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CAPITULO 1 - Adolesce ̂ ncia - fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos. CAPITULO 3 - O adolescente e o seu projeto de vida. CAPITULO 5 - O adolescente na.

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1 CAPITULO 1 - Adolesce ̂ ncia - fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos. CAPITULO 3 - O adolescente e o seu projeto de vida. CAPITULO 5 - O adolescente na busca da identidade e do idealismo. CAPITULO 6 - O adolescente: possibilidades e limites.

2 O que é adolescência ?

3 Influências

4 Cap. 1 A adolesce ̂ ncia e o período proprio do desenvolvimento fisico e psicologico, que se inicia aproximadamente aos catorze anos para os rapazes e aos doze anos para as moc ̧ as, prolongando-se, ate aos vinte e dezoito anos, respectivamente. Adolesce ̂ ncia - fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos

5 Fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos. Inadaptado ao novo meio social no qual se movimentara, sofre o conflito de na ̃ o ser mais crianc ̧ a, encontrando-se, no entanto, sem estrutura organizada para os jogos da idade adulta. É, portanto, o periodo intermediario entre as duas fases importantes da existe ̂ ncia terrena, que se encarrega de preparar o ser para as atividades existenciais mais profundas.

6 Fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos. Inseguro, quanto aos rumos do futuro, o jovem enfrenta o mundo que lhe parece hostil, refugiando-se na timidez ou expandindo o temperamento, conforme sejam as circunsta ̂ ncias nas quais se apresentem as propostas de vida. Na ̃ o possuindo a maturidade do discernimento, e fascinado pelas oportunidades encantadoras que lhe surgem de um para outro momento, atira- se com sofreguida ̃ o aos prazeres novos sem dar-se conta dos comprometimentos que passa a firmar, entregando-se a ̀ s sensac ̧ o ̃ es que lhe tomam todo o corpo.

7 Nos dias atuais as licenc ̧ as morais sa ̃ o muito agressivas, convidando o jovem, ainda inadequado para os jogos velozes do prazer, a lances audaciosos na area do sexo, que parece constituir-lhe a meta prioritaria em que chafurda ate o cansac ̧ o, dando surgimento a ̀ usanc ̧ a de recursos escapistas, que na ̃ o atendem a ̀ s necessidades presentes, antes mais o perturbam, comprometendo-o de maneira lamentavel. Fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos.

8 A musica alucinante e as danc ̧ as de exalc ̧ amento da sensualidade levam-no a ̀ arde ̂ ncia sexual, sem que tenha resiste ̂ ncia para os embates do gozo, que exige novas e diferentes formas de prazer em constante exaltac ̧ a ̃ o dos sentidos. A moderac ̧ a ̃ o cede lugar ao excesso e o equilibrio passa a plano secundario, porque o jovem, nesse momento, receia perder as facilidades que se multiplicam e o exaurem, sem dar-se conta das finalidades reais da existe ̂ ncia fisica. Fase de transic ̧ a ̃ o e de conflitos.

9 Os pais e os educadores sa ̃ o convidados, nessa fase da vida juvenil, a caminharem ao lado do educando, dialogando e compreendendo-lhe as aspirac ̧ o ̃ es, porem exercendo uma postura moral que infunda respeito e intimidade, ao mesmo tempo fortalecendo a coragem e ajudando nos desafios que sa ̃ o propostos, para que o mesmo se sinta confiante para prosseguir avanc ̧ ando com seguranc ̧ a no rumo do futuro. Educação

10 O amor, na sua abrange ̂ ncia total, será sempre o grande educador, que possui os melhores metodos para atender a busca do jovem, oferecendo-lhe os seguros mecanismos que facilitam o e ̂ xito nos empreendimentos encetados, assim como nos porvindouros. Educação

11 Ao contrario: bem grande influe ̂ ncia exercem. Conforme já dissemos, os Espiritos te ̂ m que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espiritos dos pais te ̂ m por missa ̃ o desenvolver os de seus filhos pela educac ̧ a ̃ o. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar- se-a ̃ o culpados, se vierem a falir no seu desempenho.L.E 208. Nenhuma influe ̂ ncia exercem os Espiritos dos pais sobre o filho depois do nascimento deste?

12 Cap. 3 E nesse periodo, na adolesce ̂ ncia, que se determinam os programas, os projetos de vida que se tornara ̃ o realidade, ou na ̃ o, de acordo com o estado emocional do jovem. O adolescente e o seu projeto de vida

13 A personalidade, desse modo, e o resultado de todas essas alterac ̧ o ̃ es que sucedem nas faixas primeiras da vida e que sa ̃ o modificadas, transformadas e orientadas de forma a construir o ser equilibrado. Trata-se, portanto, de uma forc ̧ a interior que se desenvolve no ser humano e quase o domina por inteiro, estabelecendo normas de conduta e de atividade, que o fazem feliz ou desventurado, saudavel ou enfermo. Projeto de vida

14 Para entender esse mecanismo e indispensavel remontar a ̀ s reencarnac ̧ o ̃ es anteriores por onde deambulou o Espirito, que se torna herdeiro do patrimo ̂ nio das suas ac ̧ o ̃ es, ora atuantes, como desejos, tende ̂ ncias, manifestac ̧ o ̃ es sexuais impulsivas ou controladas. Projeto de vida

15 Convencionou-se que esses programas existenciais devem ser estruturados na visa ̃ o ainda imediatista, isto e, no amealhar de uma fortuna, no desfrutar do conforto material, no adquirir bens, no ter seguranc ̧ a no trabalho, na liberalidade afetiva, no prazer... Muitos programas te ̂ m sido estabelecidos dentro desses limites, que pareceram dar certo no passado, mas frustraram pessoas que se estiolaram* na amargura, no desconforto moral, na ansiedade mal contida. Estiolar: Enfraquecer, debilitar. Projeto de vida

16 Para tanto, o proposito de vida do jovem deve centrar- se na busca do conhecimento, na vive ̂ ncia das disciplinas morais, a fim de preparar-se para as lutas nem sempre faceis do processo evolutivo, na reflexa ̃ o, tambem na alegria de viver, nos prazeres eticos, na recreac ̧ a ̃ o, nos quais encontra resiste ̂ ncia e renovac ̧ a ̃ o para os deveres que sa ̃ o parte integrante do seu processo de crescimento pessoal. Projeto de vida

17 Ha muitas pessoas que te ̂ m tudo quanto a vida oferece aos triunfadores materiais, e, no entanto, na ̃ o se encontram de bem com elas mesmas. Outros sim, possuem tesouros que trocariam pela saude; dispo ̃ em de haveres que doariam para fruirem de paz; desfilam nos carros de ouro dos aplausos e prefeririam as caminhadas afetivas entre carinho e seguranc ̧ a emocional... Projeto de vida


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