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PLANEJAMENTO ESCOLAR: Alfabetização e ensino da língua portuguesa; Organização da rotina na perspectiva do letramento Princípios didáticos e modos de.

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2 PLANEJAMENTO ESCOLAR: Alfabetização e ensino da língua portuguesa; Organização da rotina na perspectiva do letramento Princípios didáticos e modos de organização do trabalho pedagógico. PLANEJAMENTO ESCOLAR: Alfabetização e ensino da língua portuguesa; Organização da rotina na perspectiva do letramento Princípios didáticos e modos de organização do trabalho pedagógico. Prof. Eliza Ribas Gracino Prof. Fátima Costa

3 QUANDO NÃO SE SABE PARA ONDE IR QUALQUER CAMINHO SERVE... Trecho do filme Alice no País das Maravilhas

4 OBJETIVO Discutir sobre a importância do planejamento para o processo de alfabetização, considerando-o como um processo que visa dar respostas a problemas pelo estabelecimento de fins e meios que apontam para a sua superação. Discutir sobre a importância do planejamento para o processo de alfabetização, considerando-o como um processo que visa dar respostas a problemas pelo estabelecimento de fins e meios que apontam para a sua superação.

5 NO PROCESSO DE PLANEJAMENTO PROCURAMOS RESPONDER ÀS SEGUINTES PERGUNTAS: POR QUE PLANEJAR O ENSINO POR QUE PLANEJAR O ENSINO NA ALFABETIZAÇÃO? O QUE PRETENDO ALCANÇAR? O QUE PRETENDO ALCANÇAR? EM QUANTO TEMPO? EM QUANTO TEMPO? COMO POSSO ALCANÇAR? COMO POSSO ALCANÇAR? O QUE E COMO FAZER O QUE E COMO FAZER (DIANTE DOS DIVERSOS EIXOS)? QUAIS OS MATERIAIS E QUAIS OS MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS? O QUE E COMO ANALISAR A O QUE E COMO ANALISAR A SITUAÇÃO A FIM DE VERIFICAR SE O QUE PRETENDO FOI ALCANÇADO?

6 O modo como entendemos o tempo não é natural, mas socialmente construído. Os modos de viver, marcar, usar e avaliar o tempo variam na história e entre os povos, estão ligados as diferentes tecnologias a que os grupos sociais têm acesso e com o modo como o trabalho é organizado socialmente. (Caderno PROLETRAMENTO, P. 10)

7 Idade Média: marcação e usos do tempo relacionados as atividades e variações da terra. Unidades de tempo definidas pela duração das tarefas Idade Média: marcação e usos do tempo relacionados as atividades e variações da terra. Unidades de tempo definidas pela duração das tarefas

8 Industrialização: desenvolvem-se novas técnicas e conhecimentos. Tempo definido e medido através de unidades externas às atividades de trabalho e aos ciclos da natureza e a vida. Industrialização: desenvolvem-se novas técnicas e conhecimentos. Tempo definido e medido através de unidades externas às atividades de trabalho e aos ciclos da natureza e a vida. Dividido, subdividido e ordenado em segundos, minutos e horas, esse tempo externo a nós que passa e não volta, tornou-se o maestro que rege todas as instâncias da vida

9 Comenius – Didática Magna (1967) Sistematização das rotinas escolares com base no funcionamento do relógio e da tipografia*. Organização da escola que ensina tudo a todos de modo padronizado, eficiente e rápido. O relógio marcando um tempo impessoal, ordenava a atividade de todos os alunos e do professor sob um mesmo ritmo, estabelecia com precisão os intervalos de trabalho e de repouso, delimitando seu início, duração e término, para que nem um minuto fosse desperdiçado. (*Funcionamento dessas duas máquinas, baseado na divisão ordenada e complementar de tarefas, deveria ser o modelo para a organização da escola)

10 PLANEJAMENTO Atualmente como planejamos Atualmente como planejamos nosso dia a dia, nossas rotinas, nosso Planejamento Escolar?

11 De acordo com o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, 2º edição, PLANO - (Do latim planu) projeto ou empreendimento com fim determinado. Conjunto de métodos e medidas para a execução de um empreendimento (...). PLANO - (Do latim planu) projeto ou empreendimento com fim determinado. Conjunto de métodos e medidas para a execução de um empreendimento (...). PLANEJAR. -V. T. D. 1. Fazer o plano de; projetar; traçar. Um bom arquiteto planejará o edifício. 2. Fazer o planejamento de; elaborar um plano ou roteiro de; programar, planificar: planejar um roubo. 3. Fazer tenção ou resolução de; tencionar, projetar (...). PLANEJAR. -V. T. D. 1. Fazer o plano de; projetar; traçar. Um bom arquiteto planejará o edifício. 2. Fazer o planejamento de; elaborar um plano ou roteiro de; programar, planificar: planejar um roubo. 3. Fazer tenção ou resolução de; tencionar, projetar (...).

12 PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO - S. M. 1. Ato ou efeito de planejar. 2. Trabalho de preparação para qualquer empreendimento, seguindo roteiro e métodos determinados; planificação: o planejamento de um livro, de uma comemoração (...). PLANEJAMENTO - S. M. 1. Ato ou efeito de planejar. 2. Trabalho de preparação para qualquer empreendimento, seguindo roteiro e métodos determinados; planificação: o planejamento de um livro, de uma comemoração (...). PROJETO- (do lat. Projectu, lançado para diante) S. M. Idéia que se forma de executar ou realizar algo, no futuro, plano, intento, desígnio. 2. Empreendimento a ser realizado dentro de um determinado esquema. (...). PROJETO- (do lat. Projectu, lançado para diante) S. M. Idéia que se forma de executar ou realizar algo, no futuro, plano, intento, desígnio. 2. Empreendimento a ser realizado dentro de um determinado esquema. (...).

13 PLANEJAR Trabalhar com escolhas prévias Planejamento é o serviço de preparação de um trabalho, de uma tarefa, com o estabelecimento de métodos convenientes; um conjunto de procedimentos, de ações visando à realização de determinado projeto. (Dicionário Houaiss)

14 LIBÂNEO (1994, p. 222) Elaborada coletivamente Definição de ações concretas Objetivando possibilitar a apropriação e a consolidação da alfabetização Um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.

15 QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DO ENSINO DE CADA FASE E OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM QUE TEMOS QUE CONTEMPLAR A CADA ANO? AO PLANEJAR TEMOS QUE TER CLARO:

16 (...) existe uma diferença entre viagens e aventuras. Surfar nas ondas do Drake, atravessar o Atlântico ou subir o Solimões não eram aventuras. Mesmo cair na serra da Quebra-Cangalha e passar dia no mato abrindo caminho com canivete preto não teria sido uma aventura, porque eu tinha, antes de mais nada, uma bússola e um lugar para ir. Um rumo e um destino fazem a diferença em qualquer situação. Amyr Klink

17 Planejamento = Ferramenta Bússola

18 O QUE É PLANEJAMENTO? É ESTUDAR; É ESTUDAR; ASSUMIR UMA ATITUDE SÉRIA E CURIOSA DIANTE UM PROBLEMA; ASSUMIR UMA ATITUDE SÉRIA E CURIOSA DIANTE UM PROBLEMA; REFLETIR SOBRE AS MELHORES ALTERNATIVAS DE SE ATINGIR OS OBJETIVOS PRETENDIDOS; REFLETIR SOBRE AS MELHORES ALTERNATIVAS DE SE ATINGIR OS OBJETIVOS PRETENDIDOS; É UM TRABALHO EM CONJUNTO. É UM TRABALHO EM CONJUNTO.

19 Tecendo a manhã Um galo sozinho não tece uma manhã; ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro: de um outro galo que apanhe o grito que um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros se cruzem os fios do sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos João Cabral de Melo Neto

20 TIPOS DE PLANEJAMENTO NA ÁREA DA EDUCAÇÃO PLANEJAMENTO EDUCACIONAL PLANEJAMENTO EDUCACIONAL PLANEJAMENTO DE CURRÍCULO PLANEJAMENTO DE CURRÍCULO PLANEJAMENTO DE ENSINO PLANEJAMENTO DE ENSINO

21 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL CONSISTE NA TOMADA DE DECISÕES SOBRE A EDUCAÇÃO NO CONJUNTO DO DESENVOLVIMENTO GERAL DO PAÍS. A ELABORAÇÃO DESSE TIPO DE PLANEJAMENTO REQUER A PROPOSIÇÃO DE OBJETIVOS A LONGO PRAZO QUE DEFINAM UMA POLÍTICA DA EDUCAÇÃO. CONSISTE NA TOMADA DE DECISÕES SOBRE A EDUCAÇÃO NO CONJUNTO DO DESENVOLVIMENTO GERAL DO PAÍS. A ELABORAÇÃO DESSE TIPO DE PLANEJAMENTO REQUER A PROPOSIÇÃO DE OBJETIVOS A LONGO PRAZO QUE DEFINAM UMA POLÍTICA DA EDUCAÇÃO.

22 PLANEJAMENTO DE CURRÍCULO CONSISTE EM FORMULAR OBJETIVOS A PARTIR DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS EXPRESSOS NOS GUIAS CURRICULARES OFICIAIS ADAPTANDO-OS À REALIDADE EM QUE A ESCOLA ESTÁ INSERIDA, BEM COMO À SUA CLIENTELA. CONSISTE EM FORMULAR OBJETIVOS A PARTIR DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS EXPRESSOS NOS GUIAS CURRICULARES OFICIAIS ADAPTANDO-OS À REALIDADE EM QUE A ESCOLA ESTÁ INSERIDA, BEM COMO À SUA CLIENTELA.

23 PLANEJAMENTO DE ENSINO CONSISTE EM TRADUZIR EM TERMOS MAIS CONCRETOS E OPERACIONAIS O QUE O PROFESSOR FARÁ NA SALA DE AULA, PARA CONDUZIR OS ALUNOS A ALCANÇAR OS OBJETIVOS PROPOSTOS. CONSISTE EM TRADUZIR EM TERMOS MAIS CONCRETOS E OPERACIONAIS O QUE O PROFESSOR FARÁ NA SALA DE AULA, PARA CONDUZIR OS ALUNOS A ALCANÇAR OS OBJETIVOS PROPOSTOS.

24 RELEMBRANDO... É o que é praticado no cotidiano da escola que constitui, de fato, o currículo. O documento curricular, como apontamos anteriormente, constitui-se de orientações que podem reger o trabalho do professor. (Ano 03, Unidade 02, P. 06)

25 PRÁTICA DOCENTE A prática docente no dia a dia escolar é o que faz a diferença no ato de ensinar A prática docente no dia a dia escolar é o que faz a diferença no ato de ensinar

26 CONCEPÇÕES SOBRE O QUE ENSINAR CONHECI- MENTOS SOBRE OS CONTEÚDOS ESCOLARES RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ACERCA DO QUE OS ESTUDANTES SABEM CONCEPÇÕES SOBRE AS MELHORES ESTRATÉGIAS DE ENSINO PRÁTICA DOCENTE

27 Quanto mais consciência o professor tiver acerca dos princípios que regem sua prática, maior autonomia terá no processo de planejamento e realização da tarefa didática. (Ano 03, Unidade 02, P. 07)

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29 ETAPAS DO PLANEJAMENTO DE ENSINO CONHECIMENTO DA REALIDADE CONHECIMENTO DA REALIDADE ELABORAÇÃO DO PLANO ELABORAÇÃO DO PLANO EXECUÇÃO DO PLANO EXECUÇÃO DO PLANO AVALIAÇÃO E APERFEIÇOA- MENTO DO PLANO AVALIAÇÃO E APERFEIÇOA- MENTO DO PLANO Filme: Além do quadro negro – Vídeo 01

30 CONHECIMENTO DA REALIDADE SONDAGEM: CONHECER O ALUNO E SEU AMBIENTE (ESCOLAR E COMUNITÁRIO), SABER SUAS ASPIRAÇÕES FRUSTRAÇÕES, NECESSIDADES E POSSIBILI- DADES. SONDAGEM: CONHECER O ALUNO E SEU AMBIENTE (ESCOLAR E COMUNITÁRIO), SABER SUAS ASPIRAÇÕES FRUSTRAÇÕES, NECESSIDADES E POSSIBILI- DADES.

31 CONHECIMENTO DA REALIDADE DIAGNÓSTICO: ESTUDO DOS DADOS COLETADOS E CONCLU- SÕES A QUE SE CHEGOU APÓS ESSE ESTUDO. DIAGNÓSTICO: ESTUDO DOS DADOS COLETADOS E CONCLU- SÕES A QUE SE CHEGOU APÓS ESSE ESTUDO.

32 CONHECIMENTO DA REALIDADE SEM A SONDAGEM E O DIAGNÓSTICO CORREMOS O RISCO DE PROPOR O QUE É IMPOSSÍVEL ALCANÇAR OU O QUE NÃO INTERESSA, OU AINDA O QUE JÁ FOI ALCANÇADO SEM A SONDAGEM E O DIAGNÓSTICO CORREMOS O RISCO DE PROPOR O QUE É IMPOSSÍVEL ALCANÇAR OU O QUE NÃO INTERESSA, OU AINDA O QUE JÁ FOI ALCANÇADO

33 ELABORAÇÃO DO PLANO A PARTIR DOS DADOS FORNECIDOS PELA SONDAGEM E INTERPRETADOS PELO DIAGNÓSTICO, TEMOS CONDIÇÕES DE ESTABELECER O QUE É POSSÍVEL ALCANÇAR, COMO FAZER PARA ALCANÇAR O QUE JULGAMOS POSSÍVEL E COMO AVALIAR OS RESULTADOS. A PARTIR DOS DADOS FORNECIDOS PELA SONDAGEM E INTERPRETADOS PELO DIAGNÓSTICO, TEMOS CONDIÇÕES DE ESTABELECER O QUE É POSSÍVEL ALCANÇAR, COMO FAZER PARA ALCANÇAR O QUE JULGAMOS POSSÍVEL E COMO AVALIAR OS RESULTADOS. Filme: Além do quadro negro – Vídeo 02

34 EXECUÇÃO DO PLANO É O DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES PREVISTAS. NA EXECUÇÃO, SEMPRE HAVERÁ O ELEMENTO NÃO PLENAMENTE PREVISTO, EXIGINDO ADAPTAÇÕES E ALTERAÇÕES: REAÇÕES DE ALUNOS, CIRCUNSTÂNCIAS DO AMBIENTE.ISSO É NORMAL E NÃO DISPENSA PLANEJAMENTO, POIS, UMA CARACTERÍSTICA DE UM BOM PLANEJAMENTO DEVE SER A FLEXIBILIDADE. É O DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES PREVISTAS. NA EXECUÇÃO, SEMPRE HAVERÁ O ELEMENTO NÃO PLENAMENTE PREVISTO, EXIGINDO ADAPTAÇÕES E ALTERAÇÕES: REAÇÕES DE ALUNOS, CIRCUNSTÂNCIAS DO AMBIENTE.ISSO É NORMAL E NÃO DISPENSA PLANEJAMENTO, POIS, UMA CARACTERÍSTICA DE UM BOM PLANEJAMENTO DEVE SER A FLEXIBILIDADE.

35 AVALIAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DO PLANO É A AVALIAÇÃO DO PLANO AO TÉRMINO DE SUA EXECUÇÃO COM VISTAS AO REPLANEJAMENTO. AVALIA-SE: RESULTADOS DO ENSINO- APRENDIZAGEM; RESULTADOS DO ENSINO- APRENDIZAGEM; QUALIDADE DO PLANO ELABORADO; QUALIDADE DO PLANO ELABORADO; NOSSA EFICIÊNCIA COMO PROFESSOR; NOSSA EFICIÊNCIA COMO PROFESSOR; EFICIÊNCIA DO SISTEMA ESCOLAR; EFICIÊNCIA DO SISTEMA ESCOLAR;

36 PASSOS DA ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO DETERMINAÇÃO DE OBJETIVOS DETERMINAÇÃO DE OBJETIVOS SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE ENSINO SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE ENSINO SELEÇÃO DE RECURSOS SELEÇÃO DE RECURSOS SELEÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO SELEÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO ESTRUTURAÇÃO DO PLANO ESTRUTURAÇÃO DO PLANO DE ENSINO

37 DETERMINAÇÃO DE OBJETIVOS É A DESCRIÇÃO CLARA DO QUE SE PRETENDE ALCANÇAR COMO RESULTADO DA NOSSA ATIVIDADE. NASCEM DAS NECESSIDADES DA COMUNIDADE, DOS ALUNOS, DA DISCIPLINA DO PROFESSOR E DOS ALUNOS. É A DESCRIÇÃO CLARA DO QUE SE PRETENDE ALCANÇAR COMO RESULTADO DA NOSSA ATIVIDADE. NASCEM DAS NECESSIDADES DA COMUNIDADE, DOS ALUNOS, DA DISCIPLINA DO PROFESSOR E DOS ALUNOS.

38 OS OBJETIVOS, EM SEUS DIFERENTES ÂMBITOS, DEVEM SER COERENTES ENTRE SI. OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS EDUCACIONAIS OBJETIVOS INSTRUCIONAIS

39 OBJETIVOS EDUCACIONAIS SÃO METAS E VALORES MAIS AMPLOS QUE A ESCOLA PROCURA ATINGIR. SÃO METAS E VALORES MAIS AMPLOS QUE A ESCOLA PROCURA ATINGIR.

40 OBJETIVOS INSTRUCIONAIS SÃO PROPOSIÇÕES MAIS ESPECÍFICAS REFERENTES ÀS MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS ESPERADAS PARA UM DETERMINADO GRUPO. SÃO PROPOSIÇÕES MAIS ESPECÍFICAS REFERENTES ÀS MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS ESPERADAS PARA UM DETERMINADO GRUPO.

41 SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS CONTEÚDO É UM INSTRUMENTO BÁSICO PARA PODER ATINGIR OS OBJETIVOS. É UM INSTRUMENTO BÁSICO PARA PODER ATINGIR OS OBJETIVOS. REFERE-SE À ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO EM SI. REFERE-SE À ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO EM SI.

42 CUIDADOS NA SELEÇÃO DO CONTEÚDO DEVE ESTAR RELACIONADO COM OS OBJETIVOS DEFINIDOS NO PLANO; DEVE ESTAR RELACIONADO COM OS OBJETIVOS DEFINIDOS NO PLANO; DEVE SER ATUAL; DEVE SER ATUAL; DEVE PARTIR DO SIMPLES PARA O COMPLEXO, DO CONCRETO PARA O ABSTRATO; DEVE PARTIR DO SIMPLES PARA O COMPLEXO, DO CONCRETO PARA O ABSTRATO; DEVE CONTER A IDEIA CENTRAL OU CONDUZIR A AULA PARA ISSO ATRAVÉS DO BOM DESEMPENHO DO PROFESSOR. DEVE CONTER A IDEIA CENTRAL OU CONDUZIR A AULA PARA ISSO ATRAVÉS DO BOM DESEMPENHO DO PROFESSOR.

43 PROCEDIMENTOS DE ENSINO SÃO AÇÕES, PROCESSOS OU COMPORTAMENTOS PLANEJADOS PELO PROFESSOR PARA LEVAR O ALUNO À APRENDIZAGEM. SÃO AÇÕES, PROCESSOS OU COMPORTAMENTOS PLANEJADOS PELO PROFESSOR PARA LEVAR O ALUNO À APRENDIZAGEM.

44 OS PROCEDIMENTOS DE ENSINO DEVEM : SER DIVERSIFICADOS; SER DIVERSIFICADOS; ESTAR COERENTES COM OS OBJETIVOS PROPOSTOS; ESTAR COERENTES COM OS OBJETIVOS PROPOSTOS; ADEQUAR-SE ÀS NECES- SIDADES DOS ALUNOS; ADEQUAR-SE ÀS NECES- SIDADES DOS ALUNOS; SERVIR DE ESTÍMULO AO ALUNO AO QUE SE REFERE À DESCOBERTAS; SERVIR DE ESTÍMULO AO ALUNO AO QUE SE REFERE À DESCOBERTAS; APRESENTAR DESAFIOS; APRESENTAR DESAFIOS;

45 RECURSOS DE ENSINO SÃO OS COMPONENTES DO AMBIENTE QUE DÃO ORIGEM À ESTIMULAÇÃO PARA O ALUNO.

46 OS RECURSOS PODEM SER CLASSIFICADOS EM: HUMANOS: PROFESSOR, ALUNO, PESSOAL ESCOLAR, COMUNIDADE... HUMANOS: PROFESSOR, ALUNO, PESSOAL ESCOLAR, COMUNIDADE... MATERIAIS: MATERIAIS: 1. DO AMBIENTE: NATURAL (ÁGUA, FOLHA, PEDRA...) E ESCOLAR (QUADRO, GIZ, CARTAZES, MULTIMÍDIA...) 2. DA COMUNIDADE: BIBLIOTECAS, INDÚSTRIAS, LOJAS, REPARTIÇÕES PÚBLICAS...)

47 RECURSOS DE ENSINO AO SELECIONAR OS RECURSOS, DEVE-SE TER CLAREZA DE COMO SERÃO UTILIZADOS, POIS CASO CONTRÁRIO, OS MESMOS PERDEM SUA FUNÇÃO. AO SELECIONAR OS RECURSOS, DEVE-SE TER CLAREZA DE COMO SERÃO UTILIZADOS, POIS CASO CONTRÁRIO, OS MESMOS PERDEM SUA FUNÇÃO.

48 SELEÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO: AVALIAÇÃO: É O PROCESSO PELO QUAL SE DETERMINAM O GRAU E A QUANTIDADE DE RESULTADOS ALCANÇADOS EM RELAÇÃO AOS OBJETIVOS, CONSIDERANDO O CONTEXTO DAS CONDIÇÕES EM QUE O TRABALHO FOI DESENVOLVIDO. É O PROCESSO PELO QUAL SE DETERMINAM O GRAU E A QUANTIDADE DE RESULTADOS ALCANÇADOS EM RELAÇÃO AOS OBJETIVOS, CONSIDERANDO O CONTEXTO DAS CONDIÇÕES EM QUE O TRABALHO FOI DESENVOLVIDO.

49 AO PLANEJAR A AVALIAÇÃO É IMPORTANTE: AVALIAR CONTINUAMENTE O DESENVOLVIMENTO DO ALUNO; AVALIAR CONTINUAMENTE O DESENVOLVIMENTO DO ALUNO; REALIZAR AVALIAÇÕES DIVERSIFICADAS E COERENTES COM OS OBJETIVOS; REALIZAR AVALIAÇÕES DIVERSIFICADAS E COERENTES COM OS OBJETIVOS; REGISTRAR OS DADOS DA AVALIAÇÃO; REGISTRAR OS DADOS DA AVALIAÇÃO; APLICAR CRITÉRIOS AOS DADOS DA AVALIAÇÃO; APLICAR CRITÉRIOS AOS DADOS DA AVALIAÇÃO; INTERPRETAR RESULTADOS DA AVALIAÇÃO; INTERPRETAR RESULTADOS DA AVALIAÇÃO; COMPARAR OS RESULTADOS COM OS CRITÉRIOS ESTABELECIDOS; COMPARAR OS RESULTADOS COM OS CRITÉRIOS ESTABELECIDOS; UTILIZAR OS DADOS DA AVALIAÇÃO NO PLANEJAMENTO. UTILIZAR OS DADOS DA AVALIAÇÃO NO PLANEJAMENTO.

50 TIPOS DE PLANEJAMENTO TIPOS DE PLANEJAMENTO DE CURSO PLANEJAMENTO DE CURSO PLANEJAMENTO DE UNIDADE PLANEJAMENTO DE UNIDADE PLANEJAMENTO DE AULA PLANEJAMENTO DE AULA

51 PLANO DE CURSO É A PREVISÃO DE UM DETERMINADO CONJUNTO DE CONHECIMENTOS, ATITUDES E HABILIDADES A SER ALCANÇADO POR UMA TURMA, NUM CERTO PERÍODO DE TEMPO. É A PREVISÃO DE UM DETERMINADO CONJUNTO DE CONHECIMENTOS, ATITUDES E HABILIDADES A SER ALCANÇADO POR UMA TURMA, NUM CERTO PERÍODO DE TEMPO. (GERALMENTE É ANUAL) (GERALMENTE É ANUAL)

52 VANTAGENS DO PLANO DE CURSO: PERMITE A DISTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA PELO NÚMERO DE AULAS DISPONÍVEIS; PERMITE A DISTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA PELO NÚMERO DE AULAS DISPONÍVEIS; PERMITE MELHOR ORIENTAÇÃO DA APRENDIZAGEM; PERMITE MELHOR ORIENTAÇÃO DA APRENDIZAGEM; PERMITE QUE O PROFESSOR AVALIE PREVIAMENTE A PROFUNDIDADE COM QUE VAI TRATAR CADA ASSUNTO; PERMITE QUE O PROFESSOR AVALIE PREVIAMENTE A PROFUNDIDADE COM QUE VAI TRATAR CADA ASSUNTO; SERVE DE BASE PARA AS CONCLUSÕES QUANTO À EFICIÊNCIA DOS MÉTODOS UTILIZADOS; SERVE DE BASE PARA AS CONCLUSÕES QUANTO À EFICIÊNCIA DOS MÉTODOS UTILIZADOS;

53 NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE CURSO: FAZER UMA SONDAGEM INICIAL; FAZER UMA SONDAGEM INICIAL; ESTABELECER OBJETIVOS DA DISCIPLINA E OBJETIVOS GERAIS DE CADA UM DOS CAPÍTULOS; ESTABELECER OBJETIVOS DA DISCIPLINA E OBJETIVOS GERAIS DE CADA UM DOS CAPÍTULOS; ADEQUAR AS ATIVIDADES COM OS OBJETIVOS E COM O TEMPO DISPONÍVEL; ADEQUAR AS ATIVIDADES COM OS OBJETIVOS E COM O TEMPO DISPONÍVEL; DESCREVER OS MÉTODOS AS TÉCNICAS E OS RECURSOS A SEREM ADOTADOS; DESCREVER OS MÉTODOS AS TÉCNICAS E OS RECURSOS A SEREM ADOTADOS; PREVER AS FORMAS GERAIS PREVER AS FORMAS GERAIS DE AVALIAÇÃO.

54 PLANEJAMENTO DA UNIDADE O plano de unidade refere-se aos assuntos da disciplina que formam um todo completo e que são desenvolvidos no espaço correspondente a uma ou algumas aulas. O plano de unidade refere-se aos assuntos da disciplina que formam um todo completo e que são desenvolvidos no espaço correspondente a uma ou algumas aulas.

55 Importante notar que a elaboração de planos de unidade não impede que o professor proceda também ao planejamento de cada aula. Importante notar que a elaboração de planos de unidade não impede que o professor proceda também ao planejamento de cada aula. Para definir as unidades da disciplina, o professor cuidará para que estas sejam compreensivas e significativas. Compreensivas no sentido de serem constituías de assuntos afins, que apresentem relações entre si. E significativas no sentido de serem úteis e funcionais para os alunos Para definir as unidades da disciplina, o professor cuidará para que estas sejam compreensivas e significativas. Compreensivas no sentido de serem constituías de assuntos afins, que apresentem relações entre si. E significativas no sentido de serem úteis e funcionais para os alunos

56 PLANEJAMENTO DE AULA É A SEQUÊNCIA DE TUDO QUE VAI SER DESENVOLVIDO EM UM DIA LETIVO.

57 ... a aula é situação de aprendizagem, desenvolvida em espaços diferentes e na qual se fazem presentes um ou mais professores que, dominado fundamentos epistemológicos, ajudam o aluno aprender ( ANTUNES, 2009)

58 IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AULA: CONTRIBUI PARA A ROTINA E A REALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS VISADOS; CONTRIBUI PARA A ROTINA E A REALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS VISADOS; PROMOVE A EFICIÊNCIA DO ENSINO; PROMOVE A EFICIÊNCIA DO ENSINO; GARANTE MAIOR SEGURANÇA NA DIREÇÃO DO ENSINO; GARANTE MAIOR SEGURANÇA NA DIREÇÃO DO ENSINO; GARANTE ECONOMIA DE TEMPO E ENERGIA. GARANTE ECONOMIA DE TEMPO E ENERGIA.

59 CARACTERÍSTICAS DE UM BOM PLANEJAMENTO DE AULA SER ELABORADO EM FUNÇÃO DAS NECESSIDADES E DAS REALIDADES APRESENTADAS PELOS ALUNOS; SER ELABORADO EM FUNÇÃO DAS NECESSIDADES E DAS REALIDADES APRESENTADAS PELOS ALUNOS; SER FLEXÍVEL; SER FLEXÍVEL; SER CLARO E PRECISO; SER CLARO E PRECISO; ATENDER AOS OBJETIVOS; ATENDER AOS OBJETIVOS; OBSERVAR AS CONDIÇÕES DE LOCAL, TEMPO E RECURSOS DISPONÍVEIS. OBSERVAR AS CONDIÇÕES DE LOCAL, TEMPO E RECURSOS DISPONÍVEIS.

60 ESTUDO (LIMA, 2011) Princípios didáticos que regiam as práticas de duas professoras do quinto ano do Ensino Fundamental de escolas municipais de ensino de Recife e Jaboatão dos Guararapes. Princípios didáticos que regiam as práticas de duas professoras do quinto ano do Ensino Fundamental de escolas municipais de ensino de Recife e Jaboatão dos Guararapes. Análise de relatórios de aula, baseados nas anotações, gravações e filmagens e coleta de entrevistas com 51 alunos, logo após as aulas para apreender as opiniões das crianças sobre suas vivências durante as aulas. Análise de relatórios de aula, baseados nas anotações, gravações e filmagens e coleta de entrevistas com 51 alunos, logo após as aulas para apreender as opiniões das crianças sobre suas vivências durante as aulas. (Ano 03, Unidade 02, P )

61 (1) ENSINO REFLEXIVO – as professoras estimulavam as crianças a refletir sobre o conhecimentos, evitando situações em que os conhecimentos eram simplesmente transmitidos por elas; (2) ENSINO CENTRADO NA PROBLEMATIZAÇÃO – as professoras planejavam atividades em que as crianças eram desafiadas a resolver problemas diversos; havia desafios que motivavam as crianças a querer aprender; (3) ENSINO CENTRADO NA INTERAÇÃO EM PARES – as professoras priorizavam situações em que a aprendizagem se dava por meio da interação em grandes grupos, em pequenos grupos, em duplas; as atividades individuais sempre culminavam em momentos de socialização e discussão; (4) ENSINO CENTRADO NA EXPLICITAÇÃO VERBAL – as crianças eram estimuladas a falar sobre o que pensavam, a responder perguntas; elas não tinham medo de errar porque sabiam que podiam dizer o que pensavam sem passar por constrangimentos; entendiam que todos estavam aprendendo; (5) FAVORECIMENTO DA ARGUMENTAÇÃO – as crianças eram estimuladas a expor e justificar suas opiniões; os diferentes pontos de vista na sala de aula eram confrontados; as professoras valorizavam as posturas de respeito, mas com explicitação das diferentes possibilidades de pensar sobre os conhecimentos; PRINCÍPIOS SUBJACENTES

62 (6) SISTEMATIZAÇÃO DOS SABERES – as professoras realizavam atividades de sistematização dos conhecimentos ensinados; havia momentos de sínteses em relação aos conhecimentos acumulados, seja por meio de exposições breves, seja por meio de registro coletivo das aprendizagens realizadas; (7) VALORIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS DOS ALUNOS – as docentes frequentemente realizavam atividades para saber o que as crianças pensavam sobre os conteúdos que estavam sendo ensinados; utilizavam tais conhecimentos para planejar as atividades e como ponto de partida nos momentos de resolução de problemas; as professoras estimulavam as crianças a expor seus conhecimentos, valorizando o que elas diziam; investiam também no aumento da autoestima das crianças; (8) INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS – as professoras se dirigiam às crianças quando percebiam que elas estavam apáticas, sobretudo as crianças mais tímidas ou que não tinham iniciativa de participação nas atividades; (9) DIVERSIFICAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS – as professoras realizavam vários tipos de atividades para contemplar um determinado conteúdo; elas diversificavam tanto os recursos didáticos quanto as atividades; (10) ENSINO CENTRADO NA PROGRESSÃO – as docentes contemplavam um mesmo conteúdo em aulas diferentes, aumentando o grau de dificuldade.

63 OPINIÃO DAS CRIANÇAS As respostas das crianças mostraram que elas valorizavam o modo como as professoras planejavam e desenvolviam as aulas. Dentre outros aspectos, os estudantes disseram que gostavam das aulas quando: Os Os conteúdos eram importantes para a vida; As atividades eram boas; Havia vários tipos de atividades; A ordem das atividades era interessante; Os assuntos trabalhados em uma aula também eram ensinados em outras aulas; Alguns assuntos eram de duas matérias (componentes curriculares); As atividades não eram muito difíceis; A professora ajudava a realizar a atividade; A professora explicava direito; Os textos eram bons; A professora percebia se a turma estava aprendendo; Conseguiam aprender.

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65 ESSA É MINHA LUZINHA EU VOU DEIXÁ-LA BRILHAR. DEIXA BRILHAR! Filme: Além do quadro negro – Vídeo 03

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