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Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Arquitetura e Urbanismo Disciplina : Teoria Urbana Acadêmicas: Ana Luiza Tomasi, Natália Moneró,

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1 Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Arquitetura e Urbanismo Disciplina : Teoria Urbana Acadêmicas: Ana Luiza Tomasi, Natália Moneró, Greice Merin Moresco, Thiele Londero. Análise Territorial do Conjunto Habitacional do Monte Verde Florianópolis - SC

2 Monte Verde é um bairro residencial de Florianópolis, Santa Catarina, localizado na parte insular da cidade, entre os bairros de Saco Grande e João Paulo. Recentemente, o bairro recebeu um grande investimento comercial, o Floripa Shopping, e existe um plano de um novo supermercado nos arredores. Localização:

3 Planta de situação

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5 O projeto do conjunto habitacional teve inicio em 1976, desenvolvido pelo escritório Etapa e entregue em 7 de agosto de 1981, pela construtora A. Gonzaga S.A. O órgão responsável pelo empreendimento foi a COHAB/SC, dando continuidade ao Plano Nacional de Habitação Popular. O banco financiador foi a Caixa Econômica Federal. Histórico:

6 Conjunto habitacional do tipo unifamiliar. Inicialmente continha 250 unidades de 48 m², cada uma com com 3 quartos e 150 unidades de 40 m², com dois quartos. Totalizavam-se 400 unidades habitacionais. O processo de aquisição do imóvel deu-se através de cadastro COHAB. Após esse processo efetuou-se uma triagem levando em conta renda familiar, número de filhos, necessidade de habitação, não estar inadimplente junto aos órgãos de proteção ao crédito (SPC/SERASA). Então, houve um sorteio para habilitar os candidatos previamente selecionados a comprar a unidade habitacional. Dados Gerais:

7 População: Nível sócio-econômico: renda familiar; padrão de consumo O nível sócio-econômico dos moradores é médio-baixo, sendo que a renda familiar predominante é de 2 a 5 salários mínimos, de acordo com o Censo 2000 (salário mínimo de R$ 151,00). O padrão de consumo na época era considerado baixo, tanto que o projeto das casas não continha garagem, tendo em vista que a classe social a que se direcionavam as habitações não poderia adquirir tal bem. O conjunto foi construído prevendo habitação para 2000 habitantes.

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9 População: Inserção dos moradores no mercado de trabalho; tipo de trabalho: assalariados, autônomos, funcionários públicos, pequenos empresários, etc. O nível sócio-econômico dos moradores é médio-baixo, sendo que a renda familiar predominante é de 2 a 5 salários mínimos, de acordo com o Censo 2000 (salário mínimo de R$ 151,00). O padrão de consumo na época era considerado baixo, tanto que o projeto das casas não continha garagem, tendo em vista que a classe social a que se direcionavam as habitações não poderia adquirir tal bem.

10 População: Escolaridade A instrução dos responsáveis pela habitação, em 2000, era predominantemente de 4 a 7 anos de estudo.

11 População: Faixa etária

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13 População: Mudanças sociais ao longo da história do conjunto Foi construído quando a SC 401 ainda não era duplicada, dificultando seu acesso. Com o crescimento do conjunto e conseqüentemente a formação de um bairro, houve uma grande valorização dos imóveis principalmente após a duplicação da SC, e com mais expressividade após a construção do Floripa Shopping, o qual patrocinou a reforma da praça central e da escola básica. Com isso, alguns moradores venderam seus imóveis por um preço lucrativo, mudando-se para os morros no entorno ou até mesmo para outros bairros. A prefeitura também tem feito melhorias, sob a pressão de um grande empreendimento comercial, como a pavimentação das ruas pela Operação Tapete Preto 2.

14 Inserção no tecido urbano e serviços: Atividades econômicas nas proximidades da área Existia anteriormente ao projeto algum tipo de equipamento comunitário, tais como uma escola básica, uma igreja, e um salão paroquial, assim como existiam também vários estabelecimentos comerciais, como: dois açougues e nove armazéns. Havia também escritórios e oficinas do jornal O ESTADO e o canteiro central da construtora A. GONZAGA S.A. No conjunto foi criado uma escola básica com 6 salas de aula, um centro comunitário 690m², um supermercado com 344m² e um bloco de lojas com 264m² para comercio vicinal. Hoje o bairro abriga um shopping em suas proximidades.

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16 Inserção no tecido urbano e serviços: Vias de circulação O conjunto é organizado em sua maioria dentro de um anel viário externo, com ruas sem saída, do tipo fundo de saco, que dão acesso aos lotes. Impedindo um fluxo de carros que corte as áreas verdes dispostas no centro, permitindo uma maior liberdade de passagem de pedestres e de convívio social.

17 Inserção no tecido urbano e serviços: Serviços: saúde, educação, transporte, abastecimento, lazer Há uma diversidade de serviços e comércio encontrados na Rodovia Virgílio Várgea. Existe desde a escola municipal, creche, posto de saúde, centro comunitário até uma pequena igreja. Os serviços encontrados são capazes de suprir grande parte das necessidades dos seus habitantes. Com a implantação do shopping Floripa o bairro sofreu significativo crescimento. Há pontos de ônibus distribuídos pela rua principal do Monte Verde.

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20 Inserção no tecido urbano e serviços: Acessibilidade a serviços urbanos centrais A SC 401 duplicada, permite um fluxo rápido entre o conjunto habitacional e o centro da cidade através do uso de carro. Como as linhas que atendem o Monte Verde ligam o bairro ao TITRI, o acesso ao centro da cidade dependem de no mínino dois ônibus, o que torna o transporte relativamente lento, tendo em vista a proximidade com o centro da cidade.

21 No conjunto habitacional existe um Posto Policial inserido na área verde, que atende o bairro e está ligado com a 5ª Delegacia de Polícia Civil, localizada na Trindade. Segundo o policial de plantão, as maiores ocorrências são o trafico de drogas no morro, abandono de veículos roubados, brigas domésticas, entre outras ocorrências de menor relevância. Existe uma viatura de uso exclusivo para o bairro que realiza rondas e atende chamadas. Inserção no tecido urbano e serviços: Policiamento e segurança

22 Aspectos do terreno e das áreas comuns : Características físicas do terreno Características das áreas comuns e de seus usos Formas de aquisição do terreno para os fins habitacionais Características das áreas verdes e de seus usos Características das áreas comuns construídas e de seus usos Relações espaço privado/espaço público O conjunto está situado em uma região com um considerável declive, porém as casas estão em terrenos previamente cortados, sendo todas planas. Os moradores possuem um boa infra-estrutura de lazer, quadras de esporte, parquinhos para crianças, uma praça central em arborizada, etc.

23 Unidade habitacional: Tipos de habitação Materiais e técnicas construtivas Conforto ambiental Estado de conservação Ampliações, reformas As unidades habitacionais foram projetadas a fim de abrigar unicamente uma família por habitação. A casa apresenta uma forma simples sem muita ousadia na sua forma arquitetônica, um pavimento no qual estão concentrados todos os cômodos. A escolha por materiais baratos acabou trazendo problemas aos moradores, mesmo possuindo uma renda baixa, foram obrigados a reformar a casa, para garantir o conforto da moradia. Cupins e rachaduras eram facilmente encontradas nas casas do conjunto. A maioria das casas foi modificada após a compra, resultando num conjunto bastante diversificado, atualmente pode-se observar a construção de novas unidades sobre o mesmo terreno e ampliação das moradias originais, como garagens e novos cômodos.

24 Arquitetura e Urbanismo: Ponto de vista urbanístico: nota-se uma influência do conceito de cidade-jardim de Ebenezer Howard, com a valorização das áreas verdes e sua integração com as residências, bem como pela ênfase nos caminhos de pedestre, na área central do conjunto. Esses aspectos valorizam a convivência entre os moradores além de dar segurança no deslocamento. A inclusão de comércios, incentiva as atividades comerciais no conjunto e disponibilizam a maioria dos produtos essenciais à vida dos moradores.

25 Arquitetura e Urbanismo: Ponto de vista arquitetônico: elas são retangulares com cobertura de duas águas de fibro-cimento e forro de madeira, sua expressão arquitetônica é bastante pobre e trivial. Possui alguns problemas como rachaduras e cupins no telhado devido aos poucos critérios de qualidade na escolha dos materiais, o que desvaloriza ainda mais a arquitetura das mesmas, já que não atendem a necessidade de durabilidade dessas habitações.

26 Arquitetura e Urbanismo: Depois: muitas casas foram modificadas após a compra, como a ampliação delas, adição de novos cômodos e garagens, ou até mesmo a construção de novas unidades sobre o mesmo terreno o que acabou resultando num conjunto bastante diversificado. O número de indivíduos por residência, segundo o senso do IBGE de 2000, é de 3,65 pessoas.

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30 Planta Baixa da residência:

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