A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

NOMES:Arthur Cury Sampaio e Norton Hasselmann de Freitas TURMA:32.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "NOMES:Arthur Cury Sampaio e Norton Hasselmann de Freitas TURMA:32."— Transcrição da apresentação:

1 NOMES:Arthur Cury Sampaio e Norton Hasselmann de Freitas TURMA:32

2 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda CAIÇARA, cidade de EXU em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas ASA BRANCA, XOTE DAS MENINAS Trajetória de vida (resumo) 1920-com apenas 8 anos, canta e toca numa festa pela primeira vez aprende a tocar sanfona de 120 baixos grava seu primeiro disco canta para o papa João Paulo II participa do festival de música brasileira, na França. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

3 Pobreza por Pobreza (Gonzaguinha) Meu sertão vai se acabando Nessa vida que o devora Pelas trilhas só se vê gente boa indo embora Mas a estrada não terá o meu pé pra castigar Meu agreste vai secando E com ele vou secar Pra que me largar no mundo se nem sei se vou chegar A virar em cruz de estrada Prefiro ser cruz por cá Ao menos o chão que é meu corpo vai adubar Ao menos o chão que é meu corpo vai adubar Se doente sem remédio, remediado está Nascido e criado aqui Sei o espinho aonde dá Pobreza por pobreza Sou pobre em qualquer lugar A fome é a mesma fome que vem me desesperar E a mão é sempre a mesma que vive a me explorar Se doente sem remédio, remediado está Nascido e criado aqui Sei o espinho onde dá Pobreza por pobreza Sou pobre em qualquer lugar A fome é a mesma fome que vem me desesperar E a mão é sempre a mesma que vive a me explorar {BIS Pobreza por Pobreza

4

5

6 NOMES:Gabriel Kow e Nicola TURMA:32

7 Nome completo LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO Data de nascimento 13 / 12 /1912 Local onde nasceu FAZENDA CAIÇARA, NA CIDADE DE EXU, EM PERNAMBUCO. Filiação JANUÁRIO JOSÉ DOS SANTOS E ANA BATISTA DE JESUS SANTANA Músicas mais conhecidas ASA BRANCA,VIDA DE VIAJANTE Trajetória de vida (resumo) 1920-com apenas 8 anos, canta e toca numa festa pela primeira vez aprende a tocar sanfona de 120 baixos grava seu primeiro disco canta para o papa João Paulo segundo participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Foi No Mundo do Baião que Luiz Gonzaga coroou, com chapéu de couro, Carmélia Alves como Rainha do Baião. Data de falecimento 2 DE AGOSTO DE 1989

8 JESUS SERTANEJO (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA

9

10

11 NOMES:Gabriel Kow e Nicola TURMA:32

12 Nome completo LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO Data de nascimento 13 / 12 /1912 Local onde nasceu FAZENDA CAIÇARA, NA CIDADE DE EXU, EM PERNAMBUCO. Filiação JANUÁRIO JOSÉ DOS SANTOS E ANA BATISTA DE JESUS SANTANA Músicas mais conhecidas ASA BRANCA,VIDA DE VIAJANTE Trajetória de vida (resumo) 1920-com apenas 8 anos, canta e toca numa festa pela primeira vez aprende a tocar sanfona de 120 baixos grava seu primeiro disco canta para o papa João Paulo segundo participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Foi No Mundo do Baião que Luiz Gonzaga coroou, com chapéu de couro, Carmélia Alves como Rainha do Baião. Data de falecimento 2 DE AGOSTO DE 1989

13 JESUS SERTANEJO (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA

14

15

16 NOME:Guilherme Ramos TURMA:32

17 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13/12/1912 Local onde nasceu Cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas ASA BRANCA, Xote das meninas, Boiadeiro, Vida de viajante Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Em junho de 1972 Luiz Gonzaga foi contratado (verbalmente!) por um tal Duda Mathias, dono de um grande forró, para animar, com sua sanfona e seu talento, uma festa junina, naquela cidade. Quando terminou o show o dono do forró sumiu e não pagou o cachê de Luiz Gonzaga. Data de falecimento 02/08/1989

18 Canto do Povo (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA

19

20

21 NOMES:Maria Clara e Thais TURMA:32

22 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de Dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda Caiçara, Exu, Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Vida de viajante, Boiadeiro Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Em 1941 foi consagrado o Rei do Baião Data de falecimento 2 de Agosto de 1989 FOTO

23 O Adeus da Asa Branca Asa Branca (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira) Quando oiei a terra ardendo Qua fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão Até mesmo a asa branca Bateu asas do sertão Então eu disse a deus Rosinha Guarda contigo meu coração Hoje longe muitas léguas Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Para eu voltar pro meu sertão Quando o verde dos teus oio Se espalhar na prantação Eu te asseguro não chore não, viu Que eu voltarei, viu Meu coração 78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947

24

25

26 NOMES:Gabriel Roma e Enzo TURMA:32

27 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13 de dezembro de1912 Local onde nasceuNa fazenda Caiçara Exu, em Pernambuco FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidasAsa Branca, Boiadeiro, Assum Preto Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades 1984 Gonzaga recebe o primeiro disco de Ouro com o LP Danado de Bom Data de falecimento2 de agosto de 1989 FOTO

28 Sangue de Nordestino Quando eu vim da minha terra Foi com dor no coração Quando lá deixei meus pais Meus parentes, e meus irmãos Aquela gente querida Faz parte da minha vida Como vou dizer que não } bis Se eu não sentisse saudade Tanto assim eu não diria Minha história era sem versos Inspiração não teria Era uma dor sem jeito Que rojando no meu peito Coração se afogaria } bis Se passaram muitos anos Mas a saudade ficou Levo a vida assim cantando Sufocando a minha dor Sou sangue de nordestino Marcado pelo destino De ser sempre um sofredor

29

30

31 NOMES:GUILHERME MORGADO E ARTHUR DI PIERO TURMA:32

32 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13 de DEZEMBRO 1912 Local onde nasceuFazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidasAsa Branca, A vida de viajante, Aquarela Nordestina Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa,pela primeira vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu primeiro disco Canta para o papa João Paulo II 1986-Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Luiz Gonzaga já era o Rei do Baião em 1951 Data de falecimento02/08/1989 FOTO

33 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nós juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962 Pássaro Carão cantou Anum chorou também A chuva vem cair No meu sertão Vi um sinar, meu bem Que me animou também Ainda ontem vi Póvora no chão } bis É bom inverno que vem É chuva cedo que tem O nosso plano de além É de casa Se Deus quiser Agora faço um ranchinho Prá nóis juntinho,meu bem Nele morar 78 RPM V802448b 1962

34

35

36 NOMES:Maria Eduarda e Maria Eduarda TURMA:32

37 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara-Exu-Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Vira e Mexe Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Em 1941 foi consagrado o Rei do Baião Data de falecimento 2 de Agosto de 1989 FOTO

38 Hora do Adeus (Onildo de Almeida/Luiz Queiroga) O meu cabelo já começa pratiando Mas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantando Que é a mesma voz de quando meu reinado começou Modéstia à parte é que eu não desafino Desde o tempo de menino Em Exu no meu sertão Cantava solto que nem cigarra vadia E é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baião Eu agradeço ao povo brasileiro Norte Centro Sul inteiro Onde reinou o baião Se eu merecí minha coroa de rei Esta sempre eu honrei Foi a minha obrigação Minha sanfona minha voz o meu baião Este meu chapéu de couro e também o meu gibão Vou juntar tudo dar de presente ao museu É a hora do Adeus De Luiz rei do baião

39

40

41 NOMES:João Vitor e Felipe TURMA:32

42 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento13 de dezembro de Local onde nasceuNa fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. FiliaçãoJanuário José dos Santos Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidasAsa Branca, Vira e Mexe e Aquarela Nordestina. Trajetória de vida (resumo) Com 8 anos, canta e toca numa festa, pela primeira vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu primeiro disco Canta para João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. CuriosidadesEm 1941 foi consagrado o Rei do Baião Data de falecimento02 de Agosto de 1989.

43 Aquarela Nordestina (Rosil Cavalcanti) No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus AQUARELA NORDESTINA; 1989; Copacabana (Rosil Cavalcanti)No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra,Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra.Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte,Como que reclamando sua falta de sorte.Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida.Não tem água a lagoa, já está ressequida.E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste.Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste.Ai, ai, ai, ai meu DeusAi, ai, ai, ai meu DeusNo Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra,Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra.Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte,Como que reclamando sua falta de sorte.Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida.Não tem água a lagoa, já está ressequida.E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste.Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste.Ai, ai, ai, ai meu DeusAi, ai, ai, ai meu Deus AQUARELA NORDESTINA; 1989; Copacabana(Rosil Cavalcanti)No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra,Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra.Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte,Como que reclamando sua falta de sorte.Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida.Não tem água a lagoa, já está ressequida.E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste.Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste.Ai, ai, ai, ai meu DeusAi, ai, ai, ai meu DeusNo Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra,Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra.Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte,Como que reclamando sua falta de sorte.Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida.Não tem água a lagoa, já está ressequida.E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste.Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste.Ai, ai, ai, ai meu DeusAi, ai, ai, ai meu Deus AQUARELA NORDESTINA; 1989; Copacabana

44

45

46 NOMES:Mariana P.S. Maia e Mariana V. Simi TURMA:32

47 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara, Exu, Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, Lembrança de primavera, Vira e Mexe. Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades No dia 13 de dezembro,pela manhã foi inaugurado em Exu por Dominguinhos e Gonzaguinha o museu do Gonzagão. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

48 Boiadeiro ( Klécius Caldas - Armando Cavalcanti) Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem De manhazinha quando eu sigo pela estrada Minha boiada pra invernada eu vou levar Quando as cabeça é muito pouco é quase nada mas não tem outras mais bonitas no lugar Vai boiadeiro que o dia já vem Levo o teu gado e vai pensando no teu bem De tardezinha quando eu venho pela estrada A fiarada ta todinha a me esperar São dez fiinha é muito pouco é quase nada mas não tem outros mais bonitos no lugar Vai boiadeiro que a tarde já vem Leva o teu gado e vai pensando no teu bem E quando eu chego na cancela da morada Minha Rosinha vem correndo me abraçar É pequenina é miudinha é quase nada mas não tem mais bonita no lugar Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem

49

50

51 NOMES:Manuela e Rafaela TURMA:32

52 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13/12/1912 Local onde nasceuFazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidasAsa Branca e Vira e Mexe Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela 1ª vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu 1º disco Canta para o papa João Paulo II 1986-Participa do festival de música brasileira, na França. CuriosidadesEm 1941 foi consagrado o Rei do Baião. Data de falecimento2 de Agosto 1989 FOTO

53 A Triste Partida Meu Deus, meu Deus Setembro passou Outubro e Novembro Já tamo em Dezembro Meu Deus, que é de nós, Meu Deus, meu Deus Assim fala o pobre Do seco Nordeste Com medo da peste Da fome feroz Ai, ai, ai, ai A treze do mês Ele fez experiênça Perdeu sua crença Nas pedras de sal, Meu Deus, meu Deus Mas noutra esperança Com gosto se agarra Pensando na barra Do alegre Natal Ai, ai, ai, ai Rompeu-se o Natal Porém barra não veio O sol bem vermeio Nasceu muito além Meu Deus, meu Deus Na copa da mata Buzina a cigarra Ninguém vê a barra Pois barra não tem Ai, ai, ai, ai Sem chuva na terra Descamba Janeiro, Depois fevereiro E o mesmo verão Meu Deus, meu Deus Entonce o nortista Pensando consigo Diz: "isso é castigo não chove mais não" Ai, ai, ai, ai Apela pra Março Que é o mês preferido Do santo querido Sinhô São José Meu Deus, meu Deus Mas nada de chuva Tá tudo sem jeito Lhe foge do peito O resto da fé Ai, ai, ai, ai Agora pensando Ele segue outra tria Chamando a famia Começa a dizer Meu Deus, meu Deus Eu vendo meu burro Meu jegue e o cavalo Nóis vamo a São Paulo Viver ou morrer Ai, ai, ai, ai Nóis vamo a São Paulo Que a coisa tá feia Por terras alheia Nós vamos vagar Meu Deus, meu Deus Se o nosso destino Não for tão mesquinho Ai pro mesmo cantinho Nós torna a voltar Ai, ai, ai, ai E vende seu burro Jumento e o cavalo Inté mesmo o galo Venderam também Meu Deus, meu Deus Pois logo aparece Feliz fazendeiro Por pouco dinheiro Lhe compra o que tem Ai, ai, ai, ai Em um caminhão Ele joga a famia Chegou o triste dia Já vai viajar Meu Deus, meu Deus A seca terrívi Que tudo devora Ai,lhe bota pra fora Da terra natal Ai, ai, ai, ai O carro já corre No topo da serra Oiando pra terra Seu berço, seu lar Meu Deus, meu Deus Aquele nortista Partido de pena De longe acena Adeus meu lugar Ai, ai, ai, ai No dia seguinte Já tudo enfadado E o carro embalado Veloz a correr Meu Deus, meu Deus Tão triste, coitado Falando saudoso Com seu filho choroso Iscrama a dizer Ai, ai, ai, ai

54 De pena e saudade Papai sei que morro Meu pobre cachorro Quem dá de comer? Meu Deus, meu Deus Já outro pergunta Mãezinha, e meu gato? Com fome, sem trato Mimi vai morrer Ai, ai, ai, ai E a linda pequena Tremendo de medo "Mamãe, meus brinquedo Meu pé de fulô?" Meu Deus, meu Deus Meu pé de roseira Coitado, ele seca E minha boneca Também lá ficou Ai, ai, ai, ai E assim vão deixando Com choro e gemido Do berço querido Céu lindo e azul Meu Deus, meu Deus O pai, pesaroso Nos fio pensando E o carro rodando Na estrada do Sul Ai, ai, ai, ai Chegaram em São Paulo Sem cobre quebrado E o pobre acanhado Percura um patrão Meu Deus, meu Deus Só vê cara estranha De estranha gente Tudo é diferente Do caro torrão Ai, ai, ai, ai Trabaia dois ano, Três ano e mais ano E sempre nos prano De um dia vortar Meu Deus, meu Deus Mas nunca ele pode Só vive devendo E assim vai sofrendo É sofrer sem parar Ai, ai, ai, ai Se arguma notíça Das banda do norte Tem ele por sorte O gosto de ouvir Meu Deus, meu Deus Lhe bate no peito Saudade de móio E as água nos óio Começa a cair Ai, ai, ai, ai Do mundo afastado Ali vive preso Sofrendo desprezo Devendo ao patrão Meu Deus, meu Deus O tempo rolando Vai dia e vem dia E aquela famia Não vorta mais não Ai, ai, ai, ai Distante da terra Tão seca mas boa

55 Exposto à garoa A lama e o pau Meu Deus, meu Deus Faz pena o nortista Tão forte, tão bravo Viver como escravo No Norte e no Sul Ai, ai, ai

56

57

58 NOMES:Ricardo e Rafael TURMA:32

59 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13/12/1912 Local onde nasceu Fazenda Caiçara,cidade de Exu,em Pernambuco Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, A Vida de Viajante Trajetória de vida (resumo) Com apenas 8 anos, canta e toca numa festa, pela primeira vez Aprende a tocar sanfona de 120 baixos Grava seu primeiro disco Canta para o papa João Paulo II Participa do festival de música brasileira, na França. Curiosidades Luiz Gonzaga casou-se com Helena no dia 16/06/1948 e subiu pela última vez num palco em 06/06/1989. Data de falecimento 02/08/1989 FOTO

60 A Vida de Viajante (Luiz Gonzaga e Hervê Cordovil) Minha vida é andar Por esse país Pra ver se um dia Descanso feliz Guardando as recordações Das terras por onde passei Andando pelos sertões E dos amigos que lá deixei. Chuva e sol Poeira e carvão Longe de casa Sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração. Minha vida é andar... Mar e terra Inverno e verão Mostra o sorriso Mostra a alegria Mas eu mesmo não E a saudade no coração Minha vida é andar

61

62


Carregar ppt "NOMES:Arthur Cury Sampaio e Norton Hasselmann de Freitas TURMA:32."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google