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2007 António José Ferreira1 VIDEOGRAMAS NA ESCOLA SUGESTÕES PARA CAPTAR SOM E IMAGEM.

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1 2007 António José Ferreira1 VIDEOGRAMAS NA ESCOLA SUGESTÕES PARA CAPTAR SOM E IMAGEM

2 Meloteca 2007 António José Ferreira2 CÂMARA

3 Meloteca 2007 António José Ferreira3 OBSERVAÇÕES A câmara de filmar e a máquina fotográfica com opção de registo são hoje ferramentas vulgarizadas. Podem ser muito interessantes no contexto da Escola e das AEC. Devem obedecer a determinadas regras para que as potencialidades sejam aproveitadas e os objectivos atingidos.

4 Meloteca 2007 António José Ferreira4 PARTES DA CÂMARA A câmara é basicamente constituída por 3 partes: Corpo: parte que inclui toda a electrónica (CCD, um chip composto por milhares de sensores (pixels). Objectiva: conjunto de lentes que permite filmar objectos próximos e distantes, através do zoom. Diafragama: dispositivo que regula a quantidade de luz.

5 Meloteca 2007 António José Ferreira5 CUIDADOS A câmara não deve ser submetida a temperaturas extremas. Deve evitar-se o pó. Deve evitar quedas que podem danificar a câmara de modo irreparável.

6 Meloteca 2007 António José Ferreira6 »

7 Meloteca 2007 António José Ferreira7 PREPARAÇÃO PRÉVIA O operador de câmara deve conferir se a bateria está carregada. Deve conferir se a cassete tem tempo de gravação suficiente. O ideal é ter uma sobressalente. Deve gravar previamente títulos a inserir em certas partes do filme.

8 Meloteca 2007 António José Ferreira8 PREPARAÇÃO IMEDIATA A filmagem de um concerto deve ser precedida de imagens do edifício e do espaço envolvente. Efeitos especiais devem ser justificados e adequados. A data e hora são muito importantes para a futura identificação do filme.

9 Meloteca 2007 António José Ferreira9 PREPARAÇÃO IMEDIATA II O início de um videograma pode ser devidamente iniciado com um fade-in e concluído com fade-out. O fade-in consiste em iniciar com sombra e passar pouco a pouco à imagem do objecto. Fade-out é a passagem da imagem à sombra. Entre diferentes cenas pode ser vantajoso inserir efeitos de transição.

10 Meloteca 2007 António José Ferreira10 GUIÃO Sobretudo quando não se dispõe de um editor de vídeo, é aconselhável elaborar um pequeno guião. Deve-se procurar gravar na sequência desejada. Em caso de concertos, festas ou audições na escola, o operador deve ter um conhecimento prévio do programa. O operador deve escolher previamente o local mas adequado.

11 Meloteca 2007 António José Ferreira11 FUNDO/CENÁRIO Para o videograma ser mais interessante, o operador de câmara deve escolher, criar ou ajustar o fundo ou cenário. O operador deve evitar, se possível, certos objectos inconvenientes no cenário, como um caixote de lixo. O cenário deve ser coerente com o registo que se pretende. Na entrevista a um músico, faz sentido que tenha como fundo o instrumento que ele toca.

12 Meloteca 2007 António José Ferreira12 ILUMINAÇÃO O centro de interesse está, normalmente, mais iluminado, por luz artificial ou pela luz do dia. A iluminação depende muitas vezes do objectivo artístico pretendido. Filmar à noite pode ou em ambientes escuros pode ser muito interessante mas exige bom equipamento. Filmar em contra-luz, contra a luz do sol ou de um foco artificial, provoca indefinição no objecto a filmar.

13 Meloteca 2007 António José Ferreira13 FOCAGEM Quando não é muito experiente, o operador de câmara deve optar pela focagem automática.

14 Meloteca 2007 António José Ferreira14 SOM E RUÍDO Deve-se evitar o ruído provocado pelo trânsito ou o vento. Nenhum ruído externo deve perturbar a captação do som. Em ambiente fechado, deve-se estar atento ao eco, ao toque do telefone e ao ruído do ar condicionado. É conveniente fazer um teste antes da filmagem e ver se esses sons interferem na gravação.

15 Meloteca 2007 António José Ferreira15 DURAÇÃO DO FILME Os videogramas devem ser curtos e interessantes. Como geralmente não vão ser editados, o ideal é que se evitem cenas aborrecidas e monótonas.

16 Meloteca 2007 António José Ferreira16 ESTABILIDADE Uma imagem estável valoriza o videograma. É desagradável uma imagem a tremer e aos saltos. Devem ser os personagens e os objectos a mover-se normalmente, e não o contrário.

17 Meloteca 2007 António José Ferreira17 TRIPÉ Para maior estabilidade da câmara e da imagem, é importante a utilização de tripé em muitos contextos. É fundamental que a câmara se mova sem atrito e ruído.

18 Meloteca 2007 António José Ferreira18 ENQUADRAMENTO Um bom enquadramento é essencial para que o filme agradável. Deve evitar-se apresentar uma parte do rosto ou apenas os pés de uma pessoa quando ela está a falar.

19 Meloteca 2007 António José Ferreira19 PLANOS Plano Muito Geral (PMG) Plano Geral (PG) Plano Geral Médio (PGM), ou plano italiano, corpo inteiro. Plano Médio Largo (PML, plano americano, ou ¾) Plano Médio (PM, da cintura para cima) Plano Próximo (PP) Grande Plano (GP), o rosto Muito Grande Plano (MGP), com o rosto mais aproximado Plano de Detalhe (PD), os olhos, por exemplo.

20 Meloteca 2007 António José Ferreira20 TIPOS DE PLANOS Há basicamente três tipos de plano: Planos de ambiente PMG, PG Planos de acção PGM, PML, PM Planos de emoção PP, GP, MGP, PD

21 Meloteca 2007 António José Ferreira21 PLANO MUITO GERAL É o enquadramento de um grande cenário, paisagem ou multidão. A pessoa fica massificada, distante e perdida no grupo. Tem um valor descritivo. Dá mais importância ao contexto do que aos pormenores.

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23 Meloteca 2007 António José Ferreira23 PLANO GERAL O plano geral apresenta as personagens de corpo inteiro mostrando com pormenores o seu contexto.

24 Meloteca 2007 António José Ferreira24 PLANO GERAL MÉDIO O plano inteiro, ou plano figura, denominado assim porque enquadra a figura inteira do personagem, dos pés à cabeça.

25 Meloteca 2007 António José Ferreira25 PLANO MÉDIO LARGO Apresenta a figura humana do joelho para cima. Comporta geralmente duas ou três personagens.

26 Meloteca 2007 António José Ferreira26 » O plano médio largo ou ¾ chama-se também plano americano graças à popularidade que teve entre os directores de Hollywood dos anos 30 e 40, nos westerns.

27 Meloteca 2007 António José Ferreira27 PLANO MÉDIO O plano médio apresenta o corpo humano da cintura para cima. É um plano muito utilizado nas entrevistas.

28 Meloteca 2007 António José Ferreira28 »

29 Meloteca 2007 António José Ferreira29 PLANO MÉDIO CURTO O plano médio curto capta a figura humana da cabeça até metade do peito. Permite concentrar toda a atenção numa pessoa.

30 Meloteca 2007 António José Ferreira30 GRANDE PLANO No caso da figura humana, inclui o rosto e os ombros. Revela intimidade e confidência.

31 Meloteca 2007 António José Ferreira31 MUITO GRANDE PLANO O MGP, ou primeiríssimo plano, capta o rosto desde a ponta do queixo até ao cimo da cabeça. Revela intimidade. Exige mais estabilidade na captação da imagem.

32 Meloteca 2007 António José Ferreira32 PLANO DE DETALHE O plano de detalhe, ou de pormenor, apresenta uma pequena parte do corpo ou de um objecto. A expressividade do sujeito atinge aqui o seu máximo.

33 Meloteca 2007 António José Ferreira33 VARIAÇÕES DO PLANO Angulações da câmara Normal: o ângulo da câmara é paralelo ao solo. Picado: a câmara está por cima do sujeito ou objecto. Contra picado: a câmara está por baixo do objecto ou sujeito. Contra picado perfeito: a câmara está completamente por baixo, na perpendicular ao solo. Picado perfeito: a câmara está completamente por cima da personagem, na perpendicular ao solo.

34 Meloteca 2007 António José Ferreira34 COMPOSIÇÃO A harmonia da composição de uma imagem remonta aos pintores italianos da Renascença. Baseia-se no princípio da chamada regra dos terços dando à imagem uma assimetria dinâmica. A regra dos terços organiza a composição de uma imagem rectangular em terços verticais e horizontais. Dividindo a fotografia em 9 quadros, traçando 2 linhas imaginárias na horizontal e na vertical, o operador posiciona nos pontos de cruzamento o assunto que se deseja destacar.

35 Meloteca 2007 António José Ferreira35 » As linhas verticais e horizontais que separam a imagem em terços, são as linhas de força dessa imagem e os pontos de intersecção destas linhas são os pontos fortes. Estas linhas e pontos criam a estrutura da imagem e orientam o olhar. É de evitar uma linha vertical (árvore) ou horizontal (linha do horizonte) no centro da imagem.

36 Meloteca 2007 António José Ferreira36 » A linha de horizonte nunca deve dividir a imagem em duas partes iguais. A imagem não deve ter demasiado tecto, nem demasiado chão. No enquadramento de uma pessoa, deve-se dar mais espaço à frente dos olhos do que atrás da cabeça. Quando um objecto se desloca, deve deixar-se mais espaço à frente do que atrás.

37 Meloteca 2007 António José Ferreira37 REGRA DOS 180 GRAUS A regra dos cento e oitenta graus é a que permite evitar planos cruzados. Para uma dada sequência, devemos traçar um eixo imaginário que atravesse a acção e colocar a câmara sempre do mesmo lado dessa linha. Respeitando a regra dos 180 graus as personagens estão sempre do mesmo lado do ecrã. Nos jogos de futebol, quando isso não acontece, aparece a observação ângulo inverso.

38 Meloteca 2007 António José Ferreira38 MOVIMENTO Na captação de imagem, o movimento da câmara não pode ser arbitrário mas justificado. Há vários tipos de movimento

39 Meloteca 2007 António José Ferreira39 PANORÂMICA A panorâmica é um movimento no qual a câmara roda sobre ela própria na horizontal ou vertical. A panorâmica é descritiva se apresentar uma paisagem ou de acompanhamento quando segue algo ou alguém

40 Meloteca 2007 António José Ferreira40 PANORÂMICA Deve-se ensaiar sempre o movimento que se pretende antes de gravar. A panorâmica deve começar e terminar com um plano fixo de alguns segundos. O movimento deve de ser regular, natural e sem paragens inoportunas. O tripé deve ter estabilidade e estar nivelado. Com a câmara ao ombro, o operador deve manter as pernas ligeiramente abertas, para conseguir maior, e rodar apenas o tronco.

41 Meloteca 2007 António José Ferreira41 » A posição das pernas e do tripé são essenciais quando se fazem panorâmicas de 180 graus. Deve dar-se atenção à distância focal da objectiva. Quanto maior for (tele-objectiva), maior será o risco de a imagem ficar tremida. A velocidade é mais sensível nos movimentos verticais do que nos horizontais porque os nossos olhos estão colocados num plano horizontal.

42 Meloteca 2007 António José Ferreira42 » Não se deve fazer uma panorâmica num sentido e, de seguida, no sentido oposto. Este movimento apenas deve de ser feito se quisermos transmitir aos espectadores uma ideia de indecisão ou confusão. Quando seguimos uma personagem, devemos deixar 2/3 de espaço de imagem livre à sua frente. O plano inicial e, sobretudo, o final de uma panorâmica deve ser interessante.

43 Meloteca 2007 António José Ferreira43 TRAVELLING A palavra inglesa travelling significa "viagem": a câmara é colocada sobre trilhos onde "viaja". O travelling pode ser óptico - através do zoom, ou mecânico - através da deslocação da câmara. O resultado destes dois travellings é diferente. Os travelling podem ser para a frente, para trás, lateral e de acompanhamento.

44 Meloteca 2007 António José Ferreira44 » Para a frente - a câmara avança de um plano geral para um plano mais próximo. Para trás - a câmara recua de um plano mais próximo para um plano mais geral. Lateral - a câmara desloca-se paralelamente a um objecto. Acompanhamento - a câmara acompanha a personagem ou o objecto.

45 Meloteca 2007 António José Ferreira45 » Os movimentos da câmara podem ser combinados. Pode-se fazer um travelling em qualquer direcção e fazer uma panorâmica, aproximando e afastando.

46 Meloteca 2007 António José Ferreira46 OBSERVAÇÕES FINAIS Normalmente, um objecto claro chama mais a atenção do que um objecto escuro. Um objecto em primeiro plano destaca-se mais do que outro em segundo plano. Ao filmar, o operador de câmara tem em conta os objectivos e o contexto. Filmar um concerto clássico obedece a regras que não são as de um videoclip, por exemplo.

47 Meloteca 2007 António José Ferreira47 HIPERLIGAÇÕES Meloteca, sítio de músicas e artes


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