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GESTÃO AMBIENTAL COMPARTILHADA COMPROMISSO DOS MUNICÍPIOS

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Apresentação em tema: "GESTÃO AMBIENTAL COMPARTILHADA COMPROMISSO DOS MUNICÍPIOS"— Transcrição da apresentação:

1 GESTÃO AMBIENTAL COMPARTILHADA COMPROMISSO DOS MUNICÍPIOS
Palestrante: Armando Ricardi Jr BARRA BONITA - SP, 27 de março de 2009

2 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: MUNICÍPIO ENERGOEFICIENTE
PROGRAMAÇÃO EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: MUNICÍPIO ENERGOEFICIENTE As possibilidades e a viabilização de projetos de redução de custos com insumos energéticos, descobrindo a necessidade, o potencial de redução de consumo e como transformar custos em recursos para outras aplicações. Saiba mais O que são e como implementar projetos de eficiência energética: - Contratos de Performance; - ESCO, uma empresa especializada em reduzir custos, sem custo; - Formas de financiamentos (PROESCO-BNDES, PROCEL-GEM, ANEEL); - Alguns aspectos gerais sobre SUSTENTABILIDADE

3 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: CONCEITO
Trata-se de atividade técnico-econômica que objetiva proporcionar o melhor consumo de energia, com redução de custos operacionais correlatos, minimizar contingenciamentos no suprimento desses insumos, e introduzir elementos e instrumentos necessários para o gerenciamento energético da Empresa ou Empreendimento, no segmento privado, e no segmento público, em diversas aplicações.

4 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: MERCADO
Hospitais Clubes Hotéis Supermercados COMERCIAL / SERVIÇOS INDUSTRIAL Shopping Centers Cond. Empresariais FOCO MERCADO Iluminação Pública RESIDENCIAL PÚBLICO Prédios Públicos Condomínios Saneamento

5 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: PROJETO
Oportunidades Levantamento e análise da situação existente Análise da viabilidade técnico-econômica Autofinanciados Concessionárias ELETROBRÁS: RGR, GEM BNDES - PROESCO Fundos de Investimento Fornecedores Recursos Implementação Execução dos projetos aprovados Medição & Verificação dos resultados

6 ESCO - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ATUAÇÃO NO MERCADO
A ESCO (Energy Services Company) fornece um pacote de serviços englobando a elaboração e implantação de um projeto de eficientização energética, envolvendo ou não investimentos próprios, e monitorando os ganhos obtidos pela redução no consumo de energia, sendo remunerada por uma parcela da economia gerada pelos projetos implantados. Etapas dos serviços: Carta de Intenções; Diagnóstico Energético (Viabilidade Técnico-Econômica); Contrato de Performance; Implantação das Medidas; Medição & Verificação dos Resultados.

7 DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO
1. INSUMOS ENERGÉTICOS 1.1. TIPOS: GN / GLP Óleo: Diesel, BFP Biomassa, lenha Eletricidade Outros 1.2. FONTES: Fornecimento contínuo ou ‘batch’ Autogeração Cogeração

8 DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO (cont)
2. CARGAS 2.1. TIPOS Iluminação (interna e externa) Aquecimento de água Climatização de ambientes Utilidades (vapor, ar comprimido) / fornos Refrigeração Motorização em geral Elevadores e escadas rolantes 2.2. CONTROLE E ACIONAMENTO Automação (geral, parcial, individual) Manual

9 $ CONTRATO DE PERFORMANCE Anos Gasto Atual Pagamento do Financiamento
Eventual Resultado Financeiro Economia Total Economias Compartilhadas com ESCO Pagamento do Financiamento Gasto Futuro Anos Execução das Medidas de Economia Período Vigência Economias Estimadas

10 MEDIÇÃO E VERIFICAÇÃO DE RESULTADOS
São todos os procedimentos que apuram a economia obtida, que é a base para a remuneração do Contrato de Performance. É estabelecida uma linha de base, a partir do histórico do consumo de insumos energéticos da Empresa e da expectativa dos resultados esperados obtidos da implantação das ações detectadas no Diagnóstico Energético.

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12 MUNICÍPIO ENERGOEFICIENTE
ALGUNS TÓPICOS: 1. ILUMINAÇÃO PÚBLICA (INCLUSIVE SEMAFÓRICA, AUTOMAÇÃO OPERACIONAL) 2. PRÉDIOS PÚBLICOS (AR CONDICIONADO, ILUMINAÇÃO, AUTOMAÇÃO PREDIAL) COGERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA POR UTILIZAÇÃO DE BIOMASSA E ATERROS SANITÁRIOS CONCIENTIZAÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA JUNTO A COMUNIDADE (ESCOLAS, ASSOCIAÇÕES DE CLASSES) 5. HABITAÇÃO ENERGOEFICIENTE

13 ELETROBRÁS a partir de recursos próprios de orçamento
GEM (GESTÃO ENERGÉTICA MUNICIPAL): identifica oportunidades de economia e geração de energia, que reduzam desperdícios, elevando ganhos, obtendo, conseqüentemente, maiores recursos para serem utilizados em setores considerados prioritários para a comunidade.

14 ELETROBRÁS (cont) a partir do Fundo RGR
Implementações específicas como: RELUZ (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) SEMAFÓRICA SANEAR (SANEAMENTO BÁSICO) PRÉDIOS PÚBLICOS (inclusive HOSPITAIS)

15 PEE - ANEEL O Programa de Eficiência Energética (PEE) é composto de um projeto ou um conjunto de projetos, correspondente à aplicação de recursos em eficiência energética realizado pelos concessionários e permissionários de distribuição de energia elétrica conforme dispõe a Lei n 9.991, de 24 de julho de 2000.

16 PEE - ANEEL (cont) CONCEITUAÇÃO DOS TIPOS DE PROJETOS
Comercial/Serviços   Atendimento a Comunidades de Baixa Renda c) Industrial d) Poderes Públicos – projeto em instalações de grande, médio e pequeno porte, de responsabilidade de pessoa jurídica de direito público, com ações de combate ao desperdício e eficientização de equipamentos. e) Residencial f) Rural g) Serviços Públicos – projeto em instalações de grande e médio porte com o objetivo de obter eficiência energética nos sistemas de água, esgoto, saneamento e tração elétrica, hospitais e escolas exploradas diretamente pelo poder público ou mediante concessão ou autorização. h) Aquecimento Solar para Substituição do Chuveiro Elétrico

17 BENEFÍCIOS ADICIONAIS
Redução de custos de manutenção de equipamentos/ dispositivos Créditos de carbono Implantação de gerenciamento de utilidades (energia e água), através de Comissão/Comitê de Conservação de Energia/Água

18 ALGUNS ASPECTOS SOBRE SUSTENTABILIDADE
Não existe sustentabilidade sem formalidade, legalidade e qualidade. A informalidade tem muitas facetas: (a) sonegação de impostos; (b) desrespeito a legislação ambiental; (c) desrespeito a legislação trabalhista. O Comitê de Materiais desenvolveu uma ferramenta para auxiliar os projetistas, empreendedores e usuários na seleção dos fornecedores e dos materiais que serão utilizados nas obras. Esse sistema não esgota o assunto, mas é uma estratégia viável para abordar práticas acessíveis a todos os compradores e especificadores de materiais e fornecedores.

19 MENSAGEM " If we are to cut global warming pollution as quickly and as deeply as the science says we must, it is imperative that climate legislation be designed to capture efficiency gains immediately. By making the potential of energy efficiency a reality, we can save the planet while simultaneously saving consumers money, spurring job growth, and meeting our nation’s rising energy demand at the lowest possible cost.” Edward Markey (D-MA), Chairman of Subcommittee on Energy and the Environment "Se quisermos reduzir o aquecimento global e a poluição tão depressa e profundamente como a ciência diz que devemos, é imperativo que a legislação seja concebida para alcançar os ganhos de eficiência imediatamente. Ao tornar o potencial de eficiência energética uma realidade, podemos salvar o planeta e, ao mesmo tempo, poupar dinheiro dos consumidores, e ir ao encontro do crescimento do emprego da nossa nação e da demanda energética crescente ao menor custo possível."

20 OBRIGADO ARMANDO RICARDI JR (11) 3022 5677 ricardi@ajato.com.br
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