Variáveis da equação Calculado Caso o PAF da fachada oeste for maior que (1,2.PAF T ), adotar PAF O na equação; Obtido com os fabricantes, em catálogos ou na compra dos vidros; Calculado para cada janela individualmente, e ponderado pela área das janelas que sombreia; Idem, mas considerando AHS de cada janela a média dos dois lados (direito e esquerdo da janela) REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA método de cálculo

39 IC min IC maxD A B C D E Menor IC Maior IC + eficiente - eficiente (envoltória mais eficiente) (envoltória comum)REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA método de cálculo

40 Características do edifício IC env = 115,33 Características de um edifício nível de eficiência D IC maxD = 122,41 Características de um edifício nível de eficiência A IC min = 111,85 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA exemplo D A

41 Exemplo 2/2 IC env = 115,33 IC maxD = 122,41 IC min = 111,85 Cálculo do i = (IC maxD – IC min )/4 = 2,64 EficiênciaA B CDE Intervalo114,48114,49 a 117,12117,13 a 119,76119,77 a 122,41(122,42) Nível de Eficiência EqNum A5 B4 C3 D2 E1 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ENVOLTÓRIAENVOLTÓRIA método de cálculo

42 Descreve o método de cálculo do limite de potência de iluminação interna para cada ambiente de uma edificação; Aplica-se para os espaços internos dos edifícios; REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO conteúdo

43 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO pré-requisitos Níveis A, B e C Controle manual para o acionamento independente da iluminação interna do ambiente; Facilmente acessível; Limite de área iluminada por controle. 650 m m m m 2

44 Desligamente independe da fileira de luminárias próxima à janela; REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO pré-requisitos Níveis A e B Desligamento automático para grandes áreas: hora, sensor ou alarme. Nível A

45 Visam incentivar o aproveitamento da luz natural com sistema de proteção solar adequado e sistema de controle eficiente. Exemplo:

46 Densidade de Potência de Iluminação relativa limite (DPI RL ) Ìndice de ambiente (K) Iluminância de projeto Iluminância no final da vida útil Densidade de Potência de Iluminação relativa final (DPI RF ) Nível de eficiência e equivalente numérico do sistema Para cada 100 lux NBR 5413 Projeto luminotécnico REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO método de cálculo

47 500 lux geral ineficiente 500 lux geral eficiente 200 lux geral lux localizado + eficiente Visa reduzir o consumo mas garantindo bons níveis de iluminação. Justificativa

48 48 A EqNumDPI 5 Obtida a DPI RF, compara-se com a DPI RL da tabela. 1,00 2,27 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO método de cálculo Se DPI RF < DPI RL

49 Descreve o método de obtenção do nível de eficiência através de parâmetros tabelados pelo INMETRO ou ASHRAE; Aplica-se para os ambientes internos dos edifícios ou para zonas térmicas. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR conteúdo

50 condicionadores de ar do tipo de janela ou unidades condensadoras de condicionadores do tipo Split, devem estar sombreados permanentemente e com ventilação adequada para não interferir em sua eficiência; Válido para cada condicionador individualmente. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR pré-requisitos Nível A

51 Os edifícios condicionados artificialmente devem possuir sistemas de condicionamento de ar com eficiência a ser avaliada em: Condicionadores de ar de uso doméstico e Condicionadores de ar, tipo SPLIT: pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE/ INMETRO; EqNumCA 5 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência

52 Nível de eficiência e equivalente numérico do condicionador de ar Nível de eficiência e equivalente numérico do ambiente Nível de eficiência e equivalente numérico de vários ambientes Nível de eficiência e equivalente numérico dos pavimentos Nível de eficiência e equivalente numérico do sistema de condicionamento de ar do edifício REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência

53 Condicionadores de ar não regulamentados pelo PBE/INMETRO: tabelas da regulamentação, baseadas na Standard 90.1 da ASHRAE (American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning Engineers), com eficiência estabelecida de acordo com as características dos resfriadores de líquido, condensadores e torres de resfriamento. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência

54 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência Tabela ASHRAE 90.1, requisitos de projeto Tabela ASHRAE 90.1, 2004 Tabela ASHRAE 90.1, 1999 Tabela ASHRAE 90.1, 1989 ABCDABCD

55 Os condicionadores não regulamentados pelo PBE/INMETRO devem ainda atender a especificações de: Cálculo detalhado de carga térmica; Controle de temperatura por zona térmica; Controles e dimensionamento do sistema de ventilação; Controles e dimensionamento dos sistemas hidráulicos; Equipamentos de rejeição de calor Automação; Isolamento de zonas; REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência – NIVEL A

56 REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR exemplo de limites para nível A

57 Indicadores de eficiência COP: Coeficiente de Performance: a razão entre o calor removido ou fornecido ao ambiente e a energia consumida (W/W) pelo sistema ou equipamento. EER: energy efficiency ratio: a razão entre a capacidade total de resfriamento (em Btu/h) e a energia consumida (em W) sob condições operacionais estabelecidas. IPLV: Integrated part-load value – expressa a eficiência em carga parcial, usando pesos ponderados pelas capacidades do sistema ou equipamento, em kW/ton. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência

58 Indicadores de eficiência para uso sazonal HSPF: heating seasonal performance factor: a razão entre o calor fornecido por uma bomba de calor durante o período em que normalmente está em uso ao longo de um ano (em Wh) e a energia elétrica total durante o mesmo período. SCOP: coeficiente de performance sazonal: COP durante o período em que normalmente está em uso ao longo de um ano. SEER: seasonal energy efficiency ratio: razão entre a quantidade de calor removido de um condicionador de ar durante o durante o período em que normalmente está em uso ao longo de um ano e a energia elétrica consumida neste mesmo período (em Wh). REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CONDICIONAMENTO DE AR determinação da eficiência

59 Descreve o método de avaliação da eficiência energética de um edifício por meio da simulação computacional. Modelo do Edifício Real (Proposto) Modelo de Referência (prescrições mínimas de acordo com o nível de eficiência pretendido) Consumo anual de energia REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO SIMULAÇÃOSIMULAÇÃO

60 Edifícios não condicionados: ou áreas de longa permanência não condicionadas, conforto durante 80% das horas ocupadas. É possível usar a simulação para as etiquetas parciais: Envoltória Envoltória + iluminação Envoltória + condicionamento de ar REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO SIMULAÇÃOSIMULAÇÃO

61 A concessão da etiqueta será realizada para as diferentes fases: Projeto de nova edificação e, Edificação concluída, após o Habite-se até 3 (três) meses; ou Edificação existente, com projeto de reforma e, Reforma concluída, desde que superior a 500 m², com vistas à melhoria da eficiência energética. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CERTIFICAÇÃOCERTIFICAÇÃO

62 O processo de implementação do certificado passa por duas etapas: Projeto: é emitido um certificado com etiqueta atestando o nível de eficiência; Auditoria: no edifício em uso (pós habite-se e com sistemas instalados) realizada pelo auditor credenciado, é fornecida uma placa com o certificado, que poderá ser exposta no edifício. REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CERTIFICAÇÃOCERTIFICAÇÃO

63 A certificação pode ser parcial ou geral: Etiquetas parciais: Envoltória Envoltória + Sistema de Iluminação Envoltória + Sistema de Condicionamento de ar Etiqueta geral: Edifício completo (envoltória + iluminação + cond. ar + incentivos) REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CERTIFICAÇÃOCERTIFICAÇÃO

64 Não conformidades na avaliação do projeto Será notificado e devolvido para correções. Não conformidade na auditoria do edifício Será submetido à nova auditoria, implicando na análise de todos os procedimentos contidos neste regulamento. O proprietário não poderá manter fixado a ENCE, perdendo esta o seu valor, até nova auditoria autorizada pelo Inmetro, para avaliação das modificações realizadas; REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO CERTIFICAÇÃOCERTIFICAÇÃO

65 Brasil: normas e códigos de eficiência energética poderiam acarretar uma economia de 12% no consumo de energia no país de 2000 a 2020 (Duffie, 1996) Setor Público: uso de requisitos técnicos de eficiência em licitações de obras públicas para redução dos custos operacionais das edificações Empreendedores: estratégia de mercado para promoção de vendas: leardership by example Usuários: redução do consumo de energia para os usuários dos imóveis. BENEFÍCIOS

66 PRÓXIMOS PASSOS CERTIFICAÇÃOCERTIFICAÇÃO Profissional Habilitado PH1PH2PH3PH4PH5PH6PH7 Lab 1 Laboratório Certificado Lab 2Lab 3Lab 4 Profissionais em geral Arquitetos, engenheiros, construtores, incorporadores, instaladores... treinamento direto indireto (multiplicadores)

67 67 Curso Etiquetagem de Edifícios Comerciais ENTAC 2008, Fortaleza Dia 07 de outubro de horas, inscrição: gratuita para (assunto: Curso ENTAC) ATIVIDADESATIVIDADES

68 0 ZERO

69 EQUIPEEQUIPE GT Edificações MME Ministério de Minas e Energia – MME Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC Ministério das Cidades – MCidades Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás Natural – CONPET Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB Universidades Caixa Econômica Federal (instituição convidada) Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM (instituição convidada) Centro de Pesquisas de Energia Elétrica – CEPEL (instituição convidada) Ministério de Minas e Energia - MME Laura Porto - Diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético Paulo Augusto Leonelli - Coordenador do GT-Edificações Paulo de Tarso de Alexandria Cruz - Coordenador-Geral de Eficiência Energética Ceres Cavalcanti - Coordenadora-Geral de Economia de Energia Ministério das Cidades – MCidades Maria Salette Weber – Coordenadora-Geral do PBPQ-H

70 EQUIPEEQUIPE Secretaria do Grupo Técnico de Edificações – GT Edificações Alexandre Paes Leme (INMETRO) Almir Fernandes (IAB) Ana Christina Mascarenhas (COELBA) Ana Lucia Nadalutti La Rovere (IBAM) Ana Paula Cardoso Guimarães (CEPEL) Artur José Oliveira (CREA-RJ) Cláudia Naves Amorim (UnB) Cláudia Barroso-Krause (UFRJ) Francisco A. de Vasconcellos Neto (CBIC) Jeanine Ribeiro Claper (CAIXA) João Carlos Barbosa Carneiro (CAIXA) João Carlos Rodrigues Aguiar (CEPEL) Leonardo Machado Rocha (INMETRO) Leonardo Salazar Bittencourt (UFAL) Luciana Hamada (IBAM) Lydio Bandeira de Mello (CBIC) Maria Salette Weber (MINISTÉRIO DAS CIDADES) Roberta V.G. Souza (UFMG) Roberto Lamberts (UFSC) Rodrigo Uchôa Batista (CAIXA) Sonia de Miranda Guilliod (ELETROBRÁS) Vania M. Prado (CAIXA)

71 EQUIPEEQUIPE Eletrobrás/PROCEL Anselmo Machado Borba Daniel Delgado Bouts Fernando Pinto Dias Perrone Frederico Guilherme Cardoso Souto Maior de Castro George Alves Soares Jose Luiz Grunewald Miglievich Leduc Patricia Zofoli Dorna Rebeca Obadia Pontes Rodrigo da Costa Casella Laboratório de Eficiência Energética em Edificações – LabEEE – UFSC Roberto Lamberts Ana Paula Melo Fernando Simon Westphal Joyce Correna Carlo Márcio Sorgato Marina Vasconcelos Santana Miguel Pacheco Rogério Versage Solange Goulart

72 GOVERNO GOVERNO Incorporadores Incorporadores Construtores Construtores Instaladores Instaladores Indústria de materiais Indústria de materiais Usuários Usuários Arquitetos Arquitetos TEMOS URGÊNCIA


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