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Prof. Ulisses P.R. Borges1 Importância do profissional eletricista qualificado Manual de Instruções de Aparadores e Cortador de Grama Elétricos da Metalúrgica.

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1 Prof. Ulisses P.R. Borges1 Importância do profissional eletricista qualificado Manual de Instruções de Aparadores e Cortador de Grama Elétricos da Metalúrgica TRAPP ® Ltda, item recomendações importantes pág.1, - contrate um eletricista qualificado.

2 Prof. Ulisses P.R. Borges2 ABNT NBR 5410/2004 Segunda edição Válida a partir de INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

3 Prof. Ulisses P.R. Borges3 Instalação dos componentes –item Toda instalação elétrica requer uma cuidadosa execução por pessoas qualificadas, de forma a assegurar, entre outros objetivos, que: As características dos componentes da instalação, não sejam comprometidas durante sua montagem... INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

4 Prof. Ulisses P.R. Borges4 Verificação das instalações –item As instalações elétricas devem ser inspecionadas e ensaiadas antes de sua entrada em funcionamento, bem como após cada reforma, com vista a assegurar que elas foram executadas de acordo com esta Norma. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

5 Prof. Ulisses P.R. Borges5 Qualificação Profissional –item O projeto, a execução, a verificação e a manutenção das instalações elétricas devem ser confiados somente a pessoas qualificadas a conceber e executar os trabalhos em conformidade com esta Norma. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

6 Prof. Ulisses P.R. Borges6 Termos: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas: fórum nacional de Normalização. As normas técnicas são elaboradas por Comissões de estudo (CE) formadas por representantes dos setores envolvidos: produtores, consumidores e neutros(universidades, laboratórios e outros) NBR 5410 –Comitê Bras. de Eletricidade(ABNT/CB- 03) Comissão de Estudo de Instalações elétricas de Baixa Tensão(CE-03:064.01) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

7 Prof. Ulisses P.R. Borges7 Objetivos: Segurança de pessoas e animais funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens, em instalações elétricas de edificações INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

8 Prof. Ulisses P.R. Borges8 Aplicação: Edificações residenciais/ comerciais/ pré-fabricadas Estabelecimento de uso público/ industriais/ agropecuários/ hortifrutigranjeiros Trailers/ campings/ marinas Canteiros de obras/ feiras/ exposições INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

9 Prof. Ulisses P.R. Borges9 Normas Brasileiras voluntárias.Todas as Normas Brasileiras são, em princípio, voluntárias. O código de Defesa do Consumidor e outros dispositivos legais tornam as normas obrigatórias em todo o território nacional INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

10 Prof. Ulisses P.R. Borges10 Legislação Lei Federal n o 8078/90 – CDC Art.39 – VIII: É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

11 Prof. Ulisses P.R. Borges11 Legislação Art.12 – Responsabilidade pelo Fornecimento do Produto Art Responsabilidade pelo Fornecimento do Serviço Lei Federal n o 8078/90 – CDC Art.10 – O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

12 Prof. Ulisses P.R. Borges12 Legislação Art. 14 – O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

13 Prof. Ulisses P.R. Borges13 Legislação Normas Regulamentadoras (NR) – SSMT/MTb NR-10 em : Nas instalações e serviços em eletricidade, devem ser observadas no projeto, execução, operação, manutenção, reforma e ampliação, as normas técnicas estabelecidas pelos órgãos oficiais competentes e, na falta destas, as normas internacionais vigentes(IEC 364). INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

14 Prof. Ulisses P.R. Borges14 Legislação Resolução n o 456/00 – ANEEL/MME Art. 2 o – I a) Efetivado o pedido de fornecimento ao concessionário, este cientificará ao interessado quanto à obrigatoriedade de observância, nas instalações elétricas da unidade consumidora, das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e das normas e padrões do concessionário, postos à disposição do interessado. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

15 Prof. Ulisses P.R. Borges15 Inspeção Toda instalação deve passar por inspeção periódica e pode ser aplicada em áreas como: –1.Segurança; –2.desempenho operacional; –3.Manutenção da segurança ao longo da vida útil do produto. O objetivo principal é reduzir o risco do comprador, proprietário, usuário ou consumidor. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

16 Prof. Ulisses P.R. Borges16 Setores de instalação BT Alimentação por rede BT ou por rede AT com trafo da concessionária INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

17 Prof. Ulisses P.R. Borges17 Setores de instalação BT Alimentação por rede AT com trafo do usuário INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

18 Prof. Ulisses P.R. Borges18 Seleção dos componentes –item Os componentes da instalação elétrica devem ser conforme as normas técnicas aplicáveis e possuir características compatíveis com as condições elétricas, operacionais e ambientais a que forem submetidos.... INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

19 Prof. Ulisses P.R. Borges19 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação Tomadas padrão brasileiro Conforme norma NBR e NBR 6147 Projetada para impedir o choque elétrico por contato acidental. Segurança contra sobrecargas proveniente a intercambilidade entre circuitos de 10A e 20A. Soluciona problemas de compatibilidade entre plugues e tomadas. Vem com contato terra conforme determina a normas de intalações alétricas NBR 5410 Conforme norma NBR e NBR 6147

20 Prof. Ulisses P.R. Borges20 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação Previsão de cargas – item Para unidades residenciais: Iluminação: No mínimo um ponto de luz fixo no teto Carga de iluminação: Área = 6m 2 carga mínima 100VA Área = 6m 2 carga mínima 100VA para os primeiros 6m 2, acrescida de 60VA para cada aumento de 4m2 inteiros.

21 Prof. Ulisses P.R. Borges21 Previsão de cargas – item Para unidades residenciais: Iluminação:Iluminação: No mínimo um ponto de luz fixo no teto Carga de iluminação: –Área 6m 2 carga mínima 100VA –Área 6m 2 carga mínima 100VA para os primeiros 6m 2, acrescida de 60VA para cada aumento de 4m 2 inteiros. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

22 Prof. Ulisses P.R. Borges22 Pontos de tomada:Pontos de tomada: Banheiros: pelo menos um ponto a mais de 0,60m da porta aberta do box; Coz.,copas, copas-coz., áreas de serviço, coz.- área de serviço, lavanderias e locais análogos: um ponto a cada 3,5m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos; Varandas: pelo menos um ponto de tomada; NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

23 Prof. Ulisses P.R. Borges23 Pontos de tomada(cont.):Pontos de tomada(cont.): Salas e dormitórios: um ponto para cada 5m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível – nota, equipar com mais de uma tomada um ponto de alimentação de mais de um equipamento (fim dos Ts) Demais cômodos e dependência de habitação devem ser previstos pelos menos: NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

24 Prof. Ulisses P.R. Borges24 Pontos de tomada(cont.):Pontos de tomada(cont.): –Um ponto de tomada para área 2,25m 2. Admite-se que esse ponto seja posicionado externamente ao cômodo ou dependência, a até 0,80m no máximo de sua porta; –Um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for superior a 2,25m 2 e igual ou inferior a 6m 2 ; –Um ponto de tomada para cada 5m, ou fraçào, de perímetro, se a área do cômodo ou dependência for superior a 6m 2, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

25 Prof. Ulisses P.R. Borges25 Previsão de cargas – item 9.5.2b Carga de tomadasCarga de tomadas: –É em função dos equipamentos que ele poderá vir a alimentar e não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos: –a) banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos: 600VA por ponto de tomada, até três pontos, e 100VA por ponto excedente, considerando-se cada um desses ambientes separadamente. Se tiver mais de 6 pontos, será 600VA para até 2 pontos, e 100VA por ponto excedente, sempre considerando cada um dos ambientes separadamente; –b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100VA por ponto de tomada. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

26 Prof. Ulisses P.R. Borges26 Previsão de cargas – item Aquecimento elétrico de água:Aquecimento elétrico de água: –A conexão do aquecedor elétrico de água ao ponto de utilização deve ser direta, sem uso de tomada de corrente. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

27 Prof. Ulisses P.R. Borges27 Divisão da instalação – item Circuito independente para corrente nominal superior a 10A; Circuito independente para tomadas de coz., copas, copas-coz., áreas de serviço, lavanderias e locais análogos; Em locais de habitação, tomadas e iluminação podem ser alimentados por um circuito comum, desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas: NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

28 Prof. Ulisses P.R. Borges28 Divisão da instalação – item –a) a corrente de projeto (I B ) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16A; –b) os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e –c) os pontos de tomadas, já excluídos os de cozinhas,não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas). NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

29 Prof. Ulisses P.R. Borges29 NBR-5410/2004 Proteção contra correntes de sobrecarga NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

30 Prof. Ulisses P.R. Borges30 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

31 Prof. Ulisses P.R. Borges31 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

32 Prof. Ulisses P.R. Borges32 Proteção contra sobrecorrente – item Todo circuito terminal deve ser protegido contra sobrecorrentes por dispositivo que assegure o seccionamento simultâneo de todos os condutores de fase. –Nota: o dispositivo de proteção deve ser multipolar. Dispositivos unipolares montados lado a lado, com alavancas de manobra acopladas, não considerados dispositivos multipolares. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

33 Prof. Ulisses P.R. Borges33 Proteção contra sobrecorrente – item Coordenação entre condutores e dispositivos de proteção: –Para assegurar a proteção deve ser satisfeitas as duas condições: a) I B I n I Z ; e b) I 2 1,45 I Z Onde: I B é a corrente de projeto do circuito; I z é a capacidade de condução de corrente dos condutores, nas condições previstas para sua instalação; I n é a corrente nominal do dispositivo de proteção (ou corrente de ajuste, para dispositivos ajustáveis), nas condições previstas para sua instalação; I 2 é a corrente convencional de atuação, para disjuntores, ou corrente convencional de fusão, para fusíveis. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

34 Prof. Ulisses P.R. Borges34 Uso de dispositivo diferencial de alta sensibilidade O uso de dispositivos de proteção a corrente diferencial- residual com corrente diferencial-residual nominal I Δn igual ou inferior a 30mA é reconhecido como proteção adicional contra choques elétricos – Onde DR como proteção adicional é obrigatório: –a) os circuitos que sirvam a pontos de utilizaçào situados em locais contendo banheira ou chuveiro; NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

35 Prof. Ulisses P.R. Borges35 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

36 Prof. Ulisses P.R. Borges – Onde DR como proteção adicional é obrigatório: –b) os circuitos que alimentam tomadas de corrente situadas em áreas externas à edificação; –c) os circuitos de tomadas de corrente situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos no exterior; –d) os circuitos que, em locais de habitação, sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens; –e) os circuitos que, em edificações não residenciais, sirvam a pontos de tomada situados em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, em áreas internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens. NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

37 Prof. Ulisses P.R. Borges37 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

38 Prof. Ulisses P.R. Borges38 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

39 Prof. Ulisses P.R. Borges39 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

40 Prof. Ulisses P.R. Borges40 NBR-5410/2004 Proteção contra sobretensões e perturbações eletromagnéticas 5.4 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

41 Prof. Ulisses P.R. Borges41 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação

42 Prof. Ulisses P.R. Borges42 NBR-5410/ Características Gerais da Instalação Proteção contra sobretensões transitórias – item e Proteção contra sobretensões transitórias em linhas de energia e de sinal: –Deve ser provida proteção contra sobretensões transitórias, com o uso de dispositivo de proteção contra surtos (DPSs); –Quando instalar: se a instalação for alimentada por linha total ou parcialmente aérea; –Onde instalar: nos pontos de entrada ou de saída da edificação(tanto para sinal e energia) ou no quadro de distribuição principal localizado o mais próximo da entrada;

43 Prof. Ulisses P.R. Borges43 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

44 Prof. Ulisses P.R. Borges44 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Condutores Condutores: –Neutro cor azul-claro –PE (proteção) verde amarelo ou verde –PEN (proteção e neutro) cor azul- claro, com anilhas verde-amarelo nos pontos visíveis ou acessíveis –Fase qualquer cor (evitando o amarelo se causar confusão com o condutor PE)

45 Prof. Ulisses P.R. Borges Documentação da instalação Item : manual do usuário, para pessoal não advertido ou qualificado: –a) esquemas dos quadros de distribuição com indicação dos circuitos e respectivas finalidades, incluindo relação dos pontos alimentados, no caso de circuitos terminais; – b) potências máximas que podem ser ligadas em cada circuito terminal efetivamente disponível; –c) potências máximas previstas nos circuitos terminais deixados como reserva, quando for o caso; –d) recomendações explícitas para que não sejam trocados, por tipos com características diferentes, os dispositivos de proteção existentes nos quadros. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

46 Prof. Ulisses P.R. Borges Seleção e instalação das linhas elétricas Tipos de linhas elétricas: método de referência das maneiras de instalação dos condutores elétricos. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

47 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutores Os condutores isolados, cabos uni e multipoares devem possuir a seguinte isolação: –TERMOFIXO : são as matérias plásticas que inicialmente são macios, mas mudam irreversivelmente para uma forma muito rígida por aquecimento: EPR e XLPE NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

48 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutores –TERMOPLÁSTICO : são os materiais plásticos que podem ser amolecidos por aquecimento e endurecidos por resfriamento: PVC. Os cabos devem ser não-propagantes de chama, livres de halogênio e com baixa emissão de fumaça e gases tóxicos, e podem ser condutores isolados, cabos unipolares e cabos multipolares. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

49 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutores de alumínio Utilização de condutores de alumínio em indústria: –a) S n 16mm 2, –b) Alimentação por subestação de transformação ou trafo, –c) manutenção e instalação por pessoas qualificadas (BA5). NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

50 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutores de alumínio Em comércio: –a) S n 50mm 2, –b) Locais BD1(residências < 50m e edificações não residenciais < 28m), –c) manutenção e instalação por pessoas qualificadas (BA5 – pessoas com conhecimento técnico ) Locais BD4(shopping, hotéis, hospitais e escolas) não é permitido, em nenhuma circunstância, o emprego de condutores de alumínio. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

51 Prof. Ulisses P.R. Borges Capacidade de condução de corrente I (A) = P x 1000 (kW) 3 x V x coφ (V) Generalidades: – Os condutores devem manter as temperaturas da tabela quando em serviço contínuo NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

52 Prof. Ulisses P.R. Borges52 Tabela 35 - Temperatura características dos condutores Tipo de isolação Temperatura máxima para serviço contínuo (condutor) o C Temperatur a limite de sobrecarga (condutor) o C Temperatur a limite de curto- circuito (condutor) o C Policloreto de vinila (PVC) até 300mm Policloreto de vinila (PVC) maior que 300mm Borracha etileno-propileno (EPR) Polietileno reticulado (XLPE) NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

53 Prof. Ulisses P.R. Borges53 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6 Tabela 35 - Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência A1, A2, B1, B2, C e D - condutores isolados, cabos unipolares e multipolares - cobre e alumínio, isolação de PVC; temperatura de 70 C no condutor; - temperaturas - 30 C (ambiente); 20 C (solo)

54 Prof. Ulisses P.R. Borges54 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

55 Prof. Ulisses P.R. Borges Capacidade de condução de corrente a corrente nos condutores não pode ser superior às capacidades dadas em tabela e se necessário corrigir pelos fatores indicados nas tabelas 40 a 45 I (A) = I (A) F a x F t NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

56 Prof. Ulisses P.R. Borges56 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6 Tabela 40 - Fatores de correção para temperaturas ambientes diferentes de 30 C para linhas não subterrâneas e de 20 C (temperatura de solo) para linhas subterrâneas

57 Prof. Ulisses P.R. Borges57 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6 Tabela 42 - Fatores de correção para agrupamento de circuitos ou cabos multipolares, aplicáveis aos valores de capacidade de condução de corrente dados nas tabelas abaixo

58 Prof. Ulisses P.R. Borges58 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

59 Prof. Ulisses P.R. Borges59 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Condutores em paralelo Os condutores em paralelo deverão ter a mesma constituição, a mesma seção nominal, aproximadamente o mesmo comprimento, não apresentarem derivações ao longo de seu percurso: –Cabos multipolares contendo todas as fases e o neutro; –Condutores isolados ou cabos unipolares em trifólio, em formação plana ou em conduto fechado, com seção igual ou inferior a 50mm 2 em cobre, ou 70mm 2 em alumínio, cada grupo ou conduto fechado contendo todas as fases ou polaridades e o respectivo neutro, se existir; ou ainda,

60 Prof. Ulisses P.R. Borges60 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Condutores em paralelo

61 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutor neutro O condutor neutro não pode ser comum a mais de um circuito. O condutor neutro de um circuito monofásico deve ter a mesma seção do condutor fase. Quando, num circuito trifásico com neutro, a taxa de terceira harmônica e seus múltiplos for superior a 15%, a seção do condutor neutro não deve ser inferior à dos condutores de fase, podendo ser igual à dos condutores de fase se essa taxa não for superior a 33%. Se a taxa da 3 o harmônica e seus múltiplos for superior a 33%, pode ser necessário um condutor neutro com seção superior à dos condutores de fase. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

62 Prof. Ulisses P.R. Borges Condutor neutro Num circuito trifásico com neutro, com fases de S n > 25mm 2, a seção do neutro pode seguir a tabela 48, se for atendida simultaneamente: –a) o circuito for presumivelmente equilibrado, em serviço normal; –b) a corrente das fases não contiver uma taxa de terceira harmônica e múltiplos superior a 15%; e –c) o condutor neutro for protegido contra sobrecorrentes. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

63 Prof. Ulisses P.R. Borges63 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

64 Prof. Ulisses P.R. Borges64 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Quedas de tensão Em qualquer ponto de utilização da instalação, a queda de tensão verificada não deve ser superior aos seguintes valores, dados em relação ao valor da tensão nominal da instalação: –a) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de transformador de propriedade da unidade consumidora;

65 Prof. Ulisses P.R. Borges65 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Quedas de tensão –b) 7% calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT da empresa distribuidora de eletricidade, quando o ponto de entrega for aí localizado; –c) 5%, calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos de ponto de entrega com fornecimento em tensão secundária de distribuição; –7%, calculados a partir dos terminais de saída do gerador,no caso de grupo gerador próprio.

66 Prof. Ulisses P.R. Borges66 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

67 Prof. Ulisses P.R. Borges67 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Conexões As conexões devem garantir continuidade elétrica durável, adequada suportabilidade mecânica e adequada proteção mecânica. –Nas linhas em condutos fechados só se admitem conexões contidas em invólucros apropriados, tais como caixas, quadros, etc., que garantam a necessária acessibilidade e proteção mecânica; –É vedada a aplicação de solda a estanho na terminação de condutores; –As conexões prensadas devem ser realizadas por meio de ferramentas adequadas ao tipo e tamanho de conector utilizado.

68 Prof. Ulisses P.R. Borges68 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Disposição dos condutores Admite-se que os condutos fechados contenham condutores de mais de um circuito nos seguintes casos: –Os circuitos pertencerem à mesma instalação, isto é, se originarem do mesmo dispositivo geral de manobra e proteção; –As seções nominais dos condutores de fase estiverem contidas dentro de um intervalo de três valores normalizados sucessivos;

69 Prof. Ulisses P.R. Borges69 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Disposição dos condutores –Todos os condutores tiverem à mesma temperatura máxima para serviço contínuo; e –Todos os condutores forem isolados para a mais alta tensão nominal presente; ou –No caso dos circuitos de força, de comando e/ou sinalização de um mesmo equipamento. Os condutores de um mesmo circuito, incluindo o condutor de proteção, devem estar nas proximidades um dos outros.

70 Prof. Ulisses P.R. Borges70 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Disposição dos condutores Quando forem usados condutores em paralelo, eles devem ser reunidos em tantos grupos quantos forem os condutores em paralelo, cada grupo contento um condutor de cada fase ou polaridade. Os condutores de cada grupo devem estar instalados nas proximidades imediatas uns dos outros. –Nota: Em particular, no caso de condutos fechados metálicos, todos os condutores vivos de um mesmo circuito devem ser contidos em um mesmo conduto.

71 Prof. Ulisses P.R. Borges71 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Eletrodutos É vedado o uso de mangueiras; Utilizar eletrodutos não propagantes de chama; Embutido: somente eletrodutos que suportem esforços de deformação; Somente instalar condutores isolados, cabos unipolares e multipolares, não excluindo condutores de aterramento; Taxa de ocupação de eletroduto não deve ser superior a: 53% no caso de um condutor; 31% no caso de dois condutores; 40% no caso de três ou mais condutores

72 Prof. Ulisses P.R. Borges72 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Eletrodutos Trechos retos e contínuos internos de 15m e externos de 30m, sem interposição de caixas de passagem; Se o trecho tiver curva, o limite de 15 e 30m devem ser reduzidos em 3m para cada curva de 90 o ; Esses limites podem ser aumentados, desde que instale um eletroduto de diâmetro superior a cada 6m, ou fração;

73 Prof. Ulisses P.R. Borges73 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Eletrodutos Em cada trecho de tubulação, pode ter no máximo 3 curvas de 90 o, ou a somatória até 270 o ; Nunca instalar curva com deflexão acima de 90 o ; Para facilitar a enfiação dos condutores, podem ser utilizados: –Guias de puxamento; e ou –Talco, parafina ou outros lubrificantes que não prejudiquem a isolação dos condutores. Nota: os guias de puxamento só devem ser introduzidos após as tubulações, e não durante sua execução

74 Prof. Ulisses P.R. Borges74 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

75 Prof. Ulisses P.R. Borges75 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Canaletas e perfilados Os condutores isolados só podem ser utilizados em canaletas ou perfilados de paredes não-perfuradas e com tampas que só possam ser removidas com auxílio de ferramenta; –Nota: Admite-se o uso de condutores isolados em canaletas ou perfilados sem tampa ou com tampa desmontável sem auxílio de ferramenta, ou em canaletas ou perfilados com paredes perfuradas, com ou sem tampa, desde que estes condutos:

76 Prof. Ulisses P.R. Borges76 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Canaletas e perfilados a) sejam instalados em locais só acessíveis a pessoas advertidas (BA4 – pessoas suficientemente informadas, e BA5 – pessoas com conhecimento técnico); ou b) sejam instalados a uma altura mínima de 2,50m do piso. Nas canaletas de piso somente cabos uni e multipolares, os condutores isolados utilizar contidos em eletrodutos.

77 Prof. Ulisses P.R. Borges77 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Linhas enterradas Em cabos diretamente enterrados ou contidos em eletrodutos enterrados, só são admitidos cabos unipolares ou multipolares. Nota: admite-se condutores isolados em eletroduto enterrado se, no trecho enterrado, não houver nenhuma caixa de passagem e/ou derivação enterrada e for garantida a estanqueidade do eletroduto.

78 Prof. Ulisses P.R. Borges78 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Linhas enterradas Sinalizar com elemento de advertência (fita colorida) a 0,10m acima da linha enterrada, em toda sua extensão.

79 Prof. Ulisses P.R. Borges79 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Linhas sobre isoladores Essa maneira de instalar não é admitida em locais de habitação.

80 Prof. Ulisses P.R. Borges80 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Linhas aéreas externas Quando linha aérea alimentar locais que apresentem riscos de explosão (BE3 – locais de processamento ou armazenamento de papel, feno, palha, algodão...) ela deve ser convertida em linha enterrada a uma distância mínima de 20m do local de risco. Altura mínima do solo para condutores nus: –a) 5,50m, onde houver tráfego de veículos pesados; –b) 4,50m, onde houver tráfego de veículos leves; –c) 3,50m, onde houver passagem exclusiva de pedestres.

81 Prof. Ulisses P.R. Borges81 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Linhas aéreas externas Distância dos condutores nus de janelas, sacadas, escadas, saídas de incêndio, terraços ou locais análogos: a) horizontal igual ou superior a 1,20m; b) estar acima do nível superior das janelas; c) estar a uma distância vertical igual ou superior a 3,50m acima do piso de sacadas, terraços ou varandas; d) estar a uma distância vertical igual ou superior a 0,50m abaixo do piso de sacadas, terraços ou varandas.

82 Prof. Ulisses P.R. Borges82 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Eletrodos de aterramento: Toda edificação deve dispor de uma infra-estrutura de aterramento, denominada eletrodo de aterramento, sendo admitidas as seguintes opções:

83 Prof. Ulisses P.R. Borges83 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização –a) preferencialmente, uso das próprias armaduras do concreto das fundações; ou –b) uso de fitas, barras ou cabos metálicos, especialmente previstos, imersos no concreto das fundações; ou –c) uso de malhas metálicas enterradas, no nível das fundações, cobrindo a área da edificação e complementadas, quando necessário, por hastes verticais e/ou cabos dispostos radialmente (pés de galinha); ou –d) no mínimo, uso de anel metálico enterrado, circundando o perímetro da edificação e complementado, quando necessário, por hastes verticais e/ou cabos dispostos radialmente (pés de galinhas).

84 Prof. Ulisses P.R. Borges84 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Condutores de aterramento.

85 Prof. Ulisses P.R. Borges85 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Equipotencialização: Em cada edificação deve ser realizada uma equipotencialização principal, reunindo os seguintes elementos: – a) as armaduras de concreto armado e outras estruturas metálicas da edificação; –b) as tubulações metálicas de água, de gás combustível, de esgoto, de sistemas de ar-condicionado, de gases industriais, de ar comprimido, de vapor etc., bem como os elementos estruturais metálicos a elas associados;

86 Prof. Ulisses P.R. Borges86 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Equipotencialização: c) os condutos metálicos das linhas de energia e de sinal que entram e/ou saem da edificação; –d) as blindagens, armações, coberturas e capas metálicas de cabos das linhas de energia e de sinal que entram e/ou saem da edificação; –e) os condutores de proteção das linhas de energia e de sinal que entram e/ou saem da edificação;

87 Prof. Ulisses P.R. Borges87 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Equipotencialização: –f) Os condutores de interligação provenientes de outros eletrodos de aterramento porventura existentes ou previsto no entorno da edificação; –g) os condutores de interligação provenientes de eletrodos de aterramento de edificações vizinhas, nos casos em que essa interligação for necessária ou recomendável;

88 Prof. Ulisses P.R. Borges88 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Equipotencialização: –h) o condutor neutro da alimentação elétrica, salvo se não existente ou se a edificação tiver que ser alimentada, por qualquer motivo, em esquema TT ou IT; –i) o(s) condutor(es) de proteção principal(is) da instalação elétrica(interna) da edificação. Junto ou próximo do ponto de entrada da alimentação elétrica deve ser provido um barramento, denominado barramento de equipotencialização principal(BEP), ao qual todos os elementos relacionados acima, possam ser conectados, direta ou indiretamente.

89 Prof. Ulisses P.R. Borges89 NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item Aterramento e equipotencialização Condutores de proteção (PE) Um condutor de proteção pode ser comum a dois ou mais circuitos, desde que esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos condutores de fase e sua seção seja dimensionada conforme tab. 58, com base na maior seção de condutor de fase desses circuitos.

90 Prof. Ulisses P.R. Borges Aterramento e equipotencialização Condutores PEN –O uso do condutor PEN só é permitido em instalações fixas desde que sua seção não seja inferior a 10mm 2 em cobre ou 16mm 2 em alumínio; –Se o condutor PEN ser transformado em PE e N o neutro não poderá ser ligado a qualquer ponto aterrado da instalação. –O PEN que chega a uma edificação deve ser ligado ao BEP NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

91 Prof. Ulisses P.R. Borges Aterramento e equipotencialização Condutores de equipotencialização –A seção mínima dos condutores de equipotencialização principal não deve ser inferior à metade da seção do condutor de proteção (PE) de maior seção da instalação. cobre: mínimo 6mm 2 (a seção pode ser limitada em 25mm 2 ) alum.: mínimo 16mm 2 aço: mínimo 50mm 2 Um condutor de proteção pode ser comum a dois ou mais circuitos, desde que esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos condutores de fase e sua seção seja dimensionada conforme tab. 58, com base na maior seção de condutor de fase desses circuitos. NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

92 Prof. Ulisses P.R. Borges Esquema de aterramento Esquema TN Símbolos NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

93 Prof. Ulisses P.R. Borges Esquema de aterramento Esquema TN NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

94 Prof. Ulisses P.R. Borges Esquema de aterramento Esquema TN NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

95 Prof. Ulisses P.R. Borges Esquema de aterramento Esquema TT NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

96 Prof. Ulisses P.R. Borges Esquema de aterramento Esquema IT NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6

97 Prof. Ulisses P.R. Borges Nos quadros de distribuição, deve ser previsto espaço de reserva para ampliação futuras com base no número de circuitos com que o quadro for efetivamente equipado, conforme tabela abaixo. Tabela 59 - Quadros de distribuição - Epaço de reserva Quantidade de circuitos efetivamente disponível N Espaço mínimo destinado a reserva (em número de circuitos) até 62 7 a a 304 N > 300,15N Nota A capacidade de reserva deve ser considerada no cálculo do alimentador do respectivo quadro de distribuição NBR-5410/2004 Seleção e instalação dos componentes – item 6


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