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Evolução Técnica e Acesso da População

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Apresentação em tema: "Evolução Técnica e Acesso da População"— Transcrição da apresentação:

1 Evolução Técnica e Acesso da População
1º SIMPLO – Simpósio Internacional de Planos Odontológicos 21 de Junho de 2006 Solange Beatriz P. Mendes Diretora de Saúde e.mail:

2 Acesso da População O Brasil ainda tem muito o que aperfeiçoar em relação ao tratamento bucal. Existem 173 faculdades de Odontologia (27 federais, 18 estaduais, 7 municipais e 121 particulares) e um total de dentistas. Não obstante, a maioria, da população de 180 milhões de brasileiros, não tem acesso aos serviços desses profissionais (CFO, 2005). A assistência odontológica no Brasil é uma prática dominantemente privada, curativa e socialmente excludente, onde a maior parte do tempo e do dinheiro gastos com saúde bucal são pertencentes ao setor privado e a grande massa da população tem acesso limitado ou nenhum a esse sistema de atenção.

3 Acesso da População Segundo a pesquisa concluída pelo Projeto Saúde Bucal as condições de saúde bucal dos brasileiros continuam insatisfatórias, abaixo da média internacional, tendo cumprido apenas 1 (uma) das cinco metas fixadas pela OMS(Organização Mundial da Saúde) relacionadas a cárie e perda dentária(alcançada na idade de 12 anos); mais de 80% da população adulta não tem as gengivas sadias 13% dos adolescentes nunca foram ao dentista; 30milhões de pessoas são desdentadas; aproximadamente 85% da população de faixa etária entre 65 e 74 anos tem menos de 20 dentes.

4 Acesso aos Serviços Odontológicos
“Uma parcela expressiva dos brasileiros (15,9%) declarou nunca ter feito uma consulta ao dentista – equivalente a 27,9 milhões de pessoas. Esta proporção era de 81,8% nos menores de 5 anos e 22,1% no grupo etário de 5 a 19 anos. Entre as pessoas com mais de 64 anos, 6,3% nunca consultaram um dentista. Verificou-se, também, diferença entre os sexos, sendo que 17,5% dos homens e 14,3% das mulheres nunca consultaram dentista. Na população urbana 13,6% das pessoas nunca consultaram dentista e na população rural, 28,0% das pessoas. Enquanto 31% da população com rendimento mensal familiar até 1 salário mínimo declararam nunca ter feito uma consulta odontológica, essa proporção caiu para 3% dentre os que tinham rendimento mensal familiar superior a 20 salários mínimos.” Fonte: PNAD (2003)

5 Acesso da População O Programa Brasil Sorridente, estruturado em 2004, tem por objetivo ampliar o atendimento e melhorar as condições de saúde bucal da população brasileira. Foi a primeira vez que o governo federal desenvolveu uma política nacional de saúde bucal. Anteriormente apenas 3,3% dos tratamentos especializados eram feitos pelo SUS. Algumas iniciativas significativas ocorreram anteriormente como a fluoretação da água(década de 70) e a inclusão do cirurgião dentista no Programa de Saúde da Família, em 2000, na gestão do Ministro Serra.

6 A RN nº 9/2002 especifica o rol dos procedimentos obrigatórios.
Marco Legal A Lei n 9656/98 ao disciplinar os planos odontológicos previu as coberturas mínimas que devem constar dos produtos: a) cobertura de consultas e exames auxiliares ou complementares, solicitados pelo odontólogo assistente; b) cobertura de procedimentos preventivos, de dentística e endodontia; c) cobertura de cirurgias orais menores, assim consideradas as realizadas em ambiente ambulatorial e sem anestesia geral;” A RN nº 9/2002 especifica o rol dos procedimentos obrigatórios. Na verdade essas coberturas já eram oferecidas nos planos básicos das operadoras

7 Várias especialidades não são de cobertura compulsória.
Evolução Técnica Várias especialidades não são de cobertura compulsória. O serviço agregado não é o alvo dos planos odontológicos. Os planos odontológicos têm atingido parcelas da população de menor renda. A população brasileira ainda necessita do básico Evolução Técnica – Tendência - 3 focos: conforto, estética e preservação A cobertura diferenciada se traduz num instrumento concorrencial para as empresas.

8 Acesso aos Serviços Odontológicos
Fonte: PNAD (2003)

9 Acesso aos Serviços Odontológicos
Gastos com Serviços Odontológicos – Brasil (2003) Tipos de Gastos R$ mil % Diretos * 5.585,4 88,9 Planos Odontológicos ** 606,5 9,7 Setor Público *** 90,0 1,4 Total 6.281,8 100,0 * Dispêndios privados com consultas e tratamentos dentários – Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) / 2003 ** Inclui apenas os gastos com planos exclusivamente odontológicos – ANS / 2003 *** Gastos públicos com o Programa Brasil Sorridente – MS /2003

10 Acesso aos Serviços Odontológicos
Financiamento das Despesas com Serviços Odontológicos (2003) Dispêndios privados com consultas, tratamentos dentários e planos odontológicos – Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) / 2003, ANS / 2003 Gastos públicos com o Programa Brasil Sorridente – MS /2003

11 Mercado de Saúde Suplementar
Distribuição dos Gastos Público e Privado no Brasil % - (2003) Saúde Suplementar Público Privado Odontologia 1,4 98,6 Assistência Médica 45,6 54,7 Fonte: World Health Report (OMS), POF (IBGE), ANS, MS

12 Acesso aos Serviços Odontológicos
Gastos Familiares Anuais com serviços odontológicos segundo nível de renda (2003) R$ Fonte: Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) / 2003

13 Evolução do Mercado de Odontologia Suplementar
Fonte: ANS

14 Pirâmide Etária da População Brasileira (2005)
Mercado de Saúde Suplementar Pirâmide Etária da População Brasileira (2005) Fonte: IBGE

15 Mercado de Saúde Suplementar
Pirâmide Etária dos Beneficiários de Planos Médico-Hospitalares no Brasil

16 Pirâmide Etária dos Beneficiários de Planos Odontológicos no Brasil
Mercado de Odontologia Suplementar Pirâmide Etária dos Beneficiários de Planos Odontológicos no Brasil

17 Beneficiários de Planos Odontológicos
Evolução Técnica e Acesso da População Beneficiários de Planos Odontológicos Modalidade Planos Novos % Planos Antigos Total Odontologia de Grupo 76,9 23,1 Cooperativa Odontológica 69,9 30,1 Medicina de Grupo 66,6 33,4 Seguradora Especializada em Saúde 93,1 20.005 6,9 Autogestão 20.439 87,1 3.029 12,9 23.468 Cooperativa Medica 14.263 91,1 1.401 8,9 15.664 Filantropia 8.114 70,6 3.377 29,4 11.491 75,3 24,7 Fonte: Caderno de Informação da Saúde Suplementar (mar /2006)

18 Distribuição de Beneficiários por Segmento
Mercado de Saúde Suplementar Distribuição de Beneficiários por Segmento Planos Médico-Hospitalares 36,2 milhões de beneficiários Planos Exclusivamente Odontológicos 6,2 milhões de beneficiários

19 Taxa de Cobertura dos Planos
Assist. Médica 36,2 milhões Excl. Odontológicos 6,25 milhões Norte Nordeste Sudeste Centro-Oeste Sul Norte Nordeste Sul Sudeste Centro-Oeste Até 10,0% 10,1 a 15% 15,1 a 30% Acima de 30,0% Até 2,0% 2,1 a 3,0% Acima de 3,0%

20 Distribuição de Beneficiários entre as Operadoras
Mercado de Saúde Suplementar Distribuição de Beneficiários entre as Operadoras por Região Planos de Assistência Médica Planos Exclusivamente Odontológicos

21 Mercado de Saúde Suplementar
Fonte: ANS

22 Principais Diferenças
Mercado de Saúde Suplementar Principais Diferenças Características Odontologia Medicina No. de Especialidades No. de Doenças No. de procedimentos Realizáveis Previsibilidade das Doenças Rastreabilidade Proc. Realizados Previsibilidade Término Tratamento Resposta à Prevenção Natureza da Doença Ameaça à Vida Custo do Diagnóstico Complexidade do Diagnóstico Possibilidade de Substituição do Tratamento Elasticidade-Preço da Demanda Complexidade da Estrutura de Relacionamento Utilização de acordo com a idade 17 Principalmente Duas Baixo Alta Crônica Rara Baixa Sim Maior Diminui 66 Infinitas Alto Crônica /Aguda Não rara Menor Aumenta Fonte: Covre e Alves (2003) “Planos Odontológicos: Uma Abordagem Econômica no Contexto Regulatório”

23 Evolução Técnica e Acesso da População
Conclusão Assistência Odontológica é um mercado predominantemente privado Produto de plano odontológico é sensível à renda e ao preço. Segundo a PNAD de 2003, 28 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista. A Cobertura dos planos odontológicos ainda é pequena (3,4%), mas existe muito espaço para crescimento. Existe uma demanda básica reprimida A população necessita de cuidados básicos de atenção bucal que pode ser viabilizada eficientemente pelos planos odontológicos. O desenvolvimento de novas técnicas de tratamento e o surgimento de novos materiais ainda se destina a um público seleto, que possui renda para arcar diretamente com o financiamento. O momento atual é inoportuno para a incorporação de novas práticas.


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